E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Orar por um desafeto, pedindo que Deus use de misericórdia com ele, em vez de usar de juízo, requer que perdoemos sem reservas e não nos frustremos quando somos atendidos.
Do geito que as coisas estão já vi que se alguém estiver a ser perceguido por marginais, em vez de procurar ajuda ou uma de livrar - se deles, estará mais preocupado em actualizar o seu estado do facebook... do tipo "estou a ser perceguido por marginais agora mesmo, quem também ja foi uma vez põe like"
WTF!
Certa vez me disseram que para ser feliz bastava acreditar na felicidade, e não é que era verdade? Quando acreditamos em algo tudo fica mais fácil, tudo pode acontecer quando acreditamos.
O tempo passa e em vez da saudade ir junto com o tempo, ela continua, insiste em ficar e a aumentar cada vez mais e mais.
O vento sopra para lá e para cá!
De vez em quando é necessário sentir e perceber a direção que é necessário seguir.
Oportunidades estão a porta, seguir a direção certa não é fácil, mas o sentir pode fazer sentido se o vento for favorável.
A palavra escrita, uma vez compreendida, não repousa: ela coloniza o ser, germina nele e cria vínculos invisíveis entre pensamento, corpo e mundo.
Em vez de jogos políticos que buscam inimigos estratégicos, diálogos profundos e produtivos são o melhor caminho para transformar estruturas que perpetuam desigualdades e injustiças.
Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.
Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.
Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.
E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.
E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.
Não tenho a mínima dúvida de que Jesus Cristo perdia outra vez se fosse a uma nova eleição com Barrabás.
Quando Nietzsche escreveu a frase "transvaloração de todos os valores" pela primeira vez, o movimento espiritual dos séculos em que estamos vivendo encontrou, afinal, a sua fórmula. Transvaloração de todos os valores é a característica mais fundamental de cada civilização, pois é o início de uma civilização que remolda as formas da Cultura que a precederam, entende-as à sua maneira, pratica-as de outro modo.
É um silêncio que a gente entende só quando chega nossa vez. 🙏🏿
O fato mesmo é que a gente corre por quem ama.🖤
O Conto da Tulipa
Era uma vez um coração que, mesmo calejado, ainda pulsava com a esperança de um jardim.
Entre tantos espinhos, ele sonhava com uma flor - não qualquer flor, mas uma tulipa.
Singela, delicada, mas firme.
Nascida não por acaso, mas por destino.
A vida, com suas voltas silenciosas, traçou caminhos tortuosos.
O coração caminhou por invernos e verões, carregando em si a memória de algo que ainda não havia vivido, mas que, de alguma forma, já reconhecia.
E então, um dia comum ou talvez um dia mágico disfarçado de comum ela surgiu.
Como se o universo abrisse um portal breve entre o acaso e o eterno, ali estava a tulipa.
Não era extravagante, não era barulhenta.
Era sutil, como o toque do vento na pele.
Mas seu perfume atravessava as paredes da alma.
Ela não precisava dizer: o olhar falava, os gestos escreviam versos no ar.
O coração, antes desconfiado, se dobrou sem resistência.
Pois amar aquela flor era como respirar depois de muito tempo submerso.
Era como lembrar-se do próprio nome ao ouvi-lo pela primeira vez.
Juntos, criaram um jardim onde palavras se deitavam como sementes, e gestos brotavam em árvores de afeto.
Houve dias de sol e tempestades também - mas até a chuva parecia poesia quando caía entre os dois.
E se o mundo os viu como apenas mais um casal, o coração sabia: aquela era a sua primavera eterna.
A tulipa, que florescia até nos silêncios, era o amor com nome, pele, riso e alma. Era Alva Beleza Que Despertou - flor que nasceu para florescer no coração certo.
Não como parte do jardim, mas como o próprio motivo dele existir. A tulipa rara que, entre tantas, era a única.
E assim nasceu o conto - não o de fadas, mas o da flor que venceu o tempo, da alma que encontrou abrigo, do amor que não precisou de fantasia, porque já era milagre o bastante ser real.
Fim.
"Já tentei esquecer. Fingi que era só fase, distração, exagero da alma carente. Mas toda vez que respiro fundo, teu nome volta junto com o ar..."
— Fram Lima —
Me disseram uma vez
Que o danado do amor pode ser fatal
Dor sem ter remédio pra curar
Uma vez que você entende que todo julgamento é uma confissão de si mesmo.
Você perde o medo de ser julgado, afinal o que o outro diz se refere a leitura de mundo dele e logo não define quem você realmente é.
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