Elogios dos Olhos
Ela entrou no carro e falou comigo.
Eu parei tudo, fiquei olhando nos olhos dela.
Respirei, inspirei.
Ela sorriu e era só o começo do dia.
Eu já esperava um final feliz.
O QUE VOCÊ VÊ QUANDO SE OLHA NO ESPELHO?
A ciência diz que nossos olhos enxergam de cabeça pra baixo e depois do processo acontecer nosso cérebro corrige a imagem. Parabéns você diria ao cérebro, resolveu essa equação matemática de letra, kkkkkkkkk. Agora o que me faz rir é o fato do nosso cérebro não ter resolvido o truque do espelho, ele simplesmente não consegue corrigir a imagem quando a mesma está em um eixo vertical, o espelho mostra nosso lado bizarro, totalmente contrário ao nosso eu, o profeta Jeremias disse que segundo JAH, YHVH, JEOVÁ, (Não importa como você o chama) "maldito é o homem que confia no homem" O italiano Paulo disse: Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim.
O espelho é uma ferramenta de Deus pra lhe mostrar que existe uma cópia Barata de você, ninguém quer se ver gordo, feio no espelho e quem não quer se ver saradão ou saradona no espelho? Quem não gosta de olhar no espelho e se sentir sedutor? AFINAL O QUE VOCÊ VÊ QUANDO SE OLHA NO ESPELHO?
Se abrirmos os olhos para além dos movimentos das pálpebras, enxergaremos que a verdade das coisas pode estar desfocada pela fonte de luz que a emite.
Eu vi...
Eu vi beleza incompatível,
eu consegui viajar no túnel do tempo através dos segundos,
eu senti os teus sentimentos flutuando nos meus sentidos,
abri os olhos sou recebido pelo teu banho de sorrisos e percebo o quanto tudo é tão diferente.
Ontem eu te vi novamente depois de tanto tempo, eu amei os seus olhos sobre os meus, eu descobri que você... além de ter sido o meu amor mais marcante, será o único.
Relacionamento é uma escolha. Você escolhe começá-lo todo santo dia ao abrir os seus olhos ou você pode deixar ele murchando todas as noites ao fechar os seus olhos.
É notável a necessidade que tenho de olhar no fundo dos teus olhos, como quem cuida de uma flor, e deixar que as lágrimas descrevam em atitudes o que sinto.
Reconheço que as palavras proferidas pela minha boca, não são capazes de minimizar, as atitudes executadas pela obra das minhas mãos... Mesmo sabendo que sobre elas não havia consciência alguma.
Minha vontade é de abraçar-te, nem que seja o nosso último contato... Talvez assim eu encerre a nossa história ou me afunde cada vez mais nesse abismo secreto.
Assim com fujo de um raio, me escondo embaixo de uma árvore de você, e sigo escutando dentro de mim trovões, que com tremores me dizem: "volta!".
Às vezes eu sou o avesso,
de tudo que acredito e sonho.
Outras vezes enlouqueço
e diminuo o meu tamanho.
Mas depois, permito e cresço.
Realinho os "emaranhos".
Logo então eu me aqueço,
vivo em seus olhos castanhos.
Muitos poetas exaltaram
a beleza da natureza,
em toda a sua plenitude
e exuberância,
mas isso pode estar contido
na suavidade do movimento
de uma simples borboleta,
na luz que irradia
dos teus olhos,
no timbre da tua voz
ou apenas no teu cheiro.
Causar, que antes era só um ato de ser a razão, o motivo ou a ação de algo, como o vento que causa a tempestade, no contexto atual, pode ser involuntário, como o que você provoca, só por existir e, por onde quer que passe, causa desejo para os admiradores ou inveja, para quem gostaria de ter o brilho dos teus olhos, o sorriso dos lábios ou apenas a suavidade dos teus movimentos.
Pessoas que se veem todos os dias, não saberem o dia triste um do outro, é muita desatenção. Olhos tristes não enganam!
Tantos pensamentos distantes enquanto os lábios se beijam e os olhos estão fechados.
Quantas mãos juntas e corações separados...
Na profundeza de teus olhos
Há mistérios que não ouso desvendar.
Neles há verdades profundas que não me permito entender.
Mas, se em tuas mãos suaves deixo perder-me
É em teus braços e abraços que permito à você me encontrar.
Me perco em riscos calculados
Mais uma vez o ledo engano do controle
De algo que não devemos dominar.
Entre minhas idas e vindas, entre tuas chegadas e partidas
Permito que, de mansinho, você possa me desvendar.
Neste turbilhão de emoções,
Nesse vendaval que nos invade
Em cada tempestade que nos transpassa e nos inquieta
Concedo o passo, aos poucos, para que você possa em meu coração entrar.
Cada traço teu me conta uma história
Que, tal qual menino maroto, escuto atento para que nenhum detalhe ladino eu deixe escapar.
Se há fundamento ou razão
Juízo, motivo ou circunstância
Quem há de saber?
Com quantas palavras ou olhares possa alguém isso responder?
Porque esta ânsia que nos inunda?
Qual a causa deste desassossego?
Somos intensos
E tudo nos transborda
Eis a razão!
Nas tuas esperas e permanências
Nas minhas entradas e saídas
Quero você perto
Bem perto
Tão perto
Que fiquemos despertos
Para não haver chance
De nos perdermos
Nem ínfima probabilidade
De não nos deixarmos
Um ao outro abraçar
Quando fecho os olhos, é como se parasse de pensar. Vou a um lugar imaginário que só eu conheço. Às vezes, não quero voltar.
Quando vejo os seus olhos, vejo um futuro com você, quando me dou conta, seu olhos está encantado com outro olhar que não são os meus.
Os seus olhos, olhos tão preciosos quanto rubis e esmeraldas, me tiraram o fôlego, me roubaram a alma. Olhos esses ora âmbar, ora negros, olhos tão frios e penetrantes quanto aconchegantes e meigos. Olhar penetrante, que roubou meu coração como o saqueador rouba o viajante, que me faz sentir a brisa de um belo pasto verdejante, com margaridas por ele todo, será que eu sou apenas mais um tolo, um bobo? Será que estou me apaixonando de novo?
