Enquanto
"NUNCA DÊ DESCULPAS ESFARRAPADAS, ENFRENTE OS PROBLEMAS, NÃO SOSSEGUE ENQUANTO NÃO RESOLVER" Ademar de Borba
Você trouxe uma parte minha de volta à vida. Uma parte que tinha sido silenciada enquanto morria lentamente. Mas, quando essa parte minha vive, eu morro. E agora eu preciso assisti-la morrer e me livrar do corpo sem que alguém perceba. Apenas você vai ver. Porque você está assistindo de camarote a esse espetáculo patrocinado por nós. A verdade é que eu não fui forte para me manter na minha jaula. E agora eu preciso me guiar novamente pra lá, enquanto uma força que me orbita me puxa pra fora. Você virou o objeto do meu maior desejo e a representação de tudo o que eu não posso ter. E você me amaldiçoou, pq agora eu sei como é seu olhar, seu toque e sei que nunca mais vou experimentar isso. Agora eu estou fadada a te ver e não te tocar. Por favor, não fique até o final do show. Ele vai ter um final lento, chato e doloroso. Desça do camarote, não fique até as luzes se apagarem. Eu vou finalizar isso e dar um jeito nessa bagunça. Eu sempre dou um jeito. Então, por favor, não se vire quando estiver partindo. Não olhe para mim. Pq, cada vez que você me olha, aquela parte de mim tenta resistir, mas ela não tem longa expectativa de vida. E, no final, só vou sobrar eu, sozinha, me agarrando às poucas lembranças que me fizeram viver por um breve momento.
Amores que se Tornam Copa
Enquanto a floresta respira, o mundo estreita‑se: fico só eu, só tu, árvore dentro de árvore. Esta força que cresce entre nós como seiva a subir no tronco quando a noite decide ser fogo.
E há ainda os galhos que não se veem:
crescem para dentro,
procuram o coração,
tentam compreender o que significa amar sem pedir nada em troca.
No fim, percebo que esta árvore não é minha. É nossa. Cresce no espaço entre duas respirações,
entre duas palavras que ainda não dissemos,
entre dois silêncios que se reconhecem porque há amores que se tornam copa.
A mídia é uma grande ilusionista que ilude o povo enquanto ele é roubado dos seus direitos, das suas condições, da sua vida.
Enquanto houver vida no planeta, solidão é uma ilusão criada pela própria mente.
O que faz sentir-se só é só o próprio abandono de si mesmo.
Os bancos controlam o poder, substituindo as antigas monarquias. Enquanto mantiverem esse domínio, a miséria não terá fim. Os banqueiros e grandes empresários preferem a desigualdade, pois ela garante sua riqueza e o sustento de uma classe trabalhadora submissa. Eles manipulam os políticos para servir aos seus próprios interesses, enquanto a política se transforma em um jogo de aparências. A verdadeira solução para a pobreza não virá enquanto os bancos continuarem controlando o sistema econômico e as decisões políticas.
A sociedade em que você vive só vai mudar quando você mudar, pois enquanto você não muda, nada muda. Sua mudança será uma referência para a mudança ao seu redor, e, através dela, você servirá como incentivo inconsciente para a mudança dos outros. A mudança dos outros, por sua vez, será referência para mais pessoas, e assim por diante.
Enquanto houver disputas, apegos, conflitos de gêneros, ideologias, dogmas, crenças, ideias, bolhas sociais, nunca iremos nos unir como família humana.
Não existe liberdade enquanto o ser humano precisar de necessidades básicas para viver.
Pode até se sentir livre, mas não será livre de fato.
Liberdade é existir sem precisar de nada. Ninguém é livre.
Pessoas com interesses egoístas só se importam com você enquanto você satisfaz suas necessidades ou desejos. Elas podem querer que você alimente seu ego, busque sua aprovação, ou esteja sempre disponível para elas. Quando você não consegue mais atender a essas demandas, o interesse delas por você desaparece, pois o vínculo delas é baseado no que você pode fazer por elas.
Já as pessoas que têm um vínculo emocional verdadeiro não esperam nada em troca. Elas se conectam de forma verdadeira, sem interesse próprio, e o amor e o respeito entre elas são recíprocos. A conexão que elas criam é duradoura e verdadeira, porque não depende de ações ou favores, mas do carinho e da confiança que se constroem naturalmente.
Enquanto a mídia distrai o povo com fantoches políticos, os dominantes banqueiros e megaempresários seguem roubando o povo.
O inconsciente está em todo o nosso redor, enquanto a consciência é o que escolhemos focar nesse redor.
Estar inconsciente é estar distraído com o que acontece ao nosso redor, enquanto estar consciente é estar atento ao que acontece.
É impossível estarmos conscientes o tempo todo e em tudo. Nossa consciência escolhe no que queremos focar no momento. Por exemplo, se você está lendo esse texto, você está consciente nele, focado, e inconsciente ao seu redor. Assim que você se distrai, sua consciência muda para outra coisa ao seu redor. Nossa consciência escolhe o que queremos prestar atenção, seja no que olhamos, ouvimos, tocamos, sentimos ou pensamos, e ignoramos o que não queremos.
Existem várias coisas dentro do nosso inconsciente "já esquecidas", ou seja, coisas que não vemos mais importância, mas que continuam lá. Voltamos a dar importância a elas quando lembramos, geralmente quando é preciso trazer para o presente para resolver alguma situação ou para reviver sensações boas ou ruins. O que focamos, aprendemos, e quando aprendemos, deixamos de focar naquilo e passamos a focar em outras coisas dentro do inconsciente, de acordo com o que escolhemos prestar atenção.
Enquanto os bancos controlarem a sociedade, a escravidão, a pobreza e a miséria jamais chegarão ao fim.
Se aqueles que detêm o maior acúmulo de dinheiro e poder no mundo – os bancos – não têm interesse em acabar com esse ciclo, como isso poderia acontecer?
Há décadas, essa estrutura se mantém intacta, e está na hora de enxergar o verdadeiro poder que os bancos exercem sobre a sociedade. Esse é o primeiro passo. Sem essa compreensão, qualquer tentativa de mudança será apenas superficial.
Mas enquanto o povo continuar sendo conduzido pela narrativa imposta pela mídia – que foca sua atenção nos fantoches políticos, desviando o olhar dos verdadeiros controladores do sistema – a realidade não mudará. A sociedade seguirá nesse estado degradante que você vê todos os dias.
Os bancos detêm o poder. A cegueira implantada precisa ser removida. Abra os olhos para o que está à sua frente e perceba o óbvio:
Poder = Dinheiro
Dinheiro = Bancos
Bancos no poder!
