Eternidade
Escritores inteligentes são desbravadores e iluminadores da eternidade, muitos caminhos são abertos e clareados para sempre quando suas palavras são redigidas e disponibilizadas à humanidade.
Ao amor do passado… dou-lhe o nome de eternidade; ao amor do futuro… dou-lhe o nome de felicidade; à falta de amor no presente… dou-lhe o nome de esperança.
Liberdade de pensar, sempre. Liberdade de falar, nem sempre. Liberdade para amar por toda eternidade.
Só descobrimos nossa eternidade quando conseguimos deixar de ser unidade e passamos a fazer parte indivisível do todo, assim é como as ondas na praia que mesmo pujante no próximo momento e movimento retornam a ser parte imperceptível do grande oceano.
A arte e a eternidade, sempre estão intimamente, espiritualmente interligadas, tanto quanto ao instante magico de quem cria originalmente e quem futuramente a vê, lê ou celebra pelos sentidos a criação, posteriormente. A arte é uma expressão criativa definitiva e está sempre viva.
Só Deus sabe como é difícil estar certo por toda a eternidade.
E só Deus sabe como é difícil estar sempre certo por toda a vida.
Quem pode dizer que o inimaginável é o poder de ter por uma eternidade lembranças do passado e antecipar qualquer visão futura, embora só possam ser contempladas e vivenciadas no presente Quântico quando compreendidas pela felicidade mútua.
A vida é tão curta...
quando se vê,
já se passou
uma "eternidade"!
E o que você fez?
Tão pouco...
não deu tempo
para fazer muita coisa...
o tempo é fugaz!
Na eternidade também teremos sonhos, a diferença é que lá todos os nossos sonhos serão realizados... Fiore Sotana.
Apetite de Amanhãs
Deus, em sua eternidade, não precisa de lembranças;
Nós é que forçamos o recordar.
O tempo, esse sábio que a tudo cura,
Desenha as marcas de quem somos.
Não há ferida que ele não toque,
E não há memória que ele não visite.
A conferência da saudade não nos deu a dádiva do esquecer.
No ensaio da solidão, guardo algumas dores enquanto ofereço sorrisos.
A saudade vem nostalgiar,
Recorda até as desnecessidades.
Bendito seja o inventor da memória,
Que nos dá o poder de reviver os dias,
De devotar a delicadeza
E discernir que a esperança é diferente da espera.
Olho para o passado, sim,
Mas tenho apetite de amanhãs.
