E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Hoje chorei de saudade. Chorei quando te vi passeando pela rua desta vez sem mim… Desta vez seguravas a mão de outra que nem fiz questão de ver quem era… Chorei quando senti teu cheiro. Aquele de sempre, que ficava na minha blusa, no meu travesseiro, na minha mente… Aquele que nunca esqueci, nem quando eu quis esquecer. Já tentei encontrar ele em outros, mas esse cheiro só a ti pertence, não é mesmo? Já o procurei em tantos lugares, em cada esquina, em cada bar, em qualquer boate que eu frequentava por aí, mas não o encontrei. Pelo contrário, percebi que ele esta a milhas distantes de mim. Percebi que a cada dia que passa o cheiro vai se perdendo no ar, mas só cheiro, pois o meu amor por ti não se perde, pelo contrário eu o encontro todos os dias. O encontro em cada sorriso e cada choro. O encontro no cinema ou em uma mesa de bar. O encontro nos livros, nos versos, nas flores ou nas nuvens. O encontro no sereno da noite, quanto ele molha o vidro dos carros e eu rabisco a minha inicial e a sua na esperança de que volte para mim.
Da primeira vez que te olhei.
Da primeira vez que te olhei
em devaneios infinitos me perdi
tentei acordar, desisti.
Tudo da primeira vez que te olhei.
O sol resplandecia em sua face
justamente da primeira vez que te olhei
Por vários dias me perguntei
se tua beleza tratava-se de miragem.
Da primeira vez que te olhei
Desejos insanos, ardentes, incoerentes
tomaram espaço nessa minha pobre mente
em um minuto, nunca tanto sonhei
Ah! Da primeira vez que te olhei
pude ainda sua voz ouvir
nos "olha lá" é "fróids" me perdi
Tudo da primeira vez que te olhei.
Era uma vez que sorri
Apenas uma vez que sorri
quando lhe avistei ...
Foi platônico o que senti
O que senti quando te vi.
Minhas maos tremulas ficaram
meu coração palpitou
pulou
saltou ...
Deu para senti-lo nas pontas dos dedos
quando eu encostava em algum móvel
A sensação foi unica
e unica foi a sensação que senti
A sensação imediata de evacuamento
eu olhei;
você olhou;
se virou;
e partiu...
E voltei a sorrir
quando lhe avisei ...
Já até, em certa vez durante minha indecisa adolescência, mas confesso: Não sei fazer "tipinho". Essa coisa de tentar agradar a todos e se desagradar não é comigo.
"Ah sim! Sou muito rude e intolerante pra ficar sorrindo ao ouvir "bla-bla-blas", ou fingir que não gosto de tatuagens para parecer mais séria, ou esconder meu lado ético e socio-cultural, para fugir da caretice e ser mais rebelde. Nada de rebeldia sem causa. Sou egoísta demais pra não viver da forma exata que quero e com quem quero. Com o tempo aprendi táticas de convivências, mas não engoli as de conveniências"
"A primeira vez"
A primeira vez que te vi
Olhei em seus olhos
E descobri onde fica
O caminho do infinito
Onde eu posso viajar
Onde eu posso me perder
E inplorar a sua ajuda
Pois lá você está
Sempre está
Confesso que ve-lo hje foi demais pra mim.... Estava tão beem.
Mas toda vez é assim. Ainda mexe comigo, me abala... me destrói por dentro pq sei que ñ consigo eskçe-lo mesmo depois de tudo.
Será preciso sofrer tanto assim? Ou será preciso de mudança?!
Iluminee-me Senhor!
Nós precisamos perder as pessoas que amamos de vez em quando,
senão, como saberemos a importância que elas têm na nossa vida?
andyaradias22@hotmail.com disse (Ontem às 23:10):
*''Estar bem e feliz é uma questão de escolha e não de sorte ou mero acaso. É saber ignorar, de forma mais fina e elegante possível, aqueles que dizem as coisas da boca para fora ou cujas palavras e caráter nunca valeram um milésimo do tempo que você perdeu ao escutá-las.'' (Nietzsche)
Era uma vez em suas mãos: dizia-lhe o irmão que o amor era a espada macia da morte. Destituída face em talhos de beijos perdidos. Vago regaço perdido no maior dos seus rios. Nada lhe foi oferecido, nada foi aproveitado de sua pálida e doentia carne.
Certa vez arriscou-se, mas saiu esfolada e estraçalhada ..A partir daí começou a ter medo. E por medo ela não arriscava, e por medo ela não amava. E por culpa desse medo ela nunca conseguiu viver uma verdadeira historia de amor, e nem sequer um breve romance.. Isso a chateava, a matava por dentro. Os anos se passaram e ela continuava naquela vida chinfrim, sem ambição alguma. Tinha se acomodado, o salário era "bom" , a casa era "boa", o restaurante que almoçava de segunda à sexta era "bom"... Mas no profundo daquele coração rasgado ela alimentava uma faísca de esperanca. Isso que toda mulher boba tem.
A vida é como um campo minado, se você erra uma vez, tudo o que você conseguiu construir vai por água a baixo.
Todas as rainhas estavam a praça também. Andavam a passos pequenos por entre as casas e de vez em quando olhavam-se em espelhinhos. A impressão que tive foi que elas se esqueciam de quem eram com tanta rapidez e tanta frequência que tinham de ficar se olhando no espelho
"Uma vez parei pra pensar
e quase cheguei a conclusão
que minha vida era
baseada em tristeza,
problema e solidão.
Mas eu prefiro não
pensar mais assim
pois minha vida sou
eu que escrevo ela
nunca terá fim.
Eu habito dois
mundos o mundo
da realidade
e o meu mundo.
Fujo da realidade
quando estou me afogando
e apareço no meu mundo
feliz, pulando e gritando.
Não me considero
inteligente e sim
criativa, mas escondo meus
talentos pois não acredito muito na vida.
Eu não sei mais
o que escrever sobre
mim, acho que
isso da pra concluir."
Era uma vez uma jovem camponesa. Sonhadora e tão bela como uma flor de laranjeira. Esta mesma toda noite em lágrimas se debulhava, E em sonhos morava numa corte. De tão belas que eram tuas noites, Certo dia avistou-se: Belo rapaz que flores lhe traz. E a moça, Em versos clamava o quanto era amada.
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