Época
Sei que historia é um acontecimento em determinada época, e que tem seus personagem inserido nela.
Nem sempre a historia tem um final feliz.
Mas ela provoca mudanças significativas em seus personagem.
Fazendo que os mesmos melhores ou vivam saudosistas de tempos passados.
Tudo bem! mas o que de fato prevalece é que esse tempo ficou no passado.
Agora nos resta olhar para frente e enxergamos aquilo que podemos alcançar.
Vivemos em uma época em que temos pregadores cheios de unção levando a palavra com ênfase, diligência e muita sabedoria aos púlpitos do brasil e do mundo.
Porém quando descem do púlpito e vive sua vida particular perdem a unção a essência de servir a Cristo, pregadores que só são pregadores em cima dos púlpitos nao dão exemplo no seu dia dia, se corrompe com más conversações se alto exaltam e se acham melhor que os outros esquecendo que o mesmo Deus que usou um usa o outro, tomam para si a glória que não é sua , não basta só se vestir como crente tem que viver como um, andar como um, ter unção e vida com Deus dentro e fora da igreja!
Não me refiro a todos pois até na época de Elias. (1Reis 19:18)
Existiram sete mil que não se prostaram a Baal, e sim me refiro aos que João pregou intitulando raça de víboras. (Mateus3:7)
CESTA DE NATAL AMARAL.
Houve um época, que o charme em Santa Mariana era,
no final do ano, comemorar o natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas, "Cesta de natal Amaral.". Então, nesse tempo., com meus 9 anos de idade, ela era meu o sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha. Havia propaganda nas emissoras de rádio, No alto falante do bacarim,Nos carros de som pelas ruas da cidade, que divulgavam a bendita cesta. Você podia compra-la no inicio do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o natal.
Próximo da nossa casa, havia uma família, classe alta, que comprou uma cesta daquela.,a maior, numero cinco.,( quanto maior o numero maior o tamanho da cesta). Fiquei o ano todo esperando a chegada do caminhão que fazia a entrega. Meu desejo era ver se era verdade e se tinha tudo aquilo que eles mostravam nas propagandas, dentro da cesta, isso, claro, se o meu vizinho permitisse . Num belo dia, final do ano, eis que chega a tão esperada cesta. Uma festa na nossa rua. Moleque pra tudo quanto era lado. .Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio do objeto, com direito até à descrever alguns detalhes da referida Cesta.. Naquela noite, depois de uma espera angustiante, me foi permitido olhar dentro daquela coisa linda.mas só por cima sem tocar em nada. Depois de aberta, eu vi: havia uns enfeites de papel celofane vermelho., e do meio dele dava pra ver as pontas dos litros: do vinho, dos espumantes / champanhe, suco de uva.,Tinha também castanhas. Mais para o fundo, os donos remexerem e apareceu, debaixo do papel vermelho, uma maravilha., uma obra prima muita linda.Era uma lata redonda. Na tampa, as figuras desenhadas daquilo que vinha dentro. Eram quatro desenhos no formato de triângulos, com as bordas arredondadas. Não teve jeito, pedi para segurar aquela maravilha..,relutaram mas deixaram que eu segurasse por
alguns segundos, aí eu pude ter nas mãos aquela lata magica . Olhando para ela, deixei que a minha imaginação viajasse e eu pudesse saborear, um pedaço por vez, da goiabada, da marmelada, do figo e do marron glace, que fiquei sabendo o nome naquela noite., pra mim era batata doce..Alguns dias depois, fuçando no entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela--ela mesmo!, a lata. Aquela obra prima, ali, jogada,vazia, como se fosse uma coisa qualquer. Por alguns segundos, fiquei, ali, olhando pra ela, meio consternado pelo fim que ela teve.. Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela, e eu pude conhecer o sabor daqueles doces. mas não era natal. e nem era da Cesta de Natal Amaral./i
Papai Noel
Num natal, eu botei na cabeça que eu ia dar um presente para minha mãe.
Nessa época eu era engraxate. Me lembrei disso hoje, porque aquele natal também caiu num dia de domingo. Na rodoviária de Santa Mariana, tinha um bazar onde eu tinha visto uma xícara com uma paisagem de neve, e era aquela que eu queria dar para a minha mãe. Mas só existia uma e eu corria o risco de ela ser vendida. Pedi para o dono do bazar reservar a xícara, ele sorriu e me falou que, quem chegasse primeiro levaria. Isso foi de manhã, umas 9hs. e eu não tinha nenhum centavo no bolso do calção (meu calção tinha um bolso). O dia corria e nada de arrumar o dinheiro. De repente começou a aparecer uns "fregueses" tradicionais e entrar um dinheirinho, mas ainda pouco para aquisição do presente. Eu engraxava um par de sapato e ia até o bazar para ver se a xícara estava lá. Nem fui almoçar naquele dia. Na parte da tarde tinha conseguido uma boa parte do dinheiro, mas ainda insuficiente. Eu continuava cuidando e pedindo para que ele não vendesse a xícara. No fim do dia, quase no horário de fechar o bazar e ainda sem o valor suficiente, pedi para o dono se eu podia pagar a importância que faltava na próxima semana. Disse que eu engraxaria os sapatos dele sem cobrar até completar o valor. --"Nem pensar, me disse ele, e tem mais, já vendi a xícara." Fiquei olhando para o chão, os olhos cheio de lágrimas, pensando: como é difícil a vida de engraxate. Se eu tivesse guardado o dinheiro dos outros dia...mas aquele dinheiro, “dos outros dias”, também fazia parte da receita da família. Vez ou outra eu comprava carne, ou uma outra coisa de comer e levava para a nossa casa. O que fazer? Estive tão perto de poder comprar aquele presente. Era para fazer uma surpresa pra minha mãe. Eu queria que ela ficasse feliz no dia de natal. Pequei minha caixa de engraxar, que eu tinha deixado do lado de fora do bazar, e a levantei para colocar no ombro, mas algo me chamou atenção: havia alguma coisa embrulhada num papel de presente, assim, num formato de xícara. Hoje acho que, enquanto eu estava negociando a compra da xícara, em algum momento, essa pessoa (Vitor) colocou aquele pacote dentro da caixa de engraxar. Me lembro que ele olhou para mim, com os olhos cheio de lágrimas, sorriu e me desejou feliz natal. //Ivo Terra de Mattos
Estamos vivendo uma época estranha e paradoxal. Enquanto tentamos dar um toque humano à inteligência artificial, ao mesmo tempo nos tornamos robóticos no atual modo de viver, com métricas, gurus e fórmulas mágicas, como se isso fosse possível perante a complexidade humana e o que chamamos de acaso.
Em época de inteligência artificial, quem consegue fazer algo usando a própria a inteligência é rei. 26/06/2025
"Houve um tempo em que todos olhavam para frente, uma época em que as pessoas se abriam. Naquele tempo ao invés de olharmos para o celular olhávamos mais para os outros."
Nunca se mentiu tanto no mundo como em nossa época. Aos poucos, ninguém mais acredita em ninguém porque todo mundo está no modo marketing de ser automático. A característica instrumental desse modo é que tudo é meio para se atingir um fim.
Ergueu a mão prum ex-companheiro
Da época que bateu o ponto usual,
Apertava parafusos, rosqueava,
Martelava e polia na fabriqueta de pedal,
Que bela época vivemos, rodeada de respostas formuladas conceitualmente. Tudo tem uma explicação, menos aquilo que realmente importa, mas nem sabemos o que é que realmente importa; o que faz a diferença é a insistência da igualdade.
Um olhar de uma mãe cansada mais imensamente feliz. Na época eu vivia exausta, os horários delas de sono eram diferentes. As vezes quando eu fazia uma dormir a outra acordava. Como era cansativo, e ainda é. Na realidade a maternidade é totalmente cansativa e desgastante e eu não vou romantizar isso nunca.. foi nesse período em que me afundei ainda mais na depressão pois eu não aguentava mais de tanta exaustão.. mas eu sempre quis dar o meu melhor, pelo menos eu tentava. E na busca de ser a mãe perfeita eu fui me perdendo, me perdendo de mim mesma.. logo já não era mais eu, eu já estava no piloto automático. Uma bomba relógio ambulante que qualquer movimento poderia explodir. Eu sofri muito nesse período delas pequenininhas.. eu achava que não ia dar conta, realmente eu não dei, não como eu achava que deveria. Mas quer saber? Eu tentei .. e vou continuar tentando a dar pra elas o melhor de mim, as vezes eu vou conseguir, outras eu vou falhar.. mas isso é ser mãe, isso é maternidade. Não acredite em maternidade de conto de fadas, é só ilusão. Eu fiz de Deus minha fonte de forças e segui tentando.. Acredite que você pode e vai vencer cada fase, sozinha ou acompanhada, você vai dar o seu melhor, quem sabe até o seu pior, desde que você, dê você, você de verdade, e sem máscaras..E sabe, vai ter vezes que o seu melhor vai ser digno de Oscar, mas infelizmente ninguém vai ver, ninguém vai te aplaudir.. Mas continue.. Não perca seu tempo tentando ser a melhor mãe, use esse tempo aproveitando o que você tem, do jeito que tem, onde está, com quem está, improvisando, criando, dizendo sim, dizendo não. Vivendo de verdade. O tempo passa rápido demais e logo, todo cansaço, noites mal dormidas, vontade de sumir, de fazer devolução (kkkk) , vão passar, e só restarão as lembranças.. A saudade, a vontade que o tempo volte. Mas não vai.. então aproveita hoje , tá? Jajá passa.
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Em uma época de Natal onde todos comemoram em suas casa com a mesa farta em uma atmosfera de alegria e felicidade
Havia uma idosa bem velha em sua casinha velha e humilde com um semblante cansado e tristonho
Que ficava na janela como se esperasse por alguém todos os natais eram assim
Muitos a via lá na janela mas ignoravam é só uma velha
Ao chegar a noite era possível ver as casas cheias de luzes brilhar as famílias alegres cantando músicas naftalina
A velha idosa fechava sua janela apagava suas luzes e deitava pra dormir
O Natal passava e as pessoas voltavam a suas rotinas e assim a vida seguia seu curso como um rio
Um dia as vésperas de um Natal a velha idosa morre
Todos se juntam movidos pelo espírito natalino e fazem uma coleta e assim entram a velha que não tinha ninguém
O Natal chega o grande dia em que todos se alegra
Então já se aproximando da tarde do dia de Natal
Uma carruagem imponente e chique para em frente a casa da velha idosa e sai um homem bem alinhado e com ar de grande bate na porta
E derrepente chama inquieto mamãe cheguei!
Uma vizinha com ar de estranhamento
Pergunta senhor o que deseja
E o homem arrogante e imponente responde
Em curto tom
Por minha mãe
Ela mora aqui
A vizinha educadamente é com muito jeito o relata
Sua mãe faleceu dois dias atrás e nós nós juntamos fizemos uma coleta e a enterramos
E desde então a casa está fechada com os pertences dela
Ela entregou a chave
O homem entrou
Tudo estava arrumado e limpo
Fotos dele com sua mãe quando era um jovem rapaz
Hoje já um homem maduro de meia idade
Lamentou sentado aos pés da cama por um tempo
Sai devolveu a chave e partiu dizendo que não voltaria mais com os olhos em lágrimas.
O último Natal
Numa época em que o amor é fútil
E pode ser moeda de troca
Ser poeta é ridículo e ultrapassado
Onde relacionamentos são uma forma de conveniência em um negócio injusto, o amor é apenas uma palavra mascarando um sentimento falso...
A palavra filosofia (em Grego - philosophia) vem da Antiga Grécia, um termo da época de Pitágoras, dos tempos de Sócrates - um dos maiores filósofos (em Grego - philosophos) do mundo grego (e de todos os tempos) - que iniciou muitas das discussões filosóficas que nos trouxeram essa tradição.
Filo (Grego. philos) é o amor, um amor de amizade, um amor de uma relação de vontades - bem mútuo - como o de duas pessoas que cooperam para chegar a um grandioso e virtuoso objetivo.
Sofia (Grego. sophia) é o saber, a própria sabedoria, que aparece como um termo cujo próprio conceito envolve uma postura de humildade sublime.
> Filosofia significa então o amor ao saber, um amor de amizade, o amor à sabedoria!
Muito além desse significado, a filosofia não é somente o amor à sabedoria, mas é um saber procurado, um saber buscado. Um saber guiado por um método intelectivo, introspectivo e extrospectivo, um saber culto que quer conhecer o que é a realidade e a verdade.
No conceito dos sábios (em Grego - sophos) Platão e de Aristóteles (grandes filósofos e discípulos de Sócrates), a filosofia é o saber racional, um saber reflexivo, o saber adquirido; a busca pela totalidade do conhecimento humano - por meio da razão. Por último, a totalidade dos conhecimentos humanos acerca das coisas da natureza, adquiridos pela luz natural.
Na época que você conseguir harmonizar os teus príncipos com o teu temperamento, você terá uma personalidade forte e sólida.
