Enfim
Me pergunto oque será da minha alma quando eu morrer.. Gostaria de visitar o espaço e enfim poder me libertar e flutuar entre as constelações.
Microconto
Enfim sós
Ele entrou no salão, levando na mão uma flor
Ergueu o veu do seu rosto, beijou-a nos lábio e disse:
Adeus meu amor.
Enide Santos 06.03.16
MINIMALISMO
Saúde, família, parentes, bens, amigos, trabalho, enfim todas as coisas que as pessoas adquirem ao longo do tempo vão se tornado desprezíveis diante daquilo que ainda não podem ter. A cegueira reinante é produto de um trabalho profissional articulado pelo mercado para que todos virem consumidores contumazes e irracionais. A felicidade é uma condição do ter que se extingue com a posse.
A funcionalidade que pode atender a uma determinada necessidade dentro das possibilidades econômicas, financeiras e mesmo intelectuais de um grupo, muito pouco importam neste processo doentio, meticulosamente, imposto.
Na China, na montadora do Iphone, os trabalhadores estavam cometendo suicídio por não terem dinheiro para adquirir o aparelho que eles fabricavam, mesmo após anos de trabalho quase escravo. O “problema” da Apple veio à tona, e como podia atrapalhar os negócios, seus executivos resolveram a situação com um programa de sorteios de unidades para os funcionários mais produtivos. A produção aumentou e os suicídios atribuíveis à incapacidade de se possuir os celulares mais famosos do mundo, pelos operários da fábrica, não se justificavam mais. Eles se matavam por outro motivo. Afinal, a mão de obra abundante e muito barata, por razões óbvias, não podia ser desprezada. Sabe-se que naquele país, o salário é de trinta dólares mensais para quem consegue emprego formal. Para os consumidores do Iphone no resto do mundo, e, sobretudo, para os investidores da empresa que relevância esta questão possui?
A cidadania, de outrora, é coisa retrógrada. O cidadão morreu. No seu lugar está o consumidor desenfreado e desvairado, que quer coisas que não precisa. O mercado transforma sua vida num inferno sem fim. Por ser apenas um número de cartão de crédito, CPF, Indentidade Funcional, e outros códigos que lhe dão a sensação de status e poder de ter ainda mais.
A vida transformou-se numa encruzilhada: ou seguimos a manada humana que se auto impõe a destruição por um consumismo nefasto ou tentamos salvar a terra com seus recursos escassos e finitos consumindo aquilo que seja essencial à existência, adotando o minimalismo.
A pergunta que se faz é: há tempo ainda para a existência das gerações futuras?
Agostinho Lima-22Mar2014
Fazemos coisas que não queremos fazer, dizemos coisas que não queremos dizer, enfim, passamos uma vivemos uma vida que não queremos viver!
Enfim entendi que o problema não é o amor.
O problema são as pessoas...
àquelas que como você,
não lutam por quem amam...
..
Ela, enfim, aprendeu.
A escolher a viver pelas suas escolhas e não pelas chances do destino. A ser uma mulher motivada, inspirada, sonhadora e não manipulada. Ela se encontrou e aprendeu a ser útil e não mais usada por ninguém. Ela finalmente aprendeu a se sobressair e não precisou competir, bastou apenas ser ela mesma. Ela preferiu se amar a entregar-se outra vez e sofrer. Ela optou chorar de alegria sozinha, algumas vezes em plena solidão a chorar acompanhada de alguém que lhe magoava. Ela fechou os olhos, trancou os ouvidos para a opinião dos outros e passou a ouvir Deus. Ela passou a viver uma vida mais incrível do que ela mesma imaginou que poderia ser. Hodiernamente ela sorri mais e complica muito menos. Navega mais, mergulha mais, pedala mais, corre, caminha, malha, e principalmente, viaja mais. Hoje ela é mais, muito mais do que sempre foi. Se a lâmpada não brilha, ela vai lá fora e olha para a lua, ela não insiste, não há tempo, pois ela só quer ser feliz. Ela troca a lâmpada e se não der vai no escuro mesmo, se o vestido não lhe cai bem, ela vai de jeans e tênis, ela se tornou incrível. Ela, finalmente, abriu os olhos, o coração e saiu para ser feliz. Agora ela entende que quando é pra ser, tudo conspira a favor, o vento, o sol, o sorriso, e até mesmo o amor. E foi vivendo assim que ela percebeu que ser feliz depende apenas dela mesma.
Humildade é saber ceder o seu lugar ao outro, é se colocar na pele do outro, enfim, é ser pelo outro, sem esperar nada em troca.
Enfim a primavera!
Será bela?
Será quente, enfeita a vida da gente?
Muda o sentido das coisas?
Mas que tamanho engano. Pessoalmente é algo a se pensar.
Pois quem muda e se faz com pés bem firmes no presente, somos nós!
Se vivermos a ansiedade do sonhar impomos nossa vida a uma dura novela.
Não percebemos que o simples está no que consideramos atitudes tolas.
Esse feliz é uma imposição atemporal a nos crucificar.
E se hoje eu lhe disser que a minha conquista diária de felicidade é poder optar:
Em que estado de humor eu quero ficar “ sem ninguém me cobrar”!
De mãos dadas e dois corações em uma só batida, enfim hoje duas almas se amando, por estarem unidas.
Essa é a nossa vez
Minha chance de fazê-la feliz
Quero sentir enfim
O calor de ter você assim.
Porém, talvez
Isso deixe uma cicatriz
Mas isso não vai impedir
De querer tê-la só pra mim.
Não tenha medo
No mais já não é um segredo
Todos vão lhe fazer falar.
O nosso amor
Sem grande temor
Vai se eternizar.
Pura como a noite estrelada do teu amado sono que te embala,
Enfim, agora é uma mulher pronta para mais trinta,
entardeceu
e ainda há muito o que se fazer
pelas pessoas
pelos animais
pela natureza
enfim primeiramente por nós mesmos
e então seremos capazes
de todo amor do mundo
assim como Deus nos ama
como somos e estamos
obrigada Senhor!!!
Talvez eu ainda escreva mais um ou dois versos sobre ti. Ou três, ou quatro, ou dez, enfim… Acho que vou escrever até essa queda passar e, quando passar, vou continuar a escrever porque vou lembrar daquele homem de olhos castanhos e sorriso lindo que tinha algo inexplicável e diferente que chamou minha atenção, que me “marcou a ferro”. Te guardo com carinho e desejo que tu tenhas sempre o melhor no teu caminho…
Você enfim respira, achando que o problema de ontem vai ficar no passado quando, na verdade, é o problema de hoje, de amanhã e de todos os dias depois disso.
Quando enfim, aprendemos a focar nosso olhar à nossa própria autocura, descolamos da finita necessidade de nos provarmos o tempo todo.
