Esperança de Amor
Todo começo deve ser farto de esperanças novinhas em folha, de alegrias inesperadas, de amor sem compromissos de retorno, de fé de que o chão será colocado sob nossos pés. Afinal de contas o que nos move é o Amor. Não um amor magrinho, fraco e sem cor, um grande e infinito Amor que tem como fonte a própria Fonte.
Que seja uma semana de muito Amor da Fonte.
Sí, se puede...
esperar... quando o amor é do tamanho do mundo, pode-se esperar até o fim do mundo... não se cansa, apenas se espera. E o amor só vai crescendo, conformando-se aos dia que chegam... às noites que se vão.
Si, se puede...
deixar a mágoa de lado... entender que as coisas nem sempre (quase sempre) acontecem como gostaria que acontecessem... então, pra que sair magoado? Vamos deixar o ressentimentento de lado e viver esse amor?
Si, se puede...
viver as coisas boas da vida... lado a lado... é pouca briga pra tanto amor.
Si, se puede...
deixar as convenções e fazer o que pedem os nossos corações.
Si, se puede... fazer o certo, ficar bem perto...
¡Si Se Puede!
Que a esperança permaneça; que o sentido da vida enraíze nos corações e mentes e que a flor do amor encante nossos caminhos.
Deus é uma correnteza de amor, fluindo pela eternidade afora. Cabe a nós, por meio da fé, da esperança e da caridade, mergulharmos nela, e fluir com Ele.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Jesus usava o microscópio do Amor para descobrir o que as pessoas tinham de bom dentro de si; e o telescópio da Razão para aplicar as verdades eternas.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Ora-se com o coração, não com a mente. A oração que mais agrada a Deus não é aquela feita com palavras, mas aquela feita por atos.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Nosso melhor sorriso é aquele que deixa transparecer todas as rugas do rosto, pois, quando a alma sorri, sincera, descerra todas as comportas de nossos sentimentos.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
A raiva é uma doença causada por vírus, transmitida principalmente por cães e gatos e para a qual, após instalada no animal, a ciência não tem cura. Pior do que isso, porém, é outra doença, própria do ser humano: o ódio, pois esta é uma doença que cabe tão somente ao próprio doente curá-la.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
A verdade pode ser – e comumente é – ocultada, mas jamais sepultada!
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
O verdadeiro e fulgente papel do juiz não é, simplesmente, o de aplicar o Direito, mas em ser o Arauto da Justiça.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Nenhum deserto é tão vasto e tão vazio que deixe de ecoar a Voz da Justiça.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Hoje te trago uma flor e com ela a esperança que encontrem um amor...
Hoje te trago carinho e com ele a esperança que seja feliz...
Hoje te trago amizade e com ela a esperança que te conforte...
Hoje te trago luz e com ela a esperança que sua vida se transforme em sonhos.
Hoje te trago esperança, para que nao importa suas dificuldades, jamais a perca a fé.
Sergio Fornasari
Como todo amor deveria estar sempre no mesmo lugar...
esperando,
o outro chegar.
Mas como se não bastasse...depois de tudo era o meu destino encontra-te,
e,
perder-te..
Me buscar, me encontrar, me perder em teus caminhos...
..
@ssolsevilha
Que anoite não seja tão escura...
Que o sol nasça todas as manhãs...
Trazendo esperanças de amor...
A cada coração...
Queria ler-te lentamente meu amor.
Como se fosses poesia num livro esquecido.
Quantas vezes esperei-te e desesperei.
Quantas vezes pensei que nunca mais chegavas.
Quantas vezes senti o coração a rebentar.
Quantas vezes tremi calada dos beijos que demos.
Quantas vezes entreguei-te o meu corpo sem palavras.
Quantas vezes eu já morri nos teus braços meu amor.!
Não encontrei o amor, ainda hoje vivo sozinho. A espera de quem não vem.
Meu nome é alipio Batista a metade de ninguém.
Moura escondida à espera do seu cavaleiro andante
por desertos, por noites escuras.
Pálida de amor,
de um palácio encantado,
encantado de aventura e de ilusão.
Desmaia, exausta e vacilante,
à espera o seu cavaleiro montado num cavalo.
Galopa com o vento,
vê ao longe a sua amada com os cabelos ao vento,
feito do tempo.
O vento entra nos versos ditos e lidos,
da sua amada dos invernos longos cinzentos
Minha amada,
não tenho o tempo que queria para ti,
minha doce e fiel amiga.
Dona do meu coração,
parto sem tempo... com tempo ou talvez....
Sem tempo para repousar o meu corpo e a minha alma!
E a saudade tá me espancando,
assim como um dia espanquei seu amor.
Antes eu matava suas esperanças
hoje sou eu que morro esperando
uma notícia sua, uma novidade qualquer,
que seja boa ou ruim, mas seria perfeita
se você tivesse falado de mim.
Tenho medo de não viver o amor, ou pelo menos o que acho que ele seja. Tenho caminhado esperando aquele sonhado encontro... Aquela paixão a primeira vista, ou buscando construir um amor, conhecer. Viajo nas historias, nos sonhos, na vida... Vou de passo a passo tentando viver amores, até mesmo os imaginários...
Quem sabe assim a gente não se encontre.
Espero que você ache seu grande amor, mais saiba que tem alguém te esperando que te ama e que sempre esteva perto de você.
“Nada é pequeno no Amor, pois nele tudo se constrói. Aqueles que esperam por grandes ocasiões para demonstrar a sua ternura e carinho não sabem amar". Mais você faz o meu dia grande em amor! Te amo!
To precisando dessa força da alma, coragem do corpo, fé do coração, esperança dos que sofrem e amor dos que ja encontraram essa tal felicidade.
