Escrever uma carta a uma Criança

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Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.


Durante muito tempo, minhas melancolias encontraram abrigo na escrita.


Eu escrevia para entender a vida. Escrevia para organizar pensamentos. Escrevia para conversar com as minhas dores quando ninguém mais podia ouvi-las. E, ao longo dos anos, construí algo que parecia impossível de perder: um blog com mais de 10 mil postagens. Dez mil fragmentos de mim. Dez mil reflexões. Dez mil registros de uma mulher tentando compreender a si mesma e ao mundo.


Então aconteceu.


Um erro.


Um bug.


E tudo desapareceu.


À primeira vista, parecia uma tragédia. Como não seria? Anos de dedicação sumiram em silêncio. Mas existe algo curioso sobre a vida: às vezes ela destrói aquilo que já não comporta mais quem estamos nos tornando.


E a verdade é que, antes mesmo de perder aquele blog, eu já não escrevia mais nele da mesma forma. Algo dentro de mim havia mudado. Eu ainda amava escrever, mas a minha escrita estava esperando um novo nascimento.


O blog desapareceu.


Mas eu não desapareci.


As palavras não desapareceram.


A criatividade não desapareceu.


A mulher que aprendeu a escrever não desapareceu.


Foi então que compreendi uma das lições mais importantes da minha vida: o que realmente importa nunca está naquilo que perdemos. Está naquilo que somos capazes de criar novamente.


A melancolia que antes ocupava tanto espaço começou a se transformar. Não porque a dor deixou de existir, mas porque eu aprendi a dar um novo significado a ela. Em vez de escrever sobre feridas abertas, comecei a escrever sobre cicatrizes. Em vez de escrever sobre quedas, comecei a escrever sobre recomeços.


E renasci.


Renasci na escrita.


Renasci na forma de enxergar a vida.


Renasci na maneira de interpretar as perdas.


Hoje, quando penso naquelas 10 mil postagens, não sinto lágrimas. Sinto gratidão. Elas cumpriram sua missão. Foram parte da mulher que eu era. Mas a mulher que sou agora sabe que pode escrever outras dez mil. Ou vinte mil. Ou cinquenta mil.


Porque aquilo que foi apagado era apenas o arquivo.


A autora continua viva.


E talvez seja isso que tantas pessoas ainda não compreenderam sobre os recomeços. O fim de uma obra não significa o fim do criador. O encerramento de um ciclo não significa o encerramento da capacidade de construir novos caminhos.


Hoje eu não escrevo perdas.


Eu escrevo superações.


Não escrevo finais.


Eu escrevo renascimentos.


Porque algumas das melhores versões de nós mesmos surgem exatamente depois que aquilo que julgávamos indispensável desaparece.


E você, se tudo aquilo que construiu até hoje desaparecesse amanhã, ficaria paralisado pelo que perdeu ou descobriria a força extraordinária que existe dentro de você para começar tudo de novo?


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Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.


Existe uma fase da vida em que acreditamos que a força está em suportar a dor. Depois, existe uma fase ainda mais profunda, em que percebemos que a verdadeira força está em compreender a dor.


Durante muitos anos, chorei por coisas que não entendia. Chorei por despedidas, por medos, por dúvidas, por expectativas quebradas e por batalhas que aconteciam apenas dentro de mim. Havia momentos em que as lágrimas pareciam ser a única linguagem capaz de traduzir aquilo que meu coração não conseguia explicar.


Mas o tempo passou.


E algo mudou.


Hoje percebo que não consigo mais chorar por tristeza como antes. Não porque me tornei fria. Não porque deixei de sentir. Muito pelo contrário. Talvez eu tenha sentido tanto, refletido tanto e atravessado tantas tempestades internas que finalmente encontrei um lugar de paz dentro de mim.


Uma paz que não depende das circunstâncias.


Uma paz que não desaparece quando a vida fica difícil.


Uma paz tão serena que até a dor precisa respeitar o silêncio que construí.


Talvez eu tenha chorado tudo o que precisava chorar quando ainda estava perdida em sentimentos que não compreendia. Talvez cada lágrima tenha levado embora uma parte da confusão. Talvez cada noite difícil tenha limpado minha alma de ilusões que eu insistia em carregar.


Hoje, quando algo me machuca, não sinto a necessidade de desabar. Eu observo. Eu compreendo. Eu aceito. E sigo em frente.


Não porque a dor deixou de existir.


Mas porque ela deixou de me governar.


Existe uma diferença enorme entre uma pessoa que não chora porque reprime os sentimentos e uma pessoa que não chora porque encontrou serenidade. A primeira está fugindo das emoções. A segunda aprendeu a atravessá-las.


A maturidade não elimina as tempestades da vida. Ela nos ensina a navegar por elas sem afundar.


E talvez seja isso que aconteceu comigo.


As lágrimas deram lugar à consciência.


O desespero deu lugar à compreensão.


A revolta deu lugar à aceitação.


Hoje não me sinto vazia de lágrimas. Sinto-me preenchida por algo maior. Uma espécie de tranquilidade que nasceu depois de anos encarando meus próprios abismos.


Porque chega um momento em que a alma compreende algo extraordinário: nada é permanente. Nem a felicidade, nem a tristeza, nem a dor. Tudo passa. Tudo se transforma. Tudo ensina.


E quando essa verdade finalmente encontra morada dentro de nós, as lágrimas deixam de ser uma necessidade constante e se tornam apenas uma possibilidade entre tantas outras formas de sentir.


E você, será que não está sofrendo porque a vida está difícil... ou porque ainda não descobriu a paz que existe do outro lado da compreensão?


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Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.


Existe uma crença muito popular de que o primeiro amor nunca morre.


Hoje, penso que isso é verdade, mas não da forma que a maioria das pessoas imagina.


O primeiro amor não permanece vivo porque continuamos apaixonadas. Ele permanece vivo porque se transforma em parte da nossa história. Ele deixa de ocupar a sala principal da alma e passa a morar em um lugar muito mais distante, silencioso e tranquilo.


Quando somos jovens, acreditamos que aquele sentimento é o centro do universo. Cada conversa parece decisiva. Cada encontro parece eterno. Cada despedida parece o fim do mundo. Vivemos tudo com uma intensidade que só a inexperiência permite.


Mas a vida continua.


Os anos passam.


Nós mudamos.


Aprendemos.


Caímos.


Recomeçamos.


E, sem perceber, chegamos a um ponto em que olhamos para trás e enxergamos aquela antiga história com outros olhos.


Não existe mais dor.


Não existe mais apego.


Não existe mais a fantasia de que tudo deveria ter sido diferente.


Existe apenas uma lembrança.


Uma lembrança guardada como uma fotografia antiga dentro de um baú empoeirado, no canto mais profundo do coração.


E, curiosamente, quando abrimos esse baú depois de muitos anos, não encontramos sofrimento. Encontramos sorrisos.


Sorrimos das mensagens dramáticas.


Sorrimos dos ciúmes sem sentido.


Sorrimos das promessas eternas feitas por duas pessoas que ainda nem sabiam quem eram.


Sorrimos porque finalmente compreendemos que aqueles jovens estavam apenas tentando aprender algo que ninguém nasce sabendo: amar.


A maturidade tem esse poder extraordinário. Ela não apaga o passado. Ela reorganiza o lugar que o passado ocupa dentro de nós.


Aquilo que um dia foi uma tempestade se torna uma memória.


Aquilo que um dia parecia insubstituível se transforma em um capítulo.


Aquilo que um dia ocupou todos os pensamentos passa a ocupar apenas alguns segundos de nostalgia serena.


E talvez essa seja uma das maiores provas de crescimento emocional. Não é esquecer. Não é negar. Não é fingir que nunca aconteceu.


É lembrar sem desejar voltar.


É agradecer sem sentir falta.


É honrar a história sem querer revivê-la.


Porque o primeiro amor não morre.


Ele apenas troca de lugar.


Sai do centro da nossa vida e encontra repouso em um pequeno espaço da memória, onde permanece como um lembrete gentil da pessoa que fomos um dia.


E quando alcançamos esse estágio, percebemos algo bonito: não sentimos saudade daquela pessoa. Sentimos ternura por aquela versão de nós mesmas que ainda estava aprendendo a viver.


E você, quando pensa no seu primeiro amor, sente falta de alguém... ou apenas sorri ao lembrar da pessoa que era naquela época?


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Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.


Existe uma teoria silenciosa que atravessa a vida de muitas pessoas sem nunca ser dita em voz alta: para encerrar um grande amor, é preciso escrevê-lo.


Escrever tudo.


Sem filtro.


Sem orgulho.


Sem tentativa de parecer forte.


Apenas a verdade crua de tudo aquilo que ficou preso no peito durante anos.


Durante muito tempo, eu acreditava que esquecer era o objetivo. Que superar significava apagar. Mas com o tempo eu compreendi algo muito mais profundo: não é o silêncio que cura um amor antigo, é a coragem de dar forma a ele.


Quando escrevemos para alguém que já seguiu a vida, não estamos tentando trazer ninguém de volta. Estamos, na verdade, devolvendo a nós mesmas aquilo que ficou suspenso no tempo.


É como abrir um baú fechado há anos e finalmente permitir que o ar entre.


E quando esse ar entra, tudo muda.


As memórias deixam de ser fantasias inacabadas e passam a ser reconhecidas pelo que realmente foram: momentos curtos, intensos, muitas vezes idealizados por uma mente jovem que ainda não sabia diferenciar amor de projeção, desejo de realidade, possibilidade de destino.


Escrever esse tipo de carta é quase como transformar lembranças em literatura. Algo entre um romance exagerado e uma peça trágica, onde Shakespeare encontraria espaço para todas as idealizações que criamos sobre o que poderia ter sido.


Mas o mais curioso não é o conteúdo.


É o efeito.


Porque ao escrever sem esperar resposta, sem esperança escondida, sem qualquer intenção de reabrir portas, algo dentro de nós finalmente se reorganiza. O amor deixa de ser um fantasma que assombra e passa a ser uma história que foi vivida, encerrada e compreendida.


Existe uma dor inicial, sim. Mas ela é diferente. Não é a dor da ausência. É a dor da liberação.


E aos poucos, aquilo que antes era urgência emocional se transforma em lembrança tranquila.


O que era fantasia se dissolve.


O que era idealização perde força.


E o que sobra é maturidade.


A maturidade de entender que nem todo amor precisa de continuação para ter significado. Alguns amores existem apenas para nos ensinar quem éramos quando sentimos pela primeira vez algo tão intenso que não sabíamos nomear.


E quando finalmente escrevemos tudo, sem maquiagem emocional, algo inesperado acontece: o apego perde a estrutura. Porque aquilo que foi totalmente exposto deixa de ter espaço para permanecer escondido dentro de nós.


Talvez o verdadeiro desapego não aconteça quando esquecemos alguém, mas quando conseguimos contar a história inteira sem precisar mais revivê-la.


E você, o que aconteceria dentro de você se escrevesse hoje tudo o que nunca teve coragem de dizer para um amor do passado?


Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. No fim, será que algumas histórias só terminam de verdade quando finalmente encontram palavras?

Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.


Hoje eu estou focada no amor que eu construí. E quando eu digo isso, eu preciso começar lembrando de algo que fez parte da minha história: um primeiro amor adolescente, intenso, confuso, cheio de idealizações, promessas silenciosas e sentimentos que pareciam maiores do que o próprio mundo.


Naquela época, eu acreditava que aquilo era tudo. Que aquele tipo de amor definia destino, definia caminho, definia quem eu seria para sempre. Mas era apenas o começo da minha jornada emocional, onde eu ainda não sabia diferenciar o que era intensidade do que era maturidade, o que era imaginação do que era realidade.


Com o tempo, a vida me mostrou que aquele primeiro amor não era um lugar para eu morar, mas um capítulo para eu aprender.


Hoje, olhando para tudo o que construí depois disso, eu percebo o quanto eu mudei. Eu não sou mais aquela menina que confundia ausência com significado, nem aquela que acreditava que o amor precisava do caos para ser verdadeiro.


Hoje eu estou feliz. Eu estou realizada. E essa realização não vem de um passado idealizado, mas de um presente construído com consciência, com escolhas e com reciprocidade.


Eu amo e sou amada reciprocamente.


E isso, para mim, é completamente diferente de tudo o que eu conheci naquele primeiro amor adolescente. Porque agora não existe mais idealização, não existe mais espera, não existe mais dúvida constante sobre o lugar que eu ocupo na vida de alguém.


Existe presença.


Existe estabilidade.


Existe construção.


Quando eu olho para aquele primeiro amor da adolescência, eu não sinto mais dor. Eu sinto compreensão. Eu entendo que era uma versão minha tentando aprender a amar com as ferramentas que tinha naquele momento. E está tudo bem com isso.


Mas hoje eu vivo algo que não me desorganiza por dentro. Pelo contrário, me alinha. Me traz paz. Me fortalece.


O amor que eu construí na vida adulta não é feito de idealizações, mas de escolhas diárias. Ele não me tira de mim. Ele me devolve a mim.


E isso muda tudo.


Porque eu aprendi que o verdadeiro amor não é aquele que marca o começo da nossa história emocional, mas aquele que encontra a gente quando finalmente já sabemos quem somos.


E hoje eu sei.


Eu não estou mais presa ao que foi. Eu estou presente no que é.


E isso, para mim, é liberdade.


Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E eu te pergunto: o que acontece dentro de você quando você para de viver no eco do primeiro amor e começa a reconhecer o amor que você realmente construiu?

Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.


Tudo muda quando a gente amadurece de verdade.


A última vez que eu vi o homem que um dia foi o meu primeiro amor da adolescência, eu tive uma sensação estranha dentro de mim. Não era saudade. Não era dor. Era quase uma dúvida silenciosa, como se eu estivesse olhando para alguém que um dia significou tudo, mas que hoje já não ocupa mais nenhum lugar dentro da minha construção emocional.


Eu cheguei a me perguntar se realmente era ele.


Ou se era apenas a lembrança dele tentando se encaixar em algo que já não existe mais.


Porque nós já não somos mais aquelas pessoas. Não somos mais os adolescentes cheios de idealizações, de urgências emocionais, de sentimentos sem direção. Nós nos tornamos versões completamente diferentes, moldadas pelo tempo, pelas escolhas, pelas experiências e pelos caminhos que cada um decidiu seguir.


Hoje, nós somos partes de histórias separadas.


E está tudo bem.


Existe uma paz estranha, quase serena, em reconhecer isso sem resistência. Em não tentar reabrir capítulos que já foram encerrados pela própria vida. Em entender que algumas conexões não desaparecem com raiva ou trauma, elas simplesmente deixam de fazer parte de quem somos.


E, no lugar disso, fica a gratidão.


Gratidão pela adolescência que foi caótica, confusa, intensa, cheia de sentimentos que eu ainda não sabia nomear. Porque foi exatamente esse caos que me ensinou a diferenciar o que é idealização do que é amor real. Foi ele que me levou até o meu próprio amadurecimento emocional.


Se eu não tivesse vivido aquele primeiro amor, talvez eu não tivesse aprendido a reconhecer o que é reciprocidade verdadeira.


Hoje, o amor que eu vivo é completamente diferente.


O homem que eu reconheço hoje me ama com presença. Me traz paz. Me respeita. Me escolhe. E eu também o escolho todos os dias.


Eu o amo profundamente.


E esse amor não é feito de confusão, nem de dúvidas antigas, nem de idealizações do passado. Ele é feito de reciprocidade, de construção diária, de maturidade emocional e de consciência.


Hoje eu entendo que o verdadeiro amor não me tira de mim mesma. Ele me mantém em mim. Ele não me desorganiza. Ele me alinha.


E quando eu olho para tudo isso, eu percebo o quanto a vida é inteligente em suas formas de ensinar.


O primeiro amor não era destino.


Era aprendizado.


E o amor que eu vivo hoje não é coincidência.


É escolha.


E isso, para mim, é paz.


Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E eu te pergunto: o que muda dentro de você quando o passado deixa de ser um lugar para voltar e passa a ser apenas uma lembrança que já cumpriu sua função?

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Chega um momento da vida em que tudo muda de lugar dentro de nós.


O passado deixa de ser um lugar para onde eu retorno em busca de respostas, e passa a ser exatamente o que ele sempre foi: memória. Algo que existiu, que me formou, que me atravessou, mas que não me prende mais.


E isso não acontece de forma brusca.


Acontece em silêncio.


Acontece quando eu percebo que já não sinto necessidade de revisitar certas dores para me entender. Quando eu não preciso mais reabrir capítulos antigos para justificar quem eu sou hoje. Quando aquilo que um dia foi tão intenso já não tem mais força para me desorganizar por dentro.


O passado vira memória.


E a memória, quando amadurece dentro de nós, perde o peso e ganha compreensão.


Mas o mais bonito disso tudo é o que acontece depois.


O presente deixa de ser apenas uma passagem entre o que foi e o que virá, e se transforma em construção.


Construção de identidade.


Construção de escolhas.


Construção de um amor que não depende mais de idealizações, nem de expectativas irreais, nem de versões antigas de mim mesma tentando sobreviver dentro de novas realidades.


Hoje eu entendo que o que eu vivo não é repetição do que eu já senti. É algo completamente novo. Porque eu já não sou a mesma pessoa que viveu aquele passado.


Eu mudei.


Eu amadureci.


Eu aprendi.


E isso muda tudo.


O amor que eu vivo hoje não nasce da confusão, mas da clareza. Não nasce da falta, mas da presença. Não nasce da busca, mas da escolha.


E é por isso que ele me traz paz.


Porque quando o passado se organiza como memória e o presente se sustenta como construção, a vida deixa de ser um campo de repetição e passa a ser um espaço de evolução.


Hoje eu não vivo mais presa ao que fui.


Eu vivo consciente do que estou me tornando.


E isso, para mim, é liberdade.


Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E eu te pergunto: você ainda está tentando viver dentro de memórias… ou já começou a construir a sua vida no agora?

Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, fique até o final.


Durante muito tempo, ouvi dizer que o amor começa no olhar. Que duas pessoas se reconhecem antes mesmo de dizerem uma única palavra. Que os olhos revelam tudo aquilo que a boca não consegue explicar. E, por muitos anos, eu acreditei que talvez tivesse perdido essa experiência.


Meu marido nunca conseguiu sustentar um olhar profundo comigo. Não por alguns minutos. Nem por um minuto. Os olhos dele sempre encontravam outro lugar para repousar. Enquanto eu desejava aquele silêncio cheio de significado que existe quando duas almas se encontram através do olhar, ele parecia escapar desse instante.


Confesso que, às vezes, isso me entristecia. Eu me perguntava se havia faltado alguma coisa no começo da nossa história. Será que não vivemos aquele amor que nasce à primeira vista? Será que a nossa conexão começou incompleta?


Então percebi algo que transformou completamente a maneira como eu enxergava o nosso relacionamento.


Nós não começamos pelo olhar. Nós começamos pelo diálogo. Pela convivência. Pela afinidade. Pela confiança construída aos poucos. Enquanto muitos relacionamentos nasceram de um impacto visual e morreram quando a realidade apareceu, o nosso cresceu em meio às conversas, aos desafios, às escolhas diárias e ao compromisso de permanecer.


Depois de dezessete anos juntos, comecei a me fazer uma pergunta diferente. E se eu estivesse procurando o amor no lugar errado?


Talvez eu estivesse esperando encontrá-lo apenas nos olhos, quando ele sempre esteve escondido nas atitudes.


Porque o homem que não consegue me olhar fixamente é o mesmo homem que esteve ao meu lado nos dias difíceis. É o mesmo homem que me respeita, me apoia, me faz rir, me acolhe e me completa em tantas áreas da vida. Será que um minuto de contato visual teria mais valor do que dezessete anos de presença?


Quantas vezes idealizamos uma demonstração de amor e deixamos de perceber as centenas de demonstrações silenciosas que já recebemos todos os dias?


Talvez cada pessoa tenha um idioma diferente para amar. Algumas falam através dos olhos. Outras falam através do cuidado. Algumas emocionam com palavras. Outras emocionam permanecendo quando tudo convida a ir embora.


Percebi também que, muitas vezes, não sentimos falta exatamente do gesto. Sentimos falta do significado que atribuímos a ele. Eu não queria apenas um olhar. Eu queria sentir que existia uma conexão profunda. E, quando parei para observar a nossa história, descobri que essa conexão sempre esteve ali. Apenas escolheu outra forma de existir.


A maturidade nos ensina uma lição que a juventude dificilmente compreende. O amor verdadeiro nem sempre parece com o amor que imaginamos. Às vezes, ele é muito mais silencioso, muito mais simples e muito mais real.


Talvez o maior erro seja comparar a nossa história com as histórias que inventaram para nós. Filmes, livros e redes sociais nos ensinaram a procurar o extraordinário. Mas a vida, quase sempre, nos entrega o extraordinário disfarçado de cotidiano.


Hoje, continuo achando lindo quando duas pessoas conseguem se perder no olhar uma da outra. Mas aprendi que existem casais que se encontram de outras maneiras. Alguns se encontram nas conversas que atravessam a madrugada. Outros nas mãos que nunca se soltam diante das dificuldades. Outros no abraço que chega exatamente quando o mundo parece desabar.


O amor não é menor porque escolheu outra linguagem.


No fim das contas, talvez a pergunta mais importante não seja: "Ele olha profundamente nos meus olhos?"


Talvez a verdadeira pergunta seja: "Quando olho para a nossa história, consigo enxergar tudo aquilo que os olhos dele nunca conseguiram dizer?"


Se essa reflexão fez sentido para você, siga o meu perfil, curta, compartilhe, deixe nos comentários o que achou e conheça a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E agora eu deixo uma última pergunta: quantas demonstrações de amor você deixou de reconhecer porque estava esperando que elas chegassem exatamente da forma que imaginava?

Obrigado Senhor por ter me dado o dom de escrever para este momento, esta mensagem.

Foi em canções feitas com amor, que pensamentos poéticos conseguiram mostrar, no luto da vida de cegos, o que jamais seus olhos conseguiram ver.
Recado de Deus ao homem
Tão fácil, gostar da vida sem destruição, tudo que fiz foi à bem de todos. Confiei a cada um sua missão e o que deixei foi para todo ser vivo na face da terra. Através das nuvens, o transporte da água que caem em forma de chuva, a bem de toda vegetação.
O vento a soprar a face do globo. A luz do sol com seu calor para fortalecer na terra a planta, que com tanto orgulho alimenta suas vidas. Nas salinas deixei o sal, para que desse melhor sabor ao seu alimento. Na doçura da cana, o açúcar. Nos rios peixes menos perigosos que nos mares. Dei tudo para que conservassem.
Dei ao meu filho, minha filha, sua irmã como esposa. Ao filho do meu filho, como Mãe, a minha filha. Se todos são meus filhos, irmãos do mesmo Pai, porque não se amaram?
Criei tudo com tanto amor. Dei aos olhos a visão. Coloquei no cérebro a inteligência, para que olhando, sentissem nas maravilhas da natureza o que dei de melhor. Com a sinfonia dos pássaros ao cantarem no romper da Aurora, abri caminho para a música, que está com você á cada momento. Presenteei a natureza com rosas, cujos perfumes foi presente de Maria. Ela é a Mãe de todas as Mães dos nossos filhos.
Deixei a noite para descanso de todos. Fiz cair sereno, transformei em orvalho ao nascer do sol, em beneficio das flores. A mesmo limpa suas pétalas dando colorido aos campos, assim Maria fica feliz. Para sobrevivência dos animais dei a razão em matar, semente ao fruto para continuar. Com justiça, a vida e a morte para todos iguais. Dei na confiança de todos meu verdadeiro e único filho, para que ensinasse uns aos outros o meu regime: O Amor.
Ele foi crucificado, pregado na cruz por seus irmãos e antes da morte do seu corpo me fez um pedido:
Perdoai Pai, eles não sabem o que fazem. E eu cumpri. Há dois mil e tantos anos subiu ao céu e ao meu lado direito diz:
Pai, fiz tudo por amor. Se para cada um de nós deu uma cruz e todos seu dia marcado, voltarei a terra antes do fim de tudo.
E por amor ao homem levarei o seu recado.
Francisco Moreira de Freitas – François.

Inserida por franciscodefreitas

Eu tento incessantemente controlar o desejo insano que sinto em escrever sobre ti, ou rabiscar teu nome na folha do meu caderno, mas quanto mais eu guardo mais forte ele se torna. Meu coração possui um ímã que é constantemente atraído por ti, mesmo a quilômetros de distancia eu consigo te sentir e a forma como isso quebra meu coração em pequenos pedaços nunca será compreendida. Você torce o meu coração como se ele fosse um pano de chão sujo e nojento. Você poderia simplesmente torce-lo e deixar o amor escorrer, mas em vez disso você prefere contamina-lo cada vez mais com suas mãos sujas e falsas. Mergulha meu coração em um balde com uma estranha mistura de amor e ódio, e por isso me sinto como se te odiasse e amasse ao mesmo tempo; como se te perdoasse, mas no fundo te abominasse.
Não existem parágrafos ou pontos finais, só reticencias. Malditas reticencias, deixaram de ser pontos e viraram pontes que me ligam a ti contra a minha vontade.
Estou me ligando a pó, soterrado sob mais pó e esperando que tu renasças das cinzas, mesmo sabendo que é impossível. E todas as vezes que eu sinto sua falta eu tenho que aceitar que você morreu, e aceitar é a pior parte de todas. Pior mesmo que superar, que seguir em frente... eu superei, e aprendi a conviver com isso, mas ainda sei que não me permiti aceitar que algo que possuía uma parte tão boa, também possua uma parte tão ruim.

Inserida por twoanyr

Apenas mensagens

Paro tudo o que faço para pode escrever,
Escrever excertos belos, ou não, apenas para descrever,
Descrever o que sinto, ir em lugares que só a imaginação consegue levar,

Me perguntaram se tudo que escrevo, já possui direção..
Será que tem? Será que tem alguém por trás de tudo?
Afirmo: “não sei, No entanto, saberei quando o coração fizer meu corpo sofrer..
“Sofrer? Mas como?”.. Quando ele conseguir me fazer tremer quando a ver.. fazer- me suar frio..
Perder a fala, ou seja, quando não conseguir esconder mais..
Mas tudo isso ainda é apenas um sentimento..
Sentimento pelo qual vivo constantemente a procura de um grande amor..

Talvez faça errado.. escrevendo isso aqui, mas é assim que um dia todas essas mensagens chegará a você, a base de declarações implícitas, mas todas em comum.. um grande amor para nascer..

Inserida por mercaldi

Não é uma Rosa

Gostaria de começar a escrever esse texto expondo suas características, das quais, eu acho incrível, ou, simplesmente falar como te acho deslumbrante, poderia começar a falar de sua beleza cativante, ou também poderia começar a falar de seu jeito perante meus olhos.

Por que uma rosa é bonita? Por que falaram? ou por que simplesmente vemos com nossos olhos a beleza delicada que ela mostra nas suas pétalas? Mais nem todas as rosas são bonitas e algumas são bonitas e não são bonitas a certos olhares. Mais nem todos acham rosas bonitas, mesmo elas sendo belas e perfeitas. Posso dizer então em virtude tudo isso que mulheres são como rosas, em virtude delas serem bonitas.

Ah, estava falando de você, e comecei a falar de rosas, beleza, e pensamentos sobre rosas, será se estou querendo falar que você é uma rosa? Não, ou, melhor, sim. Em virtude dessa comparação. pode se achar uma hipotética tremenda. Mais você é uma bela rosa da qual mesmo não podendo sentir, cheirar ou vê de bem perto. Consigo descrever nessas sublimes linhas o que meus olhos vêem, o que transparece de forma simplória ao lhe vê e desde quando te conheci, só não havia chegado a uma afirmação tão óbvia.

Antes de começar a pensar várias coisas e achar que tudo isso está incompleto e que vejo apenas um lado, digo, até as rosas tem espinhos, sim, rosas não são só rosas, rosas são rosas com espinhos também, alguns evitam tocá-las por medo de se machucar, ou simplesmente por não achar que deve se tocar. Rosas devem ser tocadas de uma forma delicada, e não deve ignorar os espinhos. Agora você pergunta-se, eu tenho espinhos? não, pode ter o que chamam de lado negativo, algumas falhas, se rosas tem, porque você não teria.

Não, você não é uma rosa, é como uma rosa, você tem sim, lindas características, podem até não dizer de uma forma tão explícita, tem um jeito delicado de ser, ou até mesmo bruto de ser comparados com outras rosas, mais não faz que não seja uma rosa. Bonitas palavras, belas, conquistam, encantam, mais aqui não quero isso de forma direta, quero que através dessas palavras entendam, o que eu vejo em você, que você pode até mesmo depois disso tudo olhar-se no espelho e perguntar, será tudo isso? Enquanto faz essas perguntas, já disse que sim, deixe de teimosia.

Mesmo que o meu tato nunca te sinta rosa, meus olhos, meu pensar, meu desejar, meu viver te sente delicadamente há muito tempo. Não, não sou louco e nem doido, não tenho medo de expressar tudo isso, não tenho medo de viver. Tenho medo de não viver. Tinha medo de que nunca poderia te dizer que você é como uma rosa

Inserida por faelzimxd

Escrever tem sido um pouco difícil há algum tempo
Porque confesso que esqueci onde posso ou devo colocar o pontos finais..
Já não sei se os-coloco no fim das tristezas e agonias
Ou no começo das alegrias..
A cabeça anda dando pino, pifando, dando tiuti
Porque sabe,
É tanta tristeza dentro disso tudo
Tanta gente derretendo,
E ao mesmo tempo
Muita gente fazendo disso uma eterna plantação de morangos
Doces, imensos e bem vermelhos
E isso, pode acreditar
Me faz criar um tipo desafeto a pontos finais
Cheguei à conclusão que nada nessa vida tem fim
Nem esse poema..

Inserida por limaozinho

TODOS PENDURADOS NO VARAL

O varal convida a escrever
É importante para o crescimento do mundo
Novidades literárias a se ler
Livro, um espaço apenas teu,
Mas com ele você divide o segundo

Escritor desde pequeno
Rimador por um acaso
Divulgação eu to fazendo
Esta arte é um descaso
E o mundo não ta vendo

Ao leitor meu poema to levando
Mas o mundo é coisa grande
Dificuldade pra lançar to encontrando
O mais vendido quero tornar nem que por um instante

A alegria e o deslumbre de monta-lo to conhecendo
O prazer de vê-lo sendo lido por alguém to passando
Que bom que sou do meio literário toda nova era dos rimadores vou vivendo
E a cada novo dia um poema inédito vou admirando

Agora dicas em poucas palavras eu vou dar
É fácil, preste atenção.
Pra fazer uma estrofe
É assim: 1° com 3° e 2° com a 4°, pronto,
agora é só rimar
Agora é sua vez, vamos praticar, sem enrrolação.

A crônica também é fácil de fazer
Ela se da no dia-a-dia
Sem o menor problema, ela se desenha no seu lazer.
Mas nunca esqueça, sempre com alegria.

07/09/12
Todos os direitos autorais reservados ao autor

Inserida por ViniciusLeal

Origem do Poema

Quero escrever um poema,
Mas não sei o que escrever!
Ideias tenho que ter!

O poema não vem assim...
De uma hora
Para outra...
E acaba sem um fim,
O poema brota de uma inspiração,
Que nasce como uma canção.

O poema não escolhe cor, lado,
Ou pessoas apaixonadas!
Ele acaba chegando,
Como a chuva
Sem podermos prever.
E ele nunca acaba com o nosso prazer.

Poema trazem alegrias,
E pessoas mais felizes
Ficam ao ler um poema,
Que nunca tinham conhecido.
Mas sempre tem a chance de começar de novo.
Mudar o caminho,
E seguir seu destino.

Inserida por stefaniribeiro

Amigo...
Resolvi escrever-te, falar-te do meu amor,
do meu carinho por ti.
Quero dizer-te o quanto é maravilhoso ter-te
como amigo, e poder contar com a tua amizade
sincera , lealdade e companheirismo.
Quantas coisas vivemos juntos! Algumas boas,
outras menos boas, algumas importantes, outras banais,
mas todas inesquecíveis!
Tens estado presente, em todos os momentos importantes
de minha vida.
Ora incentivando, torcendo por mim, outras vezes zangando-te, aconselhando-me, chamando-me à razão.
Tu meu amigo, és mais que um irmão!
Por isso resolvi fazer-te esta declaração...
Declaração de amor, de carinho e respeito, e muita,
muita admiração!!!

Amigão, moras no meu coração!!!

Inserida por marliwissmann

Aaah se escrever desse dinheiro... Eu escrevia sobre tudo o que os outros quizessem ler, escreveria sobre tudo o que não vivi como se tivesse vivido. Não pelo dinheiro, mas apenas para que os sonhos saíssem do papel para animar a vida de outros e para que meus pensamentos fossem vividos por outros. Mas escrever não dá dinheiro, o que dá dinheiro é estudar e estudar é ler o que os outros dizem que é certo, é acreditar no que lhe é dito.
E acreditar de mais é ilusão e de ilusão não se vive.

Inserida por licazitah

Sempre sonhei em escrever.
Poder contar estórias.
Tentar construir mundos inteiros.
Personagens de todos os tipos.
Não sei se consegui realizar isso.
Afinal, da minha parte, sempre serei suspeito.
Porém, os poucos comentários que vejo a meu respeito (e principalmente a minha obra), me fazem sorrir.
E assim, acredito que estou fazendo mais alguém dar um sorriso. Mesmo que por algum tempo.
Se fiz alguém acreditar na minha ficção, então é bem provável que eu não esteja arando a terra de forma incorreta.
Mas, assim mesmo tenho minhas dúvidas.
No entanto, continuo a sonhar.
Sempre.

Inserida por LLSantos

Linguagem padrão

Para que escrever de forma tão erudita?
Para que dizer o que sente como no simbolismo?
Os sentimentos mais belos são simples,
Não necessitam daquelas palavras usadas tão raramente,
Tão cultuadas por muitos,

Aprendi.. que para sermos felizes não precisamos nos esconder,
Perdemos do amor com formas,
O verdadeiro sentimento está no espontâneo, não no pensado,
O verdadeiro sentimento está dentro de cada um,
Libertado assim que encontra alguém com a chave certa..

Podemos procurar, procurar, e não encontrar,
Podemos achar. No entanto não ser o momento,
Podemos nos culpar, por ter perdido uma chance,
ESQUEÇAMOS a forma, o que importa hoje e agora, é o sentimento..

Imagino como seria a vida.. se todos falassem assim como a forma culta nos diz que é correto
E não como é o desvio do padrão. Quantos amores poderiam deixar de ser relatado?
Quantas histórias ficariam apenas nas lembranças?
JOGUEMOS fora tudo que possa nos impedir de escrever..

Não é legal, escrever o que sente, do jeito que sente?
Sem sofisticar? Sem querer impressionar?
Para mim, isso é o que importa,
E para isso escrevo.

Inserida por mercaldi

Um poema para você eu tinha que escrever,
Não sei como te dizer isso,
Mais estou a gostar de você.
Conheci-te há pouco tempo
E carinho já tenho por você,
Quero você seja meu amigo.

Tive uma ótima impressão sua,
Quero te conhecer melhor
Saber suas dores e suas loucuras.
Você topa virar meu mais novo amigo?

Sabe te acho muito bonitinho,
Carinhoso, muito amoroso,
INTELIGENTE.
E QUERIA DIZER TE AMO!

Inserida por stefaniribeiro