Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
LONGE DE VOCE
Meus dias passam, lentamente
Longe de você sinto um tédio
Que às vezes fico até sentimental
Lembrando – me de ti com saudade especial.
Eu me sinto inquieto sem você
Com os seus olhos nos meus
O céu para mim cobre – se de outras cores
E somos como um doce casal de beija – flores.
A cada dia ponho – me a amar – te ainda mais
Cada gesto que faz em mim semeia uma esperança
És como a vinda de uma nova primavera.
É por isso que te peço;
Fica um pouco sempre em minha vida
A sua ausência é solidão para o meu coração.
(Nelson Locatelli, escritor)
Para alguns o Tédio é a Inércia da Mesmice Intolerável, pra mim o Tédio se Resume a Libido Reprimida.
O Farol:
O tédio é inimigo da minha felicidade
O jeito agora é escrever
Escrever para ver se vivo,
escrever para ver se alivio
Eu não quero viver pra sempre
Não aqui!
Eu só quero o que é meu
Só espero não levar essas dores pro túmulo.
Elas não são minhas,
não podem me acompanhar
Quero que você me ame a vida inteira
Pode ser pedir demais
Mas você é o farol
E eu, não quero mais viver no escuro.
Você tira um sorriso meu. Você tira meu ar. Você tira meu tédio. Você tira minha paciência. Você tira minha paz. Você tira meu juizo. Você tira meu sono. Você tira minha sanidade. O irônico é que ao mesmo tempo que você tira, você me dar tudo, só pelo simples fato de existir na minha vida.
Carta de amor
Nada teu invoca tédio, desprezo ou insensibilidade.
Será que meu amor, este, sim, invoca devaneio ou sensibilidade demais?
À tona esse sentimento nutre-se de emoções, à flor da pele, agarrando-me de maneira tão absurda que custo a acreditar que nele estejam contidas incertezas ou divagações.
A pele é parte permanente dos sentidos, aliás, daquele que nos torna vulneráveis a todas as emoções imediatas.
Tão irremediavelmente instantâneas que caímos na armadilha de tê-las como certas, verdadeiras, implacáveis.
Não, não estou perdida.
Tenho, certamente, discernimento que me permite separar a loucura da realidade.
Tu és pele, espírito e entusiasmo.
Apesar de não acreditares, tais sentimentos, tão jovens, têm tanta responsabilidade!
Nem sempre a vida nos mostra o óbvio.
Esconde cruelmente os elementos necessários à libertação da alma que, solitária, agora tem nova alegria de viver.
Não me baste apenas.
Outrossim, faça-me bastar-te.
Depositando em mim sua vontade de sorrir, surpreender e alcançar objetivos tão reais quanto meu amor por ti.
Não tenho porque esconder meus anseios mais profundos.
Eles evaporam feito orvalho, sobem aos céus e lá encontram aliados à minha vontade.
Unem-se, por osmose, ao vento com poder de levar-te toda a pulsação de minha alma.
A definição disso tudo está encoberta. Temo não poder revelá-la.
Mesmo que quisesse.
Sua forma é invisível a olhos incrédulos.
Apenas se olhares com suscetibilidade poderás, quem sabe, notar a riqueza de sentidos e suas infindáveis variações.
Não tentes se estiveres duro.
Conseguirás destruir toda a magia.
De fato, quem destruirás será a beleza refletida em teu olhar
Quando percebo tua alma apossando-se dos meus olhos.
Faça-me feliz, de maneira que não possa enxergar o mundo frio que nos cerca, ou pelo menos, desprezá-lo por alguns instantes.
A felicidade que me proporcionas é tão intensa que temo tê-la como alucinação.
Mas, se assim fosse, não seria felicidade e sim delírios de quem está à beira de súbita morte.
E morte não é vida... É silêncio.
E ele não consegue apoderar-se, definitivamente, de meus desejos.
Quero gritar aos quatro ventos o quanto me fazes viva.
Morte seria válida se estivesse, sob condição sine qua non, atrelada à vida que sinto estando ao teu lado.
Para evitar aborrecimento ou tédio tu precisas de algo que não enconstras nas farmácias nem em ervanárias "AMIGOS"
Cada canto que passei,
encontrei-me com o morno, o tédio. Pulei de leve no escuro.
Hoje, pego-me num forno pré-aquecido, hora de saltar novamente.
Serei eu uma cigana ou tenho que trocar os óculos?
distraí o tédio
voltei pra mim
sei que chorei
também sorri
será mentira o que vivi?
será verdade o que pensei?
O que vivi, recordação.
O que pensei, ilusão.
Nostalgia de quinta
depressão de quarta
delírios de terça
desamores de segunda
tédio de domingo
vida sem graça de sábado
vida sem graça de todo dia
Levanta aí, vamos!
Ergue a cabeça, deixa esse tédio deitado na cama
Caminhe pelas estradas pra enfeitar teus poemas
Não é você que vai se deter
Se o mundo não é bom, crie outro e outro
Alegria com Alegria poesia com todo o dia
Coração com paixão
Faça teus versos rimarem.
Vamos! Eu sei que só um menino vai brandar, cantar
Rolará pela estrada do universo, tu e a força dos teus versos.
Vamos acorrentar o Tédio porque ele cria a Depressão psicológica e física tornando você um mero Ser - Humano triste , acabado e sem esperanças
Andava de bar em bar em busca de um amor
Bebia todas enquanto dançava no tédio
Quando percebia o galo já cantava e eu só na dor
Era hora de voltar para casa bêbado, o meu remédio.
Tédio
de chinelo,
ao longe
um jornal velho
com rosto patético
cabelo de ontem
inédito
roupão amarelo
do Sinério
no corpo hermético
sem inspiração
pra poético
até voltar
a dormir
no concreto
remédio
do assédio.
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