Esquecidos

Cerca de 458 frases e pensamentos: Esquecidos

Na internet somos amados ou odiados hoje e esquecidos amanhã. Somos sempre uma latente notícia de ontem.

Inserida por swamipaatrashankara

Momentos marcantes jamais são esquecidos. Os ruins para que saibamos que nada na vida é fácil e os bons para que nunca percamos a esperança de que sempre haverá um arco-íris após a tempestade.
Mônica Miguez

Inserida por MonicaMiguez

Que nossos sonhos e objetivos não sejam frustrados, que jamais sejam esquecidos por más influencias.

Inserida por nathaliamariano

"Vejo os marginais saírem impunes e homens de bem sendo esquecidos. Enquanto isso, os bandidos sempre têm mais direitos que as pessoas honradas. E somos obrigados a conviver com está imundice. Justiça só a de Deus, porque a dos homens, nem sei se existe mais. Na maioria das vezes, um status consideravelmente, pode ser comprado com a maior facilidade... Uma fiança se paga e já pode se considerar livre... Meu Deus quanta injustiça. Infelizmente essa é a nossa realidade. Mas não culpo os políticos por isso. Eu culpo a nós mesmos. Nos que colocamos esse povo no poder. Nos que queremos mudar o Brasil, mas não conseguimos melhorar nossos hábitos. Antes de querer mudar o mundo olhe pra você. A mudança começa a partir de si mesmo." A mudança só depende de você.”

Inserida por lexgrafia

O fundo da alma é o lugar que guardamos os sentimentos que não devem ser esquecidos mas nunca serão lembrados

Inserida por GalinhoPaulista

pessoas nos jugam so pelo nossos error eo que fazemos de bom sao completmente esqueçidos

Inserida por AbraaoRamiro

Um dia todos serão esquecidos. A menos que construa uma herança memorável universal.

Inserida por MJrBrowser

Aquele que é sabio não julga os outros pelo seus proprios atos esquecidos

Inserida por Ludimilalima

docemente como flor na eternidade somos esquecidos pois tempo sempre será cruel.

Inserida por celsonadilo

Libertários não morrem, nem são esquecidos.

Inserida por undergroundvvz

Nem sempre nossos sentimentos são esquecidos
Nem sempre falamos o que sentimos

Inserida por Yanbatista22

todas as noites choro
sangue escorre na minha alma fria...
os dias esquecidos nos meus sonhos...
tantas palavras perdidas na escuridão
não compreende a dor que sinto
nas horas que se passam minha tristeza tão real
quanto a dor que sinto no coração...
quando espero tuas palavras meu coração sangra...
mas morte desejo no meu desespero sem fim...
o destino da solidão floresce num mar de dor.

Inserida por celsonadilo

Amor se eu fizer silêncio procura-me
(...) Nos desertos mais esquecidos.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Árvore

Tentamos proteger a árvore,
esquecidos de que é ela que nos protege.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por portalraizes

Quadros

Pendurados,Esquecidos.
Perdidos,As Vezes, Despercebidos.
De Muitas Maneiras Arte,
Não Entender,Faz Parte.

Grandes Nomes,
Muito Já levou,
Hoje De Suas Memórias,
Tão Pouco Sobrou.

Voltando,Mais No Tempo.
Surgi Novos Momentos,
Pra Sempre Eternizar,
Em Novos Quadros Guardar.

Inserida por Gbird

Um mar nervoso formado por pessoas a cada esquina, indivíduos já esquecidos, deitado, jogado, atirado. A cada papelão jogado ao chão, uma história pronta a ser lida.

Inserida por jonaschuster

Quero te dizer que você deixou SAUDADES, que momentos vividos jamais são esquecidos, que o "pra sempre" fica eterno no meu CORAÇÃO, que sonhar engrandece a alma e enriquece a VIDA, aprender tudo isso não é difícil quando se esteve em sua companhia. Beijos e te amo... Pra sempre!

Inserida por anasoares_

Sentimentos esquecidos

De que vale a emoção se não a utilizamos,
Os sonhos se não o buscamos,
O perdão se não o damos?

De que vale a compreensão se não compartilhamos,
O carinho se não o oferecemos.
A paciência se não a temos?

De que vale o amor se não o desfrutamos?
Atos de amor que não utilizamos...
De que vale a vida sem amor?
-Tudo se resume em dor.

Inserida por gotasdevida

Esquecidos nas metrópoles...

Ao acordar pela manhã sentiu algo diferente, os raios de sol invadiam o quarto que lhe parecia o mesmo, a cama não lhe era estranha, bastava um leve mexer para se ouvir o ranger conhecido das molas do colchão, continuava só, como já há muito tempo, desde quando, não se lembra bem, ainda jovem, perdera quem amava para uma doença agressiva e intratável.

Ela havia sido a única pessoa que amara de verdade, sua amiga, companheira, confidente, se conheciam intimamente, detalhe por detalhe, todos os medos, os defeitos, as dores do corpo, da mente e do espírito.

As virtudes diferiam um pouco, ela sorria mais, delicadamente vaidosa destinava bom tempo no cuidar dos longos cabelos que chamavam a atenção naquela face quase juvenil.

Ele, totalmente descuidado, cabelos e barba por fazer, achava perder tempo nesses cuidados, só os fazendo vez ou outra para lhe agradar.

Ah, como gostavam de relembrar como se encontraram.

Havia sido num retiro, desses onde muitos vão à busca de silêncio e paz quase que sempre para acalmar algumas das muitas inquietações que lhes incomodavam e, o mais incrível, ambos, de forma tão semelhante, não deveriam estar ali, fora uma decisão de última hora, deixando amigos que partiriam para mais uma festa qualquer.

Diversão igual àquela já não lhes chamava a atenção, até iam, mais para satisfazerem aos outros do que a si mesmos, mas, daquela vez, algo maior os fez mudar de ideia, uma certa intuição, como se fosse uma clamor.

Ao saírem daquele lugar de calma e tranquilidade nunca mais se separaram, continuaram trabalhando, mantendo os laços familiares, frequentavam um lar de velhinhos sem ninguém e um orfanato repleto de crianças de várias idades.

Tinham a vida social que aquele lugarejo permitia, deixaram a vida seguir seu curso, não fizeram planos, só a promessa de que viveriam um para o outro, e assim foi até quando aquele mal interrompeu suas jornadas de felicidade plena.

Porque então acordara e se sentia deslocado nessa manhã e que razões o fizeram percorrer mais uma vez esse percurso que em sua lembrança estava cristalizada?

Algo diferente ocorria, as mãos que trouxera ao rosto eram sensíveis, pele fina e com feridas, as unhas compridas, tentou levantar-se rapidamente, dores sentia pelo corpo que não lhe obedecia.

Erguendo-se com dificuldades sentou-se e, defronte a um pequeno espelho na parede, com atenção nunca tida, olhou e percebeu um rosto com os sulcos próprios de uma idade avançada, por instantes, confuso, se perguntava,

Quem era aquele refletido no espelho, alguém tão diferente e estranho, com poucos cabelos e olhar distante?

Com mais atenção percebera não estar sozinho como imaginava, parecia um grande salão, levantou-se vagarosamente e, andando não mais que dois passos, esbarrou numa cama com alguém encolhido, desviando-se, com mais um passo outra cama e outra pessoa, este sentado à cama, com o rosto do espelho se parecia e, com mais atenção, ainda sem entender direito, viu outras camas mais, chegando mais próximo de alguém com fala inaudível e o braço estendido lhe apontava uma jarra de água.

Perguntava-se, como chegara ali e quanto tempo poderia ter se passado?

Preso à memória de um tempo tão feliz, apenas envelhecera, e como os que ali estavam apenas haviam sido esquecidos.

Em memória aos que viveram num "depósito de velhos" escondido no centro de São José dos Campos, metrópole do Vale Paraíba Paulista, com 600 mil habitantes.

Uma reflexão para um país onde os que envelhecem aos milhões estão perdidos e sem memória.

Inserida por pauloafonsobarros57

Para aqueles que são verdade, e nem com a distância será esquecidos.

Inserida por Ingridshyrly