Estav Contando as Estrelas no Ceu
Eu olho para o céu, ao lembrar,
Eu percebo mais uma vez
Que não há um momento em que eu não esteja pensando em você
Entre o céu e o inferno existe um mundo cheio de histórias boas ou ruins de pessoas que só querem ser felizes.
Infelizmente, boa parte da igreja atual não ensina os temas bíblicos do pecado, do céu e do inferno como as Escrituras ensinam. Em alguns lugares até fazem piadas com esses temas que são cruciais para eternidade.
VIAGEM TEMPORAL
São seis e quarenta da manhã, olho para o céu ainda indeciso, não sabe se chove ou faz sol, se vai embrumar de nuvens ou resplandecer. A mata parece escura, maior, imponente, como se fosse o seu todo de muitos anos atrás, hoje é apenas um pedaço que restou.
A neblina cinzenta sombreando a pequena mata me lembra de quando andei de barco a primeira vez, não faz muito tempo, peguei o motor e fui, apenas assisti um vídeo e meio na internet até perceber que o manual de instruções era mais prático.
"Quando se está de barco, o tempo é outro" diziam, "Não é como andar na estrada, demora-se muito mais para chegar onde quer".
Eu não fazia ideia de quanto tempo leva um barco para subir o rio até o sítio do meu amigo, preparei tudo e fui sem pressa. O motor praticamente novo funcionou logo de cara, no momento parecia bom, pois nunca tinha ligado um motor de barco antes.
Comecei a subir o Arinos com paciência e calma, lamentando por ver a barranca lotada de chacrinhas uma do lado da outra, pesqueiros e caminhos para descer o barco, casas e terreiros, cada um havia derrubado o tanto de mata que achava o suficiente para si.
O tempo passou tanto quanto quando se anda pela estrada, passei pelo sítio e nem percebi, até porque eu nunca tinha visto-o do rio, apenas do tablado. Quanto mais subia, menos chacrinhas com pesqueiros se via, a mata agora dos dois lados ficava cada vez mais densa.
Cerca de duas horas de subida depois eu já não via mais pesqueiro nenhum, era como se eu voltasse no tempo cada vez mais que subia o rio, que outrora reto como um aeroporto, agora cheio de curvas como uma serpente em agonia. Em alguns momentos eu tinha a sensação de estar navegando em círculos, mas é claro, o rio só corre para um lado.
A mata agora se impõe, tento me abrigar no centro do rio, que apesar de ter mais de quarenta metros de largura, ainda fica espremido pela floresta. Floresta densa, escura, antiga, aqui parece que nem o fogo lhe alcançou.
Quando olho para uma mata eu penso no passado, em tudo o que pode ter acontecido por ali durante séculos de isolamento e todo o caos das poucas décadas perante o poder dos homens. Estando ali no meio daquelas curvas, o silêncio predador, o cheiro das folhas e da água, o sol que parece quente e fresco ao mesmo tempo, tudo isso parece primitivo.
Enquanto acelerava pelas curvas, o sol tentava me seguir lá no céu. Nunca tinha o visto se mover daquele jeito, girava de um lado para outro sobre as árvores, tentando me alcançar. Como não havia sinais de vida civilizada naquela altura da viagem temporal, decidi retornar e seguir o fluxo das águas do tempo, rumo ao futuro, rumo ao lugar de onde vim, onde conheço, onde nada é tão novo assim.
Constantemente me recordo daquele dia, geralmente quando amanhece escuro e enevoado sobre a pequena mata aos fundos de casa, lá na baixada, onde a neblina demora a ir embora nestas manhãs. A mata perde seu negror noturno, mas prevalece sua escura-essência primitiva, de quando era inteira e não resto, de quando era viva e pulsante, de quando era silenciosa e imponente.
Me entristeço ao ver algo que outrora fora tão grandioso e imoldável desaparecendo, ver apenas o seu fim, sua triste memória. Me alegro de ainda poder me embrenhar e sentir o cheiro do mato, o ar abafado às sombras murmurantes, de ver o que foi, com meus olhos vivos nesta viagem temporal.
Crislambrecht 18/01/2024
Após anunciado o nascimento do Salvador, os anjos louvaram ao Senhor com cânticos. Se o céu louva ao Senhor eu também devo louvar. Se até as pedras podem clamar, quem dirá nós, que temos o folego de vida.
Por céu infinito ando à procura da minha felicidade. Vi você nas ondas dos mores, vi o amor na esperança dos teus olhos.
Nesse poema eu falaria das
folhinhas que se banham de sol,
dum pedacin de céu ou até
mesmo duma nuvenzinha.
Eu falaria de um mar de amor,
das coisas tuas no meu coração.
Mas nesse poema eu só vou falar,
que eu queria beijar sua mão.
AS CORES
"As cores são tão lindas e estão em todo lugar sob medida entre o céu, a terra e o mar.
Nem para lá nem para cá, está tudo em harmonia como deveria estar.
As cores das nuvens completam o céu, assim como o brilho da lua em uma noite de luar.
Mágico é pensar que tudo coopera para algo completar."
27/01/2024
Estranho que o milagre aconteça, os sinais se apresentem no céu, no sol, na natureza e no interior do ser?
Não!
Estranho seria acreditar num Deus vivo, presente, perfeito, compassivo e amoroso e não ver milagres atestáveis, comoventes e convincentes brotar a todo instante e em todo lugar.
Eu creio em Deus. Você crê? Então, verá milagres.
"Quando não acho ninguém para me dizer palavras boas. Papai do céu me envia borboletas, que mesmo sem suas preferidas flores, elas vem e vão, só para me deixar uma mensagem. Não existe solidão para aqueles que entendem sinais".
A vida que você deseja não vai cair do céu, ela é construída a cada decisão, a cada atitude. Pare de reclamar e comece a agir! A verdadeira riqueza não está apenas no dinheiro, mas na coragem de ser mais, de ir além, de nunca desistir. O universo recompensa aqueles que tomam as rédeas do seu destino e não têm medo de ir atrás dos seus maiores sonhos.
FIQUEI SORRINDO À TOA
Te amei tanto, e você não mereceu.
Pensei em você, te dei o céu.
E já sonhei com lua de mel,
Já transformei a dor em papel
E queimei, me humilhei, te amei,
Te Sofri e adorei.
Só pra dizer o que não se diz,
Pra te guardar em um conto feliz
Dessas suas palavras, que cortam as asas
Deste seu destino sem mim
Quando fui ver, era meio-dia,
E eu já se ria...
Quando parei, eu notei:
Tudo que vivi foi longe.
Não retornei, só chorei,
E quando vi passar, levei.
Quando o "não" gritou pra mim,
Estranhei, disse que sim.
Falei baixinho: "Não era assim?"
Me agarrei na tua pele,
No teu porta-retrato.
Fiquei exausto, no seu quarto
Sem carinho, sem nada
Fiquei sorrindo à toa..
