Escrever Livros
Queres ser um exímio escritor de livros? Escreve, rabisca, escreve de novo, risca tudo o que não presta, passa à limpo e depois submete à revisão, avaliação e a utilidade da mensagem ao público.
Para escrever muitos livros basta ouvir, ler, aprender e ensinar muito e ver o que os homens precisam praticar, observando os seus comportamentos bons e maus.
Os demônios ditam conselhos, médiuns escrevem livros e os seus leitores acreditam em tudo o que é meia-verdade, menos nas suas mentiras.
Dá para criar um vídeo ou escrever um livro acerca do sucesso: é só retirar da mente a falta de informação, da criatividade e da praticidade.
Aquele que deseja escrever um livro se desligue das vozes eletrônicas da diversão virtual, porque funcionam como interruptores do raciocínio e da criatividade.
Se não há limite para escrever livros, então procure sempre ler as Escrituras, porque Deus tem o maior interesse que você seja o autor da sua própria obediência e que seja escrito em seu coração as páginas de sua felicidade eterna.
O autor de um livro é alguém habilidoso em escrever palavras coordenadas que expressam pensamentos como produtor de ideais, comunicador de boas mensagens e construtor de bons conselhos, compartilhando suas experiências com o desejo de auxiliar seus respectivos leitores no caminho da aprendizagem, da comunicação pessoal, profissional e acadêmica, visando fortalecer suas realizações, expandir seus interesses culturais, motivar seus conhecimentos em busca de novas oportunidades e de novos desafios, para ampliar o seu sucesso e suas conquistas.
Se não há limite para escrever livros, então não há também limite para praticar os seus ensinos, as suas experiências e os seus conselhos.
"A vida é como um livro em branco. Cabe a nós escrever as páginas com amor, coragem e gratidão."
Roberto Ikeda
Não há limites para escrever livros, mas o homem se limita
a lê-los e muito menos, praticar o que é bom.
Não há limite para escrever livros, porém descarte a sujeira mental, evitando que ela contamine a cultura de um povo civilizado.
É preciso escrever livros explicando por que algumas ideias não dão certo, evitando que outras pessoas cometam os mesmos erros no futuro e causem as mesmas más consequências.
O livro de Matheus.
Existem lugares onde se caminha
Deixa marcas, escreve histórias
Planta flores que o lugar não tinha
Ruas pelas quais
Nunca mais vai passar
E quando a gente olhar pro céu
Talvez perceba que há coisas suaves
Tão breves, que se vão na brisa
Existe um tipo de tempo
Invisível para os relógios
É o lugar onde essas coisas são guardadas
E te mandam lembranças
Elas vem
Pelo postal da vida
Sobre o qual
A ciência não sabe nada
Não existe mentira que altere o trajeto
Marcas de pegadas
Que por menos se enxergue
Não podem ser apagadas
Nem há paz que as negue
Segredos ocultos atrás do muro
Num lugar que sepulta-se medos
Todos eles, da família das verdades
Chega a ser triste e bonito
Ver seus nomes escritos nas lápides
Existem sons que se fazem ouvir
E silêncios retumbantes
Livros que se quis ler
E páginas viradas
Que a vida escreveu
E não foi sem querer
Aromas, que de tão sutis
A memória desconhece
Não são todos caminhos
Que fogem à Roma
A graça da vida
É não saber que lugar é esse
Respostas que se acerta
Tentando fugir à pergunta
Existe um lugar
Que não se chama vida
Pra onde correm todas as mágoas
É lá que essas coisas se juntam
E onde não podem ser escondidas.
Edson Ricardo Paiva.
Dizem que os grandes lideres não escrevem livros mas espalham e direcionam suas ideias, ideais e pensamentos para uma infinidade de seguidores que o conhecem em vida e outros buscadores da verdade que ainda vão conhecer através dos tempos por varias seguintes gerações.
'EM BRANCO'
Não quero passar a vida
como uma página em branco.
Não!
Quero escrever e pintar a minha história
usando das cores que eu tenho direito.
E ter o direito de criar outros personagens,
e até resgatar os que ficaram no passado.
Passados a limpo também serão os meus rascunhos,
que tanto me ajudaram a planejar cada parágrafo.
Traçando o risco,
virando a página
e arriscando um novo rabisco.
Sem apagar nada
pois a borracha eu não usarei.
Deixarei que as letras borradas sinalizem:
posso reescrever qualquer linha, qualquer traço.
As vírgulas? Eu vou usar e abusar delas.
Para que todo o instante seja um sopro de vida
e em cada curva eu tenha a certeza
de que o ponto final do meu livro
está longe de chegar.
