E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta

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INSONES

Em minhas madrugadas insones
Amarroto os lençóis
Desforro a cama
Mexo
Remexo
Apalpo
Procuro seu corpo na cama vazia
Sonho acordada
Adormeço ao raiar o dia

Quando você se vai.

Inserida por elis_barroso

Lembrar-me de ti assim tão assiduamente deprime-me.
Não sei o que isto é, mas eu sempre disse que quando sentisse que me trarias algum tipo de sentimento negativo, te queria fora da minha vida.
Chegado esse momento é altura de arrumar a nossa história numa gaveta daquelas gigantes, fechar todos os guiões possíveis e lutar contra a possível vontade de os reabrir.

Inserida por MARISAM

Sem Deus, nada sou. Sem mim, ainda mesmo que seja assim, Ele é e sempre será tudo!

Inserida por odair123

⁠Sabe qual o pensamento mais perigoso? "Mas sempre foi feito assim".

Inserida por eltoncunha13

*REFÚGIO & PAZ*


Debaixo das Tuas asas eu vou descansar
Quando a noite vier eu não vou temer
Teu Nome é refúgio, abrigo e paz
E no Teu coração encontrarei lugar
Se o medo me cercar, Teu verdadeiro amor me trará paz


_Van Escher -

Solidão dói.

Dói no peito, dói no domingo, dói no “boa noite” que não volta.

Mas foi quando a casa silenciou que eu finalmente escutei meu barulho.
Foi quando ninguém segurou minha mão que eu descobri que eu tinha pulso.
Foi no “tá todo mundo onde?” que eu respondi: “Eu tô aqui. Comigo.”

Solidão não me quebrou.
Solidão me apresentou.
Me mostrou que a companhia que eu implorava lá fora, morava aqui dentro o tempo todo.

Então hoje eu não brigo mais com o vazio.
Eu agradeço.
Porque foi no nada que eu me achei.
E me achei tão bonita, que nunca mais me perdi de mim.

_Van Escher

Minha insônia
pediu demissão.
O turno da noite já
tem Dono.
Quem me guarda
não tira folga.
Nem no feriado.

Van Escher

Cade você quando preciso?

Talvez você se canse de ouvir isso de mim, mas não cansarei de dizer o quanto você é incrível e linda, e o quanto seu sorriso me contagia de uma forma que me faz viajar em pensamentos e me apaixonar mais e mais todos os dias, trazendo em pensamentos você pra mim, pra amenizar a saudade que sinto de estar com você, de te mimar, te beijar, te tocar e até das nossas brincadeiras bobas sem sentido.
Te amo, minha princesa.

Se todas as minhas palavras não falaram por mim, então meu silêncio falará...

DE CORPO E ALMA
letra: Marilda dos Santos

Noite de lua
Noite sozinha
Nas paredes do meu quarto
Fico a imaginar:
Sei que estás longe
Que em breve vais voltar
De corpo e alma pra me amar

De amores intrigantes
De passados distantes
Vênus e Marte sempre serão grandes amantes

Não me condene
Pelo meu mundo sem ação
O que importa
Se estou presa a este mundo?
Se é nesse mundo
Que eu sei te amar loucamente!

Quando te critico
Por fazer o que vem na cabeça
Não é por mau
E sim um modo de te proteger
E também medo de te perder

(28 Dez 1993)
Marilda dos Santos

Queria uma noite de prazer
Pra aliviar a dor da solidão

Inserida por ingridsribeiro

Mesmo quando a noite está fria
Eu tenho aquele fogo na minha alma
E a batida que está no meu coração.
Sim, isso está me mantendo vivo
Eu não preciso de nada para me satisfazer
Porque a música me preenche e isso me surpreende toda vez.

Inserida por Rhuan3

Uma noite

Era uma noite sem estrelas
Vendo o brilho do luar
Porém com o brilho dos vagalumes
E os grilhinhos a cantar

Era uma noite sem energia
Onde só havia eu e uma companhia
Aquela que me fez sorrir
Que Deus propôs a existir

Eu já pensei, que não existiria
Um mundo pela qual
Eu pudesse viver
Que eu pudesse ser eu

Era uma noite onde sem querer
Vivemos em nossos pensamentos
Se desligamos do mundo
E a paciência se fez nossa amiga

Eu já pensei, que nunca faria
Uma poesia com alguém
Foi além do que pensei
Uma noite especial, Com você!

Inserida por NattoCostta

Minha mão está fria,
A mente está vazia
E de momento, ela mente
Como da noite para o dia.
Uma mistura de sentimento,
Frequente, bem se sente,
Esta utopia ascendente.

A escrita é um outro universo,
E ao longo do verso
Me faço identificar.
E não sendo muito perverso
Nem nada o inverso,
Dá-me mais prazer escrever
Do que propriamente acasalar.

Inserida por VitorMedeiros

E nas trevas, tudo pode acontecer
A noite vira dia, luz de um novo amanhecer!
Vai, meu verso, buscar a Terra em embrião
Da poeira do universo
Desabrocha a natureza em expansão

É BIG-BANG,COISA IGUAL NUNCA SE VIU !!!

Inserida por juaridesa89

Só (lidão)
de: José Ricardo de Matos Pereira

Eu sei,
Que mesmo sentindo calado,
Na noite eterna e singular,
No frio que agasalha a solidão...,
Insólita e
Indesejada.

Eu sei,
Que mesmo sonhando acordado,
Virá o vulto...!
A faísca que me integra,
E, ao mesmo tempo
me parte,
Inconsequentemente...

Eu sei,
Que não deveria viver sem você...
Que o albergue que procurava estava em teus olhos, e,
Que teu sorriso simplificava até minhas palavras tortas...,
Desconexas...!

Eu sei,
Que você nunca existiu.
Você foi um sonho que passou.
Você foi à luz que um dia raiou
E,
No entanto,
Se dissipou...!

Você foi o arrepio de meu desejo,
A verdade de meu sentimento.
A tristeza de meu lampejo,
E,
a tortura de meu esquecimento...!

Inserida por PoesiasCatarinenses

“AS SETE LÁGRIMAS... DE PAI PRETO”
(Completa)

Foi uma noite estranha aquela noite queda; estranhas vibrações afins
penetravam meu Ser Mental e o faziam ansiado por algo, que pouco a pouco se
fazia definir...
Era um quê desconhecido, mas sentia-o, como se estivesse em comunhão com
minha alma e externava a sensação de um silencioso pranto...
Quem do mundo Astral emocionava assim um pobre “eu”? Não o soube, até
adormecer...e “sonhar”...
Vi meu “duplo” transportar-se, atraído por cânticos que falavam de Aruanda,
Estrela Guia e Zambi; eram as vozes da Senhora da Luz-Velada, dessa Umbanda
de Todos Nós que chamavam seus filhos-de-fé...
E fui visitando Cabanas e Tendas, onde multidões desfilavam... Mas, surpreso
ficava, com aquela “visão” que em cada uma eu “via”, invariavelmente, num
canto, pitando, um triste Pai-preto chorava.
De seus “olhos” molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, e não
sei por que, contei-as... foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me
e interroguei-o: fala, Pai-preto, diz a teu filho, por que externas assim uma tão
visível dor?
E Ele, suave, respondeu: estás vendo essa multidão que entra e sai? As
lágrimas contadas, distribuídas, estão dentro dela...
A primeira eu a dei a esses indiferentes que aqui vêm em busca de distração,
na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando daquilo que sua mente
ofuscada não pode conceber.
Outra, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na
expectativa de um “milagre” que os façam “alcançar” aquilo que seus próprios
merecimentos negam.
E mais outra foi para esses que crêem, porém, numa crença cega, escrava de
seus interesses estreitos. São os que vivem eternamente tratando de “casos”
nascentes uns após outros...
E outras mais que distribui aos maus, aqueles que somente procuram a
Umbanda em busca de vingança, desejam sempre prejudicar a um ser
semelhante – eles pensam que nós, os Guias, somos veículos de suas mazelas,
paixões, e temos obrigação de fazer o que pedem... pobres almas, que das brumas
ainda não saíram.
Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e
calculistas – não crêem, nem descrêem; sabem que existe uma força e procuram
se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-se deles, não conhecem a palavra
gratidão, negarão amanhã até que conheceram uma casa de Umbanda...
Chegam suaves, têm o riso e o elogio à flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis;
mas se olhares bem seu semblante verás escrito em letras claras: creio na tua
Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se venceram “meu
caso”, ou me curarem “disso ou daquilo”...
A sexta lágrima eu dei aos fúteis que andam de tenda em Tenda, não
acreditam em nada, buscam apenas aconchegos e conchavos; seus olhos revelam
um interesse diferente, sei bem o que eles buscam.
E a sétima, filho, notaste, como foi grande e como deslizou pesada? Foi a
ÚLTIMA LÁGRIMA, aquela que “vive” nos “olhos”de todos os orixás; fiz
doação dessa aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e
todos possam vê-los como realmente são...
“Cegos, guias de cegos”, andam se exibindo com a Banda, tal e qual
mariposas em torno da luz; essa mesma LUZ que eles não conseguem VER,
porque só visam à exteriorização de seus próprios “egos”...
“Olhai-os” bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas;
observai-os quando falam “doutrinando”; suas vozes são ocas, dizem tudo de
“cor e salteado”, numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos Guias e
Protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não
fazem, aferrados ao conforto da matéria e à gula do vil metal. Eles não têm
convicção.
Assim, filho meu, foi para esses todos que viste cair, uma a uma, AS SETE
LÁGRIMAS DE PAI-PRETO!
Então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a
dizer, Pai-Preto? E, daquela “forma velha”, vi um véu caindo e num clarão
intenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez...
“Mando a luz da minha transfiguração para aqueles que esquecidos pensam
que estão... ELES FORMAM A MAIOR DESSAS MULTIDÕES”...
São os humildes, os simples; estão na Umbanda pela Umbanda, na confiança
pela razão... SÃO OS SEUS FILHOS-DE-FÉ.
São também os “aparelhos”, trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se
chamam DOM e FÉ, e cujos “salários” de cada noite... são pagos quase sempre
com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra – a
INGRATIDÃO...

Inserida por Delucareal

Eu quero uma lua plena
Eu quero sentir a noite
Eu quero olhar as luzes
Que teus olhos
Não me têm
Deixado ver
Agora eu vou viver...

Eu quero sair de manhã
Eu quero seguir a estrela
Eu quero sentir o vento
Pela pele
Um pensamento me fará
Uma louca tempestade...

Eu quero ser
Uma tarde gris
Quero que a chuva
Corra sobre o rio
O rio que por ruas
Corre em mim
As águas que
Me querem levar
Tão longe
Tão longe que
Me façam esquecer
De ti...

Eu quero partir de manhã
Eu quero seguir a estrela
Eu quero sentir o vento
Pela pele um pensamento
Me fará
Uma louca tempestade...

Eu quero uma lua plena
Eu quero sentir a noite
Eu quero olhar as luzes
Que teus olhos
Não me têm deixado ver
Agora eu vou viver...

Eu quero ser
Uma tarde gris
Quero que a chuva
Corra sobre o rio
O rio que por ruas
Corre em mim
As águas que
Me querem levar
Tão longe
Tão longe que
Me façam esquecer
De ti...(2x)

Tão longe que
Me façam esquecer
De ti...

Inserida por Jade.M