Estav Contando as Estrelas no Ceu
Olhei pro céu tava azul, tava lindo, acredite encontrei no sorriso do mendigo, um pouco de ternura e porque não ao mesmo tempo diz credo, ódio pra mim serviu de exemplo ...
O tempo frio, do céu cai chuva, eu sou sozinho, parceiro, e é foda.
Com meu destino ninguém mais se importa...
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Manhã de céu anil
Embora faça frio
Sorrio olhando lá fora
Tudo é vida nesta hora...
mel - ((*_*))
Olhei pro céu e estava chovendo e a cada gota que caia percebia que um minuto sem você... passa muito devagar.
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Hoje não é um dia qualquer
Nem se você assim quiser
Até o céu amanhece diferente
Como tudo na vida da gente...
mel - ((*_*))
UM TOM DE ENCANTO
Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes,
trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas,
segurança no palco do medo, confiança no amor e nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Todo mundo quer ir para o céu mas ninguém quer morrer.
O assunto morte ou fim da vida é tabu para muita gente e para falar a verdade, não é mesmo dos mais interessantes mas acho que vale a abordagem, porque a morte é uma das poucas, se não a única experiência que todos vamos ter.
Se não é fácil saber quando será o momento final para cada um , ainda que sejamos acometidos de grave doença, o que dizer então, da morte abrupta ou da expectativa quando ela se avizinha.
Não há quem possa entender, como um ícone como Michel Schumacher, possa estar em coma profundo depois de uma vida gloriosa, onde esteve próximo de acidentes muito mais graves do que uma queda de sky a menos de cem quilômetros por hora, numa montanha coberta de neve.
Como serão os anos que nos restam? O que nos aguarda até a hora final? Todos sabemos o que tivemos até agora, todos superamos os problemas, seja de que natureza tiverem sido, com ou sem grandes sequelas.
Acho que nunca terei com as pessoas próximas essas conversas e cada um vai encarar o assunto no seu próprio íntimo, ou nem pensará nisso.
Mas a dúvida é grande. Serão trinta anos? Vinte? Dez ou cinco? Como serão esses últimos anos?
A certeza do fim pode boa e ser motivo para que a gente viva bem aproveitando o máximo.
Pretendo fazer como se a minha vida fosse um doce dos mais gostosos e que pelo pouco que resta eu venha a saborear o máximo.
Tim!Tim! Saúde! Um brinde à vida ainda que o assunto seja a morte.
Benção é abrir os olhos todas as manhãs, poder olhar para o céu e sentir que mesmo em meio as tribulações não estamos sozinhos, pois temos um Deus que tudo cura, tuda restaura, tudo renova, não podemos ver, mas podemos sentir a imensidão do seu amor, a sua mão que nos sustenta, o seu espirito que nos renova! Bom dia e feliz sábado... (Priscilla Rodighiero)
Luz
A luz que brilha, no céu espia,
amor com a luz que sempre seduz,
todos nos temos luz,
luz no coração, luz em casa e etc.
Porque temos luz?
Pra não ter escuridão.
Com escuridão,
não tem amor e luz no
coração.
Da minha janela vejo:
Pássaros pretos que pontilham o céu
Escuridão bordada aos voos no inflito azul
São eles também caminhos de tentar percorrer
Desencontros, que como na vida, acabam de longe fazendo sentido
São também encontros de jornada
Como os que temos no mundo telhado pelo universo
Olho para dentro da minha janela e percebo
Sou também o que me circunda
Somos inclusive o que paira sobre as nossas cabeças
Sou a soma das vidas a minha volta
Do vento que beija a cortina e desacomoda o linho branco
Da mata verde que sobrevive ao barulho da cidade
O mendigo que outro dia dormia numa esquina escurecida também me é
Pela falta de luz, pela falta de vida
Sou aquele casal que faz amor e deixa os ruídos atravessarem o silêncio da solidão de outrem
Sou a menina que sai da escola com uma saia azul a cobrir suas pernas
Metade mulher, metade inocência
Sou os que foram e inclusive os que virão
A vontade de voar sem cair
De chorar sem doer
De apenas continuar a escrever
Sou um pecado que perdoa
Uma tristeza que sorri
A fila do banco pode ser uma soma
As idades podem ser uma só
Contar o tempo para quê?
Se de tanto contar acabamos esquecendo de sentir
Fecho os olhos e ouço
A melodia transversa que o mundo canta
Buzinas, vento, portas que batem, palavras que encontram, meu celular que toca, minhas lágrimas que escorrem
O silêncio é tão cheio de outros silêncios
Dizer é tão cheio de calar
Volto a observar o céu
Há um ritmo sereno no topo da vida que corre
Ser como voar é minha vontade na vida
Hei de alinhavar o amor como os que planam
Nesses caminhos de se perder
O sonho que tenho cabe dentro dos dedos
Tem a forma de uma mulher quando seus olhos enxergam além
Ser tua, ser minha, ser ela
É disso que estou falando.
A minha vida? A minha família? Meus dias? Quem reina é o Senhor que fez o céu... o mar... e a mim também!
"Esse Deus que foi expulso por Karl Marx do céu, retirado do inconsciente por Freud, banido da ciência por Darwin, assassinado por Nietzsche, transformado em delírio por Richard Dawkins, secularizado e relativizado por cristãos pós-modernos, em breve virá gloriosamente nas nuvens do Céu para espanto, terror e decepção dos incrédulos...”
Saudades daquele Tempo
Deitado no quarto olho por sobre a janela e vejo o céu cinza da chuva que acabara de cair. Então começo a lembrar da minha infância, da minha antiga casa, onde eu e meus irmãos fomos criados com todo esmero e carinho de nossos pais.
Lembro-me daquele grande quintal onde brincávamos o dia inteiro com nossos primos, amigos e vizinhos. Terra abençoada era aquela. Tudo que era plantado vingava, e tudo com um sabor a mais. Tangerina, laranja, cacau, açaí... Ah o açaí!!! Como era doce. Chego até a sentir o gosto em minha boca neste exato momento em que escrevo. Lembro como se fosse ontem meu pai me chamando daquele jeitinho dele: Leaaanndroooo... Me chamava para apanhar um cacho de açaí parou que acabara de ver naquela árvore perto da cerca do vizinho (a mesma que eu pulava quando fazia alguma travessura), mas não tirávamos o seu vinho, e sim ruíamos com farinha como originais caboclinhos.
Tínhamos duas árvores de manga: uma dita “comum” e a outra “bacuri”. A primeira ficava logo na entrada do quintal, a segunda nos fundos, perto das pupunheiras. Ambas com frutos de sabores inigualáveis.
E aquelas pupunheiras... Altas, mas não nos impedia de colher seus frutos. Parece que estou vendo meu irmão catando ripas para amarra-las umas as outras e fazendo um gancho de ferro para alcançar os cachos.
Nossa casa não era muito grande, mas o suficiente para acolher todos nós. Adorava ouvir o barulho da chuva caindo no telhado, o som do vento batendo nas folhas das árvores,
Um dia um grande escritor disse as seguintes palavras: “Não importa que a tenham demolido, a gente continua morando na velha casa em que nasceu”. De veras creio nisso, continuo morando sim, mas eu meu coração, em meus pensamentos.
Não vou dizer que sinto falta, porque hoje sou feliz com tudo que tenho, mas sim que sinto eterna saudade daquele tempo, daquela casinha de madeira na Rua Lauro Sodré, onde passei mais da metade da minha vida, onde meus pais deram duro e não mediram esforços para nos criar, onde eu e meus irmãos aprendemos o verdadeiro valor que tem uma família.
São tantos momentos bons. Coisas simples que não damos importância no momento em que a vivemos, mas depois de tempos percebemos o quão foram importantes em nossas vidas. É como se flores se abrissem aos nossos olhos... E isso se chama Felicidade!!
(Leandro Maciel, Moju, 2014)
“A porta do céu, a porta da Geração de Jesus é Maria; é impossível nele entrar sem passar por Maria.”
NA LINHA DO CÉU
Cores na linha do céu,
Formatos na linha do céu,
Cerveja gelada...
Toalha na cintura...
Incenso queimando...
Você no pensamento...
Vejo o horizonte.
O sol partindo...
Cores de saudades...
Cadê você?
Estou aqui...
Estou sozinho.
A lua nascera...
Estrelas brilharão...
Luzes acenderão...
Cadê você?
Por onde anda?
Saudades de você.
Do seu corpo...
Boca na boca...
Corpo no corpo...
Do seu ser...
Cadê você?
André Zanarella 14-11-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4669248
Antes de decidir na TERRA o que fará com Deus em sua vida, LEMBRE o que Deus decidiu no CÉU o que faria por nós, caso nós pecassemos.
enfim, eclipse . . .
a lua se entrega ao sol, no meio do céu, ao meio dia,
assim. elipse . . .
se faz escuridão. que cega as testemunhas da ousadia
ao fim, o ápice
A perfeita simetria entre o céu e a terra é um “Eu” tentando achar o caminho justo ao meio de tanta sombra...
Minha vida é uma sucessão de acertos e erros, mas sempre de cabeça erguida.
