Época
Na época do rei Salomão, havia mais quatro sábios além dele:
Etã, Calcol, Hemã e Darda (cf 1° Reis 4.31). Salomão não foi o único sábio, mas sim aquele que Deus decidiu chamar, capacitar e destacar. Assim, não deixe o orgulho te iludir achando que você é insubstituível ou o cara. Tem muita gente capacitada no mundo que Deus pode chamar, capacitar e destacar para te substituir.
Jesus Cristo
1.2 – Jesus Cristo:
Discípulos e crucificação.
“Nessa época havia um homem sábio chamado Jesus. Seu comportamento era bom, e sabe-se que era uma pessoa de virtudes. Muitos dentre os judeus e de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o á morte E aqueles que haviam sido seus discípulos não deixaram de segui-lo...”.
O testemunho de Flávio Josefo – História dos Hebreus, capítulo 4, parágrafo 772.
Não há como negar a existência histórica de Cristo, nem mesmo agnósticos como Bart Herman faz uma bobagem dessas. Já os naturalistas e ateus modernos, usam a estratégia da relativização da figura de Cristo, dizendo que na época que o suposto Jesus teria aparecido era um momento de revoluções e que apareceram vários Cristos (o que está certo em partes). Ou seja, até mesmo para negar a figura do Cristo Divino eles precisam assumir a existência de outros Cristos.
E saiu Jesus, e os seus discípulos, para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e no caminho perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou? E eles responderam: João o Batista; e outros: Elias; mas outros: Um dos profetas. E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo. (Marcos 8.27-29).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
É inacreditável, mas chegamos numa época que os que são sábios, bem informados e instruídos, precisam ficar em silêncio para não “ofender” quem é superficial.
Estamos vivendo em uma época tão chata e tão cheia de mimi, que daqui a pouco não poderemos mais sorrir, porque será preconceito contra os banguelos.
Em mil giros
de relembrar
a época
dos círculos
bolivarianos,
Andam falando
demais sem
provar ou saber
nada a respeito,
Lá não havia
intenção de morte
e ninguém armado;
É preciso contar
essa história
bem e direito.
Havia era gente
ocupada em
pensar o destino
da Venezuela
e da América Latina,
Os círculos foram
desfeitos por causa
de conservadorismo
e pura intriga;
Todo mundo fala
sobre eles só que
quase ninguém
lembra corretamente,
ou quem lembra
não nos explica.
Algo me diz que
se repete a magia
que prendeu
o General e a tropa;
Os círculos devem
ser revividos,
Para se resgatar
a reflexão,
os amigos,
o tempo,
e anos perdidos.
Dizem que
Aquiles Nazoa
agora vive
em La Casona,
E me fez lembrar
do vôo do herói
da época que
ainda eu era moça.
O poeta como
sempre é eterno,
E parece ironia:
o herói ainda
continua preso,
E todos nós
sem sossego.
Se estamos
em revolução
ainda não sei,
Quero só ver
quando ela
se tornará lei
e libertação.
Só acreditarei
quando ver
com os meus
próprios olhos,
E se por acaso
eles não verem:
Só o tempo
será capaz de dizer.
Ainda não é época
do Pastoril,
Nos teus olhos vejo
todo o folguedo
reunido de uma vez,
Te levo em segredo
por preservação,
O meu desejo mesmo
era ser a brincante
entre as suas mãos.
Sinto saudades da época
que eu fazia bonecas
de palha de milho,
não sei se o amor está
escrito no meu destino,
só sei que quando ele
chegar nós vamos namorar.
Farei a magia do sabor,
vou colocar com certeza
no Pastel de Berbigão
todo o meu amor
e na Tainha Soberana
ele há de provar o quê é poesia.
Tenho sido a poetisa
invisível nesta época
que não dão mais
valor ao romantismo,
Ainda sonho contigo
com os olhos abertos,
construí um exílio
que só os doidos de amor
são capazes de compreender;
Enquanto preparo
um gentil Doce de Pinhão,
escuto a embaladora canção,
e para as estrelas insisto
pedir a amorosa orientação
em nome da rota da aproximação.
Rodeio na Época dos Namorados
Um bonito entardecer dourado
beija o Médio Vale do Itajaí
das minhas expectativas
onde cultivo as minhas poesias.
Em Rodeio na época dos Namorados,
eu sou a tal poetisa de uma espera sem hora e sem data marcadas
para comigo se enlaçar na vida.
O Pico do Montanhão não me deixa
nunca desistir e sem faz com que eu
não perca o hábito de me inspirar
e estar sempre pronta para vivenciar.
Assim vou escrevendo sobre a espera
num mundo que boicota o tempo
todo o romantismo de quem
vive um amor querendo esperar,
nada vai me fazer desistir
de querer o teu amor para amar.
Saudades da época
que eu ríamos de tudo
e de ver dormideiras
por todo o lugar,
A gente precisa resgatar
a mesma delicadeza,
o contentamento
e a leveza da infância
ao brincar com as dormideiras
e ao lidar uns com
os outros mesmo sendo
tão diferentes no pensamento.
Talvez a maior tragédia
da nossa época é
que não podemos
contar com líderes,
todos aqueles que
poderiam vir a ser
foram perseguidos,
dos caminhos desviados
e por intriga abatidos.
Povos têm lutado
para sobreviver,
e entusiastas de regimes
repressivos vivendo
andam engasgados
nas próprias
migalhas sem saber.
Não quero roubar
a fé e o teu estímulo,
um dia a conta vem
e para muitas coisas
o tarde demais existe
para aquele que
só faz o que convém.
Danço nos cascos
da mente para não
deixar a sanidade
do mundo capturar
porque só com um
pouco de loucura,
sou capaz de nadar.
Daqui do parapeito
da janela do quarto
o jazz do Universo,
as estrelas e a Lua
me divertem em pleno
mundo afogado no ego,
e dele sou sobrevivente
da guerra que travo
comigo diariamente.
Deste firmamento
tu és o meu cruzeiro,
neste mundo onde
tudo é passageiro,
todos nós peregrinos
e eu tua vitória-régia
em plena expectativa
alimentando-me do teu
etéreo encantamento.
Na minha terra
Agosto é a época
do Guapuruvu
florescer absoluto,
E de me declarar
que você é tudo
que inspira os meus
Versos Intimistas
e a minhas mais
insinuantes poesias.
O Cerrado
Com os olhos fechados
ainda lembro da época
que o Cerrado tinha
tudo no seu devido lugar
sem nada faltar,
Das águas quentes e frias
como é bom recordar!...
Muita gente acha que
tem controle da vida
e do tempo,
naquela época se
coexistia com a Suçuarana
e tantos outro animais
sem ter medo porque
na verdade tínhamos paz.
Infelizmente uns não só
ali ainda não entenderam
que não ter nenhum
compromisso em preservar
para que tudo venha durar
no passo que podemos
todos de tudo desfrutar.
Sobre nós caem as flores
amarelas do Ipê-do-Cerrado,
enquanto dizem ser poéticas
a vontade e as lembranças
profundas do passado,
a busca com esperança
pela chave e a rota de mudança
para tudo o quê pode ser resgatado.
Quem não se lembra
da época que era
normal ter uma Figa
feita de Jacarandá
para o Mal espantar,
Hoje quero mesmo
é ter Jacarandás
plantados misturados
com a cor dos seus olhos
por onde eu passar,
para sempre me inspirar,
e quando vier a florada
poesia a gente espalhar.
Relembro sob o Uxizeiro
que não é época de Uxi,
Embalo um doce segredo
que me apaixonei desde
o primeiro dia que te vi,
E que não há um só dia
que não pense numa
maneira chegar até a ti,
Obediente aos apelos
próprios do nosso tempo
aguardo o melhor momento.
Muitas de nós, adolescentes, influenciadas
pelas leituras e filmes da época
sonhamos com um "príncipe das Arábias"
lindo, alto, pele bronzeada pelo sol do deserto e que
nos levaria para um mundo encantado de amor eterno...
O que me leva a conjecturar... com o que sonham as
as jovens de hoje? O que habita seu imaginário?
Serão mais felizes (ou infelizes) do que fomos?
Pelo sim, pelo não. Desejo que todas tenham
sonhos; que sonhem sonhos realizáveis, e que
nenhuma oportunidade de realizá-los lhes seja negada.
