Era
ILUSÃO.
Quando ainda pequeno, ouvi dizer que o mar era algo muito grande cheio de mistério e que quando o vento sopra faz correr sobre sua imensidão uma grande fervura. Eu nunca vi o mar assim, mais imagino que seja mesmo dessa forma; grande, confuso e cheio de fervura, assim igual a que vejo nos teus lhos, pois o único mar que conheço é o mar de teus olhos que tem toda uma imensidão , um mistério, que quando se esta longe parece com um bando de pássaros batendo suas asas no azul do céu, aproveitando o sopro da vida para dar o seu primeiro vôo assim são as ondas que balançam, balançam, e crescem num só piscar, esse é o mistério que tem no mar de teus olhos o mar que eu conheço bem, mar que me afogo em morte e moro em vida.
Sei que as vezes é preciso e fazer pode ser a única saída, por isso relato os meu dias antes de dormir, é para certificar que estou bem, de que estou vivendo como que vive de sonhar, é fascinante o gosto pelo proibido, pelo o que é ousado, pois é disso que eu falo. Tenho sempre uma idéia contrária, o rumo mais difícil, a resposta mais dificil e tenho sempre mais de uma pergunta, tenho muitas dúvidas mais tenho só hoje pra dizer: ESTOU BEM! Assim como fica bem um passarinho na gaiola, um peixe fora d´gua ou mesmo um simples ser humano sem os sentidos.
Mais é como digo: “o cabresto só serve para quem o usa , nunca para quem o põe”.por isso jamais me fará bem ,o que eu faço aqui onde estou, por que esse cabresto que coloquei em minha face, só serve apenas para dizer: sou mais um que precisa ser, guiado, a diferença é que eu mesmo me guio, porem em direção dispersa da qual gostaria, mais sim porque precisa ser por essa vereda, pois dessa forma encontrarei as outras, quando já estiver percorrido todo o caminho que me resta aqui nesta selva carasca. Que é a saudades do mar que tem em teus olhos.
Me peguei aqui lembrando quando eu era criança, e tudo que eu queria era que o tempo passasse bem depressa, que me tornar-se um homem para ter você em meus braços, hoje com você aqui no meu colo, desejo que o tempo pare, para viver com você eternamente o meu sonho de criança.
Te amei,mesmo quando todos diziam que eu era idiota,ou que não te merecia,que conseguia coisa melhor,te amei mesmo que por segundo te odiava,mas nesse momento defendia-o.
Te amei mesmo sabendo que não era a pessoa certa para mim.Te amei em acima de todas as coisas,te dei minha vida,e você nem sabe,te coloquei como prioridade na minha vida.Te amei até me arrepender de ter te amado tanto assim.
Se arrependa do q fez,pq oq vc num fez não se sabe se era bom ou ruim e o que vc fez mesmo sendo ruim te ensina algo ou te ajuda a melhorar.
AMIGO POETA
Ouvia falar de um poeta que sofria
E tudo que ele fazia
Era lamentar pelo que perdia
Quando uma oportunidade aparecia
Vinha um acontecimento que lhe entristecia
Um dia ele resolveu falar
E para todo mundo gritar
O que o realmente sentia
E porque palavras tristes escrevia
Escrevia para a solidão que lhe rondava
Escrevia para aquela que realmente amava
Escrevia para seu pai que tinha se afastado
Escrevia porque estava apaixonado
screvia porque sentia medo
Medo de sofrer
Talvez medo de viver
Medo de ter medo
Medo de ser o que é
Medo ser Poeta
Quando eu te vi, eu fiquei tão feliz, coração bateu forte, os batimentos foram a mil, a vontade era de pular em ti, e te abraçar bem forte, mais foi tão forte, tão intenso que eu fiquei sem reação.
O que não era para ser escrito, foi escrito...
Será que nada merece a palavra e o silêncio?
Ame suas próprias mãos?
Sinta o pavor do seu coração, ele bate descontrolado.
Ele pulsa, querendo sair pela tua boca.
Ele não quer mais amar...
O Jogue fora e o queime-o
Queime como uma folha de papel escrita e repleta de rasuras
Angústiante sentir, ver e sentir.
Leve embora, qualquer momento final.
Aquele belo sorriso, esconde uma frieza mortal.
O dia era triste,
parecia não terminar.
Foi um suplício.
Nem um caniço
poderia erguê-lo
das profundezas
daquele mar...
Seu olhar era tenso
e nublado.
A feição estática,
apática.
Não se movia,
não era cria
daquele lugar!
Divagou,
caminhou
e perambulou
pelas trilhas
que já não
existiam.
Voltei feliz, embora cansada.
O trânsito era infernal,
mas me deixava ver as vitrines.
Me ative às de lingerie,
pensei numa camisola nova.
Viajei pela janela molhada
e turva da chuva fraca
imaginando a sedução da seda.
Te vi, meus olhos sorriram.
Você fez sua escolha e não era eu. Portanto, se um dia você tentar voltar, a escolha é minha , e não será você.
De tanto olhar para a areia, não percebi que era o mar que se afastava pra pegar de surpresa o tolo navegante.
Hoje eu sonhei contigo , fiquei perdido no sonho , teu sorriso era o sol que me guiava até você , seu olhar seguia-me , a cada passo caia uma lagrima de tristeza por não esta aqui do meu lado , é muito ruim saber que teu coração não é meu , que o seu sorriso não é mas oque me alegra , mas pelo menos teu ar eu nunca vou perde , porque se eu perde nao vou ter mas motivos de viver
;era uma tarde de domingo e o sol esquentava minha mão, a que tapava meus olhos.
Lembro vagamente de um sorriso, algumas gargalhadas na verdade, vinha de duas amigas minhas, logo após comentários bizarros sobre o que se passava na tela do computador, chamaram de amor.
Sem generalização, pode ser que essa estória nunca tenha acontecido, logo na contradição digo, foram bons os momentos.
;algum tempo se passou e o que menos parece é que se tenha passado algo, realmente.
Como sempre volto no mesmo assunto, vou pautar pra lembrar daquela calça preta de uma quinta feira a noite, quando a comprei.
O que me recorda? A música que estou a ouvir.
Sei que a faixa é a 8 de um cd regravado qualquer.
Que de qualquer coisa nada tem, e sim de músicas boas, que alguém tivera me passado, cito uma das duas amigas, do começo do texto.
Saudades dela eu tenho, saudade de tudo eu tenho, agora já não os tenho, modifiquei com o tempo, pra uma aceitação justa.
Ela o amava. Amava a calma que o trazia junto. Amava por saber que era assim. Amava apenas se é que se pode definir isso
Chegava em ir as festas, mas o brilho já não era mais intenso como no passado, mal chamava atenção. Nas aulas sua vontade era apenas de jogar todos os cadernos em cima da carteira e dormir. Em casa, a dor era mais forte. Deitava, levantada, brigava sozinha com as paredes. Reclamava da ausência, do choro, da vida.
Essa menina era diferente, chorava por um amor que não existia ou se existia, acontecia apenas na cabeça dela.
