Em um Mundo Encantado Poderiamos Voa
Antes de olhar para as coisas do mundo que são passageiras, olhe para as estrelas para a lua para o Infinito que elas sim são eternas.
Natal no mundo
Não basta escrever sobre aquele menino nascido numa manjedoura há cerca de 2 mil anos, natal era o princípio da luz divina encarnada na efémera passagem do homem na terra, o princípio da esperança nos homens. O princípio do deslocamento terreno e divino, o Natal era o momento de acontecer.
E acontecia!
Acontecia natal, na luz e nas sombras dos homens, na esperança e na desesperança, na partilha e na solidão.
E nasciam palavras e poemas, nascia amor!
E algures, o vazio do mundo continuava a existir.
Mulheres continuavam a dar à luz em terrenos de guerra, a fome a espreitar os olhares moribundos, os mendigos a arrastarem-se por entre as paredes grossas das catedrais. O sangue a jorrar nas paredes vazias, em terras inóspitas
Os barcos continuavam a despejar homens, mulheres, crianças nos mares da Europa. Nessas madrugadas de Natal, não havia lareira, nem mesas fartas, o medo alastrava-se nas frágeis embarcações, alagavam-se os dias de sentimento exaurido e triste. A fome, o frio, entranhava-se na dureza dos corações amargurados e desistentes.
E acontecia!
E de novo acontecia, a dor e a esperança, a anunciação, a fuga para uma terra prometida.
A coragem revestida duma amálgama de pranto e desconsolo!
O deslumbramento e o desassossego dos homens, numa terra minada pelo desespero.
E acontecia!
Uma criança que chora, outra que que desfaz embrulhos sem olhar para algum, a fartura a confundir o sentimento de injustiça.
Mesas fartas, mesas luxuosas, o cheiro a açúcar e canela, e o vazio opaco, invisível em cada uma delas!
Mesas de pedra, vazias, geladas! O aconchego frio das pedras das catedrais, crentes que passam, homens de boa vontade estendendo um pedaço de pão, um cobertor para enganar o frio, uma sopa quente. Uma fotografia esquecida, memórias onde a família ainda era um conceito de paz e estabilidade.
E homens e mulheres percorrendo as ruas vazias e frias de uma cidade qualquer, e homens e mulheres cansados dos dias, ouvindo os sinos de uma aldeia adormecida.
E o fluxo dos homens desesperados procurando a salvação!
E Natal acontecia!
São Gonçalves.
Quando a fantasia acaba, os sonhos surgem para florir o dia, colorir os passos e fazer o mundo sorrir. É nesse embalo que eu vou! É nessa busca infinita, de que tudo seja mais leve, que enlaço os meus dias e elevo o meu ser. Voo livre de peregrina sabedoria no dom mágico de viver feliz.
O homem pode se tornar escravo de sua mente, de seu coração, de seus sentimentos, quando não reconhece sua essência, seus valores e princípios eternos. A partir do momento que ele se reveste de tudo aquilo que forma e constitui o seu Ser, ele descobre que seus piores pensamentos, seus mais astutos sentimentos não são suficientes para prendê-lo dentro de si. Dai em diante é chegado o tempo de libertar a criatividade, as inteligências múltiplas, os sentimentos mais bonitos e o desejo de ver o mundo de uma forma que ninguém jamais viu.
O surf ensina a lei da ação e reação entre o "eu" e o mundo, o mundo e o "eu", o mundo como ele mesmo, o "eu" comigo mesmo.
#filosofiadosurf
Todos de alguma forma, desejam ser notados, e tentam causar algum impacto, efeito no mundo, em sua realidade; se não são amados, procuram ser odiados.
Não acredito na sorte e nem tenho medo de azar, porém não posso negar:
Sou supersticioso, mesmo acreditando que sou senhor de meu destino e que nem macumba pode me derrubar.
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