Eu
É claro que o mundo não seria melhor com mais pessoas como eu. Já me basta eu mesmo concordando comigo.
Ninguém consegue encontrar nos meus olhos aquilo que nem eu mesmo consigo encontrar. A fé começa comigo.
Só sou eu mesmo acima ou abaixo de mim, na raiva ou no abatimento; em meu nível habitual, ignoro que existo.
Um dos problemas da liberação do porte de arma é saber que eu mesmo, que sou contra a liberação, se tivesse o porte, poderia ser em alguma situação, um atirador em potencial.
Como que eu vou me sentir um salvador, se em alguns momentos eu mesmo quase não consegui me salvar?
Mais uma vez é domingo
Eu mesmo acordada sonhando!
Com o dia que o terei comigo.
Mais um fim de semana
Que estou na vontade
Em ter você na mesma cena!
Já falei que te quero
Se preferir no escuro também
Mas gosto de ver no claro!
Memorizar suas curvas
Fazer brilhar teu sorriso!
Matando nossa vontade!
Sei que é difícil de lhe dar comigo, as vezes nem eu mesmo me suporto!
Mas dou o mundo por você e se for 10% recíproco serei o amor de sua vida!
Aprendi a ser eu mesmo
Praticando ato de ser
A mim mesmo de vez em quando
Eu não posso e não preciso
Ir a todos os lugares
Mas posso olhar calado
E descobrir o que não quero ser
O que restar, sou eu
Aquele que traz no coração
O que merece ser lembrado
Aprendi a errar sem pedir ajuda
Meus erros me ensinam
Que o mundo muda
Mas que há coisas no mundo
Que serão sempre as mesmas
Do pouco que aprendi
Eu sei que tem coisas ali
Que devo levar comigo
Pois não devem ser ensinadas
A mais pura manifestação de vida se dá
Nos momentos em que não se sabe como agir
Pra todas as outras se olha os ponteiros
Enquanto o relógio enferruja
Sem que se veja
Qual dos dois tempos foi mais verdadeiro.
Edson Ricardo Paiva.
Não sou convencido de que algo possa me entristecer,
Á não ser eu mesmo pelos meus próprios sentimentos,
Eu nem acredito em céu ou inferno.
Há momentos que nem eu mesmo
me compreendendo,
vezes, estou imerso na minha solitude,
outras, envolvido pela minha solidão,
meu coração é como um vidro
transparente
onde uma luz de entusiasmo transcende
acendendo o meu semblante,
mas, às vezes, é semelhante
a um espelho embaçado
com um reflexo desgastante
de um desânimo inexplicável.
Grande é a minha complexidade,
uma mente inquietante,
encontro alívio na simplicidade
em meio às adversidades,
um socorro divino
que desperta a minha felicidade.
Pra manter meu corpo quente,
pra sentir-me vivo,
após ter sofrido uma decepção
que eu mesmo provoquei,
precisei congelar meu coração
para preservá-lo, pra que não fosse
totalmente destruído,
até que venha a ser descongelado
num momento preciso
por um caloroso amor de fato.
"AUTOBIOGRAFIA TALVEZ".
Ah, se eu pudesse nascer de novo; eu queria ser eu mesmo: Antonio Jose Machado de Jesus (sem nenhum acento mesmo). Apelidado de Toín, Goi, Totoin, Toton, Machado, Nêgo, Preto e Poeta.
Filho de Maria Das Dores Gonçalves Machado e de José de Jesus Machado. Neto de Antônio Almeida Machado, Maria Da Hora Gonçalves de Jesus, João Gonçalves e de Maria de Lourdes Saturnino Machado. (os sobrenomes são iguais, todavia, não são parentes). Eu queria nascer 10 de Dezembro, na fazenda Muribeca, em Santo Amaro da Purificação, mesmo.
Eu queria ser esse camarada tranqüilo, que não sorri muito com os dentes, e sim, com a alma. Que sonha em ser professor de Língua Portuguesa. Ah! Se eu pudesse nascer novamente, eu queria os mesmos amigos. Os mesmos professores. Os mesmos irmãos. Morar nas mesmas cidades. Estudar nos mesmos colégios. Que privilégio, eu seria "Um taco de um verso de Machado de Assis, e o outro taco, de Carolina de Jesus". Eu nasceria artista de novo! Se eu pudesse, eu reencarnaria nesse corpo negro, magro, e dourado pelo só do sertão. E com esse cabelo crespo. E a malandragem de um bom reconqueiro. Eu séria capoeirista, e sobretudo, discípulo de Jesus Cristo.
Pena que a vida é só uma... Entretanto, eu busco ser eterno. Eterno na literatura, falado nos lábios dos homens, até maus... Recitado e vestido pelo meu povo negro. Pra mim isso tá bom...
Não sei se culpo a sociedade ou se culpo a mim,
A alguém dentro de mim ou só é eu mesmo?
É tão confuso a que dentro
que me perco nas curvas da escuridão.
Desperto ou não,
confuso, sem chão...
Não sei se me mato ou não,
só sei que sentir, eu sinto.
Mas o quê?
Eu não sei...
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