Encontro entre Amigos

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Observe nos detalhes e não no conteúdo das pessoas e saberá em quem confiar. Entre as coisas maravilhosas que Deus nos deu, está a percepção de perceber o que passa ao nosso redor e de saber conhecer as intenções das pessoas que convivem com a gente.

⁠Dentro de nós bate um coração
Caminha entre sonho e razão
Vive neste mundo sempre a buscar
Algo que se perdeu
Ele quer ter, perto de si
Alguém que sempre amou


Sonha com esse dia que virá
Espera olhando tudo acontecer
Chora com as lembranças
Que a ele vem
Feliz será, o amor encontrará
Pra si mesmo prometeu


Esquece por momento sua dor
Fala em poesia sobre o amor
Em uma nova estação
Olha o voo de um beija-flor
Saúda a primavera que chegou,
Tudo está tão feliz, tudo belo está
Com as rosas no desabrochar...


Segue olhando tudo acontecer
Se derrama pra dentro si
Se transborda como quiser
Pois estará, nos seus dias à buscar,
Alguém que sempre amou...

DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA


Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."


PRAZER


Escrevo pelo prazer
de ver a minh'alma vagar
entre linhas e letras,
tecendo palavras em verbos simples
que possam tocar outras almas
e dissipar as sombras dos nossos dias.

“O primeiro dever de uma Constituição é impedir que a diferença entre os homens se transforme em diferença de dignidade.”

“Uma sociedade mede sua civilização não pela distância entre seus melhores e seus piores, mas pelo que permite acontecer entre eles.”

"Entre uma infelicidade e outra, percebemos que o mais importante a se pedir a Deus, além de saúde, é sabedoria, pois apenas inteligência não basta."

Quanto maior a proximidade entre quem elogia e quem é elogiado, maior a possibilidade de condescendência.

Entre fantasias e realidade,
o coração guarda mistérios,
que somente a alma sabe.

Disse o sábio:


Na minha concepção e experiência de vida, cheguei à conclusão que entre os indivíduos, é mais difícil nascer que morrer. Pois para a vida, é preciso a já existência de dois seres que deverão se encontrar pela providência do Destino. Deverão se relacionar. E várias são as fases intra-uterinas da forja de um nascituro. Dadas essas complexidades, a probabilidade de sua existência é dificílima. Tendo então conseguido nascer, não há nada que possa impedir as inúmeras mais chances de seu passamento, por diversificadas formas. E aqui está exatamente o ponto nevrálgico: a facilidade de morrer um indivíduo! Ora, está dito: "ao homem está ordenado morrer uma só vez, vindo após isso, O JUÍZO". É preciso que cada um entenda a gravidade desse juízo e o que ele representa! Pois o que está em jogo, é a ETERNIDADE. Uma decisão de uma vida constantemente voltada à teimosia, na recusa em acreditar na continuidade da vida pós Morte etc... É uma decisão que poderá culminar numa eternidade de indizível sofrimento. Então, é preciso se fazer uma profunda reflexão e, com ela, chegar-se ao arrependimento sincero, a fim de se ter a Alma definitivamente libertada e livrada, da condenação eterna do INFERNO.


Às 09:37 in 13.08.2026
―Fábio Silva

💕🐶"...as vezes...na dor...nasce amor...entre perdas e partidas...você chegou...me conquistou...minha filha...peluda...do coração...te amamos muito...muito."🐶💕

Continuar

Há um tipo de cansaço que não aparece nos olhos. Ele mora entre uma tragada e outra, entre o café frio e a louça esquecida na pia. É o cansaço de quem acorda todos os dias e percebe que o mundo continua exigindo o mesmo espetáculo de entusiasmo, quando por dentro só restou o silêncio.

A morte deixa de ser um monstro. Torna-se apenas uma vizinha discreta. Você sabe que ela existe. Ela sabe que você existe. Mas nenhum dos dois bate à porta.

O problema nunca foi morrer.

O problema sempre foi continuar.

Continuar pagando contas. Continuar respondendo "está tudo bem" para pessoas que não esperam uma resposta verdadeira. Continuar alimentando relógios, calendários e compromissos enquanto alguma parte de você resolveu abandonar o navio há muito tempo.

É curioso como a sobrevivência deixa de ser um instinto e passa a ser uma disciplina. Respirar vira uma decisão. Levantar da cama vira uma pequena rebelião contra o vazio. O coração bate sem pedir licença, como um velho motor teimoso que se recusa a desligar, mesmo depois de percorrer estradas demais.

Há quem chame isso de esperança.

Eu não.

Esperança é um luxo. O que sobra é insistência. Uma insistência quase vulgar. Um cigarro aceso, um gato dormindo no sofá, o gosto amargo do uísque barato, uma música tocando baixo enquanto a madrugada faz o que sempre fez: lembrar que ninguém escapa de si mesmo.

Talvez a luta nunca termine da forma que imaginamos. Talvez ela apenas fique mais leve em alguns dias e mais pesada em outros. Talvez o segredo não seja vencer, mas atravessar.

Porque existe uma estranha dignidade em permanecer de pé quando já não há aplausos, quando ninguém percebe o esforço gigantesco necessário para simplesmente colocar um pé diante do outro.

No fim, a coragem raramente grita.

Ela apenas respira.

E, por mais absurdo que pareça, às vezes isso basta para sobreviver a mais uma noite.

Vocês que estão lendo isso entre um gole e outro, permitam que um velho bêbado lhes roube alguns minutos.
Existe um tipo de despedida que não faz barulho. Ela não bate a porta, não deixa carta sobre a mesa nem leva as malas. Apenas vai ficando menor dentro de vocês, até que um dia percebem que já não riem da mesma forma, já não sonham com a mesma violência, já não amam com a mesma imprudência.
É assim que a vida vence.
Não matando. Domesticando.
A pior tragédia não é envelhecer. É tornar-se aceitável. É aprender a engolir a própria revolta para caber na sala, no casamento, no emprego, na fotografia de família. Aos poucos vocês deixam de ser tempestade e aceitam o papel de previsão do tempo.
Depois culpam os anos.
Mas foram vocês que assinaram cada rendição.
Olhem em volta deste bar. Cada mesa abriga alguém negociando consigo mesmo. Uns afogam arrependimentos no uísque. Outros escondem a solidão atrás de gargalhadas altas demais. Há quem chame isso de viver. Eu chamo de esperar a conta.
E ela sempre chega.
Quando chegar a de vocês, espero que não descubram tarde demais que passaram décadas preservando uma versão confortável de si mesmos, enquanto aquela pessoa perigosa, apaixonada e imperfeita morreu de fome em algum canto da alma.
Bebam, se quiserem.
Amem, se tiverem coragem.
Errem quantas vezes forem necessárias.
Mas nunca entreguem ao tempo aquilo que só vocês poderiam destruir. Porque o tempo leva apenas o corpo.
O resto... somos nós que abandonamos pelo caminho.

Tudo o que percebo são feixes que transitam entre a luz e a sombra, partejando a terrível ilusão que chamamos de vida. Em tudo que não é verdade, alcançamos algum significado quando desfragmentamos a casca que construímos em nosso próprio redor; colhemos um fruto maduro que nasceu da plena inexistência da realidade.

Entre luzes de velas que iluminam os meus aposentos,escrevo em páginas envelhecidas, sentimentos que adoraria não sentir...Mas é no lago dos cisnes onde minha alma é livre de verdade!


-Hellennah Bourbon:Cidade de Rosas.

“Há noites em que o coração conversa com a lua porque já não encontra linguagem entre os homens.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Há uma diferença entre estar sozinho e habitar a própria solidão. A primeira dói; a segunda pode ensinar.”

— Juliana Hoffmann Liska

Você se foi,
Deixando a distância entre nós dois

Entre a Queda e Deus

Quantas vezes pedimos a Deus que nos livre do pecado, enquanto nossos próprios passos continuam procurando os mesmos caminhos?
Pedimos força, mas alimentamos as fraquezas. Pedimos que Ele nos afaste daquilo que nos destrói, mas permanecemos próximos demais daquilo que sabemos que pode nos fazer cair.
Talvez essa seja uma das maiores contradições do ser humano: queremos que Deus mude aquilo que nós mesmos não fazemos esforço para mudar.
Há vícios que não moram apenas nos nossos hábitos. Estão impregnados na pele, escondidos nos pensamentos, acomodados nos desejos e, muitas vezes, profundamente enraizados na alma. Tornam-se tão familiares que começamos a tratá-los como parte de quem somos. Dizemos: “Eu sou assim. Não consigo mudar.”
Mas será que não conseguimos ou simplesmente nos acostumamos a não tentar?
É mais fácil pedir um milagre do que enfrentar a disciplina da mudança.
É mais confortável pedir que Deus retire as pedras do caminho do que aprender a olhar onde colocamos os pés.
E quando caímos novamente, olhamos para o céu e perguntamos: “Deus, por que não me ajudou?”
Talvez Ele tenha ajudado.
Talvez tenha colocado diante de nós a consciência, o discernimento, os sinais e até aquela pequena voz interior dizendo: “Não vá por aí novamente.”
Mas ainda assim fomos.
Deus pode mostrar a porta, mas existem portas que somente nossas mãos podem decidir atravessar.
A fé não deveria servir para retirar de nós a responsabilidade pelas escolhas. Pelo contrário: talvez a verdadeira fé comece justamente quando compreendemos que pedir ajuda a Deus também exige disposição para ajudar a nós mesmos.
Não somos perfeitos.
Caímos.
Erramos.
Repetimos erros que juramos nunca mais cometer.
E talvez o problema não esteja simplesmente em cair, porque a queda também pertence à fragilidade humana. O verdadeiro perigo está em transformar o chão em morada.
Uma queda pode nos humilhar ou nos ensinar.
Pode nos enfraquecer ou nos tornar mais conscientes.
Pode ser apenas mais um erro repetido ou o instante em que finalmente olhamos para dentro e perguntamos: “O que existe em mim que continua me trazendo até aqui?”
É preciso coragem para vigiar os próprios pensamentos.
Coragem para reconhecer nossos desejos antes que se transformem em atitudes.
Coragem para admitir que nem toda culpa pertence ao mundo, às circunstâncias ou a Deus.
Há batalhas que acontecem dentro de nós.
E talvez sejam justamente as mais difíceis.
Por isso, quando cairmos, que não desperdicemos a queda.
Que ela nos ensine alguma coisa.
Que levantemos mais atentos, mais fortes, mais conscientes daquilo que somos e, principalmente, daquilo que ainda precisamos transformar.
E então, sim, olhemos para Deus.
Não apenas pedindo que Ele nos carregue para longe dos nossos erros, mas pedindo sabedoria para reconhecê-los, força para enfrentá-los e humildade para assumir nossas próprias escolhas.
Porque talvez Deus não esteja distante quando caímos.
Talvez sejamos nós que, algumas vezes, desviamos os olhos enquanto caminhamos.
E voltar para Deus pode começar com algo profundamente simples e profundamente difícil:
olhar para dentro de nós mesmos, reconhecer nossos passos e escolher, verdadeiramente, um caminho diferente.

Uma sociedade mede sua maturidade jurídica pela distância entre o poder de punir e o desejo de punir.