Espinha
A espinha dorsal do capitalismo é o livre mercado, único sistema que o pobre pode ficar rico, sem que o rico tenha que ficar pobre!
Até parecia verdade
Aquela pureza em seu olhar
Sentia frio na espinha
Coisa boa de gostar
Esse teu sorriso que existia
Só de me olhar
Era uma felicidade grande,
Grande de lembrar
Amor com versos,
Grandes ou pequenos,
Amor sem igual
Fora este que lhe dei
Mas há de vir o tempo
Mostrar a verdade,
Essa grande realidade
Que seu amor era pequeno,
Coisa pouca à se mostrar
Estava sempre esperando
Esse teu amor pra me aliviar
Dessa dor que me fazia a falta de lhe encontrar
Mas são teus amigos,
Paisagem que tu amas ,
E sou quadro morto que não vale o esforço
A tinta reparar
Por isso é tão desgostosa
Essa minha prosa em te mostrar
O que tu já sabes,
Que essa minha ausência,
Falta nenhuma vem lhe torturar
Espinha
É uma dor que fere teu rosto, que te dá desgosto e te põe a sofrer.
É algo que aflige até a alma, que você perde a calma e te faz esvaecer.
... e eu ainda fui perguntar .. '' Sera que ainda piora? Resultado:
AMANHECI COM UMA ESPINHA DENTRO DO NARIZ ...
#FlaviaLeticia
Na espinha dorsal
Eu observei nascer num canto do muro
Uma planta uma erva daninha
Que sem o abrigo da luz e sem nutrientes
Esta declinando sua beleza de flor
Rente se prolonga um alto prédio construído
Para sonhos...
O qual também se assemelha com erva daninha
Que nutre e gera brotando
Como um prego
No coração do país
Na espinha dorsal do sistema
Morte
Por que nos gela a espinha tua presença diáfana? Senhora Morte, tu que és a mais presente companheira desta humana caminhada e ainda assim, sempre a mais estranhada.
Porque, não te ocultas sob o negro manto, antes nos confronta face a face, para que possamos nos ver refletidos em teus olhos, não como nos ideamos, mas como realmente somos. Nivelados sob o peso da inexorável foice, despidos das terrenas pretensões, sem arrogância, sem status.
Porque colhes sem critérios, não fazendo distinção entre bons e maus, jovens ou velhos, crédulos ou incrédulos.
O muito Ouro não te intimida, a sabedoria não te afasta, a inocência não te comove.
Lanças em nosso rosto, sem pudores, a verdadeira natureza de nossa existência, sem as cores da poesia, no tom cru e áspero das palavras que não ouvimos, mas que ecoam no mais profundo de nosso ser: Somos mortais, hoje aqui estamos, amanhã...
O que nos assombra de fato, não é que venhas cedo ou tarde, repentinamente ou anunciada. O que nos assombra é que quando enfim chegares certamente dirás :
- "Eu vim, como bem sabias que eu viria. Que fizeste tu neste tempo em que me aguardavas?"
(Elsa Maia)
Senti um arrepio subir pela minha espinha, o frio e o calor se misturar e encher o meu estômago de um choque térmico instantâneo pelo seu olhar: ela estava encarando a minha alma.
Muitas aves de rapina engasgaram com espinha de peixe, embora acostumadas a comerem peixe, pra outras foi fatal!
O que falar?
Fica dificil falar quando o sentimento te sobe a boca... As mãos suam, a espinha esfria... Dificil falar de algo que supera seu entendimento.
Mas e se a agonia de falar for imensa? Não fale... Falar magoa. A voz que sai da boca não tem volta. Não tem corretor e nem borracha para a voz. Ela marca. Marcas que podem ser irreversíveis...
Mas o que fazer pra não falar? Pense...
Mas como pensar se seu cérebro não funciona mais racionalmente? Como pensar se seus sonhos e loucuras se misturam? Como pensar se falta metade do seu raciocínio?
Melhor fugir?
Mas como fugir de algo que te encanta? Como fugir daquilo que é seu sonho mais profundo? Como fugir de si mesmo?
Então é melhor não falar, não pensar e não fugir... Deixe ser... Sinta!!! Sinta o máximo que puder... Sinta como se nunca mais fosse sentir novamente. Pois a hora de fechar os olhos não pertence a nós...
...Um dia você saberá como é amar assim....
é um frio na espinha percorrendo o corpo todo
é um sentir que parece não ter fim....
Um arrepio me desce pela espinha e sinto meu coração comprimido em uma dor imensurável. Fecho os olhos e faço um pedido: “traga ele de volta porque tudo o que eu tenho é o seu amor”
Eu não tenho medo das mudanças,
tenho medo da falta de resultados.
Meu frio na espinha não é a decepção,
e sim a descrença nas pessoas
e a negação em viver o intenso.
Quando é dor, sei que cessa.
Emocional arruinado,
amor próprio conserta.
Mas quando não há nada...
Eu me preocupo.
Inexistências me dão calafrios.
Tarde demais, chegou minha hora
Sinto arrepios descendo em minha espinha
O corpo dói o tempo todo
Adeus a todos
Eu tenho que ir
Tenho que deixar todos vocês para trás
E encarar a verdade.
Eu não quero morrer
Às vezes eu gostaria de nem ter nascido
Então você acha que pode me apedrejar e cuspir no meu olho?
Então você acha que pode me amar e me deixar pra morrer?
Ah, meu bem!
Você não pode fazer isso comigo, meu bem!
Só tenho que sair
Só tenho que sair logo daqui
Nada realmente importa
Qualquer um pode ver
Nada realmente importa
Nada realmente importa para mim.
Cabelos ao vento
E eu encolho
De frio na espinha
De medo
De me deixar para depois
De não estar me amando
Da forma que eu mereço
E ainda sim minha auto-estima
É bem elevada
Igual à minha energia
Minhas vibrações
Meus sentimentos
E meus pensamentos
Vivo nas alturas
E os meus cabelos também
Vivo de orelha em pé
Quando o assunto é
Sobre o amor-próprio
E sei que mereço bem mais
E exijo de mim o impossível
Mas impossível mesmo
É passar por este plano
E pelo vento sem (se) amar!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
“Tenho a espinhosa tarefa de manter minha espinha ereta frente aos descalabros promovidos pela hipocrisia e demagogia advindas da educação.
Ensina ao teus piás, para que saibam cruzar taipas e alambrados sem se espinhá. Para que sigam de alma reta sem desmancho e para serem orgulho do rancho.e não andar de carancho dando ô de casa em tapera. Ivens@breu
Não há livro que tenha a espinha dorsal suficiente para suportar as "estórias" que as nossas costas carregam.
O Monte
Sentindo o frio na espinha,
O vento levemente sopra a face,
Os pássaros alvoroçados cantam,
Diante dos olhos, um foço de luz,
Um extenso vale molhado da névoa,
De cores, aroma e sabores...
Naquele monte escarpado,
Um tesouro às escondidas,
Onde o sol não brilha, se põe...
Um interlúdio para reverenciar
Eu com minha alma em chamas,
Batimentos desalinhados,
Volúpia e simetria...
Tocando as pétalas desabrochadas,
A passo e passo, adentro ao vestíbulo,
Desajuizado a explorar,
Desembainhado a dançar...
Abrandando os sussurros dos ventos,
Osculações abrasadas na cerviz,
Os pomos, belos e bem delineados,
Aprecio-os com devoção, contemplam o Éden
Como eles, o colo embebido...
No enlace dos corpos, ofegantes,
os amantes entregam-se lascivamente,
sobre o outeiro, suspirando em brasas,
do sonho ao apogeu...
Ah, a natureza e sua beleza misteriosa...
As fímbrias a vascolejar
As borboletas a voar,
O deleite do poeta,
A moldura do artista...
Apego-me às memórias daquele Monte de Vênus!
Os jovens são como os peixes: tem muita espinha, morrem pela boca e não vêem motivos para comemorar a Semana Santa.
