E Ruim Nao poder Falar o q Pensa
Eis que duas sombras confundiam-me
A primeira encontrava-se a minha esquerda
ERA A DÚVIDA
Inquieta, indecisa escuridão
Queria algo me falar
Veio a noite
E de seus segredos não soube
A segunda sombra estava a minha direita
ERA A ESPERANÇA
Serena, tranquila paz
Porém, não conseguia disfarçar
Também queria algo me falar
Veio a noite
E de seus segredos não soube
Na escuridão, sozinho fiquei
Sem minhas duas sombras
Queriam algo me falar
Mas a escuridão não permitia
Nada pude fazer
O Senhor não estava comigo
Nem eu com ele
Só trevas havia
Só o silêncio ouvia
Nada mais enxergava
Só o frio sentia
E o fim, por fim chegou
Jamais ouvi os segredos das sombras
Não chegaram a conhecer a luz
Talvez queriam algo falar
QUE EU ERA A ESCURIDÃO
Distintos vilões, eu me chamo Gru. Parece que estou falando muito alto, embora a distância entre nós não seja justificativa para isso.
Se falarmos menos, com certeza teremos mais tempo para analisar aquilo que ouvimos, para depois darmos nossa versão, com mais serenidade e discernimento.
A partir disto, nossa opinião sempre será a mais solicitada pela relevância e pelo conteúdo das respostas.
(Teorilang)
E POR FALAR EM PAIXÃO...
E por falar em paixão,
onde anda você, namorado
da lua? Abra já o teu coração
ao orrfeu negro e o bem amado,
na tonga da milonga do kabuletê
desponte pelos caminhos da vida,
veja muito fogo na terra prometida,
o pato na água de beber e catendê.
Ressuscite agora Vinicius!
No epitáfio chega de saudade
renasça para os nossos delírios
e venha com toda versatilidade
só para viver um grande amor,
na forma e exegese do coração
faça novos poemas em devoção
ao lamento do teu mergulhador.
Poeta! apareça hoje para reviver
essa tua aquarela na instância
de Ariana, a carioca mulher,
e no caminho para a distância
faça canções, sonetos e baladas,
uma modinha na tarde em Itapoã,
com as cinco elegias da manhã
e poemas esparsos às amadas.
Ressurja em versos trovador!
Contemple nossas cores de abril
da pátria minha, reveja o amor
pela luz dos olhos teus de anil
e saiba que a felicidade existe
dentro da regra três e como dizia
o poeta à garota de Ipanema: sorria,
mas veja você que tudo é tão triste.
Venha sem medo vate! Sei lá,
eis que a vida tem sempre razão,
porém, Tatamirô o aguarda por cá
para cantar o samba da bênção,
banha-te na água da lagoa negra
lá no rancho das namoradas,
cante a ternura, tristeza e baladas,
insensatez na ária da pedra preta.
Desperte ao raiar do dia o amor,
deixa acontecer o teleco-teco
no dia da criação e deposite a flor
desse testamento no teu boteco.
O nosso relógio aqui não para,
é de gente humilde por simpatia,
e a morena flor, formosa, seria
a tua rosa de Hiroshima rara.
Ecloda teus versos poetinha!
É preciso dizer adeus e vir
no samba do avião, caminha
pela estrada branca a reluzir
e na balada da flor da terra,
eleva-te como a estrela polar
no tempo feliz ainda a brilhar
ao sol da alegre primavera.
Do seu Livro "Cascata de Versos" - 2019
Para falar de amor
A casa vazia...
cada dia mais fria.
Sente falta de poesia.
Mãos calejadas
pra sempre caladas.
palavras cansadas
No sofá da sala jogadas.
Uma luminária fracamente tenta quase que inutilmente tudo iluminar...
Não há mais versos para versejar.
No canto da sala uma mesa e um computador... mudo, frio e vazio...
...esperando que alguém o use para de amor falar.
Se o seu silêncio for mais barulhento que a sua voz, então é bom que cante ao invés de falar e falar.
Antes de eu falar
Tu cantavas sobre mim
Tu tens sido tão, tão bom pra mim
Antes de eu respirar
Sopraste Tua vida em mim
Tu tens sido tão, tão bom pra mim
E ao Teu falar
A cem bilhões de estrelas brilho dás
Planetas nascem com o Teu soprar
Se as galáxias Te adoram, eu também
Posso ver Teu coração na criação
Cada estrela um sinal do Teu perdão
Se a natureza louva, eu também
Ao invés de escolher falar bonito para encantar os ouvidos, escolha fazer bonito para encantar os olhos.
Se for pecado eu falar que tudo fica mais divino com você ao meu lado, então, acredito que estou cometendo o mais puro e abençoado pecado de todos os tempos e de toda a minha existência aqui na terra. Porque você me faz falta e, mesmo ausente, me completa.
Medo de falar?!... mas porquê?
Sempre que lhe apetece, o gato mia;
Tal como, um cão tão fala em seu ladrar;
Ou assobia a tão linda cotovia;
Sempre que lhe apetece assobiar!
Que pena tal em nós pouco se dê;
Por tanto medo termos de amostrar;
O que em nós existe, mas não se vê;
Pois a tantos poderia encantar!
Por isso vamos lá perder os medos;
Que nos abafam na pobre carcaça;
Que pra nada mais presta, que o queimar!...
Arrumando de nós os maus enredos;
Pra podermos unir a nossa raça;
Num UM, Que a todos NÓS irá honrar.
Com carinho;
Como é que você regando suas flores com água morna conseguirá fazê-las desabrochar? Assim também será com seus sentimentos. Como pretende fazer a felicidade brotar em sua vida se o que mais faz e desacreditar em si próprio? Sei que muitos de nós por diversos motivos vivem nessa situação ( morna) por assim dizer, deixando passar seus melhores momentos, sua juventude, ou até mesmo seu bem mais precioso na vida ou seja o seu tempo , visando um milagre acontecer. Infelizmente para esse tipo de situação milagres não acontecem , porque somos nós os protagonistas de toda essa história . Mas a uma solução em meio a tudo isso se quisermos reverter essa situação, você acreditaria? Sim , sim , porque nós além de sermos os protagonistas também somos os escritores, os editores de todo esse drama, podendo então em uma junção de entendimentos unificar forças, fortalecendo então energias renováveis e positivas . Podemos nos sentar , conversar, não acusar , não os dedos apontar , mas sim desabafar, falar a nossa verdade, esvaziar o nosso interior, para uma essência nova e revigorante poder adentrar e então ter o dom de se fazer florescer o que tanto apregoamos querer. Isso não é vergonhoso, não irá nos diminuir, ao contrário, você por acaso já imaginou não ter mais que carregar na sua consciência os fardos da culpa? Pare e pense, como iremos querer construir algo se vivemos dentro de mentiras , acusando para tentar afastar o foco das nossas atitudes, exigir uma convivência quando nada fazemos para alimentar a presente? A água morna reflete em nossas vidas como um tanto faz , tanto fez , mostrando então que não nos importamos com o que esteja acontecendo ou por medo não sabemos como agir, tamanha é nossa preocupação , porque o errar é doce , é fácil , é aconchegante, mas o encarar , o se abrir, ahhhhh esse é nosso pior dilema, preferimos perder as pessoas que algum dia mais amamos ao invés de a frente nos colocarmos e com a verdade contarmos tudo , até o fim . Pode até ser desastroso, doloroso, a ou o ouvinte pode até nunca mais lhe querer ver em sua vida, porém se você decidir ser verdadeiro não terá receios em enfrentar sua punição, afinal você quis não é mesmo? Mas a liberdade dentro de si , o espaço interno desocupado , vazio e limpo lhe fará respirar tão bem , tão leve que quando você menos esperar o antes impossível poderá se tornar possível e presente em sua vida. Existem as leis naturais da vida, nós é que inventamos atalhos para burlar o que é bom, dando então início a uma grande ruína interna e pessoal em nossas vidas . Vamos parar de agirmos assim , vamos nos dedicar ao que nos propomos a querer como propósito de vida e então sobreviver, em meio a quem ainda não sabe mas nos tendo como exemplos poderá em breve aprender a fazer ou seja, ser verdadeiro, ser único, ser fiel e ser feliz. Você pode acredite, liberte-se hoje dessas amarras e regue seu jardim com sabedoria.
Que a sua fala desperte a atenção. Que traga segurança, verdade e leveza. Querer ficar. Que as portas se abram, naturalmente, a um simples falar.
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