Drama
Eu sou uma pessoa fechada
em copas,
sou cheia de drama,
totalmente impermeável.
Sou triste
estou sempre embaixo do balaio,
embarco sempre em canoa furada...
a vida... sim a vida é a única culpada
por eu ser uma pessoa fechada...
mal amada!!??
"As coisas começam a dar certo quando você resolve abandonar o drama e investir na comédia. Até a felicidade prefere um pouco mais de diversão."
-Aline Lopes
Perfeição vestida de bom dia, por favor, nem vem. Aplausos de gente azeda, que medo. Drama usando máscara de suspense. Não creio
Para de drama com esse ninguém te ama e ninguém te quer. A perguntar é, “Você se ama? Você se quer?” Se sim, tá esperando o que para se fazer feliz?
"Você pode me julgar, apontar o seu dedo para mim, zombar das minhas dores, achar que é drama, que me faço de vítima, que minha vida é boa e sem imperfeições, sou eu que reclamo demais e acho defeito em tudo.
Então te convido a calçar os meus sapatos, a percorrer o meu caminho, a carregar o meu fardo, a conviver com minhas dores.
É claro que você não vai aceitar, porque é muito fácil julgar, mas você não está nem aí, para saber como me sinto.
Então, sinto muito, por você, e sua língua inclemente, o seu julgar insolente, a mediocridade da sua mente, e nessa vida, continua a prevalecer a velha frase que diz: a dor só dói em quem a deveras sente."
Todo drama exagerado é falso em sua essência. O drama decorre da sensibilidade, e não do acontecimento.
A vida é um drama sem meia-entrada onde uns escolhem pagar o ingresso mais caro para assistir da platéia, outros atuam nos bastidores em troca de casa e comida e os que não podem pagar nem a frisa são postos para fora.
Crônica sobre a Literatura Portuguesa
Herdaram o mito a poesia e o drama, são todas às experiências da humanidade, que se transformaram em literaturas curriculares ou grandes livros que são difundidos na forma do criacionismo. As experiências da humanidade são materiais da cultura dos povos, por meios descritos ou imaginários. Assim se fez o homem, a memória a fé a crença e as experiências até a morte. A morte leva o homem ao sufoco pelo clarão do fogo ou pela coroa d’água, mas não pelo entendimento. Não existindo a presunção da morte nem a passagem dela existe; o que existe é apenas o imaginário do inicio e fim e o “Meio”. Para a criação da carne existiu um diário imaginário contido em prazeres ilimitados com as experiências contadas em prosas e versos, poesias e dramas. Deus desfila a carne nas entrelinhas do imaginário anseio do homem, do êxtase o diabo, construído pelas circunstâncias naturais dos ciclos das vidas. Como pode o resto de eu compreender o a idade o meio e o fim de tudo! Como pudera eu morrer sem compreender as promessas das liquidações das contas! Como pudera...
No fundo, ninguém entende o que o outro passa.
Para uns, é drama, falta de fé.
Alguns escutam, outros preferem não opinar,
mas a vida sempre segue.
Quem sente não se liberta,
na maioria das vezes, apenas ameniza.
A felicidade é passageira, mas o que nos afeta está sempre ali
esperando o momento certo para dominar.
Saúde mental é importante:
a casa de dentro também precisa ser arrumada.
Tempestade
Introvertidos não odeiam pessoas, eles odeiam drama. Tudo o que vem para consumir sua energia. É por isso que eles não discutem, não conversam muito. É por isso que eles mantêm seu ciclo pequeno e a vida privada. Eles são pessoas simples. E tudo o que eles querem é paz.
Historia, não drama
Minha ansiedade me acompanha
como um ruído constante,
um alerta que nunca desliga,
e junto dela
o medo de exagerar,
de sentir demais,
de parecer dramática
por simplesmente sentir.
Ela nasceu cedo.
Entre olhares atentos demais,
expectativas grandes demais,
e a sensação de que sentir
era sempre exagero.
Cresci ouvindo
que tinha tudo.
Casa, cuidado, conforto,
um berço chamado de ouro
— como se isso anulasse
qualquer vazio que coubesse em mim.
Quando doía,
não era dor:
era drama.
Quando eu reclamava,
era vitimismo.
Aprendi cedo
a engolir sentimentos
antes que alguém dissesse
que eu estava exagerando.
Meus irmãos gritavam mais alto,
quebravam mais coisas,
ocupavam mais espaço.
O do meio, o mais difícil,
recebeu colo em excesso,
atenção dobrada,
como se o amor fosse um prêmio
para quem dá mais trabalho.
E eu?
Fiquei quieta.
Aprendi a merecer afeto
sendo fácil.
Sendo compreensível.
Sendo grata.
Mesmo quando algo em mim
pedia socorro —
em silêncio.
Hoje, no amor,
minha ansiedade aparece
com cuidado demais,
palavras medidas,
e o medo constante
de ser intensa demais.
Não é ciúme,
é receio.
Não é cobrança,
é medo de perder.
Carrego um receio silencioso
de depender,
porque no fundo
ainda busco validação
como quem pede permissão
para existir
sem pedir desculpas.
Já disse a ele
sobre meu medo de abandono.
Não nasceu agora.
Veio de casa.
Veio das vezes em que fui ouvida
só quando não incomodava.
Tenho amor,
mas também tenho feridas.
Tenho entrega,
mas carrego alertas.
Não sei sempre explicar
nem organizar o que sinto,
e ainda assim
sinto —
mesmo com medo
de parecer dramática.
Não quero amar por carência.
Não quero ficar por medo.
Quero escolher.
Inteira.
Mesmo ainda aprendendo
a confiar
que meus sentimentos
não são exagero,
são história.
Para muitos, drama.
Para os que compreendem,
uma cilada da mente.
Para todos,
atenção, empatia e compaixão.
Perdi você
Na urgência do ganhar, perdi você,
quando a dor brinca, o drama ganha,
o coração que persegue o futuro com muita sede é comido pela fome do presente vazio, já a boca que tem proximidade com os sentimentos de outra boca ao ponto de sentir sua respiração, essa implora por uma paralisia instantânea do tempo na busca do deja vu do momento,
a cachoeira cai, as plantas choram, o rio corre, a saudade é densa,
na falta que abala o incrível é sobreviver.
Ser feliz é fazer da vida uma comédia, deixando de lado o drama.
Rir muito te dá mais longevidade...
e sofrer muito encurta a escalada de sucesso rumo à felicidade.
