Espiritismo

Cerca de 1006 frases e pensamentos: Espiritismo

O espiritismo é uma doutrina que segue apenas a espíritos mortos.

Inserida por HelgirGirodo

Se o espiritismo falar mais alto do que o cristianismo, pago caro se a fé dos mortos interagirem no mundo dos vivos.

Inserida por HelgirGirodo

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.

ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.

Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.

Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.

O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL

O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.

O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.

Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.

O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.

Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.

VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO

A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.

Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.

O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.

A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.

DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE

As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.

O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.

O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.

ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR

O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.

A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Quando a Voz do Espiritismo se Perde Onde Nunca Deveria ter Saído. Parte I.

Há algo de silenciosamente grave acontecendo no Movimento Espírita contemporâneo. Uma displicência suave, quase imperceptível, mas devastadora: falar em nome do Espiritismo sem conhecer a base das bases da Obra Codificada; viver sob o rótulo espírita sustentando princípios que não pertencem ao seu corpo doutrinário; importar concepções veneráveis de outras tradições que respeitamos profundamente mas que não compõem o edifício proposto por Allan Kardec.

É nesse ponto que a frase atribuída a Léon Denis “O Espiritismo não é a religião do futuro, mas será o futuro das religiões” revela sua real grandeza e, paradoxalmente, a advertência que muitos não percebem.

A advertência velada na frase de Léon Denis.

Denis não afirmou que o Espiritismo será o triunfo de uma nova crença sobre as outras, nem que substituirá formas milenares de experiência religiosa. Ele fala de futuro, não de supremacia; de integração, não de dominação.

Seu entendimento era que, com o avanço da razão e da sensibilidade, as religiões naturalmente absorveriam princípios como a imortalidade em progresso, a reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a causalidade moral.

Mas Denis parte de um pressuposto inegociável:
_ Que o Espiritismo permaneça fiel a si mesmo.
_ Que mantenha sua pureza metodológica, sua ética investigativa, sua racionalidade moral e filosófica.

Sem isso, o que poderia ser o futuro das religiões tornar-se-á, ironicamente, um campo confuso onde o Espiritismo se dilui em sincretismos, rituais, misticismos e práticas que nada têm a ver com sua proposta original.

A displicência que abre feridas silenciosas.

Há uma tendência preocupante e crescente de falar em nome da Doutrina Espírita usando conceitos que não são espíritas:

_ Práticas ritualísticas,

_ Elementos mágicos,

_ Crenças fatalistas,

_ Espiritualidades intuitivas não verificadas,

_ Sincretismos que obscurecem,

_ e discursos emocionais que não se sustentam na Codificação.


Essa mistura, ainda que bem-intencionada, produz um falso verniz de Espiritismo que seduz, mas não educa; conforta, mas não ilumina; empolga, mas não esclarece.

É exatamente o oposto do que Kardec legou.

E aqui reside o núcleo do problema:
_ Sem o estudo sério, a obra espírita perde identidade.
_ Sem rigor, perde autoridade moral.
_ Sem fidelidade ao método, perde a capacidade de contribuir para o futuro das religiões justamente o alerta de Denis.


O Movimento Espírita entre o avanço e o retrocesso.

Se não atentarmos para a fidelidade doutrinária, o que Denis viu como um movimento de síntese universal poderá tornar-se uma fragmentação interior.

Se o Espiritismo pretende auxiliar outras religiões a se libertarem de dogmas e equívocos, como poderá fazê-lo se ele próprio começar a carregar dogmas novos, rituais novos, crenças antigas recicladas e práticas que a Codificação nunca legitimou?

O risco é evidente:
_ O futuro das religiões não absorverá o Espiritismo.
_ Será o Espiritismo que absorverá acréscimos indevidos, esvaziando-se até tornar-se irreconhecível perante sua própria gênese.

E aqui, cabe a frase que precisa ser dita com toda a gravidade necessária:
– Os fins não justificam os meios.
A Doutrina não precisa se enfeitar com o que não lhe pertence para tocar corações. Seu brilho é próprio.


Chamado à acuidade e ao compromisso moral.

A seriedade da Doutrina não está na rigidez, mas na honestidade intelectual.
Está na coragem de dizer:
_ “Não sei.”
_ “Não pertence ao Espiritismo.”
_ “Respeito, mas não adoto.”

O verdadeiro seguidor da Codificação não teme parecer menos espiritual aos olhos dos outros.
Ele teme, isto sim, comprometer uma Obra que não lhe pertence.
É esse senso de responsabilidade que falta e que precisamos reacender.

Porque falar em nome do Espiritismo é ato ético.
E viver como espírita é ato de lucidez profunda.

Que cada palavra nossa em nome da Doutrina seja uma ponte, não um desvio; uma luz, não um adorno; uma precisão, nunca um improviso.
O Espiritismo não se impõe - esclarece.
Não subjulga — liberta.
Não mistura — integra.
E para integrar, precisa antes permanecer fiel à sua identidade.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

TÍTULO
A JUSTIÇA DIVINA E A LIBERDADE DO ESPÍRITO
ARTIGO
O Espiritismo, em sua expressão mais depurada, não se apresenta como sistema de temor, mas como pedagogia moral da consciência. A Doutrina não constrói um Deus punitivo, arbitrário ou vingativo. Revela um princípio soberanamente justo e bom, cuja ação se manifesta pelo respeito absoluto à liberdade espiritual e pela finalidade educativa das experiências humanas.
Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por erros transitórios. Tal concepção violaria a própria ideia de justiça, pois nenhuma falta limitada no tempo poderia justificar uma pena infinita. O erro, no entendimento espírita, é sempre circunstancial e próprio de um Espírito ainda imperfeito, jamais definitivo ou essencial à sua natureza. Por isso, a Lei Divina oferece, a qualquer tempo, meios de progresso, reparação e reequilíbrio moral.
O arrependimento não surge como mero sentimento de culpa, mas como lucidez ética. Reparar não é sofrer por sofrer, mas agir em favor do bem, restabelecendo a harmonia rompida. A justiça divina não se impõe de fora para dentro. Ela opera no íntimo da consciência, onde cada Espírito experimenta as consequências naturais de suas escolhas. Persistir voluntariamente no caminho do mal converte-se, por si mesmo, em sofrimento, pois ninguém viola a ordem moral sem ferir a própria estrutura psíquica e espiritual.
A chamada pena eterna, à luz do Espiritismo, não é um decreto imutável, mas uma permanência voluntária no erro. Se o Espírito ali permanecesse indefinidamente, a dor também se prolongaria. Contudo, a mínima disposição ao arrependimento basta para que a misericórdia divina se manifeste, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e reabilitação. Eis a relatividade das penas e da própria noção de eternidade, compreendida não como duração infinita do sofrimento, mas como continuidade da vida orientada ao aperfeiçoamento.
A liberdade concedida aos Espíritos é condição indispensável para o mérito moral. Se não houvesse possibilidade de escolha, não haveria responsabilidade, nem virtude autêntica. Deus permite que o Espírito experimente o bem e o mal para que aprenda, pela razão e pela vivência, a distinguir o que eleva daquilo que degrada. A sabedoria divina não se impõe pela coerção, mas pela educação gradual da consciência.
O primeiro ensinamento é o amor. O segundo é a instrução. Amar sem compreender conduz ao fanatismo. Instruir sem amar conduz à aridez moral. O Espiritismo une ambos, chamando o ser humano a uma ética da responsabilidade, da lucidez e da esperança ativa.
Assim, a mensagem espírita não promete atalhos, nem absolvições automáticas. Ela convoca o Espírito à dignidade de construir-se, passo a passo, na liberdade, assumindo o peso de seus atos e a grandeza de sua capacidade de transformação, pois toda consciência que se esclarece encontra no bem não uma imposição, mas um destino escolhido com maturidade e verdade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Espiritualidade não é religião nem espiritismo.

Espiritualidade é para os que prestam atenção à sua voz interior, ela lhe dá paz interior e leva a raciocinar sobre tudo e questionar tudo também.

A espiritualidade é tudo, é divina, sem regras, não segue preceitos de um livro sagrado, não se alimenta do medo e sim da confiança e da fé.

Descubra o que lhe proporciona paz e serenidade e reserve algum tempo para esta prática.

Aprender a abandonar o medo (todos os “e se”) e o desespero (todos os “se ao menos”) e substituí-los por pensamentos positivos sobre sua vida. Solte as rédeas! Confie!

Trabalhar espiritualidade requer disponibilidade e não crença. Requer também que você adote alguns lemas, em forma de declarações a si mesmo para mudar velhos padrões de pensamento e sentimentos. Acreditando ou não numa força maior, declarações podem mudar a sua vida. Crie seus próprios lemas e os repita silenciosamente, ou em voz alta. Por três minutos olhe no seu espelho e diga em voz alta: “(seu nome), amo você e te aceito exatamente como você é”.

Afirmações positivas têm o poder de acabar com pensamentos e sentimentos destrutivos, mesmo quando a negatividade vem de muitos anos.

Exemplos de outras afirmações:

Estou livre da dor, da raiva e do medo;
Gozo de paz e bem estar;
Todos os problemas e conflitos agora se vão: Estou sereno;
Eu esqueço toda a dor do passado;
Estou livre e com muita luz;
Sou abençoado.
Deus me dê a serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que posso e sabedoria para distinguir a diferença.
Desenvolver a espiritualidade é necessário porque sem isso é praticamente impossível deixar de dirigir e controlar, passando a acreditar que tudo dará certo como tem que dar.

A prática espiritual acalma e ajuda a modificar sua perspectiva: de vítima você passa a ser fortalecido. É uma fonte de força durante uma crise. Passando a ter acesso ao alimento espiritual, sua vida e sua felicidade passam a estar mais sob seu próprio controle e menos vulneráveis aos atos de outras pessoas.

Inserida por RivaAlmeida

⁠A Maçonaria e o Espiritismo são ciências e não religiões. Aqueles que assim não as praticam, se encontram equivocados na origem e na raiz.

Inserida por ricardovbarradas

⁠O espiritismo é uma ciência vibracional desde a raiz, que pode ser estudada por adeptos de qualquer religião.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Acredito em um espiritismo ecumênico como uma ciência religiosa maior, se afastando um pouco do racismo kardecista que depõe contra toda idéia de espiritualismo eterno e universal. Afinal a alma não tem cores ou gêneros, que são aspectos limítrofes da matéria nesta dimensão.

Inserida por ricardovbarradas

⁠O espiritismo como uma religião é uma farsa e típico de arrependidos mas como uma ciência espirita para reforma do caminho moral é um caminho prodigo a ser estudado.

Inserida por ricardovbarradas

Uma de espiritismo

Certa vez ouvi um relato de uma pessoa, num grupo de espiritismo onde conversavam sobre a dor de um ente querido desencarnado que ficou na terra, onde segundo alguns ao perceberem suas vidas sem evolução pessoal veem busca-la para o seu convivo espiritual.
Até que ponto isto é verdade? EU, não sei, só sei que umas poucas que conheci acabaram partindo para o primeiro plano (morreram) por não terem aceitado, ou se adaptado a nova vida sem o outro ente querido que acostumou-se a sua vida diária. Isso foi percebido por mim também por verem os mesmos chorosos, reclamando, saudosos e falando por diversas vezes que não se acostumariam sem o outro.
E foi nesse embalo que motivou mais este texto; observei um velho conhecido também morrer depois de certo tempo, e ficar entre aspas jogadas à margem da vida tristes e sofrendo muito pela falta neste, caso de sua devotada mãe. Dizem... Não sei. Apenas ouvi em conversas, que as mães teem predileções por alguns filhos. Ainda mais se esse filho lhe era companhia desde muito tempo onde abdicavam de uma vida conjugal pra se dedicarem a elas, cumplices do seu dia-a-dia. Dai vendo seus ninhos aflitos na terra com certeza pedindo para que venha busca-lo pro seu convívio, começam a rogar ao criador para que lhe conceda a graça do descanso e felicidade eterna.
Sou por natureza um observador, muitas vezes incompreendido, porem deixo aqui apenas meu relato de certo ou errado afinal aprendi que há na nossa vida apenas suposições e fatos, o resto é coisa da crença de cada um, cada ser. E que a paz esteja sempre em sua mente, ou quem sabem no seu coração.

Inserida por dalainilton

"O espiritismo é uma faculdade para a alma."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

"No espiritísmo,
Jesus não é imposto, é eleito!"
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

"O espiritismo não é religião.
O espiritismo não é fé cega.
O espiritismo é uma ciência de auto-observação.
Mas, antes de qualquer coisa, o espiritismo é Bom Senso!"
☆Haredita Angel
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Inserida por HareditaAngel

⁠
"No espiritismo não tem patente.
Padre, Pastor, Rabino ou Vidente.
Todos lá, são Ministros do Amor.
Do amor por si.
Do amor por todos."
Haredita Angel
07.04.17

Inserida por HareditaAngel

" A fé, para ser proveitosa, deve ser ativa; não deve entorpecer-se. Mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus, deve velar atentamente pelo desenvolvimento da filhas que dela nascem. "

" A esperança e a caridade são consequência da fé, essas três virtudes são uma trindade inseparável. Não é a fé que dá a esperança de ver cumprirem-se as promessas do Senhor? Mas se não tendes fé, o que esperareis? Não é a fé que dá o amor? Mas se não tende fé, que reconhecimento tereis, e, por consequência, que amor?

Inserida por Epena

" Pregai pelo exemplo de vossa fé, para transmiti-la aos homens; pregai pelo exemplo de vossas obras, para fazer-lhes verem o mérito da fé; pregai através de vossa esperança inabalável, para que vejam a confiança que fortifica e faz que se enfrentem todas as vicissitudes da vida. "

Inserida por Epena

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Chico de Minas Xavier
Chico de Minas Xavier
ORAÇÕESOração espírita de ano novoPublished 1 hora ago on 31 de dezembro de 2019By chicodeminas
Oração espírita de ano novo


Senhor Jesus!

Ante as promessas do ano que se inicia, não nos permitas que esqueçamos aqueles com quem nos honraste o caminho iluminativo:

As mães solteiras, desesperadas, a quem prometemos o pão do entendimento;



As crianças delinquentes que nos buscaram com a mente em desalinho;

Os calcetas que, vencidos em si mesmos, nos feriram e retornaram às nossas portas;

Os enfermos solitários, que nos fitaram, confiantes em nosso auxílio;

Os esfaimados e desnudos que chegaram até nossas parcas provisões;

Os mutilados e tristes, ignorantes e analfabetos, que nos visitaram, recordando-nos de Ti…

Sabemos, Senhor, o pouco valor que temos, identificamo-nos com o que possuímos intimamente, mas, contigo, tudo podemos e fazemos. Ajuda-nos a manter o compromisso de amar-Te, amando neles toda a família universal em cujos braços renascemos.

“Seja o que for que peçais na prece, crede que o obtereis e concedidos vos será o que pedirdes”. Marcos: capítulo 11º, versículo 24.

A luz de Jesus presente em minha vida
Relações de causa e efeito em sua vida
Quando a dor chega em nossa vida
“Pela prece, obtém o homem o concurso dos bons Espíritos que acorrem a sustentá-lo em suas boas resoluções e a lhe inspirar idéias sãs”.

Inserida por lubaffa

⁠Chegada a grande transição, a iniquidade será tanta que a caridade de muitos se resfriará. Porém, será salvo aquele que persistir até o final.

Inserida por guioss5