Escrever uma carta a uma Criança
Quando eu era bem jovem, criança mesmo, aprendi a andar de bicicleta no coroadinho, onde morei por um tempo.
Não costumo lembrar de muita coisa, mas lembro que andar de bicicleta me fazia muito bem. Eu esquecia as coisas tristes da minha infância, as ausências, a confusão emocional que havia sobre o tema *Família*. Advinhem o que aconteceu um tempo depois? Eu me acidentei.
Na casa da minha vó, no São Cristóvão, um lugar incrível para uma criança, lugar que nos rodeava de natureza e diversão. Caí alguns metros a baixo e bati a cabeça sobre uma bananeira macia.
O motivo da queda?
Eu havia ganhado uma bicicleta que era enorme pra mim. Me desequilibrei em um precipício de tabatinga e caí.
Eu fiquei traumatizada e advinhem?
Deixei de andar de bicicleta, já tentei várias vezes reaprender a andar e nunca consegui.
É estranho e um pouco irônico…vindo de uma pessoa que sabia fazer manobras tipo bike Cross.
Mas eu já decidi que vou perder o medo (que as vezes parece bobo) e o nervoso que sinto quando tento usar uma bicicleta.
Conto isso para que algumas pessoas entendam que eu ando ocupada demais tentando me reinventar. Que esse exemplo é simplório, que eu estou tentando me reconstruir de quedas como essa, só que maiores. Que possuem motivos que de acordo com a história pessoas não querem saber. Então eu peço que se você não pode me entender ou me estimular, não seja um precipício na minha vida.
Tem pessoas que escolhem as coisas ruins.
Tem pessoas que desde que se entendem por gente são ruins.
Mas será que elas não estão tentando melhorar?
Eu espero que sim.
Todo mundo tem seus precipícios, mas não precisamos ser mais um para ninguém e isso sim é uma escolha. 🌻
A TENDÊNCIA DE CADA FAIXA ETÁRIA
A Criança (0 a 10 anos) quer Observar, como Imitadora!
O Adolescente (11 a 20 anos) quer Experimentar!
O Jovem (21 a 35 anos) quer Aprender!
O Adulto (36 a 60 anos) quer Aplicar!
O Idoso (61 a 80 anos) quer Apreender!
O Velho (a partir de 81 anos) quer Observar, como Espectador!
Contudo, verifica-se também que há, Adultos que querem Imitar, Idosos que querem Experimentar, Velhos que querem Aprender, Crianças que querem Experimentar, Adolescentes que querem Aplicar e Jovens que querem Apreender!
Mesmo que uma criança ou adolescente cometa um crime bárbaro.Ninguém pode defini-los como psicopatas,pois ainda não possuem o desenvolvimento mental completo.Por isso, a denominação correta é portadores de transtorno de conduta.Psicopatas são adultos insensíveis que não são empáticas ao sofrimento alheio,ou seja,não sentem
compaixão.Geralmente são pessoas que não derramam lágrimas por apresentarem alto grau de insensibilidade.Psicopatas dificilmente agem por impulso.Seus atos de perversidade são planejados de forma minuciosa.
Pois já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”.
Isaías 9:6
Quero ser essa criança, na vida de todos.
Quero ser esse menino, no corpo de mulher e aconselhar com o Espirito dEle.
Em nome de Deus, quero empoderar as pessoas, para que a felicidade de SER seja mais que a de TER.
Quero que o Amor Incondicional seja Eterno em nós.
Que a Gratidão, estufa nossos corações, impulsionando o calor fraterno.
AMÉM.
Natalirdes Botelho.
"Criança: uma criatura amada por todos"
Criança, tu és a cura da minha loucura, a razão do meu sorriso e a luz que me ilumina quando estou triste.
Criança, tu és o meu cajado que sustenta os meus passos, o alarme do meu levantar e o motivo da minha existência.
Criança, teus olhos resplandecem a luz que ilumina os meus passos. Tu és a criatura que todo humano quer ser e ter.
Criança, tu tens o amor verdadeiro, incondicional e incomparável.
Tu és tudo o que as palavras não conseguem dizer, és simplesmente tu, criança.
(...) Em dezembro de 1983, nascia uma afável de uma deleitável criança, cuja vida não lhe foi tão propícia aos anseios inocentes de sua inflorescência infância.
Pertencente a uma origem humilde, ele recebeu uma educação doméstica e acadêmica sigilosamente rudimentar, porém, eficaz.
O seu caráter cortês foi moldado precocemente por ironia do destino, deixando-o parcialmente inibido ao seu mundo interior propriamente dito, ou seja, o seu “eu”.
O tempo passou, e naturalmente o menino de olhos claros, a cor da natureza, de cabelos castanhos e de uma estrutura emocionalmente épica, tornou-se num dócil homem sensivelmente inclinado a uma dimensão gerada nos corações poéticos, de seres meramente apaixonados pela arte de escrever.
Apresentando ser um mancebo convencido (o que não era) por ter um semblante austero, era um jovem bem-humorado e eufórico na área da comunicação.
As suas decepções amorosas deixaram o centro das suas faculdades glacialmente petrificadas, no entanto, maduras, sem esquecer que o universo, por um todo, conspirou propositalmente a favor de uma coesão ilibada de sua simplória dignidade masculina.
Mesmo tendo como experiência, diversas desilusões sentimentais, esse probo sonhador, nunca deixou de acreditar na força cândida do casto amor, concebendo assim, uma personalidade definitivamente singular e assaz para uma patente óptica horizontal da sua vital existência.
Aos 19 anos, tornou visível a imagem latente duma película revelação artística no seu desvanecido âmago, da qual se espargiu pelas fronteiras exteriores do universo clássico da literatura coeva.
Anos mais tarde, um ser magnificamente metafísico, chamado transcendentalmente de EL (Deus), une grandiosamente a sua alma ao core de uma linda mulher, que se tornou para ele num límpido baluarte moral e afetivo, pela qual discorre o início de uma triunfante história que não terá um ponto final escrito por mim, mas futuramente pelos seus áureos filhos, que serão eternas e importantes estrelas de uma era não muito distante ou por nobres companheiros, que o auxiliaram com bálsamo no período bélico da sua rústica jornada.
Enfim, esse fidalgo ser não foi nenhuma celebridade, nenhum fenômeno heroico e muito menos um mito greco-romano, ele foi simplesmente ele, Diogo Oliveira, mais conhecido e respeitado carinhosamente pelos seus veros amigos de: macjhogo,
"o escritor".
SEMANA DA CRIANCA.
A Criança é um tesouro, a melhor criança é aquela que é, apenas em idade. por isso que o idoso que têm uma empatia menor, equipara-se a criança.
Na verdade, os actuais adultos foram crianças de ontem e serão crianças do amanhã, há uma rotatividade nas incapacidades.
Em face do retromencionado, vale criar planos de incontigencias pra elas porque as mesmas tutelar-nos-ão amanhã.
Devemos prezar pelas crianças, quem maltrata uma crianças, está a se comportar a margem da lei, entretanto o bom educador, nao maltrata o filho em contrapartida, influi o filho em tomar atitudes imprescindíveis pra o desenvolvimento do nosso país.
Por: ARNALDO CHINEMERO.
FELIZ SEMANA DA CRIANÇAS.
Eu vejo o sorriso de Deus na face de uma criança feliz. Vejo também o Seu lamento, quando ela sofre abandono e restrição quanto ao acesso daquilo que lhe é pertinente.
Se você deseja ver com mais frequência o sorriso de Deus, seja um instrumento de alegria para quem o Mestre da Galiléia lhe garantiu com antecedência o Reino do Pai Celestial.
Prólogo do Livro MICROCUSPEs
PRÉ-CUSPE
Não sou poeta, não me chame assim.
Quando criança, na escola, uma professora de redação,
dessas que vivem de dar nota, me disse:
Vai, Kiko, ser gauche na escrita.
Quem me dera que meus cuspes fossem leminskiados.
Sinto inveja desse cachorro louco. Como é que ele consegue?
Nem se eu caetanasse o que eu escrevo...sairia um inutensílio.
Ponho R em Buarquer, Francisco Buarquer, pois assim me sinto mais
confiante. Posso ponhar à vontade, pois sempre acerto as crases
e dou rodopios nas mesóclises.
"Caro leitor, escrever-lo-ía com clareza, mas..."
mas (adoro conjunções adversativas),
mas... descubro
que
mais
importante
do
que
o
que
quer
ser
dito,
é
o
que
quer
ser
impresso.
Então, se tá feio, takai-me na ternura. Pra mim tá bão.
Não páro pra pensar mesmo.
(não páre o "pra" nem o "bão", muito menos "páre" este acento,
pois agudo já estou).
Apenas seleciono alguns versos, rimas tolas e pronto.
Por fora, um status quo de bestos textos.
Impressão preto & branco.
centímetros de largura.
pixels de altura. CMYK.
Sorriso de selfie e uma voz arnaldoantuniada dizendo
que o livro existe porque foi feito.
Por dentro, ah...interjeições....
Trago na Pessoa a suavidade em nada se dizer.
Grandes espaços em branco, Duncan to a canto.
Ainda acho que um louco vai pesquisar "neologismo" no Google.
Um desocupado, com certeza.
Um ocioso severo, caso de morte ou vida.
Me cubro de humanidade
irrespiro o brio do transparente
ignoro a qualidade,
mas sou gente. (já falei que adoro conjunções adversativas?)
Durante o período
da infância no interior
não existe ninguém que
foi criança feliz ou triste
que não tenha ouvido
alguma lenda ao redor
de um Mussum num rio,
Eis a nostalgia de uma Pátria
ingênua de um destino
que não volta nunca mais:
(Uma memória de quem viveu
na roça para que também
não seja apagada esta singela
história de um tempo que
éramos felizes e não sabíamos).
Natália, Confiante Mulher
Que desde criança sabe o quer,
De uma personalidade
que tanto cativa
quanto incomoda
ou, talvez, intimida,
Mas não se importa,
defende seu ponto de vista,
é audaciosa,
Cabelos cor de fogo
como uma chama viva,
Além de ser linda,
Natália com a vida, sabe lidar,
Sensata Postura, Belo encorajar.
A mente de uma criança
é simplesmente inspiradora
por sua capacidade poderosa
de transformar um breve momento
mesmo com poucos recursos
num universo de divertimento
que traz vigor ao coração,
um sorriso espontâneo no rosto,
uma saudável inquietação.
Dessarte, não é em vão
que a infância deixa tanta saudade,
já que com o passar do tempo
aquele poder de transformação
não é mais uma constância,
vai enfraquecendo,
atrapalhando o senso de relevância.
Diante de tudo isso, compreendemos que precisamos preservar
a nossa criança interior
pra que ela seja a fonte do nosso poder de transformar,
pois será um gesto do nosso próprio amor.
Confiança de um amor puro, a bênção preciosa no mundo de uma criança
numa sensação de renascimento, um sabor de esperança, fruto de um abraço sincero, acolhedor, que passa segurança, também dos risos e da atenção que fazem aliviar a dor, então, feliz de quem alcança o esmero de um ser de tanto valor que traz o frescor da infância graças a constância de amar do Senhor.
A ternura cativante de uma criança alegre hoje finalmente atinge a maior idade, uma mulher romântica, inteligente, temente ao Senhor, que esbanja amor e graciosidade, uma poesia interessante, vivente, o lindo florescer da simplicidade, arte emocionte, cujo olhar é belo e reluzente como um girassol apaixonante, a riqueza de um coração veemente, possível inspiração que agradaria o aclamado van Gogh demasiadamente.
Vejo também que tem se mostrado cada vez mais resiliente em meio às adversidades através do seu semblante grato e sorridente, seus gestos de bondade, da sua rara capacidade de colorir os dias dos outros mesmo quando o seu dia está acinzentado por suas inseguranças, problemas e excesso de cobrança pessoal, além daquilo que está fora do seu alcance, o que contribui bastante para que seja esta pessoal tão especial.
E naturalmente, tem as suas imperfeições, porém, as suas qualidades chamam bem mais atenção, enaltecem a sua presença, marcam ocasiões breves na mente, belas histórias graças a Deus vivenciadas ao seu lado, um livro de muitas páginas, parágrafos exultantes na sua maioria e com a participação de alguns privilegiados, verdades claras e outras nas entrelinhas, então, espero que o seu amadurecimento seja uma constância e que nunca perca aquela alegria da infância.
Eu escrevo poesia desde criança, e resolvi me aventurar com a poesia visual que é uma modalidade que os artistas plásticos dominam através de umas fichas lá do ano 2000 que encontrei num canto.
A poesia visual nada mais é do que a expressão de um sentimento ou fato através das expressões visuais de imagens, desenhos, palavras, letras, números, sinais, cores que podem ser expressadas através das mais diversas técnicas mesmo que você não saiba como dominar elas.
Um simples rabisco num pedaço de papel pode se tornar a sua poesia visual.
Você é capaz de se aventurar em fazer a sua poesia e postar nas redes sociais?
Ah, e se você quiser, sinta-se a vontade para levar esse post para você interagir com os seus amigos!
Dica: Para você se destacar como poeta visual o ideal é que você saiba se expressar ao máximo visualmente para que outras pessoas entendam a sua mensagem.
Quando eu era criança, meus sonhos eram desinibidos.
Então fui incentivada mesmo sendo tímida a explorar minha personalidade e aproveitar as oportunidades envolventes que a vida pode me dar e vieram do meu jeito e a cada dia continuo lutando e vencendo da minha maneira.
Em busca não só da felicidade, mais do caminho certo da minha metamorfose humana em ser melhor do que já foi e o dia do amanhã, ser melhor ainda do que sou.
—By Coelhinha
“O que abastece meus dias com fé e força, São os sorrisos de uma criança, o abraço de um amigo, o amor da minha família e até mesmo o desprezo de um inimigo. Nada pessoal anjo mais pra você dedico o melhor de mim que eu trago dentro... Meu olhar sarcástico de quem está devidamente preocupada.”
—By Coelhinha
Quando eu era criança
Queria tanto crescer
Agora já bem crescido
Queria rejuvenescer
Hoje consigo entender
As coisas que antes não via
Agora não tenho mais medo
Das coisas que antes temia.
Bons tempos se passaram
E outros certamente virão
Vou mantendo a mente aberta
Mas sem trancar o coração
Há muito tempo aprendi
Que as coisas são como são
Ainda bem que encontrei você
É seu o meu coração 🍀
Que eu possa enxergar a esperança
No sorriso de um velho
Na arte de uma criança.
Que o amanhecer chegue devagar
Para que eu não tenha medo
De viver, de sorrir, de sonhar
Mesmo não tendo lágrimas, eu choro
Com força e coragem sigo em frente
Duvidando da minha fé, eu oro
Deus me forjou focado, resliente
Parte 2
Eu sou a criança da baixa média.
A minha única riqueza é a comida.
Eu lavara as mãos e comia o quiabo.
Mastigando o quiabo
A minha imaginação era o frango .
O problema é que, quem estava a comer o frango era o meu vizinho.
E o meu quiabo transformando -se em frango era só a minha imaginação.Kkk
Para mim ter o frango e arroz no prato , era a melhor riqueza do mundo .
Quando chegava o Natal
A minha avó comprava um frango, e cinco copos de arroz.
Na casa éramos quinze pessoas.
A minha avó cortava o frango em pedacinhos.
Eu toda feliz, dançando porquê comeria o famoso frango e arroz branco.
Quando a minha avó , terminava de cozinhar, servia e nos chamava para comer.Eu no meu coração falava: Chegou a hora mais interessante
Chegou a hora de comer frango e arroz que esperei janeiro, até dezembro.
A minha felicidade, não se basiava na qualidade ou quantidade do frango, simplesmente se basiava em pensar que, hoje comerei o frango com arroz.
Levava o meu prato
Sentava- me , comia arroz com molho de frango, e deixava o meu pedacinho de frango ão lado.
Quando terminava o meu arroz com molho de frango
Pegava o meu pedacinho na mão, iria a casa da minha vizinha com boca cheia de óleo, e graus de arroz na camisa .
Eu dizia para a filha do meu vizinho; Olha hoje comi o frango com arroz
Dizia sem parar; Olha o meu frango, estás a ver graus de arroz da minha camisa. Comi o frango com arroz.
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