Eternidade
Ninguém vive bem e sobrevive sem a sabedoria divina, pois ela produz felicidade real e a eternidade pessoal.
Sabemos que a vida tem um fim; mas, amemos a eternidade divina enquanto há vida terrena para desfrutarmos de uma eternidade abençoada, feliz e sem as dores e decepções da alma.
O homem recebeu de Deus a vida, a inteligência e a eternidade; mas, esquece de manter o corpo, a alma e o espírito na graça, na sabedoria e na santidade do Senhor, cujas belezas e riquezas prosperam a sua existência, preferindo ele correr atrás do prejuízo.
Aprenda a parar o tempo do relógio humano, passando horas com Deus e Ele lhe dará a eternidade sem contar com a sua agenda e as horas perdidas no mundo dos homens.
Para passar a eternidade com Deus não é preciso passar de igreja em igreja, fazer cursos e mestrados, senão em obedecer e cumprir os Seus mandamentos.
Verifique se o seu passaporte tem validade para a eternidade; se estiver vencido, procure a autoridade competente para renovar a sua viagem.
Os que gastam tempo com Deus investem tanto na terra com propósitos quanto na eternidade com esperança.
Deitado o dia inteiro e querendo deitar a eternidade ou sumir por qual quer motivo, pois o que me resta é viver a felicidade de quem não me apóia;
As credibilidades que não vivi é história que impede que eu reescreva ou vire a página da minha vida;
Brindo o que nunca tive, inventando um amor surreal que possa me acalentar em minhas verdades que me abalam no meu dia a dia;
Tiram proveito do que não consigo dominar, me arrancam o que não escondo como o meu coração;
Estar com você é estar vivo e sem medo de viver é se sentir feliz para toda a eternidade;
Com liberdade quero conhecer o seu interior para o amanhã construirmos a nossa cama;
Não vou pegar pesado na conveniência de tentar te proteger sem que eu desapareça para se esconder desse amor infinito;
Nossos momentos revigoram qual quer esperança que ainda temos de entrelaçar com a eternidade... De vivermos o mesmo amor;
Então vivamos a esse doce sentimento, no qual faça-nos enlouquecermos com indecências que nossos corpos desejam pelo prazer...
Os pecados que cometemos não deixam de ser pecados, mas com um gosto delicioso que desatina a nossa razão de querer o certo;
