Escrever uma carta a uma Criança
E porque tudo é complicado.
A vida seria fácil se todos
Tivessem aquele espírito
De criança. tudo seria mais
Fácil não teria tanta arro-
Gancia como hoje. E tudo
Seria mais leve igual a
Brisa do mar quando bate
Em nosso corpo, isso sim
Vale a pena viver e não só
Acumular memorias mal
Vividas.
"Sou rijo porque nasci no tempo em que a criança era acordada para ir dormir, diferente da geração de deixa criança dormir".
"Vocé é uma semente plantada na rocha consigo ninguém se preocupa, até sua vida penhoram na aposta".
Eles exibem a sua miséria para pedirem ajuda, em nome dos necessitados os filhos é que estudam na Tuga.
Um dia vais entender que até um estudante que tira ZERO VALORES no teste, trabalhou muito para nada.
Não te pressione para impressionar.
Ando sempre cansado porque passo a vida a luta, claro contra a pobreza.
Quando for para subir comece sempre de longe, porque de perto muitos estarão para te inviabilizar.
Se for para subir, suba sozinho porque ao cair todos irão se afastar apenas sua coluna vai te suportar no chão.
Você se reconhece neste circo espiritual? V
A criança do LSD
A criança LSD acredita que ele é o filho preferido do universo. Ele não sabe como ganhar dinheiro e passa a maior parte de sua vida cósmica no festival.
A criança LSD está disposta a ingerir qualquer substância, desde que seja natural (LSD em uma exceção). Ele acha que qualquer coisa da mamãe terra é saudável e bom para você, aparentemente ele nunca ouviu falar de veneno.
Os autoproclamados ativistas do teclado / teóricos da conspiração estão tão acordados que não conseguem nem falar com o decibel médio da fala humana, gritam e usam letras maiúsculas para acordar as ovelhas. É mais eficiente.
Eles sofrem de grande grandiosidade e seu líder escolhido são os “Trunph´s da vida”.
Eles costumam beber chá, jogadores de quarto, pois ganham seu “dinheiro” com o comércio de criptomoedas ou assim farão um dia.
Eles começam a maioria das postagens com um “alerta de gatilho” e sofrem de paranoia aguda, seus pronomes usados com frequência são “eles” e “eles” e adoram usar a palavra “soberano”.
O Espiritual Não Espiritual
Esses são os zangados. Para eles, a transcendência é um desvio espiritual e a auto responsabilidade é a vergonha da vítima.
O Espiritual não Espiritual foi desiludido por um Guru em um ashram na Índia quando confundiram o ensinamento com o professor. O espiritual não-espiritual não suporta a visão de uma alegria e confunde rabugice com firmeza.
Posso ou não ter mergulhado o dedo do pé em um desses arquétipos. Tudo bem brincar de esconde-esconde com a gente sob a roupagem desses personagens, desde que não nos identifiquemos com nossos pontos de vista e ideias, desde que saibamos que é um circo e que somos apenas palhaços.
Desde que não nos esqueçamos de rir.
“O mais esperto de todos é o homem que se diz tolo pelo menos uma vez por mês.” (fim)
Liberte a criança que existe dentro de você. E permita que ela seja sempre livre e curiosa. Que aprenda com os erros, mas não tenha medo de errar e se arriscar novamente.
Acorde todos os dias com a curiosidade de uma criança, com vontade de aprender e descobrir coisas novas. Afinal, as crianças nos ensinam todos os dias que, com o menor dos gestos, temos a chance de perceber como a vida é maravilhosa.
Liberte a criança que existe dentro de você. Para ela, é possível enxergar beleza na vida todos os dias. Até no tempo cinzento ela logo resolve a questão com seu estojo cheio de lápis de cor.
Quando estiver sentindo vontade de desistir, lembre que sua criança interior não conhece limites. Para ela, todos os sonhos são possíveis. E ela não duvida que você seja capaz de realizar cada um deles.
Liberte a criança que existe dentro de você. No meio da chuva, calce galochas e se divirta pulando as poças d’água. Quando aparecer o arco-íris, pegue os lápis de cor e tente capturar todas as cores no papel.
Quando o presente estiver muito difícil, viaje na sua imaginação sem limites. Só não deixe a vida apagar o brilho nos olhos e a pureza no coração da criança que carrega dentro de você!
Existe uma criança dentro de nós. Às vezes tentamos escondê-la. Às vezes as preocupações da vida até nos fazem esquecer que ela existe. Mas não deixe esse brilho dentro de você se apagar.
Quando o peso da vida parecer esmagador, resgate a criança que existe dentro de você. Esse ser de luz vai te ajudar a enxergar a leveza e as pequenas coisas que fazem a vida valer a pena.
Quando criança não tínhamos olhos maldosos; não pensávamos em ganhar vantagem; não nos sentíamos superiores ou perfeitos, nem percebíamos as diferenças ou nos julgávamos melhores, apenas vivíamos e nos divertíamos.
Então a gente cresceu! E aí era preciso tomar atitudes, ter responsabilidades, assumir compromissos e honra-los. E tudo isso que não tínhamos, quando criança, tivemos que aprender a ser. Entretanto, passamos a notar as diferenças, se tornar preconceituoso e desrespeitoso com o próximo, pois perdemos o coração de criança!
É pessoal, foi preciso crescer, foi preciso mudar, foi preciso ter compromissos e atitudes; todavia algo que não era preciso, deixamos acontecer: “o envelhecer do coração”. Ter um coração de criança nos faz acreditar nos sonhos, por mais impossíveis que sejam; nos faz ser amor, carinho, afeto, dedicação e, principalmente, abraços e sorrisos!
Que você ao crescer, ou se já cresceu, continue firme nas suas decisões, fiel em seus compromissos, digno com o próximo, respeitoso com as diferenças e solidário ao que necessita sem jamais perder o coração, as palhaçadas e alegrias de criança!
Aqui nesse quarto escuro volto a ser criança, um choro incessante, um medo desesperador!!!
Mas agora o medo não é mais do escuro, quisera o fosse!
Agora não me refugio mais nos braços seguros de minha mãe...
Sabe o mundo?
Pois é... é ele que me amedronta nos dias escuros e chuvosos!
Os segundos voam, voam e voam...
E com eles se vão um pouco de minha vida, e eu me pergunto se estou fazendo esses segundos valerem a pena,se estou me empenhando a alcançar meus objetivos,se tenho dado assas aos meus sonhos,ou se tenho dado chão aos meus pés...
Se tenho dado o devido valor ás pessoas a minha volta, se tenho realmente noção de que a qualquer momento posso perde-las para sempre,sem ter tempo de me despedir ou de falar o quanto são importantes em minha vida...
Mãe
O meu amor por ti é infinito e incondicional
Mas seus braços já não podem resolver todos os meus medos
Queria que fosse coma na infância que tudo se resolvia quando você acendia a luz e todo o meu medo ia embora, e que quando em seus braços eu encontrava toda a segurança que eu precisava...
Queria hoje poder, bater na porta do seu quarto e dizer que sinto medo, me refugiaria em seus braços e pediria para que você acendesse a luz,
A luz desse meu mundo escuro e sombrio
Mas já é madrugada, e todos dormem...
Hoje sou adulta, e a escuridão que me tira o sono e me amedronta mãe,
Não é a escuridão do meu quarto!
É a do mundo, e temo que talvez você não possa acender a luz pra mim mãe.
Pois essa escuridão também te mete medo...
E veio na brisa, num lapso...
Envelheceste mas a condição de eterna criança ainda está em ti, que belo.
Sentimo-nos jovens, loucos e apaixonados pela divertida condição de estarmos vivos e é isto que nos afasta e nos aproxima.
Então curto daqui, vc acolá.
A Brisa vem e traz o rastro de um amadeirado que nunca foge da anamnese.
Num fluxo de ir e vir, contínuo e desmedido.
Uma corrente nunca mais alforriada
Um laço que nenhum tempo desdará.
Derradeiro
Um dia alguém me contou que quando era criança chorava
quando ouvia ou lia a palavra derradeiro.
Acolhi com ouvido de poesia. E sorri, dentro,
com ternura por essas singularidades lindas de cada um.
Mas sorri muito mais porque adulta,
diante de cada experiência derradeira que a vida desembrulha,
geralmente choro também.
Às vezes, à beça, por outros tantos instantes derradeiros.
Memória de choro é vasta.
Criança
Tem todo tipo de criança,
Tem criança arteira,
Tem criança bagunceira,
Tem criança artista,
Tem criança surfista,
Tem criança agitada,
Tem criança animada,
Tem criança curiosa,
Tem criança orgulhosa,
Tem criança mimada,
Tem criança engraçada,
Tem criança educada,
Tem criança dedicada.
E o que toda criança quer?
Brincar, estudar, pular, dançar,
Ser o que quiser,
Imaginar tudo o que puder.
Comer doces e salgados,
Hum, que delicia!
São muito enfeitados.
Assistir desenhos,
Ter muitos e muitos sonhos,
Ir ao parque de diversões,
E brincar com muitos balões.
Ir ao zoológico,
Ir ao parque aquático.
Imaginar que é pintor,
E pintar a galeria, com muita alegria.
Imaginar que é piloto de corrida,
Passou pela avenida?
Não, pela pista de corrida.
Imaginar que pilota um avião,
E bailar nos céus com seu grande coração.
Conhecer a Disney,
Olhe lá o Mickey!
Conhecer o Japão,
Sayonará! Tem japonês de montão.
Conhecer a França,
Bonjour! Como vai França.
Conhecer a Itália,
Ciao! Olá querida Itália!
Conhecer a Espanha,
Hola! Como vai Espanha?
Brasil, meu querido,
Quem não te conhece,
Com certeza vai querer te conhecer.
Olá! Nosso Brasil, ele é juvenil.
Conhecer o mundo em um minuto?
Brincar o dia todo sem se cansar?
Assim é criança.
Amizade (d)e infância
Amizade não tem que começar quando criança,
mas quando quer que comece, tem que ser com confiança...
Tem muitas amizades que começam na infância
-com brincadeiras de roda,
giz de cera espalhados pelo chão,
pique-pega, pular corda,
jogar peteca, brincar de boneca-
e nos acompanham
enquanto tentamos crescer.
Tem amigo que a gente lembra
do quanto conseguíamos ser radicais:
apostando corridas perigosíssimas
de velotrol em nossos quintais.
Tem amigo que a gente lembra
de quando aprendeu andar de bicicleta
de quando levou tombo de patins
e desistiu do skate que não deu certo.
Tem coisa que é a cara da infância,
como comer bolo de chocolate
e se lambuzar.
Beber bastante refrigerante para ver
quem consegue o alfabeto arrotar.
Tem também aquele momento,
de sair correndo pelo asfalto,
tropeçar no próprio pé e cair.
Eis o tenso instante de decidir
entre chorar ou rir.
Chorar.
Logo passa.
O choro passa, a dor passa,
a infância vai passando, devagar...
Vai passando na memória
a lembrança de quando arqueólogos
queríamos ser...
Para encontrar ossos
de dinossauro no jardim,
enquanto estávamos cavando,
na terra a nos sujar.
Em vez de um crânio de t-rex,
catávamos minhocas, tatu-bolas,
brincávamos com as joaninhas
e depois íamos colher acerola.
As histórias nunca acabam, vão apenas piorando...
Vão de um simples joelho ralado
até um coração estilhaçado.
A amizade cresce junto com a gente,
com uma força indescritível
e mesmo que estejam distantes,
os amigos são amigos.
Confessos, travessos,
brincalhões, companheiros,
protetores, bobos, piegas,
bregas ou estilosos, metidos,
modestos, um shake de sentidos,
de sentimentos, de tudo o que vivemos.
Amizade é aquela coisa estranha,
que dá trabalho,
que cansa,
mas é necessária
e sempre traz alegria, esperança,
consolo ou alguma maré boa.
Traz alegria para a vida e conforto para o coração.
Pedacinho de Papel em dobro
Um pedacinho de papel voou
E na imaginação da criança, pousou.
No céu, vira avião a riscar
E na cabeça chapéu de pirata pronto a brincar.
Se molhado, vira barquinho no rio,
Se amassado, bolinha que caiu.
Se recortado, coração despedaçado,
Se rabiscado, desenho encantado.
Pode ser mapa de um tesouro,
Ou memória que vale mais que ouro.
Convite de festa, diário lacrado,
Livro, cartinha, segredo encantado.
Pedacinho de possibilidades,
Fruto de uma árvore das nossas cidades.
Se vai para o lixo, é puro desperdício,
Na reciclagem, ganha novo ofício.
Este pedacinho de papel é poesia,
Um verdadeiro mosaico de alegria.
Um origamin que brincou e encantou
E a imaginação da criança também dobrou.
Ele não era assim tão pequenino,
Eita papelzinho cheio de destino.
Sozinho não consegue decolar.
Sopre-o para outro lugar.
Karina Gera
Lembrando da minha infância
Quando eu era criança
Nós morava no interior
No sitio que nós morava
Meu pai era lavrador
Ele sempre me ensinava
Que o homem pra ter valor
Além de andar direito
Tem que ser trabalhador
Alembro e tenho saudades
Do banho de ribeirão
Do munjolinho batendo
Lá no fundo do grotão
Minha mãezinha cantando
Socando arroz no pilão
De vez em quando fazia
Uma formada de pão
Os passarinhos cantando
Quando vem rompendo o dia
Orquestra da natureza
Que faz sua sinfonia
No momento que alembro
Desta hora de alegria
Dá uma saudade danada
Até meu corpo arrepia
Hoje em meu coração
Só tenho tristeza e ais
Lembrando da minha infância
Que os tempos não trazem mais
Tenho que ser realista
Nas considerações finais
Quem viveu neste paraíso
Pode descansar em Paz
Francisco Garbosi
Minha ilusão de Junho.
A criança insegura beijou
Soltou muito ar
não brincou de tocar
Não sabia o que fazia
E nem os seus olhos fechou.
Foi em Junho, eu me lembro,
No guarda-roupa de sua casa.
Minha mão parou em teu ombro
E na tua boca me senti em casa.
Eu gostei da sensação
Chorei de emoção
Jurei que contigo teria um casamento
Mas agora lembro de ti com dor
E ressentimento.
Porém te amo, meu varão
Mas te amar foi ilusão.
Ao mundo com dor testemunho
Tu foste Minha ilusão de Junho.
Jardim
Doce criança chorosa,
Doce e antiga parte de mim,
antigo afeto à memória,
de quando brincávamos no jardim.
Não existia motivo
e nem hora,
olhar nos olhos
não era difícil para mim.
Se envergonharia ao me ver agora,
me afogando em rótulos
e desânimo sem fim.
Minha mente,
procurou conforto outrora
e me lembrou de quando
brincávamos no jardim.
Quando criança, pensei ser piada. Ou mais uma forma de prender a atenção das pessoas, ficção. Porém, hoje posso ver, sem sequer procurar, pessoas plugadas a tomadas, esperando suas vidas carregar.
Pensei que teria que viver muito mais pra presenciar, pessoas sendo trocadas por máquinas, sinonimadas a contatos na lista que contabiliza amizades, mas, aparentemente, estava errado. E creio ainda que, pela forma como segue, ninguém de fato percebeu estar assistindo o passar da vida pela tela do telefone.
O que existe de melhor do que ser criança?
A inocência, o riso fácil, a leveza de viver sem os medos que o mundo insiste em ensinar. Ser criança é o primeiro passo rumo à liberdade.
É descobrir o mundo com curiosidade, transformar o simples em mágico e enxergar beleza até nas pequenas coisas. É ser feliz com o que já nasce dentro da gente.
Quem dera pudéssemos guardar um pedacinho dessa fase pra sempre, pra lembrar que a vida pode ser leve, colorida e cheia de encantos, mesmo depois que a gente cresce
A Menina e o Cachorro
Uma criança brinca com um cachorro
no meio da praça.
Na Praça do Patriarca,
foi lá que eu vi.
Entre cinco e seis anos de idade,
tinha a criança.
Igualmente jovem era o animal.
A garota abraça, beija,
se desmancha em carinhos...
O cachorro retribui lambendo animado
o rosto da menina.
Os dois caem,
rolam no chão.
A menina ora por cima do cão,
ora por baixo.
Alguns pedestres param,
observam, riem, tiram fotos,
maravilhados com a beleza da cena.
Outros, apressados,
submersos em seus problemas,
incapazes de enxergar o mundo à sua volta,
passam sem nada perceber.
Uma mulher se aproxima,
afaga a cabeça do cachorro.
A menina se levanta,
fica de pé, imóvel, séria.
Em sua seriedade,
o esboço de um sorriso enigmático,
quase imperceptível,
me fez lembrar Mona Lisa.
Com o olhar fixo na mulher
acariciando o pequeno animal,
a menina parecia esperar sua vez
de também receber carinho.
A mulher, no entanto, se levanta,
faz um último carinho no cão, arruma a blusa,
ignora a criança e vai embora,
diluindo o sorriso de Mona Lisa da menina,
que a acompanha com o olhar desapontado.
E eu, que a tudo assistia, pensei:
— Infelizmente é assim que nós estamos agora!
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Nascida em meio à pandemia, em 2020, esta crônica em versos descreve uma cena real: uma garotinha em situação de rua e seu cachorro, na Praça do Patriarca, em São Paulo.
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