Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos

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Eu só serei definitivo
quando morrer.

A Bíblia nos ordena mortificar o pecado. "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena; prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é a idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]" (Cl 3.5,6). Não podemos obedecer parcialmente ou ser indiferentes quando procuramos eliminar o pecado da nossa vida.
Não é possível parar enquanto a tarefa estiver incompleta. Os pecados, do mesmo modo que os amalequitas, encontram sempre um jeito de escapar da matança, gerando, revivendo, reagrupando-se e lançando novos e inesperados ataques em nossas áreas mais vulneráveis.

Tem dias que a gente não devia nem acordar. Morrer na cama por 24 horas, pra ver se o dia passa mais rápido.

⁠Quando eu morrer se sentir saudades,fale com a lua eu sempre fui apaixonado por ela,foi para ela que eu falava de você todas as noites....

Eu sinto vontade de morrer. Mas eu também sinto vontade de beijá-lo delicadamente, por todo o corpo.

Da vida o inevitável. Morrer.

Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar.

Onde eu morrer
eu vou morrer cantando.
Que eu caia aqui ou lá, não importa,
eu sei.
Sou digno de ser colocado
próximo aos que tombaram sob a bandeira vermelha.

⁠Ainda bem
que não morri de todas as vezes que
quis morrer – que não saltei da ponte,
nem enchi os pulsos de sangue, nem
me deitei à linha, lá longe.

Ainda bem
que não atei a corda à viga do tecto, nem
comprei na farmácia, com receita fingida,
uma dose de sono eterno.

Ainda bem
que tive medo: das facas, das alturas, mas
sobretudo de não morrer completamente
e ficar para aí – ainda mais perdida do que
antes – a olhar sem ver.

Ainda bem
que o tecto foi sempre demasiado alto e
eu ridiculamente pequena para a morte.
Se tivesse morrido de uma dessas vezes,
não ouviria agora a tua voz a chamar-me,
enquanto escrevo este poema, que pode
não parecer – mas é – um poema de amor.

Precisamos morrer não somente para o mundo, mas também para a aprovação ou reprovação das pessoas. Não devemos temer o julgamento diário das pessoas, e sim o julgamento Divino. Todas, em algum momento na vida, podem ser mal compreendidas; porém, o mais importante é ter paz com a própria consciência.

Tenho fome de amor e sede de carinho, estou a um passo de morrer desnutrido.

O medo e a emoção de viver acabam por passar. Depois, vem a vontade de morrer.

Quando eu morrer, escrevam na minha lápide: Aqui jaz um estranho que viveu de um modo estranho ao lado de gente estranha num mundo muito estranho.

⁠A morte se espalha tanto, ocupa tanto lugar, que não sei mais onde morrer.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

Pareço egoísta
Quando quero morrer
Mas não do meu ponto de vista
Pois eu queria poupa-los de sofrer

Sim, por que me sinto um fardo
Só causo preocupação
Eu queria ser melhor de fato
Mas não passo de uma decepção.

"Morrer na praia não foi fracasso, foi dissolução no divino."

"Tropecei na orla, caí no infinito.
Morrer na praia não foi fracasso, foi dissolução no divino."

Quando a primeira coisa viva existiu, eu estava lá esperando. Quando a última coisa viva morrer, meu trabalho estará terminado. Então, eu colocarei as cadeiras sobre as mesas, apagarei as luzes e fecharei as portas do universo enquanto o deixo para trás.

Aquele que não desejar morrer hoje comigo, não pode ser chamado de meu irmão.

Distrito 12, onde você pode morrer de fome em segurança