Estou Cansado
Estou cansado de ser o que você quer que eu seja me sentindo tão sem fé perdido sobre a superfície não sei que você está esperando de mim colocando sobre opressão de andar sobre seus passos pego pela conta corrente apenas pela conta corrente cada passo que eu dou é mais um erro pra você pego pela conta corrente apenas pela conta corrente tornei-me tão entorpecido não posso sentir você aqui me tornei tão cansado muito mais consciente me transformo nisso tudo o que eu quero fazer é ser mais como eu sou e menos como você é Você não pode ver os está me sufocando me segurando tão apertado com medo de perder o controle por tudo o que você pensou que pudesse ser caiu por terra bem na sua frente
Estou cansado de dizer não.
Estou cansado ouvir.
Estou cansando de não me ouvir.
Estou cansando da minha casa.
Estou cansado das minhas escolhas.
Estou cansando de a baixar a cabeça quando estou na minha razão.
Estou cansado de pessoas falsas.
Estou casando da minha casa.
Estou cansando de vizinhos fofoqueiros.
Mais não vou cansar de desistir dos meu objetos
►A Criatura Falsa
Estou cansado de ouvir falsas palavras
Estou cansado de ouvir mentiras claras
Por que não mostram suas verdadeiras caras?
Pessoas reais neste mundo são raras
Pessoas falsas são ladras
Roubam tua confiança e ternura
Mas o que é essa criatura?
Entre nós ela se mistura
Age como qualquer outra, encarna na figura
Sua boca provoca queimadura
Nos deixa perdido, somos dela, que tortura
Para escaparmos dela, é necessário bravura
E agora, olhando para ela, tão pura
Aparentemente, é claro, ela está a procura
Para em mais um provocar uma fratura
Ela tem o poder de nos deixar na fissura
Me tornarei uma criatura a sua altura
Para ela não existe cura.
Alguns dizem que devo aprender a confiar
Um laço, conexão, com alguém devo criar
Para que, com essa pessoa, meus problemas contar
Chamá-la para meus segredos revelar
E quem sabe, ela poderá os remediar
Vejam pelo meu lado, desconfiar
E se essa pessoa, meus erros espiar
É algo além do meu entendimento,
Não atuo neste departamento
Desculpe, pessoal, mas não lamento
Desconfiar é o que reside em meu pensamento
Ainda não vivi o suficiente
Mas agora eu já me encontro ciente
Claro, sou um jovem inexperiente
Em formar versos, em formar rimas
Mas sim, elas serão minhas vítimas
Irei abusar das minhas rimas, deixá-las legítimas
Sei bem que elas são péssimas
Mas farei delas, belíssimas.
Meu funeral será pequeno, só eu e o coveiro
Que coisa fantástica, me enterrando pelo dinheiro
Faz bastante sentido afinal, ele é solteiro
Juntar suas economias e ser um coveiro baladeiro
Essa é nova, por que não?
Mas não se esqueça de fechar meu caixão
Bem, na verdade não importa, já estou no úmido chão
Jogue a terra logo e vá procurar sua paixão
Alguém com quem compartilharás teu coração
Só posso te desejar a felicidade, e afastar a solidão
Parto pensando nas pessoas que ajudei
E agora refletindo, penso que as incomodei.
A falsidade me encomoda
e essa sena ja virou moda
eu estou cansado deste seu sorriso falso
e deste seu andar de rato
das suas palavras cafonas
e da sua atitude mandona
do seu olhar irônico
e do seu geito cafonico
por armonia
eu prefiro chorar num conto
duque sorrir numa ironia
a falsidade te consome
que até as vezes tu esqueces o meu nome.
POEMA MENDIGO
Estou cheio de ser poeta,
de sonhar com as estrelas,
estou cansado de me apaixonar
dez vezes por dia
e me desiludir quarenta,
estou cheio de ser poeta,
estou cheio de escorregar no arco Iris,
e mergulhar no buraco negro,
estou cheio de jardins
com abelhas venenosas
e acácias carnívoras
estou cheio de velhas palavras,
de doces rimas ,
do poema água com açúcar,
quero a verdade
de acordar as cinco da matina,
do imprensado do coletivo,
do odor de axilas expostas,
do martírio dos aproveitadores no metrô,
quero a verdade de mendigos sob viadutos
da epidemia de drogados,
quero ouvir a miséria vicejando,
as margens de alagados e palafitas,
quero sentir viciados definhando,
escravizados pelo poder da fumaça e do pó...
quero o meu poema chorando e gritando,
um poema bem inconveniente,
que consiga incomodar
essas assembléias dolentes ,
quero um poema que cheire mal,
que se vista mal ,
um poema mendigo
com a podridão das nossas realidades...
Cansaço do Sentir
Estou cansado de sentir,
de carregar o peso do mundo em meu peito,
como se cada batida fosse um grito,
e cada silêncio, um adeus que nunca termina.
Tentei provar que sou bom —
mas o bom não basta para quem
não ouve,
não vê,
não sente.
Machuca, como espinhos invisíveis
que cravam no que há de mais puro em mim.
Hoje, te tirei de mim.
Arranquei aos pedaços o que nunca foi nosso,
o que poderia ter sido, mas nunca será.
Doía.
Doía como se o universo me desfolhasse,
mas essa dor vai além da poesia.
É a dor de quem ama,
mas não encontra eco.
Você se afastou,
como a lua que se esconde atrás das nuvens,
negando sua luz ao mar que a espera.
De tudo que poderíamos ser,
sobrou apenas o vazio
e o eco das palavras que nunca dissemos.
Eu só queria a simplicidade:
saber como foi o seu dia,
se você bebeu água,
se esteve bem —
mesmo que longe de mim.
Era suficiente,
ou eu acreditava que seria.
Mas você me ignorou,
e o silêncio gritou mais alto que qualquer palavra.
Tudo doía. Tudo.
Mas do caos que me consome,
eu me refaço.
Estou cansado de sentir,
mas não deixarei de ser o que sou.
Eu sou amor,
sou a imensidão de um céu que não se apaga,
mesmo quando ninguém mais o observa.
E assim sempre serei.
Mas não pra você.
Minha luz encontrará outro olhar,
meu amor será lar onde for bem-vindo.
E enquanto a dor se dissolver em lembrança,
eu seguirei —
não vazio,
mas livre.
Estou cansado do mundo, um mundo cansativo e repetitivo, um ciclo infinito de dias que não passam, quero descançar sem me preocupar, quero sumir sem me arrepender do que deixei para tràs...
Parassonia
Estou cansado, é claro,
Porque, a esta altura, a gente tem que estar cansado.
De que estou cansado, não sei:
De nada me serviria sabê-lo,
Pois o cansaço fica na mesma.
Estou cansado de pensar, a toda hora, há tantos anos, desde a minha mocidade.
A minha cabeça já não mais encontra repouso, noite após noite, o sono me escapa, como se temesse adentrar neste caos que é a minha mente.
Quando finalmente o apanho, sonâmbulo, eu converso com as paredes.
A Dor Que Não Tem Nome
Acordo e já estou cansado,
como se viver fosse um fardo antigo.
Cada dia pesa dobrado,
e eu sigo — mas nunca sigo comigo.
O espelho não me reconhece,
me olha com pena, com nojo, talvez.
Meu corpo é só o que permanece
de alguém que já morreu mais de uma vez.
As vozes aqui dentro gritam,
mas ninguém do lado de fora ouve.
Sorrisos forçados imitam
uma vida que há muito não coube.
Tem dias que o ar parece ferro,
e cada passo é um crime lento.
O mundo gira, eu me enterro
mais fundo em meu próprio tormento.
A comida não tem mais gosto,
a música me dá desgosto.
O toque é como espinho exposto,
e o futuro... é um céu sem rosto.
Já tentei pedir socorro
em olhares, palavras, mensagens.
Mas tudo soa tão oco e torto,
como gritar em paisagens selvagens.
E o pior não é querer morrer —
é não conseguir mais querer viver.
É ser um corpo que existe por hábito,
um suspiro vazio, um peso estático.
Se um dia eu sumir, não estranhe.
Foi só a dor que me venceu sem barulho.
A tristeza é uma água que banha
até que a alma se afogue no entulho.
“Ainda Estou de Pé”
Estou cansado.
Sim, cansado. Pela primeira vez, meu cansaço não é físico —
é da alma.
Cansado de ver tanta maldade disfarçada de convivência.
Cansado do cheiro de podridão…
que não vem de um animal morto, mas de almas que apodreceram por dentro.
Pessoas que se alimentam da desgraça dos outros.
Que sorriem quando veem uma família desmoronar.
Que se sentem grandes apenas quando diminuem os outros.
Mas sabe de uma coisa?
Eu continuo aqui.
Porque minha luz não depende da escuridão de ninguém.
E o meu valor não se mede pelos que tentam me derrubar.
Sim, há laranjas podres no caminho.
E algumas tentam contaminar tudo ao redor.
Mas eu escolho não apodrecer.
Eu escolho resistir.
Eu escolho ser luz onde há sombra.
Se a felicidade dos outros te incomoda,
isso não é um problema do mundo —
é um espelho da tua alma.
Mas eu?
Eu sigo.
Mesmo cansado, eu sigo.
Porque há um fogo em mim que a inveja não apaga.
Porque há um propósito em mim que nenhuma crítica destrói.
Porque há uma verdade em mim que o mundo não vai calar.
Estou cansado, sim.
Mas não desisti.
E se for preciso…
vou me levantar mil vezes.
Porque quem tem propósito, aguenta o processo.
E quem carrega fé, nunca está só
“Ainda Estou de Pé — Porque Deus Me Sustenta”
Estou cansado.
Não vou negar.
Há dias em que o peso é grande demais…
e a alma parece pedir socorro em silêncio.
Sinto o cheiro da maldade no ar.
Não é cheiro de morte física,
mas de almas corrompidas,
de pessoas que se alimentam do sofrimento alheio,
que vibram ao ver um lar destruído,
que se alegram com a dor do outro.
Mas mesmo cercado por tanta escuridão,
eu me lembro:
O Senhor é a minha luz e a minha salvação —
a quem temerei?
As laranjas podres podem até estar ao meu redor,
mas se Deus é por mim,
quem será contra mim?
Eles querem ver minha queda,
mas Deus está me ensinando a voar.
Eles esperam meu fim,
mas o meu Deus escreve recomeços.
Eles querem apagar minha fé,
mas mal sabem que é na dor que ela se fortalece.
Estou cansado, sim…
mas a minha força vem do alto.
E quando penso em desistir,
lembro que os que esperam no Senhor renovam as suas forças;
sobem com asas como águias,
correm e não se cansam,
caminham e não se fatigam. (Isaías 40:31)
Se o mundo te machuca,
se as pessoas te ferem,
não se rebaixe ao nível delas.
Ore por elas.
E siga em frente.
Porque o justo pode até cair sete vezes…
mas o Senhor o levanta todas elas.
E eu sei — Deus ainda não terminou comigo.
Cansado… Mas Ainda Aqui” (versão emocional)
Estou cansado.
Cansado de lutar com o invisível.
De sorrir por fora e sangrar por dentro.
Cansado de tentar ser forte… enquanto tudo desmorona em silêncio.
Tem dias que o ar parece pesado demais.
O cheiro… não é de morte física,
mas de algo que morreu dentro das pessoas.
Vejo olhares que não acolhem.
Palavras que não curam.
Gente que se alimenta da dor alheia como se fosse festa.
Que sorri ao ver alguém cair.
Que sente prazer em ver um lar destruído, uma alma em ruínas.
E isso cansa.
Cansa porque você tenta ser inteiro em meio a um mundo partido.
Cansa porque o coração é bom,
mas vive cercado de espinhos.
Sim, tem laranjas podres por todos os lados.
Gente que chega só pra contaminar.
Pra espalhar amargura.
Pra plantar veneno em quem ainda acredita no amor, na paz, na verdade.
Mas… mesmo assim…
eu ainda estou aqui.
E mesmo cansado… eu continuo.
Porque há uma chama que ainda não se apagou.
Porque há memórias que me lembram quem eu sou.
Porque, apesar de tudo,
ainda há beleza.
Ainda há fé.
Ainda há recomeço.
E mesmo que ninguém veja…
Deus vê.
Ele sabe.
Ele escuta cada lágrima que não escorre.
Ele entende os gritos que o mundo ignora.
E é por isso que, mesmo exausto,
eu me levanto mais uma vez.
Porque quem carrega verdade, nunca cai em vão.
E quem carrega dor… um dia também carrega cura.
Estou cansado. Mas cansado do que? Cansado de viver? Cansado da rotina? Cansado de pensar? Cansado do cansaço. Cansando de todos os dias viver a mesma roda da rotina, que sabes que nunca muda, que nunca é diferente, que vai fazer as mesmas atividades cotidianas desgastantes, ter os mesmo problemas, estressar com as mesmas coisas. Você sabe no seu interior mais profundo que vai se repetir ciclicamente mas a consciência do seu ser com uma fagulha de otimismo e esperança, crê na ilusão que algo vai mudar magicamente que parara de ser sofre desta rotina do cansaço que exprime a tua última gota da humanidade que te resta para te transformar em apenas uma criatura repetitiva que aceitara e continuará nesse cansaço que essaura todo a essência do teu ser, que te aprisiona até delícias do aquilo que sustenta ser humano. O cansaço vai te acompanhar, como uma dor de cabeça que não sai e você não poderia tirar. Cansaço te consumiu e você nem percebeu e quando perceber será tarde demais, pois cansaço estará no nível que deixará cansado de pensar sobre ele.
“Perdido”
Estou cansado e perdido, não posso mais esconder
Achei que era o errado, eu realmente tentei entender
A culpa não foi minha, agora vejo
O quão miserável se tornou esse seu cortejo.
Quantas partes você ainda quer tomar de mim?
Já não basta ter me tirado tudo enquanto nos olha com essa frieza sem fim?
Minhas memórias, infância, até meu riso você levou.
Por que ainda não está satisfeito com o quanto você me quebrou?
No fim do dia, nada vai mudar.
Seu soldado fiel e letal ainda estará ao seu lado quando ordenar.
Apenas me prometa algo, meu mestre…
Seja rápido, sem que nenhuma parte minha reste.
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