Época
"A época que atravessamos parece ser de loucura coletiva em toda a humanidade. Estamos no tempo da cegueira e da violência."
Dos 16 aos 35 anos, a vida é uma festa ininterrupta. É a época em que buscamos experimentar tudo intensamente: desejamos conhecer todas as pessoas, vivenciar múltiplos amores, mergulhar em paixões avassaladoras, embarcar em aventuras sem fim, explorar o mundo em viagens memoráveis e descobrir quem somos de verdade. É uma fase de sangue nos olhos, risadas que ecoam eternamente, coragem ilimitada e uma energia vital que parece não ter limites.
No entanto, após os 35 anos, começamos a amadurecer de maneira profunda. A vida nos ensina a não dispersar energia em excesso e a valorizar cada momento com mais sabedoria. A convivência com a saudade se torna mais frequente, e entendemos o significado doloroso de perder alguém querido. O luto passa a fazer parte da nossa realidade, e mesmo vivendo momentos maravilhosos, somos confrontados com a fragilidade humana de maneira mais evidente. A vida se revela como um tecido fino e delicado, que a qualquer momento pode se rasgar, nos lembrando da impermanência de tudo.
Essa jornada nos transforma, nos molda em seres mais resilientes e compassivos. Apreciar cada fase da vida, desde a exuberância da juventude até a serenidade da maturidade, é um privilégio que nos ensina a valorizar cada experiência e cada pessoa que cruza nosso caminho.
Os Segredos do Amor e da Guerra: Uma Lenda dos Hospitalários
Em uma época distante, quando as cruzadas marcavam a paisagem do mundo conhecido, existia uma ordem de cavaleiros cuja bravura era superada apenas pela sua compaixão. Os Hospitalários, como eram conhecidos, surgiram inicialmente como cuidadores dos peregrinos na Terra Santa, mas logo se destacaram no campo de batalha por seu valor e estratégia. A origem dessa venerável ordem remonta ao início do século XII, momento em que decidiram fundar um hospital em Jerusalém para atender aos fiéis de todas as nações.
Ambos os Hospitalários e os Cavaleiros Templários forneciam proteção aos peregrinos e defendiam os Estados cruzados com fervor e determinação, mas enquanto os Templários eram mestres do campo de batalha, os Hospitalários dedicavam-se também à administração de hospitais, tornando-se essenciais na sociedade medieval tanto em tempos de guerra quanto de paz. Sua estrutura organizacional e hierarquia estavam inequivocamente ligadas a essas dualidades de propósito, algo que lhes conferia uma reputação de nobreza e sacrifício entre os povos da época.
O amor e a paixão não eram estranhos a esses destemidos cavaleiros. Dentro dos muros de um dos seus muitos castelos, escondia-se uma história de amor que superava as fronteiras do possível. Sir Henri, um jovem Hospitalário, encontrou seu verdadeiro amor no coração de uma jovem peregrina enigmática chamada Isabelle, cuja beleza e espírito indomável o desafiavam a questionar tudo que lhe fora ensinado sobre o dever e a devoção.
À medida que a guerra avançava impiedosamente através das terras, Henri e Isabelle foram forçados a confrontar não apenas as ameaças externas, mas também os segredos ocultos dentro de sua própria ordem. A descoberta de um manuscrito antigo revelou a verdadeira magnitude de sua missão, e como ela estava intrincavelmente ligada ao futuro dos Hospitalários e de toda a Terra Santa. Confrontados com revelações que abalavam os alicerces de sua fé, eles perceberam que a luta pela paz exigia mais do que bravura em batalha; exigia um coração disposto a transpassar as sombras da dúvida e do medo.
Enquanto enfrentavam as provações impostas pela guerra e pela revelação de segredos esquecidos, a paixão entre Henri e Isabelle tornou-se uma fonte de força e inspiração. Sua história ecoou pelas gerações, simbolizando não apenas o amor eterno, mas também a evolução dos Hospitalários ao longo dos séculos. De guerreiros de fé a protetores dos vulneráveis, a ordem adaptou-se, cresceu e prosperou, conservando sempre os valores de compaixão e valentia que Henri e Isabelle tão corajosamente encarnaram.
Assim, a lenda dos Hospitalários e do amor implacável de Henri e Isabelle transcendeu a passagem do tempo, lembrando-nos que nas veias de cada grande história correm as verdadeiras forças da humanidade: amor, paixão e a incansável busca pela paz. Suas contribuições nas batalhas e na sociedade não apenas moldaram o curso da história, mas também deixaram um legado de esperança e coragem que continua a inspirar até hoje.
Um homem simples, vestes simples, calcar simples, falas simples para uma época simples, deixa-nos o legado da continuidade.
Sinto saudade dele, do tempo que não volta, da época que vivemos juntos, da sensação, do sorriso, das risadas, até do choro, tudo era melhor. Não o culpo, muito menos ela, afinal eu não gosto de nenhum deles, mas negar sentir saudade da maneira que ele me amava me dói, dói de verdade, Deus sabe como. Vendo vídeos de nós dois, imagens, me faz sentir SAUDADE da maneira que vivíamos, da maneira que nós amávamos. Eu não sinto falta dele, dele agora. Sinto falta dele um ano e meio atrás (acho), da maneira em que podia contar com ele para tudo, meu melhor amigo, ele com certeza deixou um buraco que um dia espero que alguém tape, sem cicatrizes e arrependimentos. Sinto falta dele. Não desse homem que tomou o seu lugar, quero ele de 2022, 2021, 2020, 2019, 2018, 2017, 2016, 2015, 2014, 2013, 2012, 2011, 2010, 2009. Sinto falta de como eu te amava.
viva a mãe natureza
e só pra lembrar
na primavera também
é época de colher frutos
de colher a vida
de colher flores
de colher amores
de colher sentimentos
de colher amizades
de colher sinceridade
de colher oportunidades
de colher folhas esparramadas
de colher consequencias
de colher sorrisos
de colher abraços e beijos
de colher as escolhas
de escolher o caminho
de escolher o que e onde tomar
de escolher as reações pra sentir
de escolher que atitudes tomar
de escolher a vida que se quer levar
de escolher o que é necessário falar
de escolher a hora de simplesmente calar
e antes mesmo de escolher
precisamos aprende a recolher
nossas palavras antes mesmo
de serem ditas com arrogância ou cinismo
recolher nosso lixo, que muitas vezes deixamos esparramados, literalmente
recolher nossos atos em sinal e humildade
recolher os animais abandonados
recolher o amor, até que ele se torne próprio
recolher as dádivas de Deus
recolher a nossa ignorância
porque precisamos crescer e evoluir
de acordo com a natureza divina !!!
relógio que conta
que o tempo voa
e então é época
de mais um glorioso natal
mais uma vez
mais um ano se concluindo
mais uma etapa sendo vencida
mais um ciclo se fechando
vamos findando o ano
com maestria
com dignidade
com a sensação de missão cumprida
com toda nossa verdade
com um coracao leve
com a alma limpa
com Jesus em nossa vida
com muita fé, paz e luz
com a esperança de um ano
maravilhoso pra todos nós
e com certeza daremos o nosso melhor
assim como neste ano
muitas mudanças de planos
promessas a serem feitas
transformações à vista
e mesmo que seja à prazo
temos sempre que viver de acordo
com o prazo de validade
buscar a felicidade
enfiar o pé na jaca de vez em quando
dar um grito de liberdade
e vamos abraçar as causas do mundo
e vamos nos abraçar sem causa mesmo
sentir o calor humano que sai do peito
que cura muitos males e nos dá forças
pra seguir diante dos nossos propósitos
temos só que agradecer
pelo alimento do corpo e da alma
pela água, que cai e nos lava
pelo ar, que não nos falta
a não ser pelas boas surpresas da vida
pela natureza, que nos encanta
pelas flores, que nos embelezam e nos perfumam a vida
pelos animais, que estão a nos servir e a nos divertir
pela saúde, que é nossa maior riqueza neste plano
pelo próximo, que nos proporcionam ajudas mútuas
pelas amizades, que são nossos presentes a cada natal
pela familia, que é a base, a estrutura e o esteio
de nossa preciosa vida
pelos anjos, que passam e principalmente pelo que fica
nosso querido e amado Mentor Espiritual
pela luz de Jesus, presente em nosso caminho
sempre a nos iluminar, guiar e proteger
pela fé e a esperança em dias melhores
que o Senhor nos dê um voto de confiança
nos traz de volta as lembranças
dos momentos duros e difíceis
e só então, daremos valor em tudo o que possuímos
principalmente na riqueza moral e espiritual
que carregamos como tesouros a serem guardados
por todas as existências futuras
obrigada em nome da humanidade!!
em época de sentimentos banalizados
eu desejo de todo coracao
que o amor seja sentido, doado e consentido
que a verdade seja dita e se doer melhor ainda
que os pensamentos sejam voltados
para o bem do próximo e também o nosso
que os tais sentimentos banais sejam resolvidos
e aclarados de forma natural e precisa
e passamos a sentir mais com a alma e o coracao
que os ideais sejam lançados ao universo
e seguidos fielmente dentre os propósitos
que os defeitos sejam revertidos e convertidos para o bem comum
que a negatividade seja absorvida e transformada
em pólo positivo a favor do bem
que a natureza seja um instrumento de inspiração e beleza
e não de destruição e aniquilamento
o planeta agradece pelo nosso estado de alerta e atenção!!!
//SOBRE O INFERNO//
A época medieval foi muito criativa quando decidiu pintar o diabo de rabo, chifres e tridentes, além de sua morada. Mas vou lhes dizer o que penso sobre o inferno.
O que sei é a partir do que Cristo ensinou, e Ele disse que há pelo menos dois sentimentos ou quem sabe, comportamentos, de indivíduos que lá estão/estiverem: "Choro e Ranger de Dentes." Isto aponta para uma pessoa com profundo Remorso e Ódio.
Remorso não é arrependimento, posto que este último leva à uma metanóia, mudança de mente. No remorso, o sofrimento é por saber que poderia ter decidido por caminhar com o Autor da Vida e não o fez, pela soberba da vida, por não permitir curvar-se a soberania e governo do Pai, assim, isto o leva ao ódio de si mesmo (rangendo os dentes) por não ter feito a escolha. Afinal, quem não ficaria com ódio de negar espontaneamente o Amor?
Mas o que me chama a atenção neste lugar são as "densas trevas". Densas trevas não é, apesar dela, conseguir enxergar alguém, muito menos uma penumbra. Para que qualquer coisa seja perceptível aos nossos olhos, é necessário o mínimo de luz possível e isto é algo que neste lugar não há.
Assim, os que estão/estiverem lá, só terão a si próprio para enxergar, não haverá lamento com o companheiro "do lado" porque, neste lugar, não há sofrimento com alguém para dividir as mágoas...só restará você e seus gritos interiores.
Assim, inferno é a condenação de viver para sempre consigo mesmo, olhando para dentro de si, um ser humano caído que negou a vida eterna ao lado de seu Autor, que negou o presente de uma nova vida em Cristo e com Ele.
Agora mesmo, já estamos na antessala de um dos dois locais para onde iremos, nos infernos ou paraísos existenciais, e isto depende de onde neste momento seus olhos estão fixos, se em Cristo ou para dentro de você. Desconfie de quem sempre lhe estimula a olhar para dentro de si, olhos foram feitos para enxergar do lado de fora, e neste caso, nossos olhos foram feitos para contemplar a VIDA em Cristo e ser atraído por Ele
Vivemos em um época onde os imbecís usam um discurso deconsciência limpa, para legitimar suas imbecilidades.
MERCLUBE
Urandi sempre teve feira,
desde a época do barracão.
Quando fez a mudança dela,
teve muita contestação.
Senhor Tideca foi firme;
foi valiosa sua ação,
mas pra fazer o mercado
demoliram um casarão.
Ainda tem um vestígio,
resta um pé de palmeira,
que fica no meio da praça
onde realiza a feira.
O mercado era acessível,
tinha açougue e sapateiro,
ainda tinha larga calçada,
sendo útil ao barraqueiro.
Já foi chamado de Merclube
por fazer festa e carnaval.
Hoje perdeu sua serventia
numa engenharia irracional.
Na cidade não tinha quitanda,
verduras e frutas vinham de fora.
Os mascates traziam de longe
e Urandi produzia em outrora.
Derrubou aquele mercado
e fez outro nada de elegante.
Construiu um elefante branco
sem utilidade para feirante.
Golpes,racismo,dor,gritos,choros.
Em que época estamos?
Vivemos certo?
Nossa vivência é a vivência certa?
Existe lado bom no mundo?
Cosechando colores
El otoño es la época exultante de la policromía que calienta el corazón, donde la naturaleza nos enseña a través del desapego que vivimos en un mundo de impermanencia y fragilidad. Una de las leyes de la vida es el desapego, ya que es a través del" dejar ir "que permitimos nosotros mismos uno de los mayores dones de la vida: el renacimiento de lo que florecerá en nosotros.
Soraya Rodrigues de Aragao
Vivemos uma época de escuridão, onde pessoas sem caráter estão no poder se auto afirma através da crença em Deus, sem nenhuma compaixão no seu coração. E muito que dizem conhecer a Bíblia os seguem sem a mínima reflexão.
Estamos vivendo a pior e a melhor época da humanidade. A pior porque a violência e a ganância predominam. A melhor porque nessa fase mostramos a nossa verdade essência.
“Jamais me acovardei diante de uma época tão difícil de suportar. Tudo é melhor e mais fácil se houver realidade, lucidez e lealdade.”
Ouvi uma música que me levou a um tempo muito distante, época em que, na minha infinita ingenuidade, acreditava não haver maldade no coração das mulheres.
lembro de uma época em que eu me esforçava,eu me dedicava,pois tinha um sonho seguir e amigos para me apoiar.
Então tempo passa e continuo trilhando esse caminho, quando olha para trás vejo dedos sendo apontados e julgamentos caindo sobre mim, ironicamente nenhum deles vem de inimigos.
Então o que restou? depois de tantos passos dados, depois de tantas feridas e ossos quebrados o que restou?
Não há mais um sonho para se perseguir apenas um caminho vazio desprovido de sentido e banhado pela apatia.
No entanto eu não os odeio apenas sinto rancor,um doloroso rancor, não desejo vingar-me,mas confesso que as vezes imagino seus rostos derretendo em agonia.
Me transformaram boque eu mais temia,um homem quebrado.
O silêncio fala mais do que os olhos podem ver.
Acordei cedo para ver as borboletas!
Era época de suas metamorfoses...
E contemplando as flores, lá estavam seus casulos... Uma espécie de charuto e, pensei, o quanto de sacrifício se deu, pra estar alí.
...e entendi que a vida é um refazer-se constante. Um doar, sem requerer, incansavelmente pra concluirmos nossas metamorfoses.
Acredite somos superadores do que chamam de obstáculos.
