Era
Você fez sua escolha e não era eu. Portanto, se um dia você tentar voltar, a escolha é minha , e não será você.
De tanto olhar para a areia, não percebi que era o mar que se afastava pra pegar de surpresa o tolo navegante.
Hoje eu sonhei contigo , fiquei perdido no sonho , teu sorriso era o sol que me guiava até você , seu olhar seguia-me , a cada passo caia uma lagrima de tristeza por não esta aqui do meu lado , é muito ruim saber que teu coração não é meu , que o seu sorriso não é mas oque me alegra , mas pelo menos teu ar eu nunca vou perde , porque se eu perde nao vou ter mas motivos de viver
;era uma tarde de domingo e o sol esquentava minha mão, a que tapava meus olhos.
Lembro vagamente de um sorriso, algumas gargalhadas na verdade, vinha de duas amigas minhas, logo após comentários bizarros sobre o que se passava na tela do computador, chamaram de amor.
Sem generalização, pode ser que essa estória nunca tenha acontecido, logo na contradição digo, foram bons os momentos.
;algum tempo se passou e o que menos parece é que se tenha passado algo, realmente.
Como sempre volto no mesmo assunto, vou pautar pra lembrar daquela calça preta de uma quinta feira a noite, quando a comprei.
O que me recorda? A música que estou a ouvir.
Sei que a faixa é a 8 de um cd regravado qualquer.
Que de qualquer coisa nada tem, e sim de músicas boas, que alguém tivera me passado, cito uma das duas amigas, do começo do texto.
Saudades dela eu tenho, saudade de tudo eu tenho, agora já não os tenho, modifiquei com o tempo, pra uma aceitação justa.
Ela o amava. Amava a calma que o trazia junto. Amava por saber que era assim. Amava apenas se é que se pode definir isso
Chegava em ir as festas, mas o brilho já não era mais intenso como no passado, mal chamava atenção. Nas aulas sua vontade era apenas de jogar todos os cadernos em cima da carteira e dormir. Em casa, a dor era mais forte. Deitava, levantada, brigava sozinha com as paredes. Reclamava da ausência, do choro, da vida.
Essa menina era diferente, chorava por um amor que não existia ou se existia, acontecia apenas na cabeça dela.
Ela queria saber porque o que ela fazia nunca era valorizado, por que o amor existia nela mas sempre de uma maneira tão cruel?
Trancada durante noites em meu quarto, já havia esquecido de como era a luz do sol. A luz da manhã, ou até mesmo uma luz qualquer. Trancada naquele cômodo, pude sentir que estava sozinha e estaria sozinha ali, quem sabe para sempre.
Havia olheiras fundas rodeando meus olhos todas as vezes que eu olhava no espelho. Naquela noite, resolvi espiar do lado de fora. Resolvi procurar uma pessoa, qualquer uma que fosse.
Ao abrir a porta, a luz entrou com força na direção dos meus olhos, obrigando-me a fechá-los. Quando minha visão enfim se acostumou com a claridade, olhei ao redor. Não havia ninguém, era de se esperar. Voltei ao quarto, ela estava parada na cama, seus cabelos cor de bronze cobriam parte de seu rosto, mas não totalmente. Eu ainda conseguia ver seus olhos verdes atrás de parte de sua franja. Meus olhos não ousavam desviar dela. Meu coração gritava, pulsava com raiva e medo. Minha consciência discutia comigo, por eu não correr em sua direção, prendê-la em meus braços e prová-la o tamanho do meu amor. Meu coração sabia o quanto eu havia esperado esse momento, agora que podia pegá-la aos meus braços, apenas desistia da minha chance e ficava parada ao olhar seu sorriso discreto e inocente ao me fitar.
Foi assim, eu fiquei parada ao fitá-la, com olhos meio cansados, meio loucos. Porque ela sabia, ela tinha razão, ela era a culpada por isso estar acontecendo comigo.
Era engraçado a dança
Meus pés cansadas
Meus cigarros
Minhas vidas
As suas, que foram minhas
As minhas que foram suas
Sufocadas
Eu apenas queria respirar
Não te deixar.
Quando eramos crianças, tudo que queríamos era
mais tempo para fantasiar, mais tempo para brincar,
ás vezes até crescer mais rápido, para que pudéssemos
nos dar este tempo. Pois é, vamos brincar de quê?
O amor... O que sentia por você...
Era um sentimento que não podia ser explicado com as palavras do nosso dicionário e talvez com nenhuma palavra nova.
Era de tamanho tão grandiozo que não podia ser medido e nem mensurado.
Era algo de respeito e para uma vida inteira...
Era tão especial , melhor amigo tudo a razão das canções alegres podia contar pra minhas amigas como eu te amava , de repente percebi que você não era pra mim , seu coração frio falando comigo não me fez suportar tanta dor , agora esqueça e quando você me procurar vou dizer nunca mais .
No começo era apenas encantamento depois se tornou suspeito.
Hoje eu vejo que o que eu suspeitava que era,se torno realidade,te amo como nunca amei ninguém.E hoje não sei se isso foi o correto,mais não consigo controla meu coração,que a cada minuto esse sentimento cresce mais,não sei onde vai para,não sei o que posso fazer.
Mais voce estando ao meu lado eu posso pelo menos afirmar que feliz estarei.
Tenho saudades de quando eu não te amava. Minha vida era menos complicada!
Tenho saudades dos dias de aulas, das nossas conversas, dos nossos amigos!
Continuo caminhando seguindo o meu caminho sem ti e um dia você será nada mais nada menos que um grande amigo.
Em certa ocasião, numa pequena cidade, houve uma exposição de quadros e, enquanto o pintor era aplaudido, ao seu lado um pequeno menino se curvava, agradecendo também.
Um senhor que estava observando, chegou perto do menino e perguntou-lhe: "se os aplausos são para o pintor, por que é que você está agradecendo também?"
O menino, todo compenetrante e alegre, respondeu: "eu lavo os pincéis."
"Naquela mesma noite, escrevi minha primeira história. Levei trinta minutos para fazê-lo. Era um pequeno conto meio soturno sobre um homem que encontra um cálice mágico e fica sabendo que, se chorar dentro dele, suas lágrimas vão se transformar em pérolas. Mas, embora tenha sido sempre muito pobre, ele era feliz e raramente chorava. Tratou então de encontrar meios de ficar triste para que as suas lágrimas pudessem fazer dele um homem rico. Quanto mais acumulava pérolas, mais ambicioso ficava. A história terminava com o homem sentado em uma montanha de pérolas, segurando uma faca na mão, chorando inconsolável dentro de um cálice e tendo nos braços o cadáver da esposa que tanto amava." (Caçador de Pipas, Quatro, página 37)
