Era
No liges
No liges por favor
No digas que se ya no te amo no liges
se digo que tudo era una grande aventura
se me permite decirlo por mudo a sufrir yo no quero lhorar por amor!!!
Hoje morri
Fui para um lugar
Não sei onde era
Onde fui parar
Olhei para um lado
Olhei para o outro
Mas só quando olhei para a frente
Vi um baloiço
Um baloiço sozinho
No meio do nada
Como eu neste mundo
Triste e isolada
De um lado para o outro
Ele baloiçava
Ninguém a empurrar
Nem o vento soprava
Como ele se mexia
Ainda hoje não o sei
Vivo apenas com o pensamento
Que naquele baloiço deixei!
Bastava-me o seu abraço naquele dia chuvoso
Era só o que eu precisava naquele momento
Estava confusa com os meus sentimentos
Só esperava a hora passar para conseguir te ver
Queria tê-lo nos meus braços e nunca mais o soltar
Sonho contigo todas as noites
Antes de dormir penso em ti
Não consigo mais esquecer aquele exato instante em que seus lábios tocaram os meus
Mas agora eu preciso partir, esquecer-te para poder suprir meus anseios
Para poder dormir em paz e sonhar com tua ausência
Tornar-se fiel a minha solidão
Para preencher o vazio do meu coração
Escuta-me, não posso mais te ver, preciso e quero te esquecer
E tudo que já era pouco se fez cinzas em um instante da vida, pois dela era a sua ferida, pois dela era a sua vida.
...era amor, mas não o tinha.
Ao longo da estrada surge milhões de pedras, mas a gente mesmo estando cansado arruma um jeito de se desviar delas. Penelope não era diferente, só não era igual. Era parecida, mas não igual. Era a advertência, mas nunca o crime. Era o trânsito, mas não chegava ser a monotonia. A garota era a dança, mas nunca se mexia. Era a música, mas não era melodia. Era o som, mas não ouvia. Penelope não era um nada, só não era tudo. Na estação de trem ela também se perdia, apenas não se achava, corria por entre a multidão perguntando freneticamente: Me ajudem, não consigo me achar! Ela só não era a felicidade porque já era a tristeza antes mesmo de nascer. Nasceu numa quarta-feira chata parecida com as outras. Nasceu num quarto sem graça e pequeno com quatro mulheres berrando em seu ouvido pequeno: Oh Glória! É uma menina. Onde estava o pai, não sei, mas desconfio. Devia estar engravidando outra moça assanhada. Mundo perdido. Penelope gostava de chuva, mas nunca se molhou. Penelope gostava de praia, mas nunca a conheceu pessoalmente, só pelos quadros mal feitos de seus avós. Penelope tinha cabelo ruivo, mas nunca se olhou no espelho, não sabia o quão era bonita. Era bonita, mas nunca soube. Era moça, mas não sabia. Pensava ser doença, e sempre morria de medo todo mês. Sorria, às vezes, mas não sabia bem o motivo. Sorria por apenas sorrir. Gostava de ler, mas nunca lia. Amava escrever, mas não sabia direito o que por no papel. Tinha certeza, mas nunca arriscava. Penelope era filha de burguês, naquela época deu a entender que queria o mundo, pois então, foi presa num mundo fútil. Roupas em primeiro lugar, inteligencia e livros lá pelo final. E assim movia o mundo naqueles tempos. Era inteligente, mas não se concentrava. Era discreta, e era mesmo discreta. Gostava de circo e cinema, então correu, correu o mais rápido possível. Contemplava a platéia, e então começou a não fazer mais parte dela, e sim, mostrar que também tem algo pra expor, sua beleza interior, seu lado artístico foi desempoeirado. Penelope nunca soube, mas também nunca quis saber.
A cidade do meu amor
A cidade do meu amor,
era simples no seu sonhar.
O casario em filheiras,ruas enfeitadas de flores
e, um jardineiro generoso a capinar,
não permtia que, viessem a brotar
em meio a tanta beleza,os espinhosdas dores.
Como eram floridos os jardins da minha cidade...
E o bom jardineiro,de tudo,cuidava com carinho.
As flores, em seus muitos matizes,a beira do caminho,
faziam da pedregosa estrada, mais curta e suave!
Antes que o teu amor nela fizesse morada
parecia uma cidade de contos de fada
sem tristeza, sem lágrimas, sem mágoa
e de portas abertas à felicdade!
Mas, o vento impetuoso do teu amor
em pouco tempo, cobriu o meu mundo de dor
deixando a minha bela e florida cidade
imersa nas cinzas venenosas da saudade!
Busco um equilíbrio que tire totalmente minha razão, mas que ao mesmo tempo me certifique de que era exatamente isso o que eu procurava.
Antes, era guiado pela urgência, pelo desespero, pelo imutável desejo de transformar sua sobrevivência em vida.
Meias palavras, meios refrões.
Pseudo-tudo.
Hoje, o início resulta da necessidade, da dormência que contempla os membros de forma familiar e envolvente. Tudo se transformou na vontade de ferir para causar algum tipo de reação, de dor ou alívio.
O sonho acabou,vc me deixou,para onde irei?? Pra que servirei??? Se o meu mundo era vc ??? o que eu farei???,vaguearei como moribundo???? Colendo os cacos desse mundo???? Se era em amor que disse que ia viver, somente vc poderia dizer o que iria acontecer...mas outros mundo existirão, nesse vasto coração, não viverei em vão,mas viverei sorrindo,em busca de um caminho, que me leve a até vc, apenas para dizer, adeus...
Muitas vezes teve que se fazer de menina e chorar pra não descobrirem que ela era forte. Outras teve que ser dura porque se descobrissem que ela era frágil não conseguiria encarar os desafios.
Menina moça feita de complicações. Era tão igual ao resto do mundo , afinal todos os seres possuem suas imperfeições. Mas sabia tratar delas com uma perfeita contradição e isso tornará a garota imperfeita especial. Loucura abrandava em sua mente, mas era doce. Se confundia gradualmente. Tinha fases como a lua. Ora chorava de tristeza, ora sorria de alegria. Um dia, sabia bem, encontraria outra contradição, como ela, para completar seu modo estranho de viver.
Mas o seu abraço era meio que uma saída, uma janela pra vida, nos completávamos assim, era a minha outra parte que faltava e eu não sabia onde estava.
O meu mundo era ele. Minha voz só chamava pelo nome dele. Meus braços eram a fuga dele. Minhas pernas andavam à procura dele. Meus olhos só seguiam ele. Meu corpo descançava diante do corpo dele. Minhas mãos só tocavam a dele. Era ele que faltava na minha vida, sem eu saber... (Pro meu irmão Ryan Gabriel)
Quando era menino, tinha vontade de ser homem maduro para ter voz e mudar o mundo.
Sendo homem maduro, tenho vontade de ser menino, para voltar a ter inocência!
Os sofistas da nova era são apenas a coincidência do lamento de hoje estarem no poder por ser a representação do mesmo para uma classe de incrédulos que se quer param para imaginar que a armadilha que montaram contra a si próprios surge pela incapacidade de muitas vezes parar para pensar que na sua correria uma decisão pode mudar todo o destino da sua vida
