Entender Frio Aconchego
Olhando para minha janela
As luzes batem em meus olhos
Sinto a noite se aproximando
Ventos frios e cruéis
Numa noite de inverno
Vejo muitas pessoas
Pessoas perambulando pela noite
Fazendo a maior arruaça
Mais aí eu ponho meus óculos
E vejo que não se trata de nada mais
Do que cachorros a brincar.
De tanto reparar em seus olhos fiquei Hipnotizado, olhar frio mas também agitado, gritante mas também pacífico, lento mas perfurante, olhos que falam mais que sua própia boca, bater de seus cílios causam uma tempestade de exitação, olhos marcantes capaz de fazer você delirar ao olhar.
Sonhos que queimam igual aos pesadelos
que nunca terminam com seu olhar frio...
se banham de uma forma que tudo parece bom.
Esse frio na barriga cada vez que lembro de você , essa certeza que tudo acabou...Essas interrogações se um dia me amou.
Ah! O que importa o dia frio e nublado lá fora...
se aqui dentro é plena primavera ?
As flores, o céu azul, o sol,a vida...tudo resplandece
em alegria e luz.
Cika Parolin
O amor acabou comigo. Sinto frio na alma. Sinto sede de amor e já não tenho. Os galhos das arvores estão mortos. Minha vida virou nada, rotina pura. Transformar o passado não posso. Ah, se pudesse. Ah se pudesse. Viveria outra vida
16/04/17
Ser frio e a unica escolha, porque em meio, a tantas ironias da vida, tantas pessoas que acabam sendo Hipócritas,
ser frio e anti social e a melhor opção...
Volta menina
E a menina deitada em sua cama virou-se para a parede do seu quarto escuro e frio e chorou por amor.
Ela tão doce e gentil, acordou triste e desanimada, era só mais uma, era mais um dia, e a noite seria a mesma armadilha e desarmada lutava contra a dor.
Na terça-feira olhou- se no espelho e vi-o que não era mais a mesma, agora deixou de ser aquela doce menina, para se tornar uma amarga mulher.
Tentou colocar a mesma maquiagem, os mesmos jeitos e costumes, da menina que cantava o bem me quer.
Essa menina, que hoje é uma mulher que não se entrega mais ao amor como queria, ela não ama porque não quer, mas porque ela sofreu por aquele que nem sequer a amou.
Era noite, fazia um certo frio. Tomei um banho quente, igual aquele que tomamos na última vez que esteve em meus lençóis. No espelho embaçado via meu reflexo turvo, ele refletia não apenas meu corpo semi nú, refletia como eu estava me sentindo. Escrevi nossos nomes no espelho dentro de um coração e em pouco tempo não estava mais ali, igual ao reflexo de nós dois sorrindo...
Som frio,
Do rio sombrio,
O longo som,
Do rio frio,
Tão longe,
Tão bom,
Tão frio,
O claro som do rio sombrio.
TE AMAREI POR TODA MINHA VIDA
O dia estava triste, chuvoso, frio, sem graça
Eu para tentar me acalmar saio pela cidade
A tristeza de meu coração era por ter te perdido
Talvez por isto nem as crianças brincassem na praça
E meu pranto caia solto pelo rosto tão sofrido
Parece que apenas a saudade, a tristeza e a dor
Encontrava morada em minh'alma tão agoniada
Pois sei que para sempre perdi o teu grande amor
E que passei a ser para ti, apenas uma figura desprezada
A noite chegou de forma tão aterradora e tão brutal
Que me senti acuada, com medo, como um velho animal
Que sente a morte se aproximando, e nada pode fazer
Para lutar, para tentar de toda forma continuar a viver
Enfim amor, eu te perdi, e nada posso fazer para mudar
Apenas lembrar o quando vc me fazia feliz mas acabou
Mas tua lembrança sempre ira me acompanhar nesta vida
Pois todo imenso amor que sinto por ti, no peito tem guarida
E nunca irei te esquecer meu menino forte no físico mas fraco de mente
Mesmo que jamais os nossos caminhos voltem a se cruzar
Mesmo que eu jamais seja por ti perdoada, por tanto te amar
E que apenas por este imenso amor, eu lutei, nesta minha jornada
Te peço perdão, se te fiz um dia chorar pelos meus deslizes
Mas lembres de quanto amor eu te dei, e quanto fomos felizes
Mesmo nas tuas horas de saudade, que sentiras tão dolorido
Lembre sempre que te amei te amo e te amarei por toda minha vida...
FRIO, PRA QUE TE QUERO?
E ele chegou trazendo sua capa enorme de frieza e um certo desconforto, onde o vislumbre da natureza e de roupas quentes só faz morada nos que sorteiam em endereços marcados.
É certo que é um puro prazer, com suas garras geladas, pra alguns e muito sofrimento pra outros mas, não pra mim que sempre fui praiana.
Não abraço essa causa de nariz gelado e de corpos enrolados. Gosto de quentura, roupa miúda, banhos refrescantes e de calor. Não sinto prazer em presenciar bolinhos de gente embaixo de jornais e trapos insuficientes. Filas enormes pra receber um prato quente.
O prazer vai embora com as ruas mais vazias e calçadas tentando aguentar o mar, quase sempre, revolto mas, tenho que admitir, fica lindo com toda essa rebeldia.
Não, eu não te pertenço pois sou amante do sol e das carícias das ondas que chegam presenteando, a todos, com momentos alegres e intensos.
Pode desistir, senhor! Sou de me entregar à vida com muito voo, mergulhos e calor!
SoninhaBB
Antigamente dava uma tristeza no tempo do frio, hoje eu sei que tudo está na mente, você tem o poder de controlar as emoções e deixar fluir somente os pensamentos que você quiser.
Se você consegue dominar sua mente você muda uma vida toda ao seu favor. Tudo que te acontece passa pela sua mente.
É uma batalha pelo controle total da nossa mente.
Hoje acordei pensando.
A noite longa,
O mal súbito,
O frio da cama.
Acordei pensando em coisas estranhas.
Estranhas boas
Estranhas ruins
Estranhas...estranhas.
Pensei no futuro
E o fim enxerguei.
Confuso fiquei
Pois não encontrei
Explicações de ninguém.
Então parei,
E de novo analisei.
Busquei porquês,
Mas nada encontrei.
No meio do tumulto,
Uma sirene tocou.
Meus olhos abri
E logo vi.
Que na verdade eu dormi
E tudo que vi
Era um sonho ruim.
O Sudoeste e a Casuarina
Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.
“Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina:
“Detesto as tuas histórias”.
Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.
Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia.
Um poema festejando 15 anos
15 anos, segue o caminho
tem desvio, sol, chuva, frio
tem bandido, tem mocinho
tem amor, suspiros, tem feitio.
Se tem choro, também carinho...
Tem primavera e outono com desfolha.
Momentos em companhia e sozinho.
Siga, e faça a sua escolha!
A que escolher, contigo eu alinho...
Feliz anos dourados!
Feliz aniversário!
