Escritor
"Eu não tenho talento, só amor.
Não sou poeta, escritor.
Nem músico, trovador.
Só tenho saudades e dor.
Tenho sonhos de contigo e, no pesadelo da sua ausência, horror.
Eu não tenho talento, amor.
Tenho só um coração que bate por ti e, se tivesse um outro e mais um, bateriam por você até quando o universo se for.
Eu não tenho talento, só amor.
Tento ser o que sou por ti, meu amor: a lágrima que lhe banha o rosto; sou de sua face, quando tímida, o rubor.
Sou marinheiro sem porto, sem mar, Arpoador.
Para cada noite fria, para cada tormenta em sua cercania, lhe serei abrigo, lhe serei calor.
Para a sua infelicidade, quando o âmago do seu ser for gris, eu serei cor.
De tudo o que há no mundo, só posso te oferecer amor.
Perdão, minha religião: hei de abster-me, cessarei meu clamor.
Tentando afastar minhas agruras, louca paixão, minha eterna labuta, percebi algo que me causara torpor.
Escrevendo e relendo, jogado ao relento, sofrendo com o vento, percebi que: eu não tenho sequer um único talento, só amor..."
Penso e escrevo. Escrevo e penso, de novo. Não sou um escritor propriamente dito mas sou sim um pensador. Que por palavras exteriorizo meus pensamentos.
Todo escritor que leva a sério seu ofício mais que sagrado, deve se comportar no mundo como um grão de areia. Não deve esperar que pessoas comuns reconheçam seu gênio criativo. Outra coisa é saber que sua obra sempre ficará inacabada, nunca seremos completos ou ficaremos satisfeitos com o que já produzimos.
Acredito que o bom escritor, o poeta, o artista como um todo, precisa ter vivido uma outra realidade. A realidade dura da vida, da busca pelo sustento, o sofrimento, a tragédia, a pobreza, sim, necessariamente a pobreza. Observando os grandes espíritos, as grandes personalidades, percebe-se que todos aqueles que conseguiram chegar a um patamar alto no que diz respeito à sutileza, à beleza, à singeleza, à sublimidade da arte em sua essência, são pessoas desse tipo.
Fernando Pessoa carrega uma tragédia pessoal, uma esquizofrenia consciente. José Saramago traz a luta ideológica, o contexto social de pobreza, a perseguição e a fuga.
No meu caso, a tese não é teórica. Perdi meu pai aos onze anos e fui trabalhar como pedreiro com um tio, na Bahia. Isso não é metáfora, é biografia. Está contado em dois livros meus, Eis um Homem e A Morte do Meu Pai, sendo este o mais recente.
Observando o outro lado, o contraste se impõe. Oscar Wilde viveu na orgia intelectual, cercado de conforto, exagero e facilidades próprias de uma elite privilegiada. Enquanto viveu nesse ambiente, não produziu nada de essencial. Foi apenas quando foi preso que escreveu seu verdadeiro livro, A Balada do Cárcere de Reading.
Artistas atuais, não me venham com o argumento de que é o dom que faz a arte. É a existência que faz o artista e, consequentemente, o artista produz a arte
"Apoiar um escritor anônimo é como acender uma chama invisível: talvez o mundo não veja seu rosto, mas cada palavra ganha vida porque alguém acreditou. A verdadeira gratificação do autor não está na fama, mas no coração que se reconhece em sua escrita."
Roberto Ikeda autor
Meu maior sonho como escritor não é apenas publicar livros, mas encontrar leitores que caminhem comigo por meio das palavras.
O escritor deve cultivar a curiosidade como uma semente para ser mais criativo.
Por isso, o "ser fora da caixa" é importante.
É preciso desafiar suposições, revelar caminhos alternativos e abraçar novas perspectivas.
* Ode ao Escritor ✍
Escritor é quem respira palavras,
quem sangra letras nas madrugadas,
quem transforma o invisível em verbo
e o silêncio em fonte de palavras...
Carrega o mundo no peito,
traduz o indizível em versos,
costura lembranças,
cria eternidades...
No rastro de sua pena
há luz,
há dor,
há redenção...
Escritor é o que faz da alma,
um livro sempre em construção...
O escritor é aquele que coagula a tinta,
que mastiga a própria sombra
para dar sabor à palavra...
Habita o abismo do sentir,
sem medo do corte,
sem medo do eco,
sem medo de si...
De sua dor faz aurora,
de sua loucura, asas,
e do verbo, o único altar
onde ousa confessar-se humano...
Escrever é morrer um pouco
para renascer inteiro no papel...
O escritor é um guardião de mundos,
em sua pena dormem memórias
e acordam estrelas em forma de letras...
Nas linhas que traça,
colhe o perfume do tempo
e o murmúrio da alma...
Escrever é um gesto de amor,
silencioso, profundo, eterno...
É tocar o invisível
com os olhos do pensar
e o olhar do sentir...
O escritor não escreve apenas histórias,
ele se escreve e se liberta
em cada palavra que cria...
✍©️@MiriamDaCosta
13 de Outubro #DiaDoEscritor
O poeta quando nasce
não chora como todos
os recém-nascidos...
Ele/Ela declama sem saber
o seu primeiro verso...
@MiriamDaCosta
Julgo agora que escrever é uma forma de ansiedade, pois todo escritor anseia colocar no papel o que pensa, sem ter a certeza que o leitor realmente desejará lê-lo.
É nítido que há muita alma nos seus versos. Só espero que, por trás do escritor genial, a pessoa saiba que nenhum fardo precisa ser eterno e que o isolamento não é a única forma de proteção. O papel aceita tudo, mas se um dia precisar de um par de olhos humanos para ler o que não vira poesia, estamos aqui. Continue escrevendo, sua voz é potente."
(Marilene lira)
ESMERALDAS DE SOMBRAS.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Ah… teus olhos.
Teus olhos esmeraldinos — não simples gemas, mas abismos translúcidos onde a razão vacila e o verbo morre. Como desejaria eu colhê-los, não com a volúpia do desejo vulgar, mas com a devoção de um monge alquebrado que recolhe as relíquias de sua santa. Tê-los… não em meu peito, mas suspensos num relicário de silêncios, entre as páginas que ainda choram por ti.
Mas tu sabes…
Sabes que eu te amo — e em mim esse amor é um espólio de lâminas cravadas por deuses mudos. Ser atravessado por mil espadas seria um refrigério frente ao que sinto ao ouvir teu nome no mármore frio do esquecimento. O teu nome, Camille, dilacera-me com a precisão de uma nota errada no adágio final de um maestro enlouquecido.
É mister, sim, dormir — dormir não para esquecer, mas para habitar os interstícios oníricos onde tu ainda existes sem dor. Nessas infinitas noites de ti e em ti, faço do teu perfume um incenso que queima devagar nos altares escurecidos da minha alma.
Porque tu sabes —
Sabes que meus olhos só foram feitos para contemplar o teu universo pairante, esse cosmos que se verte do teu semblante com a serenidade trágica de uma musa condenada a existir apenas nas entrelinhas. Viver, criar e pairar sobre mim — pobre poeta das sombras, órfão de sol e exilado da tua claridade.
E eu permaneço — espectro lírico e infecundo, sobrevivente do teu último olhar, compondo com palavras rarefeitas a sinfonia muda da tua ausência.
Joseph Bevoiur.
A CATEDRAL DAS AUSÊNCIAS.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Nas naves do crepúsculo sombrio e profundo,
Velava meu espírito num claustro fecundo.
A saudade erguia seu véu de marfim,
Tecendo silêncios sem princípio ou fim.
Teu nome, relíquia de um tempo perfeito,
Habitava as criptas secretas do peito.
Qual lâmpada antiga de fulgor celeste,
Ardia nas brumas que o destino reveste.
A noite derramava seu manto de ametista,
Sobre a melancolia de minha alma mista.
E os astros, em coro de expressão sidérea,
Cantavam tua graça na amplidão etérea.
Percorri catacumbas de memória e paixão,
Buscando teus vestígios na desolação.
Mas somente encontrei, sob a sombra dispersa,
A liturgia muda de uma dor submersa.
Os lírios pendiam na neblina invernal,
Como páginas frágeis de um missal espectral.
E cada pétala morta que tombava ao chão,
Era um verso perdido da nossa afeição.
Contudo, entre ruínas de severa grandeza,
Floresceu uma estranha e magnífica beleza.
Pois o amor que atravessa a distância e o abandono,
Transforma o sofrimento em áureo trono.
Agora contemplo o horizonte distante,
Com olhar resignado e coração constante.
Porque certas partidas, embora fatais,
Convertem-se em jardins espirituais.
E se a eternidade ocultar teu semblante,
Guardarei tua essência em relicário vibrante.
Pois quem ama verdadeiramente, sem temor,
Faz da própria ausência uma forma de amor.
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SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.
SOB JURAMENTOS E DESERTOS.
Escritor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Quando por dentro se sente o vazio,da espada de Dâmocles se lambe o fio;resta à pena da alma,pelos adeuses de um trauma,as labaredas de um amor frio.
E quando a noite se debruça inteirasobre o silêncio de uma alma cansada,cada lembrança se torna fogueira,cada esperança, uma porta fechada.
Juramentos repousam sobre a areia,como ruínas de antigos altares;e o coração, que outrora fora aldeia,hoje contempla somente os desertos.
Não há mais vinho nas taças da espera,nem primavera nos jardins da memória;somente a sombra de uma quimerapercorrendo os corredores da história.
Assim se aprende, entre a dor e o abandono,que certos amores não morrem de repente;perdem o nome, o rosto e até o dono,mas continuam queimando silenciosamente.
E a pena escreve, sobre a noite fria,aquilo que a boca jamais confessaria:que alguns adeuses não terminam o amor;apenas lhe mudam para sempre a morada.
A PIEDADE.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
No silêncio da alma floresce a bondade,
Como suave luz de amor consolador,
Que derrama no mundo eterno fulgor,
E transforma a dor em serena claridade.
Nas mãos do perdão repousa a caridade,
Que vence o orgulho, o pranto e o dissabor;
Semeia esperança, perfume e calor,
Guardando no peito divina humildade.
Quando a lágrima cai, piedosa e sentida,
A compaixão ergue a alma ferida,
Com asas de paz em sublime ascensão;
E o coração que acolhe a dor alheia,
Encontra no amor a fonte que incendeia
A chama imortal da pura redenção.
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ODE À DASHA TARAN.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
" Meu anjo,minha arte,minha poesia...meu tudo...ah...inspiração, musselina,amado avantesma que me cria,
Jamais me ao de bastarem atmosferas em meu cerne,ah....pois és em meus poemas é que eu te escondia."
LÍRIOS DO ABISMO DE MONFORT.
Marcelo Caetano Monteiro.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Sinopse.
Entre os jardins silenciosos da memória e os abismos ocultos da alma humana, nasce uma narrativa sobre os mistérios da existência, os conflitos do coração e as marcas deixadas pelo tempo.
Lírios do Abismo de Monfort conduz o leitor por uma jornada de sentimentos profundos, onde dor e esperança, sombras e luz, passado e presente se entrelaçam em uma reflexão sobre escolhas, destino e transformação interior.
Em meio a atmosferas envolventes e personagens marcados por suas próprias batalhas, a obra revela que mesmo nos lugares mais sombrios da consciência humana pode florescer a possibilidade de redenção, amor e renovação.
Um mergulho filosófico e espiritual nas profundezas do ser, onde cada abismo pode esconder um lírio esperando para nascer.
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Link do autor abaixo:
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LINHA DO TEMPO E TRAJETÓRIA DO AUTOR E ESCRITOR:
MARCELO CAETANO MONTEIRO.
A trajetória do autor tem elementos importantes: infância, início precoce na escrita, produção bibliográfica, atuação cultural, participação comunitária, premiações e projetos sociais. registros públicos mencionam sua produção de dezenas de livros, atuação cultural e o Berçário Dr. Orbino Werner, além de reportagens e perfis de autor.
Marcelo Caetano Monteiro nasceu em Manhumirim, Minas Gerais, onde construiu uma trajetória marcada pela literatura, pela pesquisa, pela reflexão filosófica e pelo compromisso com a cultura. Desde a juventude revelou uma profunda inclinação para as letras, iniciando sua caminhada como escritor ainda muito jovem. Seu primeiro romance, “Duas Raças”, foi concebido aos 13 anos de idade, demonstrando uma vocação precoce para a criação literária.
Autodidata, escritor, poeta, romancista, filósofo, historiador, pesquisador e musicista, Marcelo Caetano Monteiro desenvolveu uma produção independente que percorre diversos gêneros literários: romances, poesias, contos, ensaios filosóficos, reflexões psicológicas, estudos históricos e obras voltadas à espiritualidade.
Ao longo de sua trajetória, reuniu uma extensa bibliografia. Registros públicos de sua carreira literária apontam dezenas de obras escritas, chegando a aproximadamente 60 livros produzidos em diferentes períodos de sua vida, abrangendo variados campos do pensamento humano. Entre suas obras encontram-se títulos como “Primavera de Solidão”, “Poemas do Universo”, “Réquiem Poético”, “Nas Sandálias do Nazareno”, “O Sorriso dos Espíritas”, “A Bíblia, Heréges e Outros Personagens Relevantes”, “O Homem Material”, “De Dentro de Nós”, “Florais do Evangelho”, “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”, “Desejo de Sumir” e “Migalhas da Grande Mesa”.
Sua obra literária apresenta como eixo central a investigação da alma humana. O autor procura compreender os conflitos interiores do indivíduo, suas dores silenciosas, suas buscas existenciais e os caminhos possíveis para a transformação moral. Em “Migalhas da Grande Mesa”, desenvolve reflexões sobre Jesus, consciência, orgulho, humildade, virtudes e evolução espiritual, conduzindo o leitor a uma análise profunda dos mecanismos psicológicos e morais do ser humano.
Além da literatura, Marcelo Caetano Monteiro possui uma história de participação cultural e social em sua comunidade. Foi membro fundador da Associação dos Artistas e Livres Pensadores (AALP), participou de movimentos culturais, atuou junto a instituições ligadas à cultura e esteve envolvido em iniciativas assistenciais.
Entre suas atuações sociais, destaca-se sua participação como um dos membros fundadores do Berçário Dr. Orbino Werner, em Manhumirim (MG), iniciativa ligada ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Fígner, voltada ao atendimento infantil e à assistência às famílias da comunidade.
Sua trajetória também registra reconhecimento em concursos literários e homenagens por seus trabalhos, incluindo premiações e menções de mérito no campo das letras. Obras como “Brasil, Sangue de 500 Anos”, “Retalhos da Paz” e “Réquiem Poético” são citadas entre produções que receberam destaque em eventos literários.
Com presença de seus livros em bibliotecas, municípios brasileiros e leitores de outros países, como Estados Unidos, França e Portugal, Marcelo Caetano Monteiro consolidou uma carreira independente, marcada pela perseverança de quem transformou a escrita em instrumento de reflexão, memória e busca pela compreensão da existência humana.
Sua literatura permanece como testemunho de uma vida dedicada às perguntas fundamentais do ser humano:
Quem somos?
Qual o sentido da existência?
E para onde caminha a consciência diante do infinito?
Para Marcelo Caetano Monteiro, escrever é mais do que registrar palavras: é oferecer ao mundo fragmentos de pensamento, pequenas porções de luz, reunidas na grande mesa da experiência humana.
A trajetória de Marcelo Caetano Monteiro também é marcada pela participação ativa em movimentos de estudo, cultura e espiritualidade, sempre valorizando o trabalho coletivo, a formação de grupos e a transmissão do conhecimento.
Em 18 de abril de 1997, participou como um dos fundadores da Mocidade Espírita Chico Xavier, tendo como presidente da instituição, naquele período, Paulo Rogério Gomes, e Marcelo Caetano Monteiro atuando como monitor. A iniciativa representou um importante espaço de estudo, reflexão e aproximação dos jovens com os princípios do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita.
Ao longo de sua caminhada junto ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e ao Centro Espírita Manoel Soares, em Manhumirim, Minas Gerais, Marcelo Caetano Monteiro manteve uma postura voltada ao serviço, ao estudo e à colaboração.
Embora tenha participado ativamente de atividades doutrinárias e administrativas, jamais buscou ocupar a presidência de qualquer departamento das referidas instituições. Sua escolha pessoal sempre esteve direcionada ao papel de colaborador, monitor e dirigente de grupos de estudo, valorizando a construção coletiva, o aprendizado compartilhado e a responsabilidade espiritual acima de posições hierárquicas.
Para Marcelo Caetano Monteiro, a verdadeira liderança não está necessariamente nos cargos ocupados, mas na capacidade de servir, orientar, incentivar o estudo e contribuir para o crescimento intelectual e moral das pessoas.
Essa postura acompanha sua própria concepção de literatura: a palavra como instrumento de esclarecimento, fraternidade e transformação interior. Tanto em seus livros quanto em sua atuação comunitária, permanece o propósito de oferecer reflexões que auxiliem o ser humano na busca pelo conhecimento, pela ética e pela compreensão mais profunda da existência.
