Era
Antes mesmo do universo existir,
Ele já era Deus, antes mesmo do teu falar, do teu modo de pensar, ele já era Deus, assim se formou a trindade, a união, a santificação,
Parando pra analisarmos, vemos a formação do mal e do bem, escolhas que levou a origem da humanidade ser decapitada, vejamos que nem sempre devemos acreditar no errado, duvidar do certo e depositar sua confiança naquele que não deu a mínima pra vc, a escolha é livre pra todos, não tem essa, neguei. Jesus morreu por meus pecados e vai me dar a vida eterna, não é assim.
Jesus chama com amor, Deus vai te chama pela dor.
Já foi o tempo em que ouvir sua voz era tudo o que eu mais queria.
Ficar esperando uma ligação, uma mensagem sua, era o meu ritual diário.
O coração acelerava a cada notificação… só pra no fim descobrir que não era você.
Você não atendia.
Não respondia.
Não se importava.
Eu te dei prioridade, tempo, sentimento e entrega.
E em troca? Fui tratado como uma vírgula em uma frase que você nunca quis terminar.
Mas o tempo, ah… o tempo ensina.
Hoje eu aprendi a ficar sem ouvir sua voz.
Já não corro mais até o celular esperando algo seu.
Não ligo, não mando mensagem, não espero.
O amor que eu tinha — puro, real, sincero — você jogou num labirinto sem saída.
E me deixou preso em sentimentos que nem eu sabia nomear.
Fiquei confuso, vazio… tentando entender o que você fez com tudo aquilo.
Um dia ouvi uma frase:
“Quem não sabe o que quer, perde o que tem. E no fim, percebe que era tudo o que mais queria.”
Forte, né? Pois é.
Agora você reclama porque me afastei.
Porque não te procuro mais.
Porque parei de lutar por alguém que nunca esteve na guerra comigo.
Mas entenda uma coisa:
Você não deveria perguntar por que eu mudei.
Deveria se perguntar por que você me perdeu.
As escolhas foram suas.
As consequências… também serão.
Um dia me disseram que a fraqueza de um era a fortaleza do outro. Como se o amor fosse um jogo, como se o meu sorriso pudesse te convencer de alguma coisa. Às vezes o amor é paz, cumplicidade, fogo. Outras vezes começa assim e depois esfria, encoberto pela neblina das mentiras. Passamos muito tempo juntos, mas o que você fez e disse apagou o que vivemos de bom. Não reclamo. O amor também é resiliência. E foi com você que aprendi isso, da pior forma. Mesmo assim, agradeço. Quando a dor passou e a ficha caiu, entendi: você não me merecia. Cresci. Me feriu, mas não me destruiu. Continuo sentindo intensamente, sendo quem sou, atraindo o que vale a pena. E não, a fortaleza de um não é a fraqueza do outro. A dor me fortaleceu. Existe grandeza em sentir o que precisa ser sentido. Até que passe. Até que a gente entenda que o que foi... não era pra ser. E agradeça. muito. por não ter sido.
'O Amor e o Tempo”
Na ilha dos sentimentos, tudo era emoção,
E o Amor, tão intenso, seguiu seu coração.
Ficou até o fim, mesmo com o mar a subir,
Pois pensava que amar era sempre insistir.
A Riqueza passou, com seu barco reluzente,
Mas não havia espaço — só cabia o que era aparente.
A Vaidade recusou, por medo de se molhar,
E a Tristeza, afundada, não quis o Amor amparar.
A Alegria, distraída, nem o escutou chamar,
E o Amor, solitário, começou a chorar.
Mas então veio o Tempo, calmo e sereno,
Com braços de abrigo e olhar tão ameno.
— Vem, Amor, eu te levo — disse com compaixão.
E o Amor, sem saber por que, estendeu-lhe a mão.
Na margem segura, quis saber quem o salvou,
E a Sabedoria respondeu: — Foi o Tempo que o guiou.
Ali, o Amor, em silêncio, enfim compreendeu:
Que só com o Tempo o verdadeiro Amor floresceu.
Amar não é se perder, nem sempre é insistir —
É também saber a hora de partir.
Pois o Tempo ensinou o que o Amor não sabia:
Que o amor que se doa também merece harmonia.
Que o amor não se mede só por quem se quer guardar,
Mas também por saber quando é tempo de se cuidar.
O período do nascimento de grandes gênios se esvaiu, cabe agora aqueles que buscam reviver a era do conhecimento o persegui-lo
A Lição do Mestre
Era noite no sítio, e o fogo ardia silencioso no centro da roda. Eu e mais dois irmãos estávamos na sessão, mas algo em nós se agitava demais falas soltas, risos fora de hora, gestos além da medida. A cada rompante, nos virávamos ao mestre e pedíamos desculpas, com semblantes que buscavam redenção.
“Desculpa, mestre”,
repetíamos, uma, duas, três vezes...
Até que ele nos olhou com firmeza e serenidade, e nos ofereceu uma lembrança que lhe havia sido dada por seu próprio mestre,
“Pare de ficar pedindo desculpa e continuar com o mesmo comportamento. A desculpa está sendo usada de maneira invertida está servindo para permanecer no erro. Não se trata de pedir perdão com os lábios enquanto o corpo repete o hábito. Se errou, corrija o erro primeiro. Só depois, com consciência, peça perdão. Assim, o erro não se repete.”
Essas palavras caíram em mim como chuva fina num terreno seco.
Compreendi, aqui agora a onde estou, vem essa lembrança com tanta nitidez e estou interpretando que a verdadeira humildade não está em repetir desculpas, mas em cultivar a vigilância, transformar o ato e silenciar o ego que se esconde atrás da culpa.
Naquele instante, aprendi que o perdão verdadeiro começa com o gesto de mudança.
Era outubro, na cidade velha de pedra,
de areia e espanto.
Foi de propósito — que sem querer — eu te olhei.
Você também, sem disfarce, me encarou.
E eu pensei: o que é tudo isso?
Artifício do acaso, ou um descuido da dor?
O tempo parou.
O céu ficou suspenso.
A primavera se atrasou.
A luz dos teus olhos me iluminou —
quando dei por mim, era verão.
Como parece ao vento
eu sussurrei um monólogo
Sem melancolia, nem saudade.
Quando tudo terminou, como num sonho
Inefável, eu aprendi a soletrar
A palavra eternidade.
Eu soube que era amor quando senti que não precisava de ti, mas ainda assim te escolhia
não por ausência, mas por presença,
não por carência, mas por essência.
Então era madrugada e caía leve garoa, olhei pro escuro céu úmido e molhado pelas gotículas úmidas que desciam com o vento, e a saudade apertava o peito.
Ao pé da serra ouvia-se o son de um realejo triste...
Peito saudoso, lágrima nos olhos, e uma saudade não só dos tempos, mas, do bom e velho povo que me acompanhou
...e continuei com meu único e eterno amor a vida!
-Ta, uma pata. E?
- Originalidade era uma pata, mas a mãe dela a embonecou toda e transformou ela em um cisne elegante para que ela ficasse feliz e fez ela se casar com um marido cisne maravilhoso. É claro que todos os patos ficaram com inveja. Mas ai... Ela ficou doente. Ela não parece feliz. E porque isso?
-Ela pediu para se tornar um cisne?
-O elogio dos outros não significa nada se ela não quiser ser um cisne, a vida de pata pode ser mais o estilo dela. A felicidade não é complicada, ser livre para fazer o que você gosta, isso que é felicidade!
Desculpa não te responder, era final de semana
Vivo uma vida dupla, no pique Hannah Montana
Mais uma vez, me vejo afundando em pensamentos, memórias e sensações de como era estar com você. Sinto falta do que representávamos um para o outro, da paixão que nos unia, da alegria compartilhada e da cumplicidade que parecia inabalável. Mas agora tudo isso pertence às eternas lembranças de um tempo que se foi e não voltará, pois você fez sua escolha—uma escolha que não me incluía ao seu lado.
E aqui estou, desejando sinceramente o seu bem-estar e a sua felicidade, enquanto também peço a Deus que esses sentimentos e lembranças se acalmem dentro de mim. Quero reencontrar a paz, aprender a seguir em frente e permitir que minha vida volte a ser plena, mesmo sem a presença que um dia foi essencial.
Sua nota para ele: Eu achava que o amor era só dor, até aquele dia em que seu olhar me mostrou que havia um lugar seguro… em você. Mas o tempo… ah, o tempo. Ele revelou que até os olhares mais sinceros podem mudar. Que até quem parece abrigo pode, um dia, se tornar distância. Você se foi, e levou com você o meu conceito de segurança. Doeu, e como doeu. Mas foi da dor que a lição veio: o amor não é só o que o outro nos dá, mas o que ele nos ensina sobre nós mesmos. E você me ensinou que eu sou capaz de amar de verdade. Que eu mereço amor, que fique, que cure, que seja leve. Você foi o olhar que me mostrou que o amor existe. E a partida que me ensinou que, às vezes, ele não dura. Você se foi. Mas eu fiquei. E em meio à dor… eu floresci.
Cristo, a Plenitude da Lei
A Lei mosaica era mais do que um código moral: ela expressava, por meio de preceitos, o caráter santo de Deus e o propósito redentivo de sua aliança com Israel. No entanto, desde o início, o mero cumprimento externo — a letra da Lei — jamais agradou a Deus quando divorciado de uma resposta interna de amor, reverência e fé. A obediência mecânica, dissociada da essência — que é a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mateus 23:23) — tornava-se inútil e até condenatória (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24).
Jesus é o único que cumpriu plenamente tanto a letra quanto a essência da Lei. Ele viveu a justiça que a Lei exigia e encarnou o amor que a Lei apontava. Por isso, Paulo declara: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4). E também: “Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:4).
Cristo não apenas satisfez as exigências legais da aliança, mas também expôs sua verdadeira profundidade — não matar, por exemplo, não é apenas não tirar a vida, mas também não odiar (Mateus 5:21-22). A justiça do Reino não é uma justiça quantitativa, mas qualitativa — é superior, porque brota de um coração regenerado.
D.A. Carson resume com precisão:
“A Lei foi dada para revelar o caráter de Deus e a pecaminosidade do homem, mas somente em Cristo ela é cumprida em seu propósito final — conduzir-nos à justiça pelo Espírito, e não pela letra.”
É por isso que Paulo distingue claramente entre a antiga aliança da letra, que mata, e a nova aliança do Espírito, que vivifica (2 Coríntios 3:6). Cumprir a letra da Lei sem sua essência é repetir o erro dos fariseus: honrar a Deus com os lábios, enquanto o coração permanece distante (Marcos 7:6).
Portanto, os que estão em Cristo não são antinomistas — como se a graça fosse desculpa para o pecado —, tampouco legalistas — como se a justiça viesse da performance religiosa. São homens e mulheres habitados pelo Espírito, que vivem não segundo o rigor da letra, mas segundo a liberdade da obediência que nasce do amor.
Em Cristo, a Lei não é anulada — ela é superada, não em valor, mas em cumprimento.
O que antes era mandamento gravado em pedra, agora é impulso gravado no coração.
O que antes era imposição externa, agora é transformação interna.
Este é o escopo do Evangelho: não apenas perdoar transgressores da Lei, mas formar neles, pelo Espírito, a justiça do próprio Cristo.
Enquanto apreciava seu olhar imaginei por um minuto se era realmente a mim que você via.
O despertar foi algo nitidamente ausente a minha pessoa dentro deles.
Dmaquim
Sempre achei que o segredo da existência era saber se a vida precisava ter um significado para viver plenamente, mas nitidamente a vida não precisa ter significado para ser vivida, aliás, é bem melhor assim.
