Estereótipo
Enquanto a humanidade não se tornar igualitária perante os estereótipos existentes, a mesma permanecerá no retrocesso da involução intelectual e submissão do ego ao preconceito com escárnio perante os nossos semelhantes.
Estereótipos,padrões e grupos seletos,são definidos com opiniões distorcidas em forma de julgamentos e não com a real situação contraditória do próximo.
Judas era o perfeito estereótipo do ingrato, mas Jesus não sofreu quando conviveu com ele, porque Ele (Jesus) não gerava expectativas. Não faça as coisas esperando gratidão!
Sem coragem, sem glória
continue com teus estereótipos
eu vou fazer minha Vitória
preconceituosos foda-se
eu quero fazer história
pra quem diz que rap eh para louco
ainda não viu morrer um porco
puto super duper Nice
com flow super duper high
Somos educados para criar estereótipos das coisas, contudo nem podemos chamar isso de criação, já que as formas predeterminadas das coisas já nos vêm passadas nos ensinamentos transcendentais que acompanha a história desde os primórdios
Talvez o tempo não exista. Seja apenas mais uma invenção humana. Ainda mais hodiernamente, quando vivemos a era da tecnologia. Porém a ignorância é um câncer escondido no nosso âmago e o vício pela velocidade diminui a reflexão. As informações nem são tão importantes mais. A necessidade é pelo espetáculo e aí somos devorados pelo nosso próprio olhar singular à luz da alienação que nos é imposta sem resistência.
Os políticos brasileiros são os estereótipos humanos comparados aos hábitos das hienas. Apesar de serem exímias caçadoras, em comum atacam e roubam as caças de outros animais, agem na calada da noite embora possam estar pontualmente ativas durante o dia. Vivem em clãs, (sociedade fechada) com fins comuns de até quarenta animais...
Obs: nenhuma das espécies(políticos e hienas)correm o risco de extinção.
Nunca pensei na Playboy como referencia para o estereótipo da mulher perfeita. Talvez minha preferencia pessoa seja diferente ou o imaginário coletivo tenha deturpado o consenso comum, mas se tivesse que pontuar a origem de meus delírios românticos sobre a mulher perfeita colocaria a culpa na Disney e seus personagens femininos dotados de ingenuidade, delicadeza, inteligência e beleza.
Todos falavam demais, gritavam demais, bebiam demais. Procuravam demonstrar seus estereótipos de um modo forçado, quase que empurrado goela abaixo. Enquanto nós, sentados um de frente pro outro, apenas nos sentíamos. Reparávamos no modo como o outro respirava, no piscar frenético dos olhos e até mesmo, no volume escondido pelas roupas. Você percebia que aquela taça que eu erguia a boca não era propriamente uma taça, e sim você. Pelo jeito como eu a tocava, como a degustava em minha boca ao mesmo tempo em que olhava no fundo dos seus olhos, ou quando balançava em frente à face para aspirar todo aquele perfume já decantado, como quem cheirasse até o canto mais obscuro do teu corpo. Na minha mão, naquele momento, era você e não uma taça. E você sabia bem.
Sabia porque, enquanto sentia o teu cheiro de forma indireta, tombava sutilmente o pescoço, o deixando à mostra, e fechava os olhos. Podia me sentir no seu corpo, enquanto a sua mão percorria a haste da sua taça subindo e descendo, com calma e confiança, com leveza e intensidade. A sua perna, mais precisamente a parte interna das suas coxas recostavam-se quase que instintivamente, como uma bateria movida a fricção, que fazia percorrer pelo seu corpo todo uma leve descarga de algo tão sufocante e revigorante, que ainda não tem nome. Mas te fazia querer estar exatamente ali, concentrada.
Talvez para outras pessoas, em meio àquela multidão, fosse difícil não deixar o foco se dispersar. Mas pra nós isso nunca foi problema. Pra quem passava, achava que a gente nem se notava, e nós adorávamos isso. Tínhamos o nosso próprio universo, onde falávamos sem dizer, sabíamos sem precisar demonstrar e nos amávamos através do sentir.
Temos que fugir de estereótipos e limites impostos pela sociedade... Podemos ser felizes com nós mesmos, isso independe de visões distorcidas do que é beleza!
Há pessoas que pensam diferente. Que não se encaixam nos padrões, normas, regras ou estereótipos de sua tribo. Aqueles que têm uma voz dentro de si, chamando-os para explorar mais. Para ir mais longe. Para ver o inédito. Aqueles que veem o que os demais não veem. Mesmo que pareça improvável ou impossível, aqueles que não negam o que acreditam. Que não se envergonham de quem são.
Muitas das vezes as pessoas se iludem com as máscaras, achando que realmente aquele estereótipo é sua propria pessoa, se limitando como rótulos numa verdadeira ilusão, ao deixar adormecida sua essência latente no seu interior.
Há um romântico em cada esquina, ao seu modo, independente de um estereótipo de profissão ou vocação. Romantismo não é aparência. Não tem definição. Quebre os protocolos e defina você mesma o seu romântico, incluindo o que é considerado defeito. Porque defeito pra uma é romantismo pra outra.
A verdadeira beleza do estereótipo jovem pertence a quem concebe a convicção de que as as rugas sempre serão uma constante ao simples ato de folhear o calendário...
Caminhando junto das experiências vivenciadas exaustivamente que, no ponto de maturação empírica, jamais se tornarão efêmeras.
Ser pobre ou rico,foi um estereótipo social que impuseram...
O rico paga para ter diploma...
O pobre estuda para ser alguém ...
Ambos querem estatus ,quando buscam reconhecimento.
Os estereótipos são numerosos. (...) A interpretação mais generosa atribui esse modo de pensar a uma espécie de preguiça intelectual: em vez de julgar as pessoas pelos seus méritos e deficiências individuais, nós nos concentramos em uma ou duas informações a seu respeito, que depois inserimos num pequeno número de escaninhos previamente construídos. Isso poupa o trabalho de pensar, embora em muitos casos custe o preço de cometer uma profunda injustiça. Com isso, aquele que pensa por estereótipos também fica protegido do contato com a enorme variedade de pessoas, a multiplicidade de maneiras do ser humano.
(do livro 'O mundo assombrado pelos demônios')
Nem tudo que reluz é ouro!
Existe um estereótipo ditado pela indústria da beleza que afirma que uma “mulher poderosa” tem obrigatoriamente que ser:
- Magérrima ou excessivamente curvilínea.
- Morenas de olhos verdes ou loiras de olhos azuis (comuns olhos castanhos ou pretos, nem pensar!).
- Lábios carnudos.
- Bumbum grande e arrebitado.
- Seios volumosos, duros e empinados.
- Barriga de tanquinho ( 0% de gordura).
- Cabelos longos, lisos e fartos.
- Juventude eterna (rugas, marcas e sinais de expressão, nem pensar).
Em todas as fotos de revistas, outdoors, ensaios fotográficos (e etc), as mulheres passam por um processo minucioso do photoshop para atingir rigidamente os padrões acima.
Tudo isso nos leva a pensar, onde colocaremos o restante das mortais que não se encaixam neste padrão, dito como perfeito?
Quando essa mulher é dotada de autoestima e forte personalidade, tudo bem, nada disto a afeta de forma direta, mas quando não...
Elas são tomadas de um complexo de inferioridade que chegam a auto miseração, um sentido de insatisfação absoluta pela vida, enlouquecem por não se enquadram às beldades da mídia recém-saídas do “santo” mundo do photoshop.
Um bom tempo atrás houve a história daquela mulher de nome Gorete que foi transformada por um programa de TV chamado “Pânico”. Na época estava na minha mãe, e como a maioria estava assistindo, fiquei e assisti também. Realmente fiquei preocupada com aquela mulher, o intuito do programa não era ajuda-la, mas sim ter audiência, não se importando com os “meios” para chegar aos “fins”. Ela realmente ficou lindíssima, e no caso dela, aparentemente nada (além dos dentes e cabelos) foi adicionado a sua pessoa. Mas, será que ela estava psicologicamente preparada para essa nova pessoa que ela passou a enxergar no espelho?
Sou uma mulher extremamente vaidosa, faço o possível para aperfeiçoar aquilo que tenho de melhor. Como toda mulher, brigo com a balança, odeio quando uma espinha insiste em permanecer no meu rosto e adoro ser elogiada!
Mas, diariamente trago á luz meu equilíbrio e bom senso, insisto na realidade de que nunca ( jamais) irei vestir o manequim da Gisele Bundchen, meus olhos castanhos escuros jamais serão azuis esverdeados como os da Megan Fox, nem tão pouco meus lábios finos serão (mesmo com os batons que prometem inchar os lábios rsrs) carnudos como os da Angelina Jolie..., corpo perfeito? Acho essa coisa de perfeição algo bem entediante. E seios das coelhinhas do milionário Hugh Hefner? Aff rs, dispenso!!!! Não consigo entender esse número alarmante de mulheres que recorrem ao silicone, sinceramente acredito que tudo tem que ser um conjunto proporcional. Eu sei; como minhas amigas dizem, “é fácil de dizer isso quando se tem peito rsrs”, mas mesmo se eu não os tivesse, não recorreria jamais a uma prótese! Barriga da Shakira? Mesmo depois de ser mãe quase aos 40, a mulher continua impecavelmente sem barriga rs, fala sério hein rs, mas que mulher no mundo não gostaria de ter aquele abdômen? Com tudo, também acho desnecessário recorrer à plástica sendo que existe a possibilidade de investir em exercícios e boa alimentação...
Cabelos longos? Esse é um conceito machista, e a meu ver, mulher nenhuma deve se curvar a um conceito machista. Acredito que independente da cor e do corte do cabelo, a mulher deve assumir a sua própria escolha!
Juventude eterna? Bem, a não ser que você seja a Bella e esteja à espera de Edward para te transformar em uma vampira... rs, esquece amiga!
Fora esse mito, ninguém no mundo será eternamente jovem! (a não ser que, como a lindíssima Marilyn Monroe , você morra jovem).
Além do mais, o qualificativo de ser ou não ser linda, dependerá mais de você do que dos outros, os olhares sobre você estará condicionado pela forma que você permitirá ser vista, simples assim!
Nem todos te acharão bonita, exatamente porque gosto é algo particular. Mas nem tudo na vida se resume em beleza, pelo contrario, a beleza é a primeira coisa que passado 15 minutos já não tem tanto valor, depois deste tempo, o que resta (personalidade, caráter, inteligência e etc) em você é o que fará a diferença!
Por tanto, se preocupe menos com que os outros pensam de você e invista mais em você (quem você é de verdade?). Se cuide e ame a si mesma! Mas acima de tudo invista em sua personalidade e na saúde de sua autoestima.
Tenho um trabalho indireto com adolescentes, vira e mexe em nossas conversas uma delas chega e pergunta: qual o segredo para se ter uma visão saudável e realista de si mesma?
Minha resposta: É simples! Eu sou comumente humana, com muitos defeitos e algumas qualidades, e embora, jamais terei a beleza das lindas beldades citadas (Gisele Bündchen, Megan Fox, Angelina Jolie, Shakira e Marilyn Monroe), ainda assim sou única, uma mulher exclusiva e sem cópia, e isto tudo é bagagem suficiente para me sentir muito á vontade com o que eu vejo diante do espelho!
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