Duas
Temos o lado de feiura e o lado de beleza, e me pergunto sempre como uma coisa pode ser as duas. E temos uma coisa de dar inveja, temos o bom senso de morrer.
Se é pra me segurar, segure-me com as duas mãos. Meu mundo é grande demais pra quem tem uma das mãos ocupadas, porque assim esvaio-me por entre os dedos!
Existem duas pontas no mundo...
De um lado a verdade,
sempre dura e sincera...
Do outro a mentira,
Sempre linda e cheia de falsidades.
Ou você fala tudo que tem que falar, ou se orienta no silêncio da fé, essas duas tem horas que deixam a gente com aquela sensação de alma lavada.
Você já parou pra pensar quem é você,pois na vida tem dois caminho é na alma tem duas pessoa quem é você?
Pergunto-me todos os dias quem sou eu? Sou uma garota bipolar sou boa sou chata sou duas partes sou imperfeita sou perfeita não tenho medo de lutar pelo o que quero mais digo não me julgue por que sou assim sou quem sou só Deus pode me mudar!
Quando olho para você, me sinto viajando pelo espaço.. sendo guiados por duas lindas estrelas que são seus olhos.
Kelyana duas em uma a Kelly amava a vida e a Ana vivia a vida com amor !
Essa é a história de uma linda menina
Que a prefiro chamar de flor!
Duas descobertas:
1ª - A coisa mais veloz que existe é a saudade, viaja mais rápido que a luz.
Então me dizem: mas saudade não é coisa!
2ª - É coisa,pois aperta o coração com mãos invisíveis, mas com força real.
Conclusão:
"Saudade é uma coisa veloz!"
Traduzindo para o nordestês:
"Ô bichinha danada de ruim esta tal de saudade!
Os nossos ossos e as nossas escolhas têm duas propriedades em comum. Elas são invisíveis e duram mais tempo que as nossas vidas.
Depois os dois se abraçaram e se deram beijos nas duas faces e como duas pessoas que não se vêem há muito tempo atropelaram perguntas como: por onde é que tu anda, criatura, ou exclamações como: mas tu não mudou nada, ou reticências tão demoradas que as filas chegavam a deter-se um pouco, as pessoas reclamando e uma hesitação entre mergulhar nas gentes entre um beijo e um me telefona qualquer dia e ficar ali e convidar para qualquer coisa, mas um medo que doesse remexer naquilo, e tão mais fácil simplesmente escapar que chegou a dar dois passos. Ou três.
"Deve ser lindo ter um segundo coração batendo dentro de você. Duas vezes mais amor, duas vezes mais felicidade, duas vezes mais fome. Deve ser lindo ser mãe. Pegar nas mãozinhas, vê-las se aproximando dos seus dedos, começando a caber entre eles... Ouvir o primeiro choro, ver o primeiro sorriso, as primeiras palavras, e até o primeiro gorfo, a primeira fraldinha suja... Deve ser lindo. Sério mesmo. Deve ser muito especial. E eu fico me perguntando se algum dia vou ter essa sensação." - ela disse pra si mesma. Pensou consigo mesma. Então deitou. Acariciou a barriga. Cantou canções de ninar. Contou histórias sobre reinos distantes e pessoas boas. Acariciou a própria barriga mais uma vez. Fez cócegas. Fez dengo. Falou coisas bonitinhas. Imaginou passinhos na sala, no quarto, na cozinha, pela casa inteira. Ela imaginou o primeiro "Olá", o primeiro colo, a primeira amamentação. Contou cada dedo que tinha para representar os beijos para serem dados de segundo a segundo. Imaginou o primeiro sapatinho. Imaginou os passinhos. Imaginou o primeiro sorriso, as primeiras palavras. Imaginou como ela seria feliz ao ter um pedaço dela junto com o pedaço do homem que ela mais ama naquele útero. Imaginou o homem ao lado dela, cada segundo. Imaginou-se chamando o de "papai", rindo que só, enquanto ele tenta cuidar do bebê. Imaginou quantas tardes, juntos, eles passariam cuidando do bebê. Quantas coisas descobririam com ele, e ensinariam à ele. Imaginou as brincadeiras, os mimos, os dengos. Ela ficou horas e horas imaginando, cantando, sorrindo, brincando com aquela barriga... Parecia que ela estava vendo-a pela primeira vez. Foi encantos e encantos... Contos de fada. Sorriu, brincou, dormiu. E quando amanheceu, a brincadeira foi outra: ela tinha cantado para si mesma, acariciado a si mesma, rido consigo mesma, brincou consigo mesma, dormiu só... A menstruação havia chegado.
