Escritor
Com certeza todo escritor deve se desesperar com uma página em branco, acompanhada de uma mente temporariamente vazia.
Não sou apenas um seguidor...
sou também um escritor
Não sou apenas um homem...
sou também um sonhador
Não sou apenas sentimentos...
sou também sentimental
Não sou único...
sou mais um mortal
Não sou apenas razão...
sou muito mais
sou emoção
caminho solitário pelo mundo...
mas sozinho não sou não...
Não sou mais um ser pensante...
sou espírito errante
Não sou apenas atos...
sou também muitos fatos
Não sou apenas belas palavras...
sou também atitude
Não sou apenas um anjo
sou também as vezes demônio
Não sou apenas um viajante...
Ah, isso eu sou
sou amigo leal
sou apenas um mortal
Vivo...penso...choro...
sou também normal...
este sou eu!!!
O escritor é como um vulcão
em erupção constante
perturbando a ordem das coisas.
Já a gramática neste caso,
é como a virgem sacrificada
para apaziguar os deuses.
E o efeito sobrenatural e glorioso
neste final, é o estilo...
No Algoz do Navio Negreiro
Eu escritor, poeta e passageiro,
Acordei em meio ao algoz de um navio negreiro,
Observando cada sofrimento de um povo,
Em meio a um devaneio,
Qual será o objetivo tão plena perversão?
Gritos de arrepiar os cabelos,
Seres humanos jogados em meio ao mar,
Por mera ineficiência,
E eu ali assistindo este sofrimento, estas mortes e estes maus tratos,
Sem saber o que fazer,
Rezei para as noites sombrias que avistassem uma terra firme,
Fixei meus joelhos rentes ao solo da caravela,
E avistei terra firme.
Oh, povo sofrido,
Deram-lhe suas almas para o lucro e o aconchego dos burgueses,
Meu sofrimento também deste povo,
Em meio a minha veia a rastro de sangue negro,
Resolvi escrever em meio de minhas poesias,
A luta de um povo sofredor, batalhador,
Que nunca se entregou ou muito menos se abalou.
Para um escritor, o texto não precisa fazer sentido. As palavras surgem num passe de mágica, e então ele simplesmente coloca no papel cada fragmento do que está sentindo naquela hora.
Comentário de Claucio Ciarline, professor e historiador,escritor e poeta,sobre o livro JOAZ JEANETE Uma história de vida e de amor. de autoria de Yeda de Moraes souza Machado:
"Príncipe e princesa...
Personagens imortalizados pela história...
de livros , registros e jornais...
Eternizados por seus grandes feitos, por suas belas realizações...
Através dos olhos e sentidos por sua herdeira e escritora...
Que bem os pintou...Em tela suave...límpida...
Com a leveza da alma,e a textura do coração...
Que hoje nos mostra, na verdade,escancara...
Toda a emoção de uma vida, dedicada à família...
De encontros e ensinamentos,
Percepções e aprendizagens...
Ela, que é, dentre inúmeras outras coisas...
O fruto do amor, da união, da amizade...
Desde casal que bem nos soube nos legar,
a mensagem mais importante de todas...
E qual seria...Se não o Amor?
Juntos ...sempre juntos...Eles estavam...
O Príncipe e a Princesa desta maginífica obra...
Destinados à paixão e a tantos sentimentos,
que podem e que rodeiam os casais mais eternos...
E assim permaneceram...entre sorrisos, beijos e abraços...
carinhos e palavras, declarações...
Viagens...suspiros e emoções...
Até que um dia, uma lamentável dia...
O Príncipe partiu de encontro ao Rei, como bem a filha citou..
Deixando lágrimas e muita saudade...
A quem tanto o amava e o queria por perto...
sua família - O seu porto seguro!
Porto Seguro esse que vários outros poetas já bem definiram...
que pude ter...de conhecer...e mergulhar...
Descobrir.redescobrir...
Ler e sentir...este porto seguro em especial...
essa família, esse amor...
Da linda e envolvente história de ...
JOAZ e JEANETE!"
Raul seixas ,
''se esse cara fosse meu pai talveis eu não seria musico nem escritor,
eu seria como ele mesmo diz um ator''
Coloquei meus pensamentos em uma caixa e queimei . Porque o verdadeiro escritor escreve o futuro , deixando de lado o passado .
Dia do escritor
Para aqueles que dedicam parte de suas vidas a escrita,
Amam a arte de escrever para alegrar o coração alheio,
Tem no papel escrito parte dos sentimentos de sua alma,
Cheios de convicções gastam a tinta da caneta ou tinteiro.
Escrevem com bastante propriedades as suas emoções,
Sabendo que nem todos os caminhos são para caminhar,
E que só é possível ensinar o amor, amando de coração,
Tendo na escrita parte de uma vida revelada sem vacilar.
O dia nacional do escritor é comemorado dia 25 de julho,
Mas sabemos que nem tudo fará parte dessa solenidade,
A integração entre os escritores visibiliza as suas obras,
Mas tudo se perde se não forem justas as homenagens.
Ao poeta vale dizer, que mesmo não escrevendo livros
É escritor de sua própria vida, portanto nunca desanime,
A caminhada aqui no recanto das letras é só um degrau,
Para depois visualizar um futuro de conquista nesta área.
Esta é uma oração escrita pelo general Douglas MacArthur, um militar e escritor estadunidense, destacado comandante do exército americano durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Senhor, dá-me um filho que seja
bastante forte para saber quando é fraco
e corajoso o bastante para
enfrentar a si mesmo quando tiver medo;
um filho que seja orgulhoso e
inflexível na derrota inevitável,
mas humilde e manso na vitória.
Dá-me um filho cujo esterno não esteja
onde deveria estar a espinha dorsal;
Um filho que te conheça e que
saiba conhecer-se a si mesmo,
que é a pedra angular do saber.
Guia-o, eu te suplico,
não pelo caminho fácil do conforto,
mas sob a pressão e o aguilhão
das dificuldades e dos obstáculos;
que aprenda a manter-se ereto nas tempestades.
Dá-me um filho de coração puro e objetivos elevados;
um filho que saiba dominar-se
antes de procurar dominar os outros,
um filho que aprenda a rir,
mas que não desaprenda de chorar;
um filho que tenha os olhos para o futuro,
mas que nunca esqueça do passado.
E depois que lhe tiveres concedido todas estas coisas,
dá-lhe, eu te rogo, compreensão bastante
para que seja sempre um homem sério,
sem, contudo, se levar muito a sério.
Dá-lhe humildade, Senhor,
para que possa ter sempre em mente
a simplicidade da verdadeira grandeza,
a tolerância da verdadeira sabedoria,
a mansidão d verdadeira força.
Então, eu, seu pai, ousarei murmurar:
“Não vivi em vão!”
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