Duas
Qual o sentido da vida?
A ciência propõe duas explicações para essa dúvida metafísica. A primeira, mais tradicional, é: o sentido (objetivo) da vida é se reproduzir, ou seja, ter filhos. Ponto. Isso vale tanto para nós como para o sabiá, o cordeiro patagônico ou o bicho-da-seda. Pelo menos é o que diz a tese do biólogo britânico Richard Dawkins.
Segunda: O cérebro humano possui um mecanismo chamado sistema de recompensa. São grupos de neurônios situados em certas regiões, como o septo – que fica bem no centro do cérebro. Toda vez que fazemos algo física ou mentalmente agradável, qualquer coisa mesmo, esses neurônios causam a liberação de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. As demais áreas do cérebro são inundadas pela dopamina – inclusive aquelas que manejam o autocontrole e as emoções. Você sente prazer. E tem vontade de sentir de novo. E de novo. E de novo… O sistema de recompensa tem uma influência gigantesca sobre nossas ações e decisões. Sempre que você se sente bem, ou mal, é esse sistema que está fazendo isso acontecer. E ele nem sempre nos guia no caminho de gerar descendentes – você deve conhecer gente que não tem filhos, nem quer ter, e está muito bem assim. Porque existe uma segunda explicação para o sentido da vida. Em vez de espalhar genes, o objetivo pode ser contentar o sistema de recompensa. Traduzindo: ser feliz.
* Não consigo olhar para o ser humano como um marionete movido por pulsões meramente biológicas.
Sempre acho que somos mais que isso. Que há algo na cartola no Universo para nos surpreender.
"Estou contigo" são só duas palavrinhas,
mas soam como música aos nossos ouvidos
e têm o poder mágico de nos fazer acreditar
que a amizade, a solidariedade e os sentimentos fraternais
são mais do que meras palavras.
Sou grata a Deus por me apresentar, com tanta frequência,
a verdadeiros amigos.
Cika Parolin
Mesmo que a dor seja imensa e divida a minha alma em duas, eu continuarei em luta pelo que acredito, pois semente partida em duas não morre, apenas aumenta as possibilidades da plantação.
Um beijo não é um encontro casual de bocas livres, mas uma promessa silenciosa de amor entre duas almas presas na mesma solidão.
De fato, essas duas idades, infância e velhice, têm uma grande relação entre si, e não vejo nelas outra diferença senão as rugas da velhice e a porção de carnavais que os primeiros têm sobre a corcunda. Quanto ao mais, a brancura dos cabelos, a falta de dentes, o abandono do corpo, o balbucio, a garrulice, as asneiras, a falta de memória, a irreflexão, numa palavra, tudo coincide nas duas idades. Enfim, quanto mais entra na velhice, tanto mais se aproxima o homem da infância, a tal ponto que sai deste mundo como as crianças, sem desejar a vida e sem temer a morte”. (Elogio da Loucura)
Sabe oq eu vejo? Duas Borbeletas Voando... Bem serenas... E embaixo vejo uma Joania sozinha e solitária parece com vc, vc se deixou afundar no fundo do poço, por um garoto idiota qualquer, agora está aí sozinha, chateada, infeliz. Enquanto o garoto Há! Tá ficando com todas, e vc decidiu seguir qual caminho o caminho tolo, agora se anime vc é linda, bata as suas asas e voe o mais longe o possível, e veja a felicidade no seus olhos! E veja como a sua vida melhor que a dele.
Sábado, várias pessoas em casa. É difícil conversar com muita gente reunida. Prefiro duas, três no máximo, o ideal mesmo são duas. Em grandes rodas me sinto triste, a reação exterior, entretanto, é completamente outra. Agarro os assuntos com toda avidez, não paro de falar, receosa de um silêncio que possa mostrar como realmente me sinto. Hoje pensei em H. Quero-lhe um bem imenso, pelo muito que me deu, pelo que sou atualmente. Sem o meu amor por ele não seria o que sou. Que importa tenha me esquecido se deixou enormes riquezas comigo? Nunca poderei agradecer-lhe. Antes vivia como uma cega e o meu amor por ele me ensinou a ver o mundo, a Deus. Devo-lhe muito. Me fez sofrer e se não tivesse acontecido assim não teria chegado ao caminho certo.
Ela elogiou o meu sorriso
Não me contive, tive que replicar
Confesso que passei duas vezes na fila do sorriso
Porém há anos você já morava por lá
"Na política, só duas coisas são imutáveis: a ingenuidade dos eleitores e a ganância dos políticos."
Quando duas almas se apaixonam, não existe nada a não ser o desejo de estar perto do outro. A presença que é sentida na mão dada, na voz escutada, no sorriso que vemos.
Almas não têm calendários nem relógios, nem entendem as noções de tempo ou distância. Elas só sabem que parece certo estar uma com a outra.
Essa é a razão pela qual sentimos tanto a falta de alguém quando ele não está lá - mesmo se ele estiver no quarto do lado. A sua alma só sente a ausência, não percebe que a separação é temporária.
Reflexão diária 19/05/2017
Quando se dispuser a mudanças lembre-se: o passado só serve para duas coisas, distinguir o que quer manter, e o que deve descartar.
Na democracia o povo tem de exercer seu soberano poder ou o diabo toma conta. Afinal, as duas primeiras sílabas da palavra formam um apelido dele bem conhecido.
