Escrever
#A_Cegueira
Olhos consumidos pelo escuro
Escuridão estendida no rosto
Tão incapaz de escrever um soneto
Agora imagine eu revelando os meus medos
A cegueira
Hoje me perco na alma de quem enxerga
Procuro me livrar dessa maldição
Mas nem com tudo enxergo algo
A cegueira
Um mundo que nunca existiu
Como o oxigênio que nunca toquei
Ficção me fazendo acreditar em tudo
E quanto mais o tempo passa mais me torno miúdo
Hoje tudo o que enxergo é nada
E o que se foi também
Ontem todos episódios formaram um capítulo
Pós nem uma caneta rabisca o meu mundo oblíquo
MauroDarg Pensador
Não sei escrever poemas.
Traduzir em versos simples.
Um grito que não se escutou.
Uma lágrima que não correu.
Enfim, a dor que apenas sente.
Aquele que de fato viveu.
Eu quero... Eu quero caminhar ao teu lado, iremos a areia da praia para teu nome escrever ao lado do meu. Nossos olhos contemplando, admirando o quão grande é o mar, mas não maior que nosso amor. Ali na beira das águas a banhar nossos pés o meu ombro abaixo dos teus braços recolhendo teus abraços e afagos. Ah... e os teus beijos em meus lábios os mais demorados. Eu quero meu bem, como quero!
Falar ou escrever não prova nada sobre a intenção. O que prova mesmo é o que se pensou no momento da ação. Isso ninguém consegue saber exceto a própria pessoa. Ficar tentando provar a intenção às vezes pode soar ao contrário do que se espera.
Nunca foi tão fácil escrever,
bastou pensar em você,
e já que renascia a cada amanhecer,
busquei te conhecer,
para nunca mais te esquecer,
e te amar ao anoitecer.
Quando você fica três dias sem me escrever, duas coisas me ocorrem: 1) Sinto Saudades. 2) Falta-me algo. Ambas não são nada agradáveis. Faça algo a respeito!
Marcas de um Poeta.
Como teu homem,
Tua pele marquei.
E eu não preciso escrever versos onde já deixei minhas digitais.
Teus gemidos expressou a mim,
Tudo que em palavras você não expressaria.
Olfato gravado.
Paladar por mim bem lembrado.
Ativei em ti,
Minhas loucuras e devaneios.
O duelo foi ofegante.
Eis a razão,
Agora,
Olhe-se no espelho.
Verás as marcas de um Poeta,
Em ti......
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Obrigado Deus...
Deus, obrigado por me permitir escrever e contar sobre os meus dias, sobre as minhas experiências, os meus pensamentos conscientes e sobre os meus sonhos que consigo resgatar,
Deus, agradeço também por de alguma forma deixar a minha escrita ser aceita pelas pessoas mundo a fora, e que nem as areias, nem os oceanos, impeçam a minha arte de chegar aonde tiver que chegar.
Uma carta para um homem
Meus queridos, com muita dor venho escrever a vocês, que muitas de nós estamos feridas, por aqueles que deviam de nós curar e manter protegidas,
Nós não queremos morrer,
Nós queremos viver,
Não nos matem, aceitem o fim é assim,
Não precisamos perdoar vocês, não precisamos dar uma segunda chance a quem nao valorizou a primeira.
Não nos matem, só queremos ser amadas, queremos alguém que viva por nós
Não que tire nossas vidas.
muitas vez eu não sei o que escrever sobre o amor próprio, porque até eu como escritora
Me perdi no amor
Eu amei tanto alguém
Que no meu coração não sobrou nem uma brecha pra mim
Não posso críticas aqueles que vivem pelos outros
Mas posso dizer a vocês que
Antes que ame alguém
Se amem mais
Porque o amor próprio vem sempre em primeiro lugar
Eu virei escritora não porque gostava de escrever e compartilhar pensamentos e ensinar tudo que aprendi mas sim, porque as pessoas tinham muito mais a dizer do que eu mesma.
Talita de Souza
Eu tava doido para escrever esse poema sobre ela, mas não, não é sobre ela e sim sobre mim, sobre as coisas loucas que penso ao ver ela, tipo o olhar que me fascina e me faz perder as palavras ao ver esses tais olhos, um corpo de uma Deusa, a beleza dela me fez ficar ainda mais apaixonado do que na própria lua, desculpa ai Selene, mas ela contém o encanto e o brilho mais lindos e belos do que o próprio sol refletindo ao mar, me perco em tuas curvas, tipo um barco sem rumo em alto mar chamado paixão.
Às vezes penso que escrever é um mistério, que, para desvendá-lo, devemos nos atirar ao desconhecido, assumir os riscos de uma aventura inesperada e alçar voo em um horizonte de possibilidades infinitas.
Sei que escrevo. E sinto. E vivo. E inúmeras vezes, morro e renasço, caio e levanto. Corro. E descanso. Sei que a poesia é sangue. Que a poesia é alma. É corpo. Coração. Respiração. E que nela, há inúmeros eus. Sim. Inúmeros eus. O eu que canta. Que dança. Que se esconde entre as flores e as palavras. Que brinca com os versos e se emociona ao ler cada pedaço da essência de cada um que se arrisca em suas aventuras.
Mas, sobretudo, é guerra. É o grito que brota no peito e sai na garganta. De todos. Dos cansados. Dos oprimidos. Dos desabrigados. Dos reféns e mantidos no seu cárcere. No cárcere. Presos em suas depressões. Com seus demônios. Assombrados. Com medo. E sendo assim, é o constante estado que se encontra entre a vida e a morte.
Da morte. Infinito estado de dor. Do frio. Do descaso.
E da vida. Da vida que sai das palavras e brilha como luz de vela no meio da escuridão. Que expande a aura da mais pura felicidade e faz frente a todos os vazios e os preenche. Da vida. Que brota dos meus dedos. Da ponta da caneta e, como mágica, sai impressa no papel branco. No papel branco, que agora, é a página de um livro, a carta para um amor, uma equação de matemática, uma lei da física. Ou uma frase inocente falando sobre o canto dos passarinhos e dos raios do Sol. Não sei. Só sei que é um mistério, e não sei como desvendá-lo. Felizmente!!!
Tenho em mim algumas formas de desabafar. Mas confesso, que escrever ainda é uma das minhas preferidas.
Eu pensei em te escrever citando trechos romântico de autores conhecidos. Porem ao final da carta, percebi que tudo que te escrevi já foi além das citações de autores, que embora ser considerados, jamais entenderá o significado e a vontade de te dizer o quanto você me faz bem.
Janayne Oliveira⏳🍀
17.07.21
