Encontro entre Amigos
Vejamos como é interessante pensar na relação entre memória e tempo. A memória, de fato, tem uma forma única de nos conectar com o passado, permitindo que momentos específicos permaneçam vivos dentro de nós, mesmo quando o tempo segue adiante. As emoções associadas a essas memórias podem ser intensas e duradouras, muitas vezes influenciando nosso presente e futuro. A memória nos permite reter e reviver fragmentos do passado, enriquecendo nossa experiência de vida e proporcionando um senso de continuidade e identidade.
Entre motos e mulheres, vou te contar,
Ambas são lindas, difíceis de ignorar.
Chamam olhares, aceleram o coração,
Mas cuidado, amigo, com a emoção.
A moto te leva, o vento a te embalar,
Mas uma curva errada pode te derrubar.
A mulher é doce, cheia de encanto,
Mas um deslize é um tombo e tanto.
Na moto, o seguro traz solução,
Se te roubarem, há uma indenização.
Já na mulher, seguro não há,
Se te deixam, só resta chorar.
Então pilote com cuidado, ame com razão,
Na estrada ou na vida, tome precaução.
Pois tanto a moto quanto a paixão,
Podem te levar desta vida ou destruir teu coração!
- Entre Gatilhos e Cuidado: O Perigo de Buscar Ajuda com Quem Não é Psicólogo
É cada vez mais comum encontrar pessoas que se autointitulam psicoterapeutas, oferecendo apoio emocional e se apresentando como guias na complexa jornada do autoconhecimento. Em um mundo onde a busca por equilíbrio mental e bem-estar se tornou uma urgência, muitos se sentem atraídos pela promessa de cura e compreensão. Porém, o que muitas vezes escapa a esses buscadores de ajuda é o risco de confiar sua vulnerabilidade a alguém sem formação sólida em psicologia, alguém que, embora bem-intencionado, pode não estar preparado para lidar com as profundezas da mente humana.
A psicoterapia é uma prática de mergulhos profundos, onde o profissional precisa ter tanto o conhecimento técnico quanto a sensibilidade para entender o que está em jogo. Não é apenas sobre ouvir; é sobre saber o que fazer com o que foi ouvido, entender os meandros dos traumas, os gatilhos, as reações. É ter o preparo para lidar com aquilo que é despertado, com os fantasmas do passado, com os labirintos da mente. Em um ambiente de terapia legítima, é a segurança que permite ao paciente se abrir, sabendo que, por mais doloroso que seja o processo, ele está sendo conduzido por alguém qualificado, alguém que pode ajudá-lo a dar sentido ao que emerge.
Por outro lado, entregar-se aos cuidados de alguém sem formação acadêmica na área é como navegar em mar revolto sem um capitão experiente no comando. Pessoas sem a preparação necessária podem até mesmo evocar memórias e sentimentos tão intensos que, em vez de ajudar, acabam por abrir feridas profundas, sem ter os recursos necessários para suturá-las. Imagine aquele que procura ajuda para lidar com uma angústia, mas, em vez de encontrar alívio, acaba despertando um trauma ainda maior, sem que a pessoa ao seu lado saiba como guiar esse processo.
Não é uma questão de desmerecer a empatia e a boa vontade de quem quer ajudar, mas de reconhecer que a mente humana é um território complexo, onde o perigo do desequilíbrio sempre ronda. Só o estudo aprofundado, a ética e a experiência na prática clínica preparam o profissional para acolher a dor do outro com a responsabilidade e o conhecimento necessários. Quando falamos de saúde mental, estamos falando de algo que demanda não só entrega e empatia, mas rigor, técnica e, acima de tudo, responsabilidade.
Ao procurar ajuda, é preciso discernimento e cuidado. Assim como não iríamos a um médico sem formação, por mais carismático que ele fosse, não deveríamos entregar nossa saúde mental a alguém que não tenha uma formação sólida em psicologia. É uma questão de segurança e respeito ao próprio processo. A dor, os traumas e as dificuldades de cada um merecem ser cuidados com profissionalismo. É essa confiança no saber técnico que permite que a terapia seja uma jornada de cura verdadeira, guiada por alguém que tem as ferramentas e a sabedoria para nos ajudar a chegar aonde queremos – ou precisamos – chegar.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Meu norte é a interseção entre paixão e propósito, onde a vida se torna uma jornada de realização. O meu norte é a luz que ilumina a escuridão, guiando-me através das tempestades e me levando à tranquilidade. Encontre seu norte, aquele ponto de equilibro entre sonhos e realidade. Ao buscarmos Deus como nosso norte, encontramos a paz interior e a realização que tanto almejamos.
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
~Entre a dor do passado e as sombras do presente, ela carregava um luto que não era apenas pela perda, mas pela verdade enterrada na escuridão~
Eu sei que te procuro entre a multidão de hoje
Só para dizer pra minha mente, ela está ali na mira dos meus olhos
Só para falar para mim mesmo é aquela boca que eu beijo, é aquele corpo que abraço, toco, beijo e mergulho sem medo e com todo desejo que sinto
Você lhe porá o nome de Jesus. E o mundo inteiro o conhecerá, Maria. Pois bendita é você entre as mulheres.
Se tivesse que escolher entre ser cego e pisar em espinhos, ou enxergar e pisar nas rosas, o que você escolheria?
Só te digo uma coisa e nada mais, que independentemente da escolha, o ponto central não é sobre sua visão, mas como sua escolha te define.
Porque éramos nós
(Inspirado no romance de Elaine Araújo Brito)
Entre as margens do desejo e do dever,
nos encontramos, dois rios, a correr.
O silêncio gritava o que a vida calou,
e no espelho dos olhos, o amor despontou.
Eu, prisioneira de um lar sem calor,
você, refém de promessas de dor.
Nossos passos dançaram no tempo perdido,
um pacto selado no chão proibido.
Culpa e redenção, num laço apertado,
o ontem nos pesa, o hoje é roubado.
Mas entre os dedos, o toque é verdade,
um grito de alma, clamando liberdade.
Se fomos errantes ou amantes do instante,
quem pode julgar o que foi tão marcante?
Porque éramos nós, no caos e na paz,
um amor que rasga, mas nunca desfaz.
E no eco das escolhas, o que restará?
Uma memória do fogo que nunca se apagará.
Porque éramos nós, e mesmo no fim,
o amor será sempre a linha sem fim.
Espelho, espelho meu
Descabelada ou bem certificada,
a essência é sempre respeitada.
Entre cremes, sonhos e perfumes,
a beleza vive nos seus costumes.
Cuide do rosto, da pele, do olhar,
pois o brilho vem de se amar.
Mas lembre-se, mulher, com todo fervor,
o mais belo cuidado é com seu interior.
Faça as unhas, escolha um batom,
mas ouça sua alma no tom que é bom.
Seja dança, silêncio ou um banho quente,
cuidar de si é estar presente.
Nem só de viver a verdade,
mas de maquiar sua própria realidade.
Descabelada ou em fina produção,
você é o centro de sua criação.
No Palco Dos Dias
A vida é breve, um toque, um suspiro,
um eco suave, um respiro sutil.
Entre sombras e luzes que surgem a surgir,
ela fez do sorriso seu jeito de existir.
No palco dos dias, dançou sem recebimento,
fez do caos poesia e do medo, esteio.
Cada riso que dava, plantava esperança,
tecendo no peito a força da criança.
Se o mundo era rude, insistiu em florir,
se a dor lhe batia, aprendeu a sentir.
Na leveza do riso, achou seu poder,
escolheu ser farol para quem quer viver.
A vida é curta, mas nunca vazia,
em cada manhã renasce a alegria.
E ao escolher sorrir, tão plena, tão sua,
mostrou que a luz também vem da rua.
A solidão não tem fonte física ou espiritual, mas um meio termo entre eles, ou seja, se origina na mente.
Minha vida é a poesia, verso em construção,
um mosaico de sonhos, costurado à mão.
Entre rimas de luta e estrofes de amor,
sou palavra que sente, transforma e tem cor.
Vida: intervalo de tempo entre o nascimento e a morte nos dado por Deus para crescermos pessoal, profissional e espiritualmente e sermos muito felizes.
O Presente que Escapa: Entre Laços, Lapsos e o Agora
O presente é a agora que não se prende,
Um instante que escapa pelas frestas do tempo,
Como areia entre os dedos,
Invisível, ainda assim tangível.
É o segundo que te chama à atenção,
Mas que, ao ser percebido, já é passado.
O presente é uma oferta efêmera,
Um laço desfeito com o primeiro puxão.
Às vezes, ele chega embrulhado em papel de expectativa,
Com fitas de promessas que desatam lentamente,
Outras, é o silêncio de um dia comum,
Sem laços, sem pompa, apenas presença.
E há o presente irônico,
Que te prega peças com suas surpresas inesperadas,
Te dá o que não pediu,
Ou o que já tinha esquecido de desejar.
Há também o presente que vem das mãos cansadas,
Um ato de autocuidado num banho quente,
Num café tomado devagar,
Um gesto singelo de gentileza consigo mesmo.
Alguns presentes não cabem em caixas.
São momentos, são pessoas,
São olhares que falam mais do que palavras,
Ou aquele abraço que diz: “Estou aqui”.
E então, há o antipresente,
Aquele que, em vez de dar, tira,
Que se manifesta na ausência,
Não que não veio, não que não é.
Você enviou
O presente é também o tempo que desafiamos,
Quando adiamos nossos sonhos para um amanhã
Que, quando chega, já é tarde demais,
E nos resta só o arrependimento de não ter vivido o agora.
O presente é o paradoxo do real e do fugaz,
A certeza da incerteza,
O tesouro que se encontra no aqui,
Mas que só os atentos dão ver.
Então, o que é o presente?
É o agora, o efêmero, o toque de mãos,
O sorriso inesperado,
Ou o silêncio reconfortante da solidão.
O presente é o que você faz de si,
Um espelho do que decide aceitar ou rejeitar,
É o tempo que você olha de frente,
E espera que você o veja antes que ele passe.
Não importa a altura do muro entre você e seu vizinho, isso não significa que vocês não estão cumprindo o mandamento de amar um ao outro, também não significa que para amar um ao outro o muro precise ser derrubado. O que separa vocês nunca foram os muros físico.
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