Ela é...
"E ela não fizera durante esse tempo nada mais que reatar em si os mesmos laços, não pudera fazer mais do que se iludir, apoiada em lembranças que só existiam na sua imaginação. O seu encontro com a realidade era pois de uma dolorosa dificuldade, adquirindo as formas de um néscio ludíbrio, sem que ela soubesse fugir a esse desencanto. Sim, sim – o seu trabalho seria o de destruir esses falsos laços, de rompê-los a todo custo, um a um, ainda que isto custasse um preço maior do que o que ela pagava agora. Todo aquele clima, criado pela sensibilidade em torno de uma situação por si mesma insustentável, morria agora pela ausência de uma vitalidade real. Ela tinha a impressão de que se agitava num charco e o lodo sufocava-a, rompendo de todos os lados como de um corpo apodrecido."
Ela se sentia sem forças para lutar – o seu amor, a sua vida apareciam de repente sem nenhum interesse, como se fossem coisas colocadas fora do seu ser, e ela, uma figura sem contornos, se movendo no fundo de um espelho. Recusava-se a sofrer mais. Parada no alto da escada, tendo diante de si o jardim aberto, sentia uma amplidão a que não estava habituada – e aspirava com força, desejando talvez que aquele ar saturado de essências penetrasse na sua alma, encerrada na umidade dos dias sombrios e amargos.
Não acredito, jamais acreditei numa possibilidade de se reviver. A eternidade não existe. Ela aí está, morta, miseravelmente morta, tão morta que a seu respeito não é possível pensar nada, senão que é lixo, um monte de coisa a que se dá com o pé, como esterco de bicho. Isto, Deus, é o que somos? Tua efígie, como ensinam que representamos, é um disfarce do podre? Somos esta hora marcada, este medo de derreter e não ser nada? Ah, é injusto. Não há piedade, e, sem piedade, como imaginar Deus, o poder de Deus, o respeito de Deus?
Ela: É tão difícil...
Ele: O que meu amor?
Ela: A gente é muito diferente, gostamos de coisas diferente, temos vidas diferente, pensamos diferente...
Ele: Que bom!
Ela: Como assim bom? (Esquentadinha como sempre)
Ele: Que bom amor. Se você fosse igual a mim, não seria a minha outra metade. Seria a repulsão de duas cargas iguais e não a atração perfeita das coisas opostas.
Ela: Só assim, você falando desse jeito, pra eu ver sentido na física, na química, na matemática...
Ele: Somos duas metades opostas de um todo. O amor só faz sentido assim.
Ele a pegou de surpresa, colocou por cima dos ombros e correu o parque todo bolando na grama e citando mil exemplos de coisas opostas que se encaixam perfeitamente...
' Uma mulher de verdade não vai querer um homem rico,nem o mais bonito,ela vai querer o homem que faça a vida dela se tornar mais bonita,que a chame de minha linda,minha princesa,em vez de chama-la de gostosa,que a valorize e que acima de tudo a ame de verdade!
...e de tudo o que a vida me dá, gosto mesmo- e muito! - é do que ela me leva: histórias mal contadas, pessoas que não valem à pena, lágrimas derramadas, amores desfeitos, sonhos interrompidos...
As coisas boas...Ah!Estas ficam...Ficam porque a vida leva o que fica do lado de fora, o que é superficial...O que guardamos no coração, dentro da gente, isso ela não leva...Jamais!
Você arrisca tudo em uma só pessoa, arrisca todo o seu sentimento, arrisca perder pessoas por ela, e ela simplesmente vai embora.
Tanto tempo sem sentir nada que o tempo já tinha feito ela pensar que o nada que sentia era alguma coisa, mas não era.
E quando tudo estava desmoronando ela fechava os olhos e com toda a fé do mundo pedia e acreditava que o cenário mudaria ao abrir dos olhos.
Ela gosta das tempestades, da chuva e vento fortes balançando árvores, e daquela calma impressão de que tudo vai acabar.
Ah,o que ela ignorava é que todo ato de violência, desde que seu gesto se cumpra, é um ato interior; o que ela estranhava, não era o ambiente, mas o que nela era estranho - o que se rompera no seu íntimo com aquilo que praticara, era a dose de vontade que despertara seu espírito do letargo imposto pelo hábito, a raiz viva da consciência que, boa ou má, começava a aflorar acima das contingências banais da existência.
Joana é uma mulherzinha escrota. Ela xinga as pessoas, discute, é grosseira. Ela bebe muito, dança até o chão. Ela é bagaceira. Ela provoca todos os olhares, diz coisas que até o capeta duvida. Joana é imprestável e muito egoísta. Todos reclamam mas ela nem liga. Ela sabe que não há quem resista. Sempre a perdoam depois de uma boa briga. Ela pode ser tudo de ruim, mas é divertida. Sabe quem é a Joana? È a minha inimiga. Ela é meu submundo, o pior que existe em mim, mas faz parte da minha vida.
Ele: Você é tão linda ... Vem cá, como seria o homem perfeito para você?
Ela:(risos) Seria assim, como você !
Sejamos honestos
Vamos deixar essa formalidade
Não consegue ver que ela só atrapalha?
Vem cá e me pegue pelo braço
Me puxe pra você e diga que me deseja
Desça e me pegue pelas coxas
Me vire e aperte meus seios
Puxe meu cabelo de jeito
E peça o que quer no meu ouvido
Que faço o que quiser
Mas mostre quem manda
Me jogue na cama, na parede
Me vire, me tire arrepios, me surpreenda
Me de prazer.
Brinque comigo
Puxe meu vestido, me amarre se quiser
Me chame de mulher, me faça sua mulher
Que farei de você meu homem,
Tirarei sua roupa, te jogarei na cama
E farei o que for para seu prazer
Mas não vale mentir, tem que ser somente meu
Nesse momento de prazer
E o resto deixemos para a formalidade.
A diferença assusta, atinge, incomoda, pois ela nos obriga a enxergar o "estranho" e nos convida a refletir sobre nossas "verdades". Porém, somente na diferença é que podemos nos desacomodar, mudar e conhecer novos mundos, olhares e experiências.
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