Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Eu tenho a sorte de ter como inspiração... E de te ter aqui na minha vida não só como uma memória inesquecível...
As drogas são como a politica, só precisa entrar, se viciar, fazer tudo e principalmente não querer mais sair
Continuamos com o voto de cabresto, só que não pelo terror como antigamente, mas sim pela falta de inteligência do povo.
Você não sabe, mas com esse jeito só seu, você ainda sabe como iluminar meus dias e acalmar minhas noites.
Era como caminhar na floresta, só que sozinhos. Entende? Não havia mais a sua mão pegada na minha, tão pouco o seu brilho nos meus olhos me direcionando. Estávamos nos aventurando em direções opostas buscando nada mais do que simplesmente nos encontrar.
O Rock n' Roll não morreu, só porque ele não é mais tão popular como costumava ser não significa que ele está morto. Atualmente ele só está sobre uma enorme pilha de lixo, mas ele ainda está lá, vivo e evoluindo conforme o tempo...
Não é só escrever, é sentir também, é que nessas poucas palavras que eu escrevo, é como se fosse o meu coração abrindo, é uma forma menos constrangedora de me declarar para você. É uma forma de dividir meus sentimentos, é usando caneta e papel que eu boto pra fora todo o meu amor não correspondido.
"Algumas coisas não cabem em palavras,
mas ainda assim, quebram qualquer silêncio,
como um sorriso de felicidade..."
Teu AMOR é impossível...
só aposto a minha vida como não há no mundo,
Um homem que te ame com amor tão profundo.
Que queira, tanto ter você.
Eu não desisto nunca de um amor que eu quero,
A minha vida inteira por você eu espero.
Um dia eu vou ter você...
A aceitação da vida como ela é, não é uma estação aonde enfim chegamos e descansamos; ela é só uma maneira mais confortável de viajar...
A decepção e as perdas, são apenas formas adversas, que Deus encontrou para nos dizer: calma, Eu tenho algo melhor reservado para ti!
Os grandes guerreiros só são vistos como herói apenas depois da sua morte, não se importe com a fama busque a vitória na sua vida.
O prestígio de um lugar é como a lua. Quando não cresce, necessariamente diminui.
Só posso falar do Guarujá a partir de 1.970, ano em que comecei a frequentar a cidade como turista de um dia, já que o apartamento da família era em Santos.
Tenho amigos que conheceram a cidade bem antes disso e a alegria daquelas lembranças contrasta com a tristeza de ver a cidade no estado em que se encontra. Alegrias e tristezas maiores que as minhas.
A única ligação da Ilha de Santo Amaro era a balsa e fazendo aquele trajeto sacolejante, de ida e volta, em cima de uma Honda 750 cc. eu me sentia um desbravador.
Andávamos sempre em pequenos grupos de quatro ou cinco, acompanhados de garotas que pretendiam demonstrar sua parte de rebeldia acompanhando os raros e tresloucados motociclistas.
Os motoqueiros eram tão poucos e quase sempres as mais bonitas já tinham namorado com quase todos.
Com exíguos biquínis de cortininha, aqueles que podiam ficar maiores ou menores, de acordo com a ocasião, elas quase sempre prometiam mais do que acabavam dando.
Em ambos os lados a Avenida Adhemar de Barros existiam grandes terrenos vazios e ao chegar à Praia de Pitangueiras a gente tinha a impressão de que se ali não fosse o paraíso era o mais próximo que se poderia chegar.
Mas não parávamos em Pitangueiras porque ali era grande a vigilância dos pais sobre as garotas que pegavam praia em frente aos seus prédios.Seus biquínis eram pequenos mas a vigilância dos pais era feroz.
Nosso destino era a Praia de Pernambuco.
Lá, as garotas santistas mais ousadas fugiam das areias escuras da praia de Itararé, José Menino e Gonzaga e depois de duas ou três caipirinhas especiais do Hotel Jequiti elas estavam sempre dispostas a montar nas motos sem discutir qual seria o destino.Ninguém falava em poluição, praia imprópria ou camisinha.
Nessa época pré-aids o que contava eram as pílulas anticoncepcionais e o risco de uma visita a uma das clínicas clandestinas de aborto que todo mundo conhecia, sendo a mais famosa delas na Rua João Moura em São Paulo, propriedade de um médico perito criminal da polícia. Guarujá era um sonho para nós.
Ninguém tinha apartamento por aqui, nós nos contentávamos em passar o dia e voltar a Santos para as noitadas no Clube da Orla, no Ilha Porchat, no Juá ou simplesmente trocando de garotas sempre que possível.
Nessa época o Hotel Casa Grande era o lugar mais badalado para se hospedar. Quando eu desejava impressionar alguma garota mais difícil, convidá-la para o fim de semana no Casa Grande era a última tentativa, a palavra-chave, a certeza de não errar.
Quarenta anos se passaram e o glamour que todos nós conhecemos transformou-se num amontoado de lixo em cada porta, um bando de moleques pedindo esmolas em cada esquina, praias impróprias e favelas.
Muitas favelas e muita bandidagem.
Tomaram conta de tal maneira da cidade que fizeram dos prédios verdadeiras gaiolas com grades.
As grandes casas da Enseada e do jardim Virgínia colocaram muros altos nas suas portas o que não impediu que perdessem muito do seu valor, porque para entrar ou sair desses muros, não há sistema de segurança que impeça roubos e mortes.
Em um ou outro condomínio fechado há a aparência de segurança.
A peso de ouro empresas privadas prometem o que nem sempre conseguem garantir.
Ainda é possível ver de vez em quando, carros lindos e caros, motos potentes, e gente bonita.
Alguns ainda mantém a esperança de que a cidade possa se recuperar de quarenta anos de maus tratos e voltar a ter glamour.
Eu não.
