Embriagado
Não quero está sóbrio de paixão
Prefiro está embriagado de sentimentos afetivos dentro do meu coração
Sem mistério que me convém... Porque eu sou uma metade inteira, desejando a felicidade também
E que eu me torne elegante e distinto, pois superar as minhas dificuldades, ah... Esse sim é o meu instinto;
E os meus pensamentos vêem em banquete, esculpindo as minhas verdades plácidas... Encantando a quem me tem apreço
Na surdina, nitidamente me elogiarão, porque eu escrevo com muito carinho palavras que vem do coração;
"" Quando eu estiver embriagado
me leve a sério
mas não queira razões para as quais não tenho serenidade
quando me encontrar só, me abrace tão forte que eu possa encontrar em teu abraço a paz que tanto preciso
quando você souber do meu sonho, entre e faça parte dele
sonhe comigo até amanhã de manhã...
Há encanto que subtrai essência desconhecida
Que faz seguir sem rumo, sem direção
Embriagado, desnorteado, segue pela vida
Estranha sensação de felicidade enaltecida
Encantamento, sentimento, nada mais que paixão.
Só vivia embriagado
Em uma vida mundana
Nos bares tomando cana
E jogando carteado
Sempre mal acompanhado
Em briga e confusão
Na boca só palavrão
Na cidade era o terror
Ontem era pecador
Hoje condena o irmão.
Santo Antônio do Salto da Onça RN Terra dos Cordelistas
Mote: Marciano Medeiros
Glosa: Gélson Pessoa
07 Janeiro 2025
FUJAMOS DA VÃ REPETIÇÃO TEXTUAL.
Quando escreves, o que denota o teu leitor? Teu ego embriagado, adjetivos pomposos, palavras soltas, balhando sobre as águas turvas de tua contradição presunçosa?
Escrevemos apenas um texto em toda a nossa vida, por isso buscamos encaixar a nossa percepção de mundo, e, não raro cometemos enganos, ao pensar que em todos contextos caberá a nossa indignação ou satisfação existencial.
Escrever bem seria se desvencilhar do ego que tudo sabe, a priori. Devemos, portanto, sair do lugar-comum que nos é confortável, para ensaiar novos temas, aludir outros contextos, fora da nossa fraca noção do que nos parece direito e justo.
Confesso que não eu o que esperar
Essa noite
Provavelmente
O romantismo não vá me alcançar
Pode ser qualquer olhar
Vou pensar somente
Em farrear
Amigos, bebidas, fumar...
Depois de me embriagar
Não vou esperar
Meu amor, pode-se encontrar
Em qualquer lugar
Qualquer olhar
Na luz do luar
Na mesa de um bar
Mas quem um
Irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração.
Um brinde, irmão!
de vinhos e de amores
dispenso amadores
traga-me um bem encorpado
para saciar minha sede
me deixar suado
encha meu copo
beija meu corpo
deixa-me aquentado
com teu sabor amargo
beijando minha boca
até deixar-me
embriagado
Usando a razão amo a solidão...
Inerte atrás de minhas muralhas de Pedras com minha velha amiga solidão,lembranças se misturando entre os livros e falsos sorrisos ... aprendendo a cada segundo que nunca esquecemos apenas nos damos o privilégio de nós calarmos...
entre um cigarro e outro me perco no labirinto da lembranças contidas escondidas e embriagadas pela razão de um tolo homem que um dia já amou e deixou se afogar...
Pensamentos sóbrios de aparência embriagada:
Alguns devaneios que vagueiam pelas sinapses muitas vezes se tornam mais sóbrios que a realidade cruel que fixa morada na parte consciente do cérebro.
Então, depois de uma terceira sensação total de êxtase em uma noite, onde apenas eu era a minha própria companhia, veio o arrependimento. Imagens do inferno invadiam minha mente, junto a sensação de ficar para trás, presenciando o Armagedom, enlouquecendo em uma casa vazia, e embriagado sobre os escombros do mundo.
Sozinha a paz estava ali embriagada de sombras sem amor. Como um elefante eu ia passando a multidão, rasgando o entardecer...
Às vezes eu me pergunto
o que seria da minha vida
se eu nunca tivesse descoberto a magia do álcool e da poesia
Desde que te conheci não preciso mais me embriagar de álcool, me embriago de você, você é meu vinho
Surgiram enredos embriagados,
Coisas de uma tarde com gosto de charutos,
E a lembrança de uma noitada de vinho,
E tantas outras com gosto de lúpulo,
Nada melhor que qualquer bom motivo,
Para um gole de um rebolado sonho,
Tocando sem parar nesse palco,
É o samba do devaneio,
Em um instante revoa um pensamento são e desatinado,
Tão doce quanto maduras mangas,
São sabores de um bom papo quase embriagado,
Quando me deitei eu estava nas nuvens, senti que estava no caminho certo, com a cabeça leve embriagado de vivacidade e álcool.
