Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Não dou passagem para o preconceito, menos ainda para falta de amor. Se quer praticar o desrespeito, roubar os direitos dos outros...faça-me um favor: não bata a minha porta !
Pensar, relembrar você é meu sossego,
Ainda guardo aquele surrado pelego,
Em que nós dois com frio se deitava,
E da maneira em a gente se amava,
Naquele imenso e escuro galpão,
Onde as brasas do fogão,
Se misturava ao calor da paixão,
Num amplo reduto de prazer,
Onde fazíamos amor em noites frias,
Onde podíamos, gritar, chorar e gemer,
Realizando todas as nossas fantasias.
O dinheiro, pode comprar coisas que tragam a felicidade, mas o caráter, ainda melhor, conquista algo impagável, chamado dignidade
Teus olhos.
Teus olhos ainda me vê,
De um jeito,
Com duas manias
E mil desejos.
Teus olhos me chamam,
Pra um romance,
Em dois corações em três incertezas.
Teus olhos ainda choram,
Duas lágrimas de dor e uma de saudade.
Teus olhos ainda me cativam,
Em voce, em teu ser, no nosso Amor.
Dos erros em que vivi.
Ainda carrego o aroma fétido,
O gosto estranho e as marcas dos erros em que vivi.
Dos erros em que vivi,
Eu vi minhas falhas atravessando meus sonhos e abrindo feridas em mim feito navalha.
Dos erros em que vivi,
Profanei o Sagrado
Desprezei as profecias e irritei os deuses.
Dos erros em que vivi,
Fui rebelde, transgressor, bandido, assassino do Amor.
Pisei nas flores,
Escarrei no jardim,
Traí todos os meus amores,
E no meu sofrimento abortei o meu fim...
A cada dia que passa as pessoas estão se tornando ainda mais incapazes de reconhecer e pedir desculpas por seus erros.
Há tanto ainda para se ver
Se construir
Não é nada palpável
Mas são coisas que ninguém vê
Sinta os toques
o carinho do vento
a textura da terra
a maciez da água
Prove os sabores
Aromas e cores
Que vivificam os seus sentidos
Cante do seu jeito
não se importe com o desafino
E se não quiser cantar, ouça!
Ouça o balançar das folhas, o galho que quebra
da água que dança no leito de um rio
e das ondas que chegam nas areias.
Se sensibilize com os sons...
receba o canto dos pássaros como um presente divino
Um concerto especialmente preparado para você
Sorria
não só com os lábios
mas faça o seu corpo sentir
toda a vibração positiva
do querer viver
Valorize os movimentos biomecânicos do seu corpo
perfeitamente desenvolvidos para sua locomoção
E seja grato,
Suas células... seus órgãos... vão agradecer!
Tenha coragem
Solte as mãos do guidão
Voe na atmosfera, ou nos pensamentos
Faça o que te dá vontade
Não valorize o que não sabem sobre você
Roube um beijo ou Se declare a tempo
receba o "sim" ou aceite o "não"
Perceba tudo o que há
Sofra as perdas
Se dê ao direito de chorar
E quando o corpo cansar
Erga-se... renove-se
Dê continuidade ao ciclo
Porque a felicidade, é nômade.
Quando você ainda nem me conhecia
Enquanto você saía com os amigos
Enquanto você conhecia outras mulheres
Enquanto você ouvia suas cançoes favoritas
Quando você assistiu um belo por do sol na areia de uma praia
Eu ainda estava aqui
Quando você me encontrou
Quando me contou das suas historias
Quando você me tocou
Quando sorriu
Eu ainda estava ali
Quando você se despediu
Quando sumiu
Quando você me disse "olá"
Quando você não disse mais
Eu aqui permaneci
Enquanto você queria jogar
Disposta, daqui eu não corri
Mas é iminente que uma hora
Não vou mais estar aqui.
Nem ali
No começo era descrença
Ainda mais que isso, era indiferença
Não havia aceitação nem vontade
Por mais que houvesse melancolia
Durante era descrença
Que se tornou surpresa e medo
Apareceu a vontade e a excitação
Por mais que houvese medo
Depois era descrença
Regada por muita dor física e sentimental
Ocorreram as lágrimas derramadas e um sorriso
Por mais que houvesse o fim
Agora é descrença
Com muitas dores de tristeza e lembrança
Existindo coisas nunca contadas mas sentidas
Por mais que haja esperança
No frio desse apartamento
As dores se acumulam pelos cantos
Mas a maior dor
ainda canta nos meus cantos
Te perdi de repente
e sem nem despedida
da gente
nos separamos
nos amamos
para sempre
Queria te ter no meus passos
Sentir a força dos teus braços
chegar em casa
poder mergulhar em teus abraços
Mas não pude
pois depois daquele dia
que no meu colo você se ia
O destino me ilude
Mãe
aqui tudo se ajeita
nenhum dia foi direito
mas a vida se endireita
O sol infiltrado entre as fibras de minha cortina,
acordou-me vagarosamente,
ainda sentindo a preguiça natural sorri,
pois quando somos interrompidos de algo bom.....
por outro maravilhoso só nos resta contemplar.
Ainda te procuro
Continuo a pensar em você. Mesmo sem você entender. Mesmo sem que você compreenda o que significa este amor, continuo te ligando. Não por mim, nem por você. Mas pelo “nós”: essa terceira pessoa que criamos e que anda cheio de saudades de nos ver juntos novamente. Então, faço disso um ritual ininterrupto, até mesmo depois de te convencer que mudei e que posso melhorar mais ainda.
Independente de quem você é, sempre existirá alguém que te faça querer ser melhor.
É, e esse alguém é você.
Você não é minha única escolha, não. Longe disso. Você é a única que eu não consigo deixar de escolher. A única que eu corro atrás como órfão de pai e mãe em busca de um colo familiar.
Sem saber, naquela nossa brincadeira de nos abraçarmos forte, meus órgãos pularam para o teu pequeno corpo, fazendo morada por aí.
Agora, com esse término maldito, fico por aqui, buscando alguma coisa, alguma foto, alguma roupa, algum perfume, algum coração.
Mas você reluta. Você discute e diz que não há mais o que discutir. Grita e chora ao afirmar que se deu toda a mim e que eu te joguei no lixo. Logo em seguida, sorri ao meu lado, sem nem lembrar do clima ruim há minutos atrás, traça planos de um casal feliz até você cair em si novamente, como uma religiosa que comete pecados em série, mas que vive se arrependendo deles.
Se ainda há amor, todo “não” tem um quê de “sim” subentendido.
– Ah, Senhor, quantos “Jonas” Tu já não levaste e ainda levará ao fundo do mar para aprender a ser um verdadeiro cristão, além de mim?
