Economia
"Não siga a multidão. Lidere o movimento que está mudando o rumo da economia mundial através das redes."
"Estamos na fronteira de uma nova economia. Quem tiver a coragem de inventar o futuro terá o privilégio de financiá-lo."
"Mude o rumo de quem está embaixo e você mudará a economia de quem está no topo. A riqueza flui onde existe propósito."
É o cúmulo do "bombeiro pirômano": o sujeito joga gasolina na economia, acende o fósforo lá na Flórida e, quando a fumaça começa a subir, aparece de capa e pose de herói gritando: "Deixem comigo, eu sei o telefone do dono da mangueira!". Pedir tarifaço para queimar o rival e depois pedir "por favor" para cancelar é o puro suco do empreendedorismo político: você mesmo fabrica o monstro e depois cobra ingresso para mostrar que sabe domesticar.
Sorrio por economia de forças, para que o rosto não quebre. Por dentro, há um mercado de lembranças em liquidação: tudo pela metade. Compro apenas o necessário, memórias que me sustentem até o amanhã, e guardo o resto numa caixa que só abro quando a noite me desafia.
Meu coração não conhece a economia do afeto, ele quer o inteiro, a verdade absoluta, e quase sempre recebe o troco em ausência.
Faculdade, de Economia.
Universidade, de Economia.
Professor(a), de Economia.
De grão em grão,
a galinha enche o papo.
Cheque.
No momento parece que a sociedade sofre de uma macrocefalia, um crescimento assustador da economia, em detrimento do restante social, que se tornou um monstro moderno e engoliu todos os outros setores da existência (artístico, cientifico, literário etc.) (Trabalho e Capital)
Apesar do pouco tempo como estudante de economia, apesar de ter sido jubilada de uma universidade federal tamanha falta de paciência com o sistema desorganizado dessas universidades, uma coisa pude aprender: Os recursos são limitados. Dói-me ver desperdícios de água como se não fosse acabar nunca, me dói ver lixo sendo jogados nas ruas, nos igarapés, nos rios, mares, me dói saber que a coleta seletiva da minha metrópole Manaus não chega a 1%. Dói-me a falta de educação ambiental, a falta de consciência, a falta de cuidado com a natureza, com o meio ambiente.
Sou chatinha quando o assunto é meio ambiente. Ajudei a implantar 2 projetos na empresa, um trocando o copo descartável por canecas personalizadas e individuais e outro de reciclagem de papel que consiste apenas na separação e a empresa vem coletar o material. As enchentes quase contumazes do Amazonas trás junto a doença e o lixo. São toneladas de lixo recolhidas por dias, são infinitas garrafas pets, vidros e pasmem geladeiras, fogões e sofás velhos despejados no rio. O trabalho de conscientização é quase nulo somado a preguiça de jogar o lixo no lixo. Aqui em casa faço a separação do lixo e a cada sacola cheia deixo no porta malas do carro - teve uma vez que fui buscar uma amiga no aeroporto e o porta malas não tinha espaço para a mala da minha amiga- são materiais lavados e secos então não fede, não atrai bichos nem nada. Fica no porta malas pois assim que vou no Makro já os deixo, pois tem ponto de coleta. Porque não fica em casa até eu decidir ir para os Makro? Porque sempre decido passar quando já sai de casa e lembro que falta comprar alguma coisa. Nada é calculadamente programado. Sou muito livre para essa coisas, às vezes me programo pra ir e desisto, outras vezes não programo e quase sempre vou.
Uma coisa eu tenho certeza, Deus perdoa, a natureza não esquece. Depois nos lamentamos por centenas de catástrofes. São apenas colheitas, péssimas colheitas.
A economia tem se modernizado intensamente, criando desemprego tecnológico, não raro com estímulos oficiais, sem pagar qualquer tributo pelos lucros e benefícios crescentes assim obtidos. Nossa economia, agrícola e industrial, vai se tornando uma economia socialmente irresponsável. Ou o governo transfere para a sociedade uma parte dos benefícios econômicos que recebe através de tributos derivados dessa modernização, ou as próprias empresas terão de ser, de algum modo, penalizadas pelos benefícios da reestruturação produtiva.
Estamos vivendo o momento da economia mundial globalizada. Época, onde os números falam mais alto e a maioria dos produtos é industrializada. A natureza tem sofrido muito com isso, dela são retiradas todas as matérias-primas sem a preocupação de recompô-la. São emitidos diariamente gases tóxicos na atmosfera e produtos químicos nos leitos dos rios, além da montanha de lixo produzido diariamente nas grandes cidades. Temos a consciência de que só a reciclagem não vai conseguir reverter esse quadro tão assustador, vamos aprender a conviver com o meio ambiente sempre o respeitando e o preservando, isso é uma obrigação de todos.
Análise do viver
Toda noite, todo dia
tanto gasto, economia
tantas vidas, tantas dores
nessas noites, mais amores
No leilão a passo fundo
triste sina, vasto mundo
preso agora nessa história
numa horda só de glória
E num caminho tão descrente
prepotente, imponente
me imponho com talento
esperando que o vento
possa enfim me carregar...
Nessa triste parceria
tento enfim me consolar
trabalhando nessa vida
para um dia repousar...
Passei a explicar o problema fundamental da economia(recursos limitados para necessidades ilimitadas)aos mais de 6.000 aluno que já tive, comparando-o com o Amor... com recursos e tempo limitado, temos de conseguir satisfazer as necessidades ilimitadas de atenção e afecto do nosso parceiro(a). Raro, tenho uma ausência em sala de aula.
Em economia sustentável sabe se que hum trabalhador vale e sempre valerá bem mais que dez moedas de ouro em uma gaveta.
Quando vejo na tevê um economista falando dos sobressaltos da economia brasileira, parece que ouço um médico legista explicando as causas da morte de um coitado qualquer.
Economia doméstica e cuidados com o lar,tem sido um bom esclarecimento também na administração seja de bens públicos ou privados lembrem-se oíko casa nomos gerir administrar.
oíkonomos -administrar a casa.
