Epoca de Cora Carolina
************VIVEMOS************
Vivemos uma época de incertezas.
Incerto é a nossa vida,
Incerto é o dia de amanhã,
Incerto é o nosso trabalho,
Incerto é a nossa falsa liberdade.
Vivemos uma época de hipocrisia.
Fingimos que somos felizes,
mentimos quando dizemos que temos liberdade,
negamos a falta de segurança, saúde e educação de qualidade.
Vivemos uma época de contradições.
Somos contraditórios em nossas ações,
negando a nossa racionalidade,
ao destruir a natureza e a própria raça humana.
Estamos vivendo uma época aonde mulheres estão em busca de um grande amor. Enquanto isso, muitos homens gastando o dinheiro que for para se tornarem "GG" pois o machismo foi capaz de criar uma barreira para não se chegar até o amor. Lembre-se, o machismo apenas destrói enquanto o amor constrói. (Josi JL)
Vivemos numa época diferente da de nossos avós. Deveriamos aproveitar o que temos, e não ficar preso nas coisas velhas
Vivemos na época mais próspera da História. Mas é seguro afirmar que a distribuição dessa prosperidade e bem-estar alcançada nos últimos séculos não foi equitativa ou proporcional. Há caminhos para que se revertam tais disparidades, e está nas nossas mãos – como sociedade – pavimentar esses caminhos para um futuro mais próspero.
Os Incômodos da Beleza
Dia desses uma amiga me falou que na sua época de faculdade ouvia de suas colegas comentários ferozes que diziam que ela só tirava boas notas por que o professor dizia abertamente que ela era bonita e também outros apelos menos estéticos e mais digamos sensuais...
Me vi pensando em quanto a beleza é nossa imperatriz e o nome (imperatriz) já sugere coisas, impera a atriz; ou seja: o disfarce é a tônica, no caso a força vem de atributos exteriores, físicos, quase que palpáveis á mão, no caso aos olhos de quem te julga muito antes de te ver.
A beleza na sociedade atual é um componente que se iguala ao caráter, indistintamente pelo gênero, sejamos quem for.
Voltando ao episódio da maldade ou pelo menos do pré-julgamento alheio, aliás a maioria dos julgamentos é de fato ou antes, alheio, porque se antecede ao nosso próprio julgamento, as boas notas que minha amiga obtinha eram de fato, por sua capacidade e discernimento e não pela harmonia de suas linhas e cores e outros quesitos relacionados à estética da vez.
Tudo isto ou isso, para chegarmos á conclusão que a beleza na verdade acaba por nos tornar reféns de algo que é mais que cognitivo, a beleza é consequência biológica de nossos antepassados, ninguém se torna belo por ação de meios exteriores, as pessoas nascem e são belas, pura e simplesmente, sim? Ou não?
Alguns risos devem agora estar presentes no semblante de quem lê, claro, estamos em pleno século vinte e um e a indústria da vaidade é e será um grande e lucrativo negócio, mas por quê? A explicação não está numa constatação de um fenômeno social ou nem passa por um exame antropológico de nossos tempos, ser belo é uma questão íntima, todos queremos ser vistos como belos, a primeira impressão que o mundo tem de nós é essa, percebida pelo grande e imperial entre os cinco sentidos: a visão!
A visão é planetária, nem apenas humana ela é, os insetos, os cães, os golfinhos, as águias, os pardais, as aranhas, todos veem!
Bendita e maldita esta nossa tão espetacular capacidade de ver!
E a partir dessa quase estapafúrdia de tão evidente constatação vem as próximas verificações e a consciência da razão: essa é a primeira camada da nossa superficialidade e depois o que vem?
Vem muita coisa, sabemos todos nós, vem o caráter, o discernimento, a sensibilidade, a cultura, a empatia e outras tantas características que faltaria espaço para elencar aqui.
Não iria recorrer á modernidade como um recurso barato para dizer que a beleza é uma grande instituição de nós mesmos e que hoje por conta dos recursos tecnológicos a beleza se compra, não a beleza sempre foi sim levada muito em conta desde que o mundo é contado em prosa e verso, muito antes da escova progressiva ou do botox, a beleza é tão velha quanto essa planetinha azul que ora habitamos.
O que não posso me furtar a dizer é que o esvaziamento de nossos valores deu valor muito maior a beleza exterior e que sim, é impossível para qualquer mulher que ganhe um salário apenas razoável, investir uma boa parcela de seus rendimentos para fazer as unhas da mão, do pé (e onde mais puder passar esmalte), o cabelo, as sobrancelhas e isso para ficarmos no popular “basicão”, a conta não fecha...
Voltando uma vez mais a incômoda questão de minha amiga que tirava boas notas e não porque seu professor a enxergava como um belo espécime humano do sexo feminino, fica uma indagação, justificando o título do artigo:
- A beleza incomoda.
Sim, incomoda a quem não dispõe dela naturalmente, por obra e graça do seu dna e incomoda a quem a possui, por que a beleza inibe e se sobrepõe a outros muito mais substanciais e importantes valores, se sobrepõe a sua história de vida e a toda luta pessoal.
A beleza é uma característica estética que lembra um refrão antigo:
“Um elefante incomoda muita gente” uma beleza muito grande, incomoda, incomoda, incomoda, muito mais...
Acho que nasci na época errada.
Me encanta o namoro do tempo dos meus avós, onde havia ternura, pureza, o beijo roubado, o apertar de mãos meio sem jeito.
Não existia tecnologia, a conversa era olho no olho, ou então através de bilhetes, e cartas com poesias que viravam declarações apaixonadas.
Era meu bem pra cá, minha querida pra lá, os gestos e as palavras tinham verdade e doçura.
O romantismo era bem clichê .Chegar com uma rosa nas mãos, num momento inesperado, tirava um sorriso bobo dos lábios.
O sorvete na pracinha, passear de mãos dadas, ouvir músicas cujas letras eram belíssimas, desfrutar da companhia um do outro, sem pressa, sentir no peito faltar o ar com abraço mais apertado.
Nos dias atuais o lance é visualizações, curtidas, comentários e selfies, demonstrando uma ilusória felicidade.
Deus me livre desse trem moderno, tenho um coração à moda antiga, quando ama, ama mesmo pra valer e pra sempre.
Tanta ingenuidade das pessoas é preciso interpretar a Bíblia hoje, não usá-la em época passada, com um Deus perverso e tirano, que atendia o capricho de um povo.
Chuva de Verao
Aprenda a ser igual a terra em época de verao,existe 2 tipos de chuvas,a chuva calma e serena,esta chuva cala na terra,a terra pega toda aquela umidade e suga toda agua que cai pra dentro dela;tem tambem a chuva pesada e forte,e cai grossa e nervosa por pouco tempo depois passa,essa chuva corre por cima da terra,ela só escorre e nao molha nada,apenas causas estragos...
Os pensamento e pessoas boas sao a chuva calma e serena,deixe que estes "penetrem" por assim dizer na sua mente,as pessoas e pensamentos ruins e negativos é a chuva grossa e pesada,deixe que eles passem despercebido,nao permita que energias ruins "penetem" dentro de voce no seu cerebro; assim como a terra puxa pra dentro dela só o que vai ser de proveito e o resto ela deixa escorrer,absorva pra dentro de voce só o que é produtivo e o resto...Só deixa "escorrer".
É tempo de reflexão.
Muitos tiram as máscaras nesta época do ano e, poucos, colocam-nas.
"Tudo nos é lícito,
mas nem tudo nos convêm "
já profetizou Apóstolo Paulo, por isso, somos o que semeamos.
Que o tempo não seja a irresponsabilidade dos desavisados.
Poeta Balsa Melo
Vivemos em uma época na qual, em muitas sociedades, as pessoas se sentem decepcionadas com o contrato social e com a vida que ele lhes oferece.
Estamos vivendo uma época muito difícil, uns poucos ganham dinheiro suficiente, para viver por mais de mil anos, enquanto muitos não tem o que comer.
Eu nasci numa época, que quando quebrava-se alguma coisa,
era ensinado a consertar, e não jogar fora.
Quando o assunto é pautado
em posicionamento e concepções políticos ou religiosos,
em época de polarização nacional,
é melhor ignorar a fala de um amigo
do que perder o prazer
de poder falar como ele.
Hoje a saudade me abraçou
É que eu sou de uma época
Que contava estrelas no céu
Onde o cheirinho de terra molhada
Era a alegria estampada no olhar
Que correr atrás de vagalume
Fechar o guarda chuva de propósito
Apertar às campainhas
Subir no pé de fruta
Sentar na beira do fogão a lenha
Era a maior riqueza do mundo
Que andar descalço não dava nenhum resfriado
No máximo bichinho de pé, oh coceira boa
Não tinha essa de marcar horário de ir para rua
A gente ia e todos estavam lá
Ah, se a gente soubesse que aquele dia seria a última brincadeira de infância
A gente teria pelo menos dado um adeus
Três beijinhos no rosto e um abraço de urso tipo quebra ossos
Ah, se a gente soubesse...
Bater o dedinho no móvel dói
Ralar os joelhos no chão dói
Cair da bicicleta dói
Mas, quanto dói uma saudade?
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 27/03/2021 às 00:45 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
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