E Tao Dificil Aceitar que Acabou

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⁠Tão engraçado ver pessoas que criam regras que não cumprem, que impõem comportamentos que não têm, que esperam o respeito que não dão, e ditam princípios que jamais ousaram seguir.

Porão


Preciso limpar meu Porão
Está tão cheio de velharia
Que ninguém consegue entrar.
Preciso limpar as paredes
Tornaram-se casa das aranhas
Cujas teias cobrem meus sentimentos.
Preciso limpar esse chão
Trás lembranças dolorosas que não
Desejo ao meu pior inimigo.
Preciso abrir uma janela
Para que a luz entre
E o ar renove os ares.
Preciso limpar meu Porão
Restaurar a esperança
Moldar os sentimentos
Rir, chorar de alegria, dar pisadas fortes, levantar a cabeça, pincelar as paredes
Com cores da harmonia, da paz, da harmonia, da felicidade,
Preciso ter coragem de entrar e renovar todas as coisas.
Eu preciso

⁠"O mais Infiel dos seres, pode ser o mais Leal,tão quanto o mais Fiel dos seres, pode ser o mais Desleal"

Como pode exigir delicadeza das pessoas, enquanto se permite viver de forma tão… libertina?
Não digo isso em tom de julgamento, mas de confusão sincera. Pois, ao mesmo tempo em que pareces saber exatamente o que procuras, tuas atitudes contam uma história diferente — uma história incerta, por vezes contraditória.

⁠⁠Eu vejo pessoas perdidas, por suas mentes vazias, estão tao depressivas, precisando de ajuda, procurando uma cura, uma coisa que dura, mas que seja pura, uma grande aventura...vejo mentes doentes, sentimentos carentes, consciência inconsciente, que sente, desesperadamente.
O amor ele não cura, eles nos deixa louco, amor sem amor, a vida sem ela já não faz sentido, o que faz sentido

TREM!!!

Esse trem que corre
Corre assim tao veloz!
De estação em estação
Em busca de emoção.
Procurando rumo certo
Meio a chuva e sol
Atravessa desertos
Ou planícies de girassol
Embarca amores
Embarca alegrias
Também tristezas
Embarca decepções
Sofrimentos e dores
Surge nos campos
Desponta nas cidades
Vai trilhando esse trem...
Vamos perto ou além
Uma viagem só de ida
Nesse trem que se chama
VIDA!
JOÃO BATISTA BARBOSA

É interessante ver como, nós humanos, somos inconstantes, amamos tao intensmente e no momento seguinte também odiamos com a mesma intensidade, como mudar o que parece impossível? Curioso, sempre estamos querendo respostas, no entanto nada fazemos para achar as respostas, ou as vezes até mesmo encontramos, e nos fazemos de desentendido, talvez por medo, ou por desejos carnais, mundamos e continuamos a viver o que nos é oferecidos, temos muitas vontades, estamos sempre com boa intenção, mas de que vale isso tudo se não temos atitude para agir, esquecemos de tudo qe aprendemos ao longo dos anos de nossas vidas, por medo da reação das pessoas, por medo de como elas agirão conosco, esquecemos que todos os ensinamentos, que até o mundo nos ensina da sua forma, e esquecemos de viver a vida plena, que sabemos que nos foi dada por direito, e passamos a viver, mais uma vez o que mundo impõe.
Nao somos perfeitos, mas devemos ser diferentes!

PURO AMOR

Tem gente que tem tudo
Tem gente que nada tem
Gente com tao pouco
Gente com quase nada
Sabe viver com o que lhe convém
E dribla a vida com alegria
No aconchego do seu jeito
Onde com certeza brilha
A luz que enche o peito
Onde nunca faltam sorrisos
Pois sua alma trilha a verdade
Não existe nenhuma maldade
Pois o que o que importa
Nessa estreita porta
É ter sopro pra viver em paz
Muitos que muito tem
Muitas vezes vivem perdidos
Deixam a ilusão dominar
Pensam ser donos do mundo
Daí partem para extravagâncias
Atraídos por suas ganâncias
Surgem pensamentos negativos
Mesmo no meio de tantos atrativos
É que nada mais faz sentido
Pois não percebem que na vida
Que na beleza ao seu redor
São encontradas nas coisas simples
São vividas na simplicidade
Onde poucos alcançam a humildade
Pra viver essa missão com lealdade
Revelando que o bem da humanidade
Mesmo meio a diversidade
Ter mente onde habita de verdade
A forma de se viver bem
Com aquilo que realmente tem
Mas tem gente que pra viver
Acha que muito precisa
Não ouve quem avisa
Que a cada segundo se respira
Sentir que a cada volta que gira
Existe o verdadeiro valor
Onde tudo possa surgir
Com base no puro amor!

João Batista Barbosa
Poesias

⁠nunca houve uma geração tão perversa.

... tão confessa
hesitação na busca por
nossa melhora interior, resvala
numa forçosa e inadiável mudança
de hábitos; considerando que, hábitos,
como sabemos, são áreas
de conforto de difícil
ruptura!

Nos últimos dias da Igreja na Terra, os homens estarão tão frios e insensíveis à dor de seu próximo que serão incapazes de sentir a miséria deles.

⁠Tão medonho quanto a desumanização global do outro, são as rajadas de palavras inconsequentes que movimentam os algoritmos.

⁠Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.


Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.


O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.


Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.


A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.


Ela não exige reflexão; basta paixão.


Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.


E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.


O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.


E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.


Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.


Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.


E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.


Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.


Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.

A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.


Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.


A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.


Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.


O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.


Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.


Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.


E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.


Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.


Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.


Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.


Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.


Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.


Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.


Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.


No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.


É sobre não se perder de si mesmo no processo.⁠

⁠Tão medonho quanto um país virar palco de criminosos idiotas que produzem uma enxurrada de provas contra eles mesmos, é a enxurrada de idiotas que insistem em defendê-los.


Há algo de profundamente perturbador nesse duplo espetáculo: de um lado, a banalidade quase caricata do erro — indivíduos que, por vaidade, imprudência ou pura incapacidade, se expõem de maneira tão escancarada que dispensam qualquer esforço investigativo mais sofisticado.


De outro lado, a obstinação coletiva de quem, mesmo diante do óbvio, escolhe não ver.


Não por falta de informação, mas por excesso de apego.


Porque, no fundo, não se trata apenas de ignorância.


Trata-se de identidade.


Quando a defesa de alguém — ou de um grupo — deixa de ser uma avaliação racional e passa a funcionar como extensão do próprio eu, qualquer evidência contrária deixa de ser um dado e passa a ser uma ameaça.


E ameaças, como se sabe, quase sempre não são analisadas: são repelidas.


O mais inquietante é perceber como essa dinâmica corrói lentamente o tecido do debate público.


A verdade deixa de ter valor intrínseco; torna-se negociável, moldável, descartável…


O que importa não é mais o que aconteceu, mas quem está contando a história — e, sobretudo, de que lado se está.


Nesse cenário, fatos perdem para narrativas, e a realidade vira apenas mais um campo de disputa simbólica.


Cria-se, assim, um ciclo perverso.


Quanto mais absurdos os atos, mais fervorosa precisa ser a defesa.


E quanto mais fervorosa a defesa, mais imune à realidade ela se torna.


O grotesco deixa de causar estranhamento e passa a ser absorvido como rotina.


A indignação seletiva substitui a coerência, e o julgamento crítico cede lugar à lealdade cega.


Talvez o verdadeiro problema não seja apenas a existência de criminosos ineptos, mas a naturalização de um ambiente no qual a estupidez — tanto na ação quanto na defesa — deixa de ser um desvio e passa a ser parte do jogo.


Um jogo em que perder o senso de realidade já não é visto como derrota, mas como prova de fidelidade.


E, nesse ponto, o que deveria ser mais alarmante não é o erro de quem se expõe, mas o silêncio — ou pior, o aplauso — de quem escolhe continuar olhando para aquilo tudo e ainda chamar de virtude.

⁠Quase nada é tão importante ou interessante para alguém que dorme quanto acordar naturalmente
e revigorado.


Acordar alguém, senão para socorrê-lo, salvar uma vida ou tratar da partida de um ente querido, é um profundo despropósito.


O sono talvez seja uma das poucas experiências nas quais o ser humano se entrega por inteiro.


Ao dormir, abandonamos vigilâncias, defesas e controles.


Confiamos o corpo ao tempo e permitimos que a mente reorganize silenciosamente aquilo que a correria do dia ou da noite espalhou.


Por isso, interromper esse processo sem extrema necessidade costuma ser muito mais do que um simples incômodo: é a invasão de um território sagrado.


Vivemos em uma época que glorifica a urgência.


Tudo parece exigir resposta imediata, atenção instantânea e disponibilidade permanente.


Mas a verdade é que pouquíssimas coisas são realmente urgentes.


Muitas das interrupções que nos arrancam do descanso carregam apenas a ansiedade de quem não suporta esperar alguns minutos, algumas horas ou o despertar seguinte.


Existe uma sabedoria bastante discreta em quem respeita o sono alheio.


É o reconhecimento de que cada pessoa trava batalhas invisíveis durante o dia ou a noite e encontra, nele, uma espécie de reparação.


Acordar naturalmente é um privilégio muito silencioso.


É permitir que o corpo conclua sua tarefa e que a alma — seja lá o que isso signifique para cada um — retorne ao mundo sem violência, revigorada.


Talvez por isso acordar alguém só faça sentido diante do que realmente importa: preservar uma vida, socorrer uma necessidade incontornável ou comunicar uma despedida que não pode esperar.


Fora dessas circunstâncias, quase tudo pode aguardar.


Porque há uma diferença enorme entre despertar alguém e arrancá-lo do descanso.


O primeiro é um reencontro gentil com a vida.


O segundo é apenas uma imposição das nossas urgências sobre o tempo alheio.


E, no fundo, poucas demonstrações de respeito são tão simples quanto deixar alguém terminar de dormir.


Sobretudo quando esse alguém padece da dificuldade de fazê-lo.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.


O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.


Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.


Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…


Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.


E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.


Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!


Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!

"Tão estranho quanto 'Presidio de Segurança Máxima' é constatarem que houve fuga desse tipo de Presidio. HeuHein!"
Texto Meu No.1070, Criado em 2022

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

0104 " 'Algumas Pessoas' vivem dizendo que 'o sujeito é tão rico que a única coisa que tem é dinheiro'. Não aposto dinheiro, mas aposto umas cocadas como nenhuma dessas 'Algumas Pessoas' é rica ou perto disso. Aposto e adoro ganhar cocadas!"