Eterno
Rei eterno
Desde o princípio do mundo as nações sempre subjugaram outras nações. Guerras, impérios e dominações. Logo no princípio, vemos as cidades Estados na terra de Sinear dominando umas sobre as outras. O homem escraviza o outro homem. O homem oprime outro homem; há opressão e domínio; há escravidão. O homem perdeu a liberdade no Éden. Quando foi enganado por Lucifer. Quando estava com comunhão com Deus, tinha liberdade, era feliz era livre.
Foi então que Deus começou a procurar o homem, para que este fosse livre. Primeiramente, chamou Adão, depois chamou Noé. Ao mesmo tempo julgava os ímpios (pelo Dilúvio). Depois chamou Abraão e Ló, para preparação de um povo livre; Depois chamou o povo de Israel para por este povo dar liberdade ao mundo. Por este povo entrou em Juízo com as nações opressoras, exterminando no seu juízo muitas delas na terra de Canaã. Ao povo de Israel tentou e deu a liberdade a um remanescente fiel. Já outros perderam a liberdade na Assíria, e em Babilónia. Enfim por um lado vemos Deus a operar, por outro lado o diabo sempre a fazer uma rebelião. O mal e o bem lutam desde o princípio.
Mas felizes os que estão ao lado de Deus nesta guerra, que um dia vai terminar.
O primeiro grande império foi o império Egípcio, depois temos o Assírio, o Babilónico, o Médio Persa, o Grego, e o Romano. Num certo sentido o Romano continua até aos nossos dias, uma vez que as leis e o Direito Romano continuam a administrar o Mundo Moderno.
Mas brevemente virá o rei dos réis (Jesus Cristo), o único que venceu todos estes poderes opressores e que vive. Numa batalha final, Eis que vem, continuando a vencer todo o Domínio, toda a potestade. E assim virá dar a total liberdade ao homem e a todo o universo.
1. "Por mim se vai o círculo dolente;
2. por mim se vai ao sofrimento
3. eterno, por mim se vá perdido a gente.
4. Justiça moveu o meu alto fautor;
5. Criou-me a Suprema Potestade,
6. Suma Sapiência, Primeiro Amor.
7. Antes, foram criadas as penas coisas eternas;
8.eu, eternamente existo.
9. Renunciai às esperanças, vós que entrais"
(Canto III, INFERNO)
Pessoas vem e vão... Nada é eterno. A não ser que usemos o nosso livre arbítrio para a felicidade mútua.
Em meio ao vasto e implacável oceano, o marinheiro repousa, silente e eterno. As águas que outrora o acolheram em sua bravura e aventura agora guardam o seu corpo, como um monumento silencioso à luta pela sobrevivência. Encontrá-lo assim, perdido em um naufrágio, desperta um turbilhão de emoções.
A tristeza se mistura à reverência por sua jornada interrompida. Ele navegou pelos mares com esperança, sonhando com novos horizontes, mas encontrou seu destino nas profundezas. O oceano, que leva e traz tantas histórias, agora esconde a sua, um mistério envolto em ondas e marés.
Seu descanso no mar traz um peso, uma sensação de impotência diante das forças incontroláveis da natureza. No entanto, há também uma sensação de paz. Ele não está mais em perigo, não luta mais contra a tempestade. O oceano, que antes o desafiou, agora o envolve como um manto eterno.
Cada marinheiro perdido no mar carrega consigo um pedaço da humanidade, um lembrete de nossa fragilidade e coragem diante do desconhecido
"A liberdade é um desafio eterno: enquanto nos dá asas para voar, exige a coragem de enfrentar as tempestades. O voo é solitário em um céu vasto de possibilidades, onde nossas escolhas determinam se seremos guiados pelo vento que nos impulsiona ou vencidos pelas inevitáveis turbulências que nos desafiam."
Nunca devemos desperdiçar nosso tempo com aquilo que não tem propósito, valor ou um desígnio eterno estabelecido por Deus, pois somente Ele pode nos guiar para ações que transformam nossa história e impactam positivamente as pessoas ao nosso redor.
O Eterno Xeleléu e o Eco de Rui Dourado:
Em uma manhã de domingo, as ruas de São Luís ainda despertavam preguiçosamente. No pequeno estúdio da Rádio Timbira, Rui Dourado já estava a postos, ajustando os controles e preparando-se para mais uma transmissão do seu icônico programa “Futebol de Meia Tigela”. Era um ritual que ele repetia há décadas, mas que nunca perdia o brilho.
Rui, com sua voz grave e inconfundível, dava vida a uma série de personagens que habitavam o imaginário dos ouvintes maranhenses. Entre eles, destacava-se Xeleléu, o puxa-saco mais querido e odiado da cidade. Xeleléu era uma figura caricata, sempre pronto para bajular os poderosos e fazer críticas ácidas, mas com um humor que arrancava risadas até dos mais sisudos.
Naquele dia, Xeleléu estava especialmente inspirado. “Bom dia, meus queridos ouvintes! Aqui é o Xeleléu, o defensor dos fracos e oprimidos… desde que não me custe nada, é claro!”, começava ele, com seu tom sarcástico. “Hoje vamos falar sobre o grande clássico do futebol maranhense, mas antes, uma palavrinha sobre nossos políticos… Ah, esses sim sabem jogar, mas é com o nosso dinheiro!”
Rui Dourado, por trás do microfone, sorria. Ele sabia que Xeleléu era mais do que um personagem; era uma extensão de si mesmo, uma forma de criticar e ao mesmo tempo entreter. A cidade parava para ouvir suas tiradas, e muitos se viam refletidos nas histórias que ele contava.
Enquanto o programa seguia, Rui lembrava-se de sua trajetória. Começou no rádio quase por acaso, sem receber um centavo, apenas pelo amor ao ofício. Passou por várias rádios, enfrentou dificuldades, mas nunca perdeu a paixão. E foi essa paixão que o levou a criar Xeleléu, um personagem que, apesar de fictício, se tornou tão real quanto qualquer pessoa.
O programa chegava ao fim, e Rui, com a voz já um pouco cansada, despedia-se dos ouvintes. “E assim encerramos mais um ‘Futebol de Meia Tigela’. Lembrem-se, meus amigos, o humor é uma arma poderosa. Use-a com sabedoria. Até a próxima!”
E assim, com um último aceno para o microfone, Rui Dourado deixava o estúdio, sabendo que, enquanto houvesse um rádio ligado em São Luís, Xeleléu e suas histórias continuariam a ecoar, levando risos e reflexões para todos os cantos da cidade.
Dia da Fotografia
A fotografia é um registro eterno de um momento
O que um fotógrafo registrou não volta mais
Ele consegue eternizar um sentimento
E capturar a luz divina que uma gestante traz
Pode memorar o instante exato de um nascimento
E mostrar o sorriso mais puro que uma criança é capaz
E ainda captar a emoção mais intensa que alguém tem por dentro
E também consegue transmitir em uma imagem um ambiente de paz
Pode evidenciar o amor através de um olhar no casamento
E por fim evidencia o que se viveu e não retorna jamais.
O Brasil é um país do eterno carnaval; vive mergulhado em fantasias cujos enredos são a corrupção e o mau-caratismo.
A vida é um eterno processo de estar a aperfeiçoar a si mesmo. E o engraçado de envelhecer, é que todos gostariam de ter o cabeção que chegou na maior idade, quando ainda era mais jovem. E isso é uma pergunta que é recorrente a todos, quando num insight ou lampejo de racionalidade, se dão conta das merdas que fizeram e poderia ter evitado, se as cabeças de outrora, não estivessem assim cheias de bostas.
REGRA DA VIDA:
Ou você influencia proficuamente, ou você corre o risco de ser um eterno imprestável.
Meu amor por você é eterno, é infinito. Não há distância, obstáculos ou desafios que possam abalar o que sentimos um pelo outro. Nosso amor é verdadeiro, é intenso e é para sempre.
Ass CICERO LYRA
