Espaço
"No templo do meu corpo há espaço para a ação e a preguiça, assim como no infinito da minha alma, existem o ser,o querer e o poder de todo Universo."
De acordo com as leis da física duas coisas não ocupam o mesmo lugar no espaço e eu acredito que no coração e na cabeça também não, por isso, às vezes, é necessário que a gente esqueça o quer para se lembrar do que merece.
"A Doutrina Racionalista Cristã é do espaço, e não serão os homens, com suas inferioridades que a farão sossobrar."
No infinito do tempo e do espaço, encontramos a harmonia das sincronias cósmicas, onde as conexões entre o universo e a mente humana se entrelaçam em um dançar eterno de descoberta e compreensão.
A reverência como virtude está perdendo espaço na sociedade contemporânea, em detrimento da ênfase na fluidez das relações interpessoais, na busca pelo sucesso individual e na desvalorização dos valores tradicionais como humildade, respeito e admiração.
Planejar a vida, mas também deixar espaço para o improviso, para não sermos surpreendidos pelo imprevisto.
Tristeza
A dor é tanta que não sobrou espaço para mais nada, é só tristeza que tenho na alma e diante dos olhos nublados pelas lágrimas que não param de cair o deserto intransponível do luto.
"Não há espaço para o amor nas almas dispersivas, que se afogam na superfície das pequenas satisfações ou insatisfações cotidianas".
Em um mundo onde o tempo é efêmero e a vida, fugaz, não há espaço para a mediocridade. Cada momento precioso merece ser vivido com intensidade, propósito e significado.
" Toda a fotografia, é um espaço no tempo! Não importa, o quanto da vida, passamos dançando no ritmo dos ponteiros do relógio...
...basta um simples olhar, começa tudo outra vez! "
Não acredito na existência de um Céu ou Inferno como um espaço delimitado conforme descrito pelas Religiões. Creio na existência de um Céu e de um Inferno que podem estar dentro de cada um de nós, um ou outro, dependendo do modo de vida que escolhemos.
Desapegue do que sempre pensou a seu próprio respeito e dê espaço para sua natureza se manifestar. Ela é Deus em você. Não se veja como uma pessoa do mundo, reconheça o espírito que você é, filho de Deus, com muitos valores e dons que são só seus. Se olhe como Deus olha para você, como o garimpeiro olha para a pedra bruta. Ele sabe o nosso valor e vai lapidando, com as experências de cada vida, vai operando milagres, nos curando da nossa ignorância e cegueira espirituais até sermos a luz que é a realização do plano Dele para nós. Desejo a todos muito amor e muita Luz sempre.
A cura da alma é um processo que não está adstrito ao tempo ou espaço. É necessário que não crie espectativas ou ansiedades, que não coloque prazos para que as coisas aconteçam. Quando viver um dia após o outro for suficiente, com planos e sonhos, mas sem fardos pelo que está por vir, então estará pronto para desafios cada vez maiores.
A moldura da obra de arte era sempre a parede do quarto. Sempre não. Às vezes dividia espaço com o teto.
O quarto pequeno, com duas caminhas de solteiro e um guarda-roupas, dava espaço para o sol, todos os dias de manhã, quando ele entrava pelas frestas da janela sem cortinas e refletia na parede (e não muito raro, também no teto) o mundo lá fora.
Algumas vezes o colorido se fazia presente. Outras, só a sombra desenhava a pintura.
A planta encostada na parede de fora, a cachorra deitada no sol, e a mãe passando com o cesto de roupas sujas para pôr na máquina de lavar.
Raios de sol que entravam despretensiosamente pelos buraquinhos pequeninos da janela, faziam o dia daquela criança começar com mais imaginação.
O quarto pequeno ficava grande.
O sol era o pintor. A parede era a tela. A vida lá fora era a inspiração.
A criança que enrolava a sair do quarto para apreciar mais um pouquinho daquela pintura singular, feita sob medida na sua parede, se descobria, ainda pequena, amante da arte, mesmo sem imaginar que a arte poderia simplesmente, entrar pela sua janela enquanto ela dormia.
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(Eu sempre amei observar os desenhos que o sol faz dentro de casa. Hoje, deitada na cama e mais uma vez, apreciando a luz natural entrar pela minha janela, resolvi resgatar - e registrar aqui - a memória de quando eu comecei a admirar essas pinturas)
